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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Roo, uma dachshund mais que especial...

Roo é uma Dachshund especial que mora nos Estados Unidos. Logo que ela nasceu, na companhia de mais três irmãos, todos souberam que ela era diferente. Suas duas pernas dianteiras eram bem menores do que deveriam ser.
Com o tempo, Roo foi crescendo em uma cadela saudável e o problema de suas pernas dianteiras se tornou um mero detalhe.
Quando ela não está se movimentando apenas com as patas traseiras, ela não encontra nenhum obstáculo em acompanhar os irmãos em passeios com seu carrinho.

Cachorros de cadeiras de rodas se divertindo....

Cachorros com deficiência costumam ser os últimos a serem adotados. Felizmente, existem algumas pessoas dispostas a ajudar e Gritta Götz é uma delas. Gritta administra um santuário de animais na Alemanha, para dar uma vida melhor a esses cães.


Pets velhinhos merecem todo seu amor até a despedida....

As quatro patas da Mel já não correm com a mesma agilidade de quando entraram na vida da família Coelho, 14 anos atrás. A cocker spaniel prefere passar os dias deitadinha, mal senta, e se cansa logo no início da caminhada. As orelhas compridas não ouvem tão bem quanto antes. Os olhos que hoje aparentam cansaço de quem muito viu a tutora chegar em casa, também estão deixando de funcionar aos poucos. É hora de se preparar para a despedida.
Que eles vivem menos do que nós, isso é certo. A expectativa de vida de um pet varia de acordo com a raça, mas não vai além dos 16, 17 anos. Por terem menos tempo, parece que eles têm a necessidade de aproveitar tudo ao máximo. Latem, brincam, sorriem, dão amor e fazem arte para que a vida não passe batido. Nem a deles e nem a nossa.
“A Mel entrou na nossa vida assim, eu tinha um poodle que levava num pet shop e um senhor de lá me ofereceu ela. Queria vender, eu disse que eu não comprava cachorro, porque tinha muitos de rua, mas se ele quisesse dar, eu pegava”, relembra a aposentada Joelma da Silva Coelho, de 68 anos.
Uma bela noite, o mesmo senhor bateu à porta de Joelma. “Quando eu abri, ela correu e pulou em cima do sofá, tinha quatro meses, era magrinha. Eu perguntei e aí vai me dar ou vai vender e ele respondeu que ia me dar”. As travessuras de Mel levavam a tutora à loucura. As portas do quarto precisavam ficar fechadas e a casa teve de abandonar o hábito das plantas. As colchas de cama viravam chupeta para a cocker até que fossem furadas e nas plantas, a filhote enxergava um inimigo em potencial, porque quando menos se esperava, estava ela destruindo o vaso.
“Olha eu só fiquei com ela porque eu gosto muito de cachorro mesmo”, lembra. Mel já tinha passado por seis casas, mas só encontrou um lar com Joelma. “Agora ela está com 14 anos e não quero nem pensar, se um dia…” A frase ela não termina. O medo da despedida cala a voz e as palavras. Na teoria Joelma sempre soube que aquela filhote morreria um dia.
“Hoje ela é assim, muito mais calma, mas foram quase duas eutanásias. A veterinária sempre disse que ia tentar, mas que não sabia se haveria um jeito. Uma das vezes, uma doença na pele evoluiu tanto que Joelma não queria chegar até a clínica. “Meu medo era chegar lá e ter uma notícia ruim. Dessa vez eu cheguei e ela estava me esperando no portão com um lacinho. A veterinária só disse que era um milagre e porque ela era muito amada”, afirma.
Amor nunca faltou à Mel. A tutora já tinha experiência com cães, inclusive da raça da cadela, e sabia que cedo ou tarde, teria de se despedir. “Essa raça não dura tudo isso, vai no máximo até 11, 12 anos”, tenta se consolar. Joelma sabe que a partir de agora o caminho é o de se despedir.
Mel é quase gente na casa e se fosse pessoa a tutora avalia que seria das melhores para se conviver. Ela que sempre morou em apartamento já dividiu teto com cachorro, seis filhotes recém nascidos da “irmã” e gatos. Mas o que gosta mesmo, além do carinho da tutora, é de laranja. Quando Joelma chama para comer “lala”, ela espera que descasque a fruta e se esbalda.
O cenário de uma cadela brincalhona e espevitada tem ficado no passado. “Ela já anda muito devagar, às vezes para na rua e eu tenho que carregar, levantar ela é um custo”, comenta Joelma – em parte porque o animal sempre esteve acima do peso.
“Eles se tornam da família, sabe? Os cachorros, eles não cobram nada de você, são uma retribuição infinita do amor que a gente dá. Pode chegar em casa chateado, que ao abrir a porta, a primeira coisa é encontrar com eles e eles nem querem saber se você trouxe alguma coisa”, explica.
Nos dias de angústia, tristeza e até solidão, Mel foi a fiel escudeira. “Ela põe a patinha na minha perna como quem diz: não fica assim. Ela é uma grande amiga, minha companheira e nós já passamos por altos e baixos”, relata.
Agora o relógio corre mais rápido, os ponteiros puxam consigo os dias do calendário, diminuindo assim o tempo de Mel na casa onde fez um lar. “Eu me arrependo de nunca ter deixado ela cruzar. Quando eu perder ela, não vai ter mais nada aqui para falar, era da Mel. A gente nunca está preparado. Eu tenho que estar, eu sei disso, é a vida. A gente nasce e morre, mas vou sentir falta, muita falta”.
Fujona até hoje – Nas nossas andanças em busca de cães na terceira idade, encontramos Kiara Pelúcia. O nome completo é este, mas a tutora, Jacqueline Nascimento, de 32 anos, nunca a chamou assim, nem para dar bronca, o que segundo ela, nunca foi preciso.
Aos 15 anos, Kiara é fruto de uma mistura de fox paulistinha com pequinês. Nasceu branca e chocolate, mas agora as manchinhas coloridas deram lugar aos pelos brancos. Ela já não ouve nada, nadinha mesmo. Para chamá-la é preciso ir até ela. A vantagem é que a pequenina continua espoleta como se fosse um filhote. “É que ainda não contaram que ela é uma idosa”, brinca Jacqueline.
A cadela foi dada por um amigo logo que nasceu e chegou à casa da tutora ainda como uma “bolinha de pelo”. A surdez de hoje foi gradativa, no entanto ano passado ela ‘baqueou’ mais um pouquinho e já começou a preparar a família para sua despedida. Kiara teve um tumor na mama, correu risco na cirurgia, mas teve uma recuperação milagrosa.
Nos 15 anos de vida, Kiara já fez até aula de dança com a tutora. “Ela foi me seguindo até lá, quando eu vi, não dava para trazer ela de volta, então ela entrou comigo. Ficou deitada de barriga para cima como eu e ficava me olhando”, recorda uma das histórias que vai ficar para sempre na memória de Jacqueline.
“A morte é inevitável, é a única certeza da vida. A gente pode até falar que está preparado, mas nunca está”, comenta. E não é que durante a entrevista, a cachorrinha escapou pela grade do portão e fugiu pra rua? Continua fujona e dando susto até hoje.
O Soneca – Com 17 anos de vida, o cachorro “salsichinha” ganhou o nome devido ao sono que sempre foi em abundância. Hoje, ele se locomove pela casa bem devagar, já não sobe ou desce degraus sozinho e nem ouve quando alguém o chama.
A tutora, Lenita Cavalheiro de Lima, de 54 anos, teve de aprender a assoviar. “Só assim que ele escuta”, explica. As complicações da idade lhe tiraram além da audição, a visão nítida e em troca disso deixaram a sensação de frio e problemas renais. “Ele só fica de roupinha porque sente muito frio”, afirma. Há cinco anos ele saiu para passear e não voltou por 15 dias. Depois do sumiço repentino, passou a começar a apresentar problemas. “Ele vai fazer 17 anos, é membro da família, presenciou tudo. O crescimento do meu filho”, conta.
Se não tivesse o Soneca na casa, era certo que haveria outro cão. “Cachorro sempre traz harmonia para a casa. E eu só peço a Deus, quando ele for, para que não sofra”.
A expectativa de vida dos cães aumentaram de uns anos para cá, devido aos cuidados com alimentação, vacina e visitas ao veterinário, mas nada que ultrapasse a maioridade, ou seja, os 18 anos. Veterinária Débora Cristina Ribeiro Lachi, de 37 anos, explica que a anatomia dos cães é inversamente proporcional à expectativa de vida deles. “Quando maior o porte, menos dura o cachorro. Um poodle pode durar até 17 anos, um rottweiler até 10″.
De um modo geral, a partir dos 9 anos, os cães já precisam mudar a alimentação e adotar a ração específica de idosos. “Alguns apresentam cataratas, problemas de visão, articulares”, explica.
Há 11 anos na área, ela já viu tutores sofrerem muito quando a temporada das despedidas é aberta. “Às vezes a pessoa tem cachorro desde que o filho nasceu. Há os que sabem que o animal não vai durar muito, mas faz o possível para melhorar a sobrevida”, afirma.
Sobre o que sempre se ouviu, de que para morrer os cães se afastam dos tutores, Débora explica o porquê se entendeu por tanto tempo que este era um hábito dos pets. “Antigamente o cão ele não ficava próximo da residência, dentro de casa, ele ficava no quintal. O que se percebia era que com o tempo ele não vinha mais ao encontro do tutor e ficava essa impressão, mas acredito que é exatamente ao contrário. Hoje eles convivem mais perto, dentro de casa e para mostrar que não estão bem é que eles se aproximam. O convívio e a socialização do cão com o homem é muito maior”, considera a veterinária.
O melhor amigo do homem também parte. Mas diferente dos tutores, eles não esperam a velhice para mostrar o amor que sempre tiveram no coração.

Animais com deficiência visual.... Vivem Bem!!!

Lidar com animais que têm alguma deficiência visual é desafiador. Porém, com os cuidados necessários e, principalmente, a dose certa de amor, o gatinho ou cachorrinho pode ter uma vida plena e feliz realizando todas as atividades normais de qualquer bichinho de estimação.
O especialista em oftalmologia veterinária Fábio Brito explica que os problemas relacionados à visão podem ter causas congênitas, quando o animal já nasce com a deficiência na visão, ou hereditária, que é desenvolvida com o tempo. “O primeiro passo é procurar o especialista para diagnosticar o problema e avaliar o que pode ser feito”, diz o veterinário. 
Cada caso é diferente e pode envolver um tratamento cirúrgico, como é o caso da catarata, ou ser um quadro irreversível. “A perda da visão por idade nem sempre é permanente. É recomendado que a partir dos seis ou sete anos os animais domésticos façam consultas anuais com esse propósito', explica. 
O tutor pode observar mudanças no comportamento do animal que indiquem que existe alguma problema na sua visão. É importante ficar atento se o cão ou gato, ao sair do seu ambiente doméstico, esbarra em objetos. O tutor também deve observar se os seus olhos dos animais estão com a cor natural ou com manchas azuladas. Pode-se fazer testes como abanar alguma bolinha de algodão na frente do animal e observar se ele a segue com o olhar.
Alguns tutores podem demorar a identificar a deficiência, principalmente se o animal for um filhote. Foi o caso da jornalista Juliana Aragão, que só descobriu que o seu gato Serafim era cego quando ele tinha 10 meses. O gatinho aparentava um comportamento normal, interagindo com os outros gatos da casa, brincando, correndo e até subindo em móveis altos sem dificuldade. “Comecei a desconfiar só quando notei que o reflexo dos olhosdele brilhava mais que dos outros gatos e fiz um teste simples: balancei um brinquedo que não fazia barulho na sua frente. No começo ele parecia olhar, mas ele estava apenas sentindo a vibração. Quando o afastei da sua frente, ele continuava a brincar sozinho no ar”, conta Juliana. 
Depois de observar que havia algo estranho, ela o levou ao especialista que, após exames na retina, constatou a cegueira total e irreversível. Fisicamente, Serafim só apresenta estrabismo. Ele compensa o fato de não enxergar tendo seus outros sentidos mais apurados. “No começo eu tive pena, mas agora percebo: pena do quê? Ele é totalmente adaptado e faz coisas incríveis”, diz, orgulhosa, a tutora de Serafim. 
Sem mudanças
Para quem tem um animal com deficiência visual em casa, é preciso tomar alguns cuidados. Evite mudar constantemente os móveis de lugar - ele vai se adaptar ao local onde vive e ficar fazendo alterações pode fazer com que ele acabe colidindo com eles e se machuque. 
Também não faça mudanças no local da água e da ração. Coloque telas de proteção nas janelas, evitando quedas e, se morar em casa, não deixe o portão aberto, para evitar fugas.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/pecao/2014/07/14/interna_pecao,515983/caes-e-gatos-com-deficiencia-visual-podem-levar-vida-normal-saiba-como-identificar-problemas.shtml


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Gastrite nos nossos Pets!!

Na correria do dia a dia, stress e má alimentação podem se combinar em uma perigosa bomba para o estômago. Até mesmo para os animais domésticos. Submetidos a cuidados excessivos, capazes de gerar dependência e ansiedade, e alimentados com quitutes inadequados, cães e gatos vêm convivendo cada vez mais com a gastrite. "Não se deve humanizar os bichos, achando que eles podem ingerir as mesmas coisas que comemos", diz o veterinário endoscopista Franz Yoshitoshi. Também não se deve deixar, no caso dos cachorros, de impor liderança dentro de casa. "Se você pega um animal de personalidade forte e não impõe seu comando, vai ter com ele uma estressante disputa", diz outro veterinário, Gustavo Mano.Além da "humanização", que agrava a condição gástrica dos animais domésticos, outros fatores podem causar problemas, como a ingestão de medicamentos antiinflamatórios e reações alérgicas. A boa notícia é que alguns sinais podem ajudar o dono a perceber se seu cão ou gato está com gastrite, e atacá-la a tempo de evitar uma situação mais grave, com uma úlcera. "A gastrite é um processo inflamatório que pode estar relacionado a uma série de causas e que, se não tratado adequadamente, pode desencadear algo pior", afirma Aparecido Camacho, professor da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Cães vegetarianos - Quando um cachorro investe sobre uma planta da casa, por exemplo, pode estar querendo mais do que fazer uma simples boquinha. "Esta é uma forma instintiva de comer algo para proteger a mucosa gástrica", explica Mano. Mas nem todo cão que aprecia o verde tem problema no estômago. Ele pode mesmo ser fã do prato, já que cachorros não são estritamente carnívoros. Já um gato, carnívoro inequívoco, deve ser encaminhado para consulta se flagrado aderindo a um menu vegetariano.

Principais razões da gastrite em cães e gatos:

Alimentação
  • Dieta à base de salame, pizza, bolacha e doce em geral - provenientes do prato do dono
  • Excesso de sal, gordura e condimentos
  • Comida muito fria ou muito quente
  • Volume excessivo de comida
Corpo estranho
  • Ingestão de brinquedos e outros objetos que se alojam no estômago
Stress
  • Por ser mais dependente do homem, o cão se estressa quando fica só
  • Se o dono não impõe comando, o cachorro pode entrar em disputa com ele
Remédios
  • Uso de antiinflamatórios e corticóides
  • Administração de medicamentos usados pelos donos, sem aval veterinário
Outros
  • Problemas no esôfago
  • Insuficiência hepática e renal
  • Alergia a tipos específicos de alimentos
  • Infecção pela bactéria Helicobacter pylori (H. Pylori) ou por vírus
 Outra maneira de perceber a gastrite é por meio do comportamento do animal. Bichos amuados, arqueados (pela dor abdominal) ou com distúrbio alimentar são suspeitos. "É muito frequente o animal com problema gástrico ter distúrbio alimentar. Ou ele não come ou come e depois vomita. Ou, ainda, passa a querer coisas que não costumava consumir, mesmo não alimentos", afirma Mano. Sinais digestivos, como fezes escuras e com sangue, além de diarréia, também podem indicar avaria no estômago.
Diagnóstico - Os sintomas são os primeiros caracteres lidos pelo veterinário, durante o exame clínico. Um exame laboratorial, contudo, é quase sempre necessário para completar o diagnóstico. Nessa etapa, podem ser realizados um hemograma e um exame de imagem, como ultrassom, raio-x ou endoscopia. O último é o mais indicado, especialmente porque, algumas vezes, o transtorno é causado por um objeto que o animal ingeriu e que se alojou no seu estômago. E que, dependendo do tamanho, pode ser retirado durante a endoscopia. Caso seja grande, exigirá uma intervenção cirúrgica.
O tratamento pode incluir remédios e uma dieta com alimentos pobres em gordura, que facilitem a digestão. "Quando se suspeita de que a gastrite é consequência de alergia a algum tipo de proteína, como a da carne bovina, deve-se substituir o alimento", diz Camacho, da Unesp. Segundo ele, é "relativamente comum" um animal doméstico desenvolver alergia à proteína da carne de vaca. Uma ração que não traga o ingrediente na receita pode ser uma boa alternativa. Só não se pode, como no caso dos humanos, adotar a auto-medicação - sempre arriscada. Até porque, se não devemos "humanizar" o animal, não podemos repetir com ele os erros que cometemos.
Minha Dica:
Como já sabemos as rações(super premium) que são vendidas no Brasil, são muito gordurosas, inclusive com uso de restos, e não de produtos de primeira, sim estou falando das rações super-premium, as abaixo desta graduação são ainda piores.
Se vc resolver mudar a dieta do seu cão, e começar a pensar em fazer uma dieta equilibrada, caseira e ou crua, entre aqui: http://www.cachorroverde.com.br/
Ninguém entende mais de nutrição animal neste país do que a Jornalista e Veterinária Sylvia Angélico.
Bjks pra vcs!
Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/tratar-seu-cao-como-gente-pode-provocar-gastrite-nele#quadro1

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Megaesôfago é coisa séria...

Gente amada que a Bella é uma fofa, entrando sozinha na cadeirinha, isso é indiscutível. Mas alguns sites publicaram como fofura, humanização ou diversão, na real é coisa séria. Bella tem uma doença congênita que se chama "Megaesôfago", esta cadeira foi desenvolvida para que ela se alimente e "segure" o alimento, do contrário o animal não consegue se alimentar e morre. Existe tb cirurgia, mas nem sempre dá certo... Parabéns para esta família que está fazendo o melhor pela Bella.
Portanto não é frescura é sobrevivência!
Aos sete meses de idade, Bella sofre de um problema digestivo que a impede de realizar suas refeições como um cachorro comum. Uma espécie de alargamento no esôfago obriga a cadelinha a ter de devorar sua comida de pé.
A doença, diagnosticada por veterinários como incurável, impede que o alimento engolido pelo animal chegue até o estômago, dando a sensação de fome constante.
A fim de amenizar o sofrimento da cachorra, o casal americano Donna e Joe Koch, donos de Bella, se inspiraram nos cadeirões infantis para criar um objeto capaz saciar a cadelinha.
No horário de suas refeições, Bella voluntariamente se instala em uma cadeira com o espaço correto para encaixe de seu corpo, no sentido vertical. Uma tampa sustenta a tigela com a ração do animal.
Ao jornal Daily Mail desta segunda-feira (12/12), os americanos contaram que, além do “cadeirão”, facilitam a alimentação de Bella misturando a ração em água quente. “Como ela não tem contrações musculares, a ajudamos com a cadeira e a comida amolecida. Ela está se saindo super bem!”, comemoraram.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Vamos ajudar a Boneca e a Bárbara em Minas??!!

Gente Querida vamos ajudar essas mineiras!!!
"Boa noite Cecilia! Encontrei seu blog através de uma pesquisa que tenho feito sobre cães com paraplegia, pois domingo passado encontrei uma cadelinha recém parida atropelada na rua e tentando, sem sucesso, se levantar. Levei ao veterinario e ele constatou uma lesão medular possivelmente irreversível. Então vim procurar um método de fazer uma dessas cadeirinhas pra ela.
O problema é que eu não posso ficar com a Boneca, pq minha mãe expulsou a gente daqui de casa (a cachorra e eu). Tá dificil encontrar alguém que possa cuidar dela, por mais doce e carinhosa que ela seja, e nao posso deixa-la no hospital, pq nao tenho condiçoes financeiras de custea-la lá. Mas gostaria de tentar procurar de todas as formas possíveis encontrar algum companheiro(a) pra ela antes de ter que optar pelo sacrificio dela...
Gostaria de saber se vcs nao conhecem alguma instituiçao em MG (Belo Horizonte), ou pessoa que poderia adotar ela...
Só posso deixa-la no hospital até quinta, entao se souber de algo que possa ajuda-la, qlqr coisa, por favor, eu agradeceria mt.
Achei muito bacana a ideia do blog em difundir as mais variadas experiencias com animais com deficiência. Se mais pessoas soubessem que nao é uma coisa do outro mundo, achar-lhes um lar seria mt menos dificil.
Desde ja agradeço a atenção.
Bárbara e Boneca."
PS: Bárbara me envie seu email, eu não o publicarei, mas assim posso te contatar.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cadela cega e seu “cão-guia” chegam à casa dos novos tutores na Inglaterra

Depois de mais de 2 mil pessoas na Grã-Bretanha se oferecerem para abrigar uma cadela dinamarquesa cega e seu “cão-guia”, a dupla Lily e Maddison finalmente ganharam novos tutores, segundo noticiou o site do “Daily Mail”.
Anne Williams, de 52 anos, e seu marido Len, bombeiro aposentado de 53, se apaixonaram pelos animais quando souberam que eles estavam disponíveis para adoção. “Sempre tivemos dois cachorros, gosto que eles tenham companhia. Então ter os dois em casa não parecia um desafio tão grande”, conta Anne, que é gerente de seguradora.
O casal ficou sem cães em casa desde que a filha deles se mudou com os dois setters ingleses, cinco meses atrás. Eles moram em uma área rural de Cheshire.
A cadela Lily, de seis anos de idade, teve seus olhos removidos quando ainda era filhote e é companheira de Maddison, de sete anos, que foi adestrado para ajudá-la a se locomover.
O par foi deixado no abrigo Shrewsbury Dogs Trust quando seus tutores não puderam mais cuidar dos animais, em julho deste ano.
Fonte: http://www.anda.jor.br/31/10/2011/cadela-cega-e-seu-cao-guia-chegam-a-casa-dos-novos-tutores-na-inglaterra

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Dog Locomotion, Portugal

Uma das melhores surpresas que tive no Facebook, foi conhecer este projeto aqui: http://www.doglocomotion.com/
Fica em Portugal, e quem coordena é o Pedro Póvoa.
Eles desenvolvem vários tipos de equipamentos e suportes para animais deficientes.
Mais gente bacana fazendo o bem estar para os animais especiais.
Têm vários videos no canal deles, são todos muito bacanas.
Entrem no canal no Youtube: http://www.youtube.com/doglocomotion

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Peluda volta a caminhar...

Peluda foi atropelada em 2010 e perdeu completamente o movimento das patas traseiras. Seu antigo dono acabou entregando ela à AIMPA por não ter condições de cuidar de uma cadela com necessidades especiais.
Hoje, no dia da independência do Brasil, Peluda também reconquistou sua independência! Através de um programa da VetCar, Peluda ganhou um equipamento semelhante a uma cadeira de rodas que permite que ela volte a caminhar sozinha, tendo uma vida normal novamente! Ela ainda está em fase de adaptação, mas já corre sozinha pela chácara! Por enquanto, apenas alguns minutos por dia, mas depois poderá ficar cada vez mais tempo!
Acesse o canal da AIMPA no YouTube e veja os primeiros passos da Peluda: http://www.youtube.com/aimpars
Mas ATENÇÃO: para não ter custo com o equipamento, precisamos de 500 assinaturas de médicos veterinários ou estudantes de Medicina Veterinária! É simples e você pode nos ajudar: divulgue! E se você for veterinário ou estudante entre em contato pelo nosso email (contato@aimpa.com.br) que buscamos a sua assinatura!
Agora, Peluda tem mais chances de conseguir uma boa adoção e com certeza terá mais qualidade de vida! A felicidade dela em voltar a caminhar fica evidente. Todos que estavam presentes ficaram emocionados; emocione-se você também!
http://www.youtube.com/aimpars
GALERA VAMOS AJUDAR, POR FAVOR!!
Fonte: http://www.aimpa.com.br/noticias/2011/09/07/peluda-volta-a-caminhar/

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Yoga para Cães...Dog+Yoga= Doga

Gente eu sei que é antiguinho, mas ver os cachorrinhos fazendo as posturas do yoga é uma fofurice, né?!!
Sabe gente, têm tb aulas de yoga para os tutores com seus cachorros, não sei bem como funciona, mas vi várias imagens na rede.
Têm vários videos das aulas em dupla no Youtube, vejam este que postei acima.
Achei tudo muito legal, só que eu não conseguiria fazer nada com os meus cães, eles iriam me lamber muito, brincar muito e fazer a maior farra....
Tem até livro: Doga, Yoga for Dogs
Bjks Cecília.
Fontes: http://yogadogz.com/index1.html
http://www.yoga4dogs.com/
http://www.yogadork.com/news/doga-dog-yoga-frisky-business-or-risky-fad/
http://www.insidesocal.com/pets/dog-yoga/

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Tartaruga é lançada no mar após cirurgia para reconstruir casco

Na quarta-feira (03/08/11), a tartaruga marinha Andre foi devolvida ao seu habitat natural depois de ter passado por uma reconstrução em seu casco.
O animal foi encontrado por banhistas na praia de Juno, nos Estados Unidos.
Quando chegou ao instituto de conservação Loggerhead Marinelife Center, a tartaruga estava com os órgãos internos contaminados com areia e infeccionados.
O animal passou por uma complexa cirurgia que contou com tecnologias nunca antes usada em bichos.
No local das feridas, foi colocado um tecido sintético para proteger o organismo da tartaruga.
Para garantir que estava livre de infecções e ferimentos, Andre foi monitorado constantemente.
Fonte: http://entretenimento.r7.com/bichos/fotos/tartaruga-e-lancada-no-mar-apos-cirurgia-para-reconstruir-casco-20110804-8.html#fotos

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Conheça as doenças mais comuns em gatos

Muito se ouve falar sobre as doenças que acometem os cachorros, mas, há, também, enfermidades perigosas que atacam os felinos.
A pedidos do R7, a veterinária Stella Pazos, do Hospital Dog Care, listou as cinco doenças mais comuns nos gatos.
A primeira, segundo a especialista, são as doenças respiratórias. Os gatos podem apresentar bastante problemas neste complexo.
Aprenda truques para dar remédio para seu bichinho
-Eles podem apresentar secreções verdes bem parecidas com a do homem. Além de, grande dificuldade para respirar, falta de apetite e, até mesmo, uma úlcera na boca.
Stella afima que existe medidas de precaução e o gatinho pode ser vacinado contra esta doença. Há, também, inalação para o pet e tratamento com antibiótico.
- O problema é identificar, nem sempre o felino espirra, por isso é importante ficar de olho no comportamento dele e, principalmente, se está parando de comer.
Interprete as atitudes dos gatos
Outro problema citado pela médica é a leucemia viral felina. Muito semelhante com a humana, esta doença é causada por um vírus transmitido por meio da saliva do bichano.
- Não há necessidade de encostar em algum ferimento, basta apenas ter contato com a mucosa do gato.
De acordo com a veterinária, esta doença é responsável em debilitar o sistema imunológico do animal.
- Existe um teste feito em laboratório para prevenir e, também, uma vacina específica. Se o felino já tiver contraído a doença, ele pode fazer um tratamento contra estresse, para que o vírus não seja ativado. Esta doença acomete, geralmente, os gatos mais jovens.
Outra doença bem humana que atinge os felinos é a aids felina. Também com sintomas bem parecidos ao dos homens, esta enfermidade é transmitida por meio de saliva, entretanto deve ter contato direto com algum ferimento presente no bichano.
- A doença atinge o sistema imunológico, gerando emagrecimento e maior facilidade de contrair outras doenças, mas, o gato consegue sobreviver por longos anos com a aids. Hoje em dia há tratamentos para aumentar a imunidade, bem semelhantes os que são aplicados em seres humanos.
A pnaleucopenia felina também faz parte da lista das doenças mais comuns dos felinos. Ela causa uma inflamação intestinal no gato, causando diarréia altamente contaminante.
-Atinge mais gatos de rua e de abrigo. Geralmente é transmitida por saliva, fezes e contato com animal contaminado. O hábito de se lamber, que os gatos possuem, pode fazer com que se contaminem. Há vacina para prevenir esta doença.
E, por fim, a diabetes. A causa é a mesma que acomete os homens: aumento da quantidade de glicose no sangue.
- É uma incapacidade do pâncreas de produzir insulina, capaz de regular o açúcar no sangue. Os sintomas são: o aumento de urina, uma sede excessiva e, claro, perda do apetite.
A diabetes pode ser tratada por meio de injeção de insulina e com uma dieta específica.
Fonte: http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/conheca-cinco-doencas-comuns-dos-gatos-20110726.html?question=0

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Donos de animais miram exemplo de leão Ariel e pedem ajuda na web

Tratamentos de animais doentes são financiados por doações feitas online.
Redes sociais, blogs e sites especializados reúnem padrinhos de bichos.
Por Carlos Giffoni, G1.
É muito difícil ver um animal sofrendo e não se sensibilizar. Por isso, donos de gatos, cachorros e até leões viram na internet uma maneira de conseguir ajuda para os seus bichos. O tratamento de uma gata tetraplégica, por exemplo, pode sair muito caro para uma estudante sem fonte de renda. Mas as redes sociais, os blogs e os sites especializados têm tornado a velha prática de “passar o chapéu” cada vez mais útil para os responsáveis por esses animais financiarem esse cuidado.
Centenas de páginas na internet sobre ajuda a animais são encontradas sem esforço. Uma comunidade preocupada com esses animais está sempre em comunicação. Então, o fisioterapeuta de um cachorro tetraplégico é recomendado para uma gata na mesma situação. A médica que faz acupuntura em um animal é indicada para outro, e assim muitos animais conseguem tratamento.
O leão tetraplégico Ariel mobilizou uma corrente de solidariedade na internet. Mais de 55 mil pessoas já curtiram sua página no Facebook apenas até esta quarta-feira (20). Ainda não tão famoso, mas com quase 4 mil fãs, o pastor alemão Buba, de 2 anos, também precisa de ajuda. Ele chegou tetraplégico a uma clínica veterinária em São Paulo. O dono, receoso pelo trabalho a ser dispendido para cuidar do cachorro, optou pela eutanásia, Mas os veterinários da clínica resolveram adotar o animal.
Há cerca de três meses em tratamento, Buba ganhou peso – já passou da casa dos 30 kg –, recuperou massa muscular e até o raciocínio, que havia sido prejudicado por causa da doença, segundo a veterinária Mariana Cappellanes, uma das cinco “mães” de Buba. “As patas traseiras do Buba praticamente não tinham movimento nem sensibilidade. Hoje ele já responde à dor e tem reflexos”, diz.
Mas o cuidado de um cão assim exige muitos gastos. No site Vakinha, onde se pode coletar doações para um motivo específico, seja para a ajuda de um animal, seja para um projeto de faculdade, os responsáveis por Buba pedem R$ 10 mil. As doações ainda estão em cerca de R$ 700, mas o pastor alemão conta com o apoio de veterinários e simpatizantes que não o deixam sem tratamento. A ressonância magnética é um dos procedimentos mais caros nos casos de tetraplegia em animais de estimação, chegando a custar R$ 1 mil, e Buba já conseguiu financiar a sua.
Levantando doações
A gata Luciana também precisou de uma ressonância magnética e foi em busca da ajuda de terceiros na internet. Marina Camarinha, estudante de ciências sociais em Marília, a 444 km da capital paulista, não tem fonte de renda e se tornou a responsável por Luciana, hoje com quatro meses, após encontrá-la numa caixa na rua com outros dois gatos filhotes. Na sua república, moram mais cinco estudantes. A superpopulação na residência, porém, é de animais domésticos: seis gatos e dois cachorros.
“Mesmo com a casa cheia, não tinha como deixar aqueles filhotes na rua. O plano era cuidar deles até encontrarmos quem os quisesse adotar”, diz a estudante. E foi isso o que aconteceu com os outros dois filhotes, mas não com Luciana. Durante visita à casa de uma amiga, um cachorro que estava solto mordeu Luciana e a arrastou pelo quintal, fraturando três vértebras da gata. Como ela ainda era muito nova, os ferimentos atrapalharam o seu crescimento.
O nome dado ao animal é uma referência à personagem de Aline Moraes na telenovela “Viver a Vida”, de Manoel Carlos, que foi ao ar na TV Globo entre 2009 e 2010. Na trama, Luciana era uma modelo que ficou tetraplégica em um acidente, assim como a gata.
Para cuidar de Luciana, sua dona já promoveu rifas, vendeu bombons na faculdade e distribuiu souvenires como ímãs de geladeira para agradecer aos colaboradores. “Gasto em média R$ 600 por mês em sessões semanais de acupuntura e fisioterapia, fraldas, pomadas e numa ração diferenciada, já que o desenvolvimento de Luciana foi afetado pelo trauma.” No Facebook, mais de 800 pessoas curtiram a sua comunidade. E para manter os “padrinhos” bem informados, a dona da gata mantém um blog com vídeos do tratamento e informações sobre animais que precisam de cuidados semelhantes.
A história do gato Nino lembra a de Luciana. A dona de casa Susana Pavini soube de um gato que tinha sido espancado por uma criança perto de sua casa, na Zona Norte de São Paulo. “Quando eu o encontrei, ele estava ‘torto’, deitado sobre pedaços de madeira”. Pavini levou o gato ao veterinário, que recomendou um neurologista para Nino, pois a agressão afetou os seus comandos e o deixou tetraplégico.
Há três semanas no Facebook, mais de 2,9 mil pessoas curtiram a sua página e Pavini conseguiu uma patrocinadora para a ressonância magnética a ser feita no gato. Veterinários que souberam da sua história se dispuseram a ajudar. “Nino faz fisioterapia com a mesma pessoa que cuidava do cão Buba”, diz Pavini, que também contou com a ajuda de uma amiga acupunturista. A dona de casa gasta cerca de R$ 1 mil por mês em cuidados com o gato e, por isso, também recorreu ao Vakinha para levantar doações. No site, ela pediu R$ 600, mas tinha arrecadado R$ 800 até a última quarta (20).
Coitadinhos de Santos
A Confraria Miados e Latidos, que cuida de gatos e cachorros em São Paulo, precisou recorrer à ajuda na internet após ficar responsável por cerca de 70 animais que foram encontrados em Santos, no litoral paulista, na casa de uma mulher que foi interditada. A maioria dos “coitadinhos de Santos”, como ficaram conhecidos os animais, já foi adotada, mas os gastos da ONG quadruplicaram desde então, chegando a mais de R$ 4 mil em um mês.
Além de produzir itens customizados, como camisetas, para vender, a Confraria promove rifas na internet com parceiros – em só uma delas a arrecadação chegará a R$ 1,4 mil.
Ex-sem-teto
A causa dos animais que precisam de ajuda tem formado grandes redes que se espalham pelo Brasil em busca de parceiros. A internet reduziu a distância entre Ivinhema, cidade localizada a 297 km de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, e Cotia, na Grande São Paulo.
O zoológico da cidade sul-mato-grossense foi desativado em 2005. Lá, vários animais foram abandonados, já que não havia novos lares. A Prefeitura ainda custeia os gastos de alimentação do leão Simba, entre outros animais que não contam mais com cuidados periódicos e precisar de uma casa.
Mas foi por meio da internet que um grupo de pessoas mobilizadas em função da causa – e da casa – do leão entraram em contato com o Rancho dos Gnomos, que funciona como uma espécie de santuário para animais selvagens, sediado em Cotia. O Rancho confirmou que vai receber Simba, que deixará de ser um "sem-teto". Mais de 1,2 mil pessoas já curtiram a causa do leão Simba no Facebook.
Esses animais contam com o apoio de uma grande rede que está em constante comunicação. Tanto na internet como nas cidades, pessoas engajadas na defesa dos animais se ajudam na busca de alternativas e soluções para cada caso, vide Buba e Nino, que não se conhecem, mas já dividiram até a fisioterapeuta.
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/07/donos-de-animais-miram-exemplo-de-leao-ariel-e-pedem-ajuda-na-web.html

terça-feira, 12 de julho de 2011

Meu Barak e seu amigo Paco

Gostaria de compartilhar com vcs uma história bacana que ajudei a construir, é a história do Barak meu Labrador,de 5 anos e 6 meses e do Paco, Cocker Spaniel de 1 ano e 7 meses, ambos não castrados, este do meu amigo, vizinho e colaborador nesta empreitada, o Luiz Apolônio. O Barak sempre foi muito alegre, muito brincalhão e muito birrento com outros machos... Sim brigou diversas vezes, e foi desde filhote super socializado. Vai entender! Já o Pacão é o “Mister Simpatia”, se relaciona bem com tudo e todos.
Enfim, nos tornamos amigos do nosso futuro vizinho, o Luiz. Passamos a freqüentar seu apartamento e ele a nossa casa nova, ou seja, o Barak o conhecia sozinho e o Paco nos conhecia da mesma forma, sem cães...
Até que nosso vizinho se mudou para a casa ao lado da nossa e finalmente trouxe o Paco pra cá.
Confesso que li todos os livros sobre apresentação de machos adultos e não castrados, sabia que a probabilidade de não se darem bem era altíssima, mas mesmo assim nós “humanos de estimação” dos nossos cães não desistimos nunca.
Conversei muito com os envolvidos (meu marido e meu amigo), e com todos que freqüentavam nossas casas, explicava como devíamos nos comportar, o que não devíamos fazer para não atrapalhar o contato. Confesso que enchi o saco mesmo deles...
Então mãos à obra...
Como o Barak é maior, mais velho, briguento obviamente o consideramos o líder. E ficou para o Paco o lugar de jovem e “submisso”. Na verdade isto foi determinante, ambos tínhamos comportamentos diferentes, por isso fizemos a apresentação. Se percebêssemos dominância em ambos não teríamos insistido sozinhos nessa empreitada canina, teríamos contratado em adestrador.
Soltávamos o Barak primeiro, o deixávamosele cheirar tudo e ter contato visual direto pelo vidro da casa com o Paco, depois o prendíamos e o Paco era solto, e nós não “dávamos” atenção para ele, tudo com o Barak observando também pelo vidro. Eram como se fossem invisíveis para nós, seus humanos. Queríamos “dizer” para eles que não estávamos dando atenção para nenhum deles...
Combinamos que se tivesse que dar alguma atenção que seria para o Barak, o “líder”.
Dias se passaram, mantivemos a tática, foi difícil por que tínhamos que nos segurar, nos conter para não interferir.
Então pulamos para o passo seguinte: colocar a gradinha na porta da casa do Paco e soltar o Barak (Rei absoluto) e fazer o “contato imediato de primeiro grau”, focinho com focinho... E fizemos, e assim ficaram dias brincando pela gradinha, o Barak já fazia vigília em frente à portinha.
Até que resolvemos (muito apreensivos) colocar os dois cães na guia e sentamos para tomar um bom chimarrão, e fingirmos que estávamos calmos e tranqüilos. Eles dois acreditaram, passaram a se cheirar, a brincar na guia mesmo, até que os soltamos (Jesuissss) e adivinhem? Eles se cheiraram de novo, passaram a correr e brincar. Barak deu uns “corretivos” no Paco, mas somente quando este exagerava nas brincadeiras, mas nada perigoso tipo: “Fica na tua, eu q mando!” Guardamos todos os brinquedos nas semanas iniciais e supervisionamos durante dias as brincadeiras.
E desde então viraram irmãos, vivem brincando, vivem juntos. Incrível mesmo!
Atualmente relaxamos um pouco o nosso comportamento. Hoje eles nos obedecem, compartilham brinquedos (menos ossos), água e comida.
O Barak aprendeu a receber carinhos caninos, o Paco é muito afetuoso. Já o Paco aprendeu a levantar a perninha pro xixi , a latir pra defender seu território e outras coisinhas com o amigo Barak.
Portanto, a apresentação entre dois cães machos não castrados deve ser cercada de cuidados, muito planejada, analisada e contar com a participação de todos os envolvidos. Por que é sim uma atitude arriscada, porém a análise prévia do comportamento de cada cão é primordial, e o nosso envolvimento é determinante para que dê certo a apresentação entre cães.
Se você não tem esta paciência, e nem informações suficientes, aconselho que contrate um adestrador.
Espero que vcs gostem da nossa história!
No momento o Barak está com saudades do amigo Paco, que está hospedado e muito bem cuidado no lindíssimo Pet Village Animal Hotel.
Bjks Paco, Luiz, Barak, Rodrigo e Cecília.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Burros e mulas recebem tratamento no Marrocos

Burros e mulas são essenciais para a economia do Marrocos, mas frequentemente são sobrecarregados de trabalho e mantidos em condições precárias. Uma entidade de caridade em Fez vem proporcionando aos animais tratamento veterinário e ensinando aos proprietários como manter os bichos saudáveis.
OBRIGADA PELA DICA LUIZ APOLONIO.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Matilha Cultural prepara mês especial para os cachorros em SP

Que tal começar o mês com o pé direito e aproveitar um programinha diferente feito especialmente para você e seu companheiro peludo? A dica vem da Matilha Cultural (São Paulo), que preparou o práCachorro 2011. O evento começa nessa sexta-feira (1/7), às 18h, termina no dia 7 de agosto e traz uma série de exposições e atividades voltadas para o melhor amigo do homem.
Quer saber tudo o que vai rolar? Vem comigo, que te conto em detalhe.
Logo na entrada da arena da Matilha, uma homenagem ao cachorro do ano: Loukanikos, o cão rebelde, mascote dos movimentos de protesto na Grécia. Ele ficou famoso ao protagonizar algumas cenas que já estão entre as mais vistas da internet.
Na arena da Matilha, uma casa de brinquedo gigante foi decorada e equipada com brincadeiras sensoriais e interativas para adultos, crianças e cachorros e a cada semana, o espaço ganhará novas atrações. Um stand com informações sobre adoção em parceria com a Ong Natureza em Forma também faz parte da instalação. E para completar, nomes importantes da cena da street art brasileira como Binho, Chivitz, Minhau, Shambs e Truff, criaram telas, que estarão expostas na arena. Já na galeria da Matilha, Tatiana Saccomanno expõe 13 imagens de cachorros de rua fotografadas entre 2010 e 2011.
Além das instalações, haverá uma agenda de palestras e debates sobre guarda responsável, socialização de cães adotados, socialização de cães com gatos, e workshops sobre adestramento básico, banho em gato e como ser líder da sua matilha. A programação completa com datas e horários estará disponível a partir do dia 01 de julho no site da Matilha.
O práCachorro também vai exibir vídeos desenvolvidos pelo Instituto Nina Rosa, que promove conhecimento sobre a defesa animal, e cursos certificados como Floral para animais, Primeiros socorros domésticos, Comportamento dos gatos e Controle Animal.
Os cães também vão poder ganhar uma plaquinha de identificação e teste de DNA, que permite conhecer as origens do animal permitindo principalmente no caso de vira-latas. Atividades como desfiles de roupas e acessórios para cães, cãominhada na cidade, stencil em camisetas e desfiles de cães para adoção também estão previstas para o mês dos cachorros na Matilha. O bicharada vai ficar ligado na programação e conta para você os detalhes de cada ação.
E para finalizar, o melhor da festa: a adoção de cães, que é grande causa do práCachorro e acontecerá como atividade permanente durante todo o projeto. Pelo menos dois cães para adoção viverão no espaço para recepcionar os visitantes e as já tradicionais feiras semanais de adoção serão mantidas aos domingos das 14h às 20h. Dá para perder um evento desses?
Serviço:
“práCachorro 2011”
De 1º de julho a 07 de agosto
Matilha Cultural – Rua Rêgo Freitas, 542
Entrada gratuita
Leve seu cachorro
Fonte: http://colunas.criativa.globo.com/bicharada/2011/06/29/matilha-cultural-prepara-mes-especial-para-os-cachorros/

quinta-feira, 23 de junho de 2011

"Adotamos uma cadela cega e idosa"

ANÚNCIO DE CADELA para adoção: Nina é uma mestiça de Poodle, tem 15 anos, é completamente cega, tem uma infecção no ouvido e na boca, tumores na cadeia mamária, não é castrada e perdeu todos os dentes.
VOCÊ e qualquer pessoa se perguntaria: quem – em sã consciência – adotaria uma cachorrinha nessas condições? Pois Danielle Travassos e Juliana Kobayashi, de São Paulo (SP), levaram Nina para casa há alguns meses para fazer companhia ao Zeca, outro Poodle adotado de um abrigo. “Resolvemos adotá-la porque ninguém faria nestas condições, mesmo sendo pequena e muito ativa”, conta Danielle. Na verdade, quando as duas escolheram Nina entre tantos cães no Clube dos Vira-latas, só sabiam que ela era cega e com uma boa idade. “Com tantos problemas, não hesitamos em submetê-la a uma operação completa e em menos de um mês conosco, ela se curou de tudo, menos da cegueira”, explica Juliana.
PRIMEIRAS lições

OS DESAFIOS de Danielle e Juliana estavam apenas começando. No primeiro passeio com Zeca e Nina, logo perceberam que precisariam desenvolver uma técnica para ajudar Nina. Por isso, além de levá-la para passear por ruas mais calmas, também carregam um sininho para a cadela se guiar pelo som. “Ela precisa ser estimulada por sons, então falamos bastante com ela”, revela Danielle. Por não possuir dentes, as duas também deixam a ração de molho em água para facilitar a mastigação. Mas nem todos os desafios foram superados. “No caso do xixi, ainda estamos tentando ensiná-la a fazer no lugar certo do apartamento, mas está difícil”, conta Danielle com bom humor.
O MAIOR problema de cães nas condições como Nina, entretanto, é o preconceito. Danielle e Juliana contam que vários amigos chamam a cadela de “anormal” ou que as duas teriam adotado uma cadela morimbunda. No entanto, as duas revelam emocionadas: “queremos que Nina tenha todo o cuidado e carinho que talvez nunca tenha tido em sua vida. Abandonar um cachorro neste estado é abandoná-lo quando ele mais precisa.
AS DIFICULDADES de adaptação de Danielle e Juliana são comuns entre muitos donos de cães com deficiência visual. Por isso, conversamos com o adestrador Gustavo Campelo e colhemos dicas preciosas de como vencer esses desafios. Confira no próximo post.
Por Renata Faggion, do Canina Blog.
SÓ POSSO DIZER: PARABÉNS GURIAS LINDAS, PELO AMOR SINCERO DE VCS!! NADA DE TER PENA SOMENTE AMOR! BJKS CECÍLIA.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Matéria bacana da Record sobre Ambulatório Animal!

Olá, como vão?
Domingo tive o imenso prazer de assistir uma super matéria sobre pets dodóis, aliás a Rede Record está de parabéns por dedicar tantas matérias aos animais. Na Record os animais têm espaço!!
Tem tb o Dr. Pet e o site sobre Bichos.
Acompanhe casos de donos que lutam pela sobrevivência de seus animais.
Veja ainda cães violentos que não controlam a braveza e acabam ferindo humanos. Saiba por que esses animais apresentam esse tipo de comportamento.
Parabéns mesmo pelas matérias da Rede Record!!
Aqui está ela, assistam:

Link: http://noticias.r7.com/videos/ambulatorio-animal-donos-sofrem-junto-com-seus-caes/idmedia/4df5561cb51a686a13b88dc5.html

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