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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Guia Geral para conviver com animais deficientes!

Agora o blog diretamente no Facebook!!
Justamente por ser óbvio, é bom lembrar: pessoas deficientes merecem mais atenção e mais cuidados. E nem precisaríamos acrescentar: cães deficientes também. Muitos de nós conhecemos ou temos cães que nasceram com problemas mentais, visuais, auditivos, ou foram vítimas de doença grave, acidente ou violência, ou ainda estão bem velhinhos e perdendo visão, audição ou mobilidade.
Aqui vai um guia geral, mesmo sem esgotar o assunto, visando ajudar nossos peludos deficientes a viver mais e com qualidade de vida.
Encarando e entendendo a situação
Cães costumam se adaptar bem e rapidamente a problemas físicos, mesmo os mais drásticos e graves. Os donos, obviamente, têm de adaptar suas vidas às dos cães que, afinal, têm necessidades especiais. Também obviamente, vale a pena, não só pelo amor ao animal, mas também pelas lições de paciência, altruísmo, satisfação e bem-estar por ser útil e fazer diferença na vida de alguém de quem gostamos.
Certas deficiências não incomodam tanto a quem as tem. Explico. Uma pessoa ou animal cega ou surda de nascença não anseia por visão ou audição, pois não pode sentir falta do que nunca teve e costuma reagir e se virar na vida usando os outros sentidos. O fato de um cão ser surdo, seja ou não de nascença, não significa que ele seja impedido de passear com o dono. Idem para cães “cadeirantes”, com patas traseiras imobilizadas ou ausentes.
Esteja pronto para consolar o peludo caso ele tenha se tornado cego, cadeirante ou adquirido outra deficiência. É natural que ele fique deprimido, e a melhor terapia é a ocupacional, continuando com as caminhadas e o máximo possível de brincadeiras. Homeopatia também pode ajudar a acalmá-lo.
Quanto a cães deficientes mentais, são mais raros por dois simples motivos. Um: as mães caninas abandonam os filhotes quando percebem que estes têm menos probabilidades de sobrevivência. Pode ser triste para nós humanos, mas Mamãe Natureza é pragmática e não adianta mesmo a gente chorar – mas adianta tentarmos salvar estes filhotes. Dois: os cães que sobrevivem não costumam viver muito, vítimas da própria doença ou suas consequências como ataques e paralisias...
Quando alguém chama um cachorro de “idiota” ou “retardado”, geralmente é puro desabafo de frustração ou raiva tipicamente humanas perante cães mais difíceis de serem socializados e aprenderem a obedecer comandos. No máximo, o cão costuma ter grandes fobias, e pode levar semanas para ele aprender a, por exemplo, andar com as patas traseiras. Fui dono por algum tempo (junto com meu filho e a mãe dele) de uma cadela jogada num rio dentro de um saco que foi descoberta em tempo para sobreviver, mas aparentemente a falta de oxigênio afetou-lhe a mente e sua socialização foi bem mais difícil durante todos os cerca de dez anos que ela viveu.
Algumas dicas para cuidar
Nunca é demais lembrar que socializar o cão, se ele é deficiente ou normal, é sempre importante. Como o peludo deficiente necessita de mais cuidados que um normal, o ideal é conviver com ele em casa, não num quintal, jardim ou quartinho dos fundos. Não se esqueça de inspecionar toda a casa para remover qualquer coisa que possa prejudicar um cão cego ou desatento, como galhos baixos, tábuas soltas, piscinas ou grandes fontes de água, escadas ou rampas muito lisas ou sem portões, móveis com cantos pontudos ou buracos no chão.
Procure evitar mudanças frequentes ou drásticas para o cão não se desorientar. E o cão deve ser examinado todos os dias; afinal, ele não tem a mesma facilidade humana de expressar com precisão o que sente e, se tiver paralisia ou insensibilidade em partes do corpo, não sentirá dor e portanto não poderá reagir a riscos de infecções, mesmo da forma simples, prática e bem canina de se lamber para curar ou minimizar feridas ou irritações. Como dissemos, você pode – e deve – passear com cães cegos ou surdos, apenas não se esquecendo de que é você quem enxerga e ouve por ele.
É bom apresentar o cão a outros cães deficientes. Você inclusive pode trocar experiências sobre o assunto com outros donos e donas. Mas cuidado ao apresentar o cão cego ou surdo a outros cães –  há o risco de ele estranhar e rosnar ou até morder. Se você tem outros cães ou gatos, uma boa ideia é colocar-lhes guizos no pescoço, para que o cão perceba que eles estão chegando. (Você pode também prender com elástico guizos em um de seus próprios tornozelos, para o cão saber que você está próximo.)
Vários cães surdos estão sendo treinados com comandos utilizando a linguagem de sinais.
Não modificar os móveis de lugar em casa.
Invista em órteses, próteses e cadeirinhas de rodas. eles de adaptam rapidamente.
Guizos vão bem também em bolas, assim como perfumes de toucinho ou baunilha, ou bolas que façam algum ruído, para facilitar o cão deficiente visual a encontrá-las e brincar com elas, especialmente se ele não é cego de nascença e adorava brincar de bola quando enxergava. Assim como jogadores de futebol se tornam técnicos, um cão muito ativo que tenha de e “aposentar” por invalidez poderá ter uma segunda carreira como cão de terapia em hospitais ou casas de repouso.
Sempre “converse” com o peludo, e procure falar sempre em tom alegre e “pra cima”, especialmente se ele for cego. O cão sente segurança da presença do dono pela voz. É verdade que cães são excelentes para afastar a tristeza humana, mas isso não significa que devamos contaminá-los com ela. Ao viajar ou passar muito tempo fora de casa com ele, não esqueça do cobertor, caminha ou outro objeto com que ele esteja acostumado, para evitar que o bicho fique traumatizado ou inseguro.
Esta dica vale para todo mundo, deficiente ou não, humano ou peludo: evite paparicar e proteger demais! Deixe o cão solto o suficiente para se divertir e aprender a se virar na vida. Mesmo se ele seja de pequeno porte, não caia na tentação de colocá-lo em locais onde ele inicialmente não alcance (para comer, por exemplo), pois ele se confunde se de repente aparece um “deus” ou “deusa” para facilitar tudo. Evite também cair na armadilha daquele olhar ou ganir de quem não come há meses; obesidade, especialmente em cães inativos, é um risco e um problema a mais de que eles não precisam.
E o que é ser deficiente ou ser normal?
Parece-me adequado lembrar uma conversa que tive este ano com uma nova amiga. Ela disse: “Tenho uma filha com síndrome de Down”. Não contive um “Que pena”... e levei o mais carinhoso tapa verbal: “Como assim, ‘que pena’? O mundo material é feito de diferenças, é preciso acabar com esse preconceito de piedade! Pessoas com Down podem viver bem e são pessoas excelentes. E pessoas comuns sofrem de inveja, fraqueza, inconstância, distúrbios piores do que um déficit mental.”
Do mesmo modo, um cão deficiente precisa de mais atenção e cuidados, como dissemos, e também de carinho, mas não de piedade de “superior” para “inferior”. Mesmo que um peludo com necessidades especiais não chegue a ser normal, pensemos: afinal de contas, o que é ser normal? Mais importante é ser feliz e não causar mal a outros seres.
Não devemos ter aquela piedade inferiorizante, mas sim saber conviver com as diferenças, aceitá-las para tratá-las de acordo. Stephen Hawking, Stevie Wonder e Herbert Vianna são apenas três exemplos humanos de superação, e a perfeição, como diria Gilberto Gil, é meta de goleiro. Não importa se você acredita que seu cão é deficiente pela vontade de Deus ou por acaso e determinismo histórico; é bom pensarmos no cão deficiente como sendo, mais que portador de necessidades especiais, um cão que já é ele mesmo especial.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Anjos de rodinhas

Tanto na mitologia como na ótica da religião, anjos são seres que têm asas. Entretanto, em Pinda, o autônomo Celso Hommer iniciou um trabalho denominado “Anjos de Rodinhas”. Ele ajuda cães deficientes a encontrarem uma nova forma de retomar uma vida normal.
Hommer constrói “cadeiras de rodas” adaptadas para animais de estimação sob medida. Esse trabalho é divulgado em uma página nas redes sociais e, por meio dela, inclusive, já conseguiu ajudar animais de outros estados, como Goiás, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.
“O dono (do cão) ajuda com material quando tem condições financeiras. Quando não, temos toda uma equipe que conhece e admira nosso trabalho e acabam colaborando por meio de doações. Eu faço a cadeirinha mas, por trás disso, existem várias pessoas que ajudam indiretamente”, revela.
Como tudo começou
Há dois anos, Hommer era funcionário do pedágio da Água Preta e, um belo dia, avistou uma cachorrinha que apareceu na ciclovia. Ele começou alimentá-la para criar uma relação de amizade, visto que seu objetivo era levar a cadela para casa, pois sabia que aquele ambiente era perigoso, principalmente devido ao trânsito.
Inicialmente, ela era meio arisca então, para essa aproximação, Hommer levava alguns petiscos até que a confiança fosse conquistada.
O acidente
Em meio ao desenrolar dessa nova relação de amizade e confiança, ele planejou um dia em que iria trabalhar de carro a fim de trazer a cadela para sua residência. Porém, foi informado de que não seria necessário ir ao serviço naquele dia.
Mesmo sem a presença de Hommer no local, a cachorrinha foi até lá e, como não encontrou ninguém que lhe oferecesse um petisco, acabou atravessando a pista – momento em que foi atingida por um automóvel. Os passageiros desceram do veículo e colocaram-na no acostamento, mas ela acabou se arrastando e entrando no matagal, onde ficou cerca de oito dias, pois ninguém conseguia encontrá-la.
Hommer escutava os latidos do animal e esperava o dia amanhecer para que a claridade o ajudasse a achar a pequena cadela. No oitavo dia, já sem esperanças, “Vi”, como é chamada, foi encontrada. “Ela estava só pele e osso e a pata traseira já estava em decomposição. Do jeito que peguei o animal, levei ao veterinário, que optou por amputar uma das patas e fazer curativo na outra que, uma semana depois, também foi amputada”, relata.
Convivendo com a deficiência
O autônomo comenta sobre o desafio de ter o primeiro contato com um animal deficiente. Ele comenta que a primeira atitude foi procurar uma cadeira de rodas para o animal. Mesmo assim, ela não se adaptou. “Diante disso, fui pesquisar na internet instruções para construir uma cadeira e acabou construindo a primeira cadeirinha de rodas de cano “pvc”. Hommer fez várias tentativas construindo cadeiras. Embora a cadela Vi não tenha se adaptado com a alternativa, ele acabou descobrindo, ali, uma forma de ajudar animais deficientes.
“As pessoas que sabiam que eu construia cadeiras, me falavam de animais com deficiência e eu me dispunha a ir até eles, tirar a medida e confeccionar as cadeirinhas. E foi assim que a ação começou. Por ajudar a minha cadela, comecei a ajudar os outros cães”, orgulha-se Hommer.
Cães
Apesar de tudo ter começado com a pequena Vi, ela nunca se adaptou às cadeiras. Dessa forma, ela anda se arrastando com o “toquinho” das patas e exige de Hommer um cuidado todo especial, pois tem a saúde frágil, principalmente quando se trata de bactérias.
“Como ela se arrasta mas precisa se exercitar, preciso levá-la sempre onde há grama. Assim, ela não se machuca e consegue brincar um pouco. Não a deixo andar no asfalto ou cimento para não machucar”, revela.
Anjos de Rodinhas
Hommer então, na intenção de ajudar os outros cães deficientes, criou uma página no Facebook. Quando começou a construir as cadeiras, teve o desejo de criar uma forma de divulgar para todo o Brasil. Assim, o trabalho foi disseminado e ele já atendeu pedidos de Goiás, Natal e sul do país, enviando a cadeirinha pelos Correios.
Projeto
Hommer ainda conta que a intenção é criar, a partir desse trabalho, uma associação de amparo ao cão deficiente, objetivo este que vem buscando consolidar. Além disso, também busca parceiros que possam colaborar com a iniciativa. “A causa animal é abrangente. Comecei com a cadeirinha de rodas e, quando vi, já estava me envolvendo com tudo. Os maus tratos começam com o dono que não cuida. Também existem os animais de rua, os animais doentes. Acabei me engajando na causa animal. Infelizmente, não posso resgatar nenhum animal, mas procuramos dar aparato para os donos que não têm condições, seja com alimentação, cuidados, veterinário entre outros. É cada um fazendo a sua parte para melhorar a vida dos animais”, afirma.
Em defesa dos animais
O autônomo levanta a bandeira pela defesa de cães com deficiência, pois muitas pessoas decidem descartar esses animais, acreditando que só porque não andam mais não podem ter uma vida normal. “Eu tenho uma deficiente em casa e ela convive normalmente. Não é só porque não está andando que deve ser sacrificada”.
Ajuda
Quem tiver um animalzinho deficiente e desejar entrar em contato, pode acessar a página https://www.facebook.com/anjosderodinhas?fref=ts

Cachorros de cadeiras de rodas se divertindo....

Cachorros com deficiência costumam ser os últimos a serem adotados. Felizmente, existem algumas pessoas dispostas a ajudar e Gritta Götz é uma delas. Gritta administra um santuário de animais na Alemanha, para dar uma vida melhor a esses cães.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Mocinha, uma linda história de amor!

Através do Facebook conheci a história de Mocinha, por sinal uma história linda.
Peço à gentileza de lerem e se tiverem alguma idéia do caso por favor entrem em contato comigo.
Resumindo: Mocinha nasceu em Osasco(SP), provavelmente teve cinomose, viveu nas ruas, em lares, clínicas, no Centro de zoonoses.... até que foi traçado seu destino: o sacrifício. Mas sua atual tutora Júlia sabendo deste desfecho foi até o local e adotou a pobre cachorrinha.
Então começa a história de amor de Mocinha e sua nova família. Recebeu um nome, recebeu amor, um lar, amigos e tutores maravilhosos.
"Até que Um ano se passou e uma doença encubada se manifestou. Degenerativa. Talvez sequela da cinomose, ninguém nunca soube diagnosticar.
Primeiro o latido foi ganhando ares de rouquidão. Depois as patas traseiras começaram a não suportar o peso do corpo. Sem tratamento adequado em Campos do Jordão, Mocinha veio para São Paulo onde ganhou um novo lar e novos irmãos e irmãs. Ganhou, ainda, uma cadeirinha especial para dar suporte ao corpo. Com as patas da frente ainda conseguia se movimentar, correr, ir ao banheiro sozinha.
Paralelamente visitou inúmeros veterinários, neurologistas, curandeiros de toda sorte. Ultrassom, exame de sangue, raio-X, ressonância magnética. Nada. Tudo ok. Diagnóstico fechado? Nenhum. Suspeitas? Muitas. Concluiu-se tratar de uma “doença degenerativa”, a única resposta possível com ares de seriedade e “profissionalismo”.
Manteve constante fisioterapia e acupuntura para não permitir completa atrofia muscular e nervosa. Alimentação normal, banhos regulares, música erudita para relaxar. QUALIDADE DE VIDA. Nenhuma dor, vida normal, feliz!
Dia após dia e as patas da frente ficavam cansadas com mais rapidez. Os músculos já não suportavam o corpo, as caminhadas de 20 minutos deram lugar a saídas curtas e, em pouco tempo, a cadeirinha especial caiu em desuso. Os latidos roucos agora eram sons abafados. Projetos de latido. O músculo da bexiga, responsável pelo movimento de contração e liberação da urina, ficou incontinente, sem controle algum. Assim se manifestava sua doença degenerativa, assim começou sua paralisia completa.
De veterinário em veterinário, também nas conversas e nas redes sociais, não faltaram indicações sobre o que seria o senso comum para o caso da Mocinha: a eutanásia. Não pelo animal, mas pelo trabalho que daria aos tutores. Da forma como entrava por um ouvido, saía pelo outro. Nunca foi assunto na nossa mesa, nunca foi sequer uma hipótese,desistir NUNCA foi uma opção.
Com o tempo os sintomas da doença estagnaram. A tetraplegia permaneceu, os latidos secos e ocos também, a urina passou a ser retirada da bexiga com a ajuda da palma da mão no lugar certo. Mocinha nunca sentiu dor, nunca soube o que é sofrer, talvez até hoje sequer saiba que carrega uma doença tão avassaladora.
Qual seria, portanto, o nosso direito de tirar-lhe a vida, se a garantia dos direitos e do acesso a coisas essenciais como o carinho, o amor, o alimento, a higiene e a família estava, enfim, assegurada?
Esta é, portanto, a história da Mocinha: uma cachorra resgatada das ruas de Osasco, salva de um sacrifício anunciado, que foi morar em Campos e passou a manifestar os primeiros sintomas de uma misteriosa doença. Veio para SP e ficou rapidamente tetraplégica (ou seja,ela movimenta apenas a cabeça). Hoje se dedica exclusivamente a ser FELIZ e a proporcionar aos seus tutores ainda mais felicidade. Enquanto ela quiser viver, assim a ajudaremos, com acupuntura, musicoterapia, fisioterapia e a mais nova tentativa de tratamento através de células-tronco.
Vida longa e feliz, Mocinha!"
Para Júlia, sua tutora: Querida conte conosco! Força e parabéns pela sua dedicação. Bjks Cecília.
Fontes: http://www.tudosobrecachorros.com.br/blogs/diario-de-uma-mocinha
https://www.facebook.com/DiarioDaMocinha?fref=ts 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Cães amputados ganham próteses

Martin Kaufmann, fundador da clínica veterinária OrthoPets, ajudou vários animais a recuperar seus movimentos após terem alguns membros de seu corpo amputados.
Nas imagens divulgadas em fevereiro deste ano, Kaufmann foi fotografado no momento em que colocava as próteses em alguns cães.
Um deles é o Naki'o. Ele foi clicado correndo e pulando com as patas artificiais. O cãozinho havia perdido seus membros devido a queimaduras após ser abandonado no Colorado, nos Estados Unidos.
O cão Snow também ganhou uma patinha nova.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Nova vida da Manuela...


Vcs lembram da Manuela? Aqui está a postagem que fiz anteriormente: http://cachorrosespeciais.blogspot.com.br/2012/08/manuela-exemplo-de-superacao.html
A cadela Manuela, que teve duas patas amputadas após cair de uma laje em Santos (SP), litoral de São Paulo, está adaptada ao novo lar em Espírito Santo do Pinhal (SP). A veterinária Ana Marcela Genestra, que adotou o animal no dia 9 de agosto, fala entusiasmada sobre a rotina da nova companheira. “Ela está ótima, já se acha a dona da casa. Não se tornou o xodó, pois amo todos [outros cinco cachorros e dois gatos] do mesmo jeito. Se tiver que brigar com ela, pois é muito possessiva e ciumenta, eu também brigo”, conta aos risos. Ela decidiu adotar o animal após ver reportagens sobre o caso.
“Liguei para a minha mãe, que mora em Santos, e disse que tinha interesse em adotar. Consegui o contato das pessoas que estavam cuidando da Manu e deu certo. Havia inclusive uma pessoa que gostaria de levá-la para a Itália”, diz a veterinária. No consultório dela, as visitas de clientes e moradores curiosos em conferir a recuperação de Manuela são constantes. “Não sei dizer quantos já vieram visitar. Além disso, muitos acessam minha página em rede social para ver fotos”, explica Ana Marcela, antes de uma ressalva. “Espero nunca ouvir piadas de mau gosto”.
Regalias e diversão
Embora os veterinários acreditassem que Manuela precisaria de uma cadeira de rodas para conseguir se locomover, a cadela consegue se equilibrar com as duas patas do lado direito, correr e subir escadas sem ajuda. “Ela tem dificuldades na hora de fazer as necessidades, mas leva uma vida normal. No começo até corria atrás dos gatos”, explica a tutora do animal.
Um colchonete azul com estampas infantis revela uma das regalias de Manu. “Ela dorme no meu quarto. Vai na hora que eu for e só levanta se falar ‘bom dia’. Inteligente, não?”, conta Ana Marcela. Ela ressaltou que a cadela não precisa tomar remédios e é alimentada somente com ração e água. “No futuro, talvez ela passe por sessões de acupuntura por causa do desgaste na coluna”.
O caso
A história da cadela Manuela comoveu os moradores de Santos. Segundo os veterinários, ela tem pouco mais de 1 ano de idade. Após cair da laje, ela permaneceu com duas fraturas expostas e sem alimentação durante 15 dias. Quando foi socorrida, ela teve as patas amputadas em virtude do risco de infecção.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Cão deficiente abandonado pela tutora é adotado por policial


Durante um patrulhamento de rotina no Bairro Jardim Colorado, em Vila Velha, uma soldado da Polícia Militar se deparou com um novo integrante da família, nesta semana. Gecyanna Araújo, que dirige radiopatrulha na área do 4º Batalhão há cerca de dois anos, acostumada a atender ocorrências policiais que demandam atenção no trânsito e técnicas de abordagem, se emocionou ao ver um cachorro que atravessava a rua e corria em sua direção.
“O que chamou a atenção foi que ao diminuir a velocidade e ao me aproximar do animal, percebi que o cão usava duas rodas na parte traseira para se locomover. As rodas foram improvisadas por um comerciante do bairro, o Seu Ary. Soube que ele foi abandonado pela tutora, se envolveu em uma briga com outro cão e perdeu os movimentos das patas traseiras. Ele morava na rua e estava sendo alimentado pelo Seu Ary, mas por ele não ter muitos recursos, me deu todo apoio e entregou de coração aberto o novo integrante da minha família”, disse.
O cão foi batizado de Skeli, recebeu um novo lar, carinho, alimentação balanceada e tratamento veterinário, além de ganhar novos amigos. “Skeli faz companhia ao meu casal de cães, Chiquinho, que também foi adotado e não tem uma pata dianteira, a Suzan e as minhas quatro gatas. Ele ganhou uma nova família. Agora, vou tentar captar recursos para comprar uma cadeira de rodas adaptada para ele”, finalizou.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

London aprende andar em 2 patas


O pit bull London sem dúvidas é um exemplo de superação. O cãozinho caiu do terceiro andar de um prédio na Califórnia, nos EUA, e acabou ficando com as patas fraturadas. Ele foi deixado sem tratamento por seu donos anteriores por u mês, ou seja, a cirurgia para alinhar seus ossos carregava um risco muito maior de complicações
Infelizmente, ele precisou amputar os membros da frente. London ia precisar usar uma cadeira de rodas especial, mas, após seis meses, o “guerreiro” reaprendeu sozinho a andar usando apenas as patas traseiras.
Mesmo tendo aprendido a andar apenas com as patas que sobraram, o cachorrinho ainda vai precisar usar cadeira de rodas, porque as suas duas patas traseiras estão sobrecarregando sua coluna. London moveu diversas entidades e veterinários que o ajudaram incansavelmente durante todo seu tratamento, agora ele está em plena recuperação, a seguir será colocado para adoção e esperamos que uma família muito especial o adote.
Seu nome foi dado em homenagem as Olimpíadas de 2012.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Gato encontrado no Irã com o corpo coberto de gasolina é adotado por família nos EUA


Um gato malhado e branco chamado Maloos encontrou uma nova casa, em São Francisco (EUA), depois de ter sido encontrado com ferimentos muito graves no focinho e completamente sem movimento nas ruas do Teerã, no Irã.
Segundo informações do site San Francisco Weekly, Maloos havia sido encontrado por um grupo que cuida de animais – Sayeh Animal Guardians -, regado com gasolina, coberto de lama, com as patas traseiras deformadas e problemas de coluna que o impediam de mover-se.
O felino acabou por ser transportado para San Francisco, onde recebeu cuidados médicos.
Devido às lesões e a uma infecção, os veterinários tiveram de amputar uma das suas patas; sofreu várias cirurgias e usa agora uma cadeira de rodas própria para animais.
"Apesar de todo o sofrimento, Maloos é capaz de superar-se”, afirma Rebecca Katz, a porta-voz do Animal Care and Control (ACC), grupo que transportou o gato do Irã para São Francisco. 

Depois de conhecida história de Maloos, foram vários os pedidos para adoção que surgiram nos dias seguintes, de tal forma, que a ACC realizou um sorteio, cuja a vencedora foi a residente em Napa, Laila Aghale, que, por ironia da vida, tem descendência iraniana.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Roosevelt, mais que um cão especial


Não há nada que impeça o cãozinho Roosevelt de sair correndo por aí. O animal nasceu com uma deformidade nas pernas, mas aprendeu a andar com as patinhas de trás. Desde que adotou o cachorro, há três anos, Stephanie Fox, da cidade de Portland, Estados Unidos, só tinha uma coisa em mente: comprar uma cadeira de rodas para ele. 
Se você tem uma criança deficiente, tenta enriquecê-los e dá-los oportunidades. Então por que não fazer o mesmo com um cachorro? – disse ela.
Stephanie economizou R$ 1.700 e comprou uma cadeira de rodas para Roosevelt. E ele adorou! O cachorrinho só usa a cadeira, que dá apoio às duas patinhas da frente, em longa caminhadas.
As patas de trás são bem fortes, e em casa ele consegue caminhar, pulando como um canguru. Mesmo sem as rodinhas, Roosevelt corre e busca bolinhas para a tutora. Ele anda sem coleira pela cidade, e quando tem a ajuda da cadeira de rodas, é com se tivesse energia extra.
Algumas pessoas disseram que nós deveríamos sacrificá-lo, porque acham que ele está sofrendo. Mas ele acorda feliz todos os dias – enfatizou Stephanie – ele não sabe que é diferente – acrescentou.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Vamos ajudar a Boneca e a Bárbara em Minas??!!

Gente Querida vamos ajudar essas mineiras!!!
"Boa noite Cecilia! Encontrei seu blog através de uma pesquisa que tenho feito sobre cães com paraplegia, pois domingo passado encontrei uma cadelinha recém parida atropelada na rua e tentando, sem sucesso, se levantar. Levei ao veterinario e ele constatou uma lesão medular possivelmente irreversível. Então vim procurar um método de fazer uma dessas cadeirinhas pra ela.
O problema é que eu não posso ficar com a Boneca, pq minha mãe expulsou a gente daqui de casa (a cachorra e eu). Tá dificil encontrar alguém que possa cuidar dela, por mais doce e carinhosa que ela seja, e nao posso deixa-la no hospital, pq nao tenho condiçoes financeiras de custea-la lá. Mas gostaria de tentar procurar de todas as formas possíveis encontrar algum companheiro(a) pra ela antes de ter que optar pelo sacrificio dela...
Gostaria de saber se vcs nao conhecem alguma instituiçao em MG (Belo Horizonte), ou pessoa que poderia adotar ela...
Só posso deixa-la no hospital até quinta, entao se souber de algo que possa ajuda-la, qlqr coisa, por favor, eu agradeceria mt.
Achei muito bacana a ideia do blog em difundir as mais variadas experiencias com animais com deficiência. Se mais pessoas soubessem que nao é uma coisa do outro mundo, achar-lhes um lar seria mt menos dificil.
Desde ja agradeço a atenção.
Bárbara e Boneca."
PS: Bárbara me envie seu email, eu não o publicarei, mas assim posso te contatar.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Dog Locomotion, Portugal

Uma das melhores surpresas que tive no Facebook, foi conhecer este projeto aqui: http://www.doglocomotion.com/
Fica em Portugal, e quem coordena é o Pedro Póvoa.
Eles desenvolvem vários tipos de equipamentos e suportes para animais deficientes.
Mais gente bacana fazendo o bem estar para os animais especiais.
Têm vários videos no canal deles, são todos muito bacanas.
Entrem no canal no Youtube: http://www.youtube.com/doglocomotion

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Série de fotos mostra lindos cães deficientes

A premiada fotógrafa Carli Davidson faz imagens incríveis com animais. Suas fotos costumam tocar as pessoas, como foi o caso da série divertida Shake, que mostra cães se sacudindo. Agora, a artista foi ainda mais longe e clicou peludos deficientes de um jeito muito peculiar e ainda mais tocante.
O ensaio comove, mas não pela tristeza e sim pela alegria. A série, que faz parte do Projeto Animais com Deficiência, mostra que mesmo sendo diferentes da maioria, os animais são felizes, não sentem dor e continuam sendo os grandes companheiros dos homens. Mais uma lição para aprender com ele!
Por Luciana Florence.
Fonte: http://colunas.criativa.globo.com/bicharada/2011/10/14/serie-fotografica-mostra-caes-com-deficiencia/

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Peluda volta a caminhar...

Peluda foi atropelada em 2010 e perdeu completamente o movimento das patas traseiras. Seu antigo dono acabou entregando ela à AIMPA por não ter condições de cuidar de uma cadela com necessidades especiais.
Hoje, no dia da independência do Brasil, Peluda também reconquistou sua independência! Através de um programa da VetCar, Peluda ganhou um equipamento semelhante a uma cadeira de rodas que permite que ela volte a caminhar sozinha, tendo uma vida normal novamente! Ela ainda está em fase de adaptação, mas já corre sozinha pela chácara! Por enquanto, apenas alguns minutos por dia, mas depois poderá ficar cada vez mais tempo!
Acesse o canal da AIMPA no YouTube e veja os primeiros passos da Peluda: http://www.youtube.com/aimpars
Mas ATENÇÃO: para não ter custo com o equipamento, precisamos de 500 assinaturas de médicos veterinários ou estudantes de Medicina Veterinária! É simples e você pode nos ajudar: divulgue! E se você for veterinário ou estudante entre em contato pelo nosso email (contato@aimpa.com.br) que buscamos a sua assinatura!
Agora, Peluda tem mais chances de conseguir uma boa adoção e com certeza terá mais qualidade de vida! A felicidade dela em voltar a caminhar fica evidente. Todos que estavam presentes ficaram emocionados; emocione-se você também!
http://www.youtube.com/aimpars
GALERA VAMOS AJUDAR, POR FAVOR!!
Fonte: http://www.aimpa.com.br/noticias/2011/09/07/peluda-volta-a-caminhar/

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Donos de animais miram exemplo de leão Ariel e pedem ajuda na web

Tratamentos de animais doentes são financiados por doações feitas online.
Redes sociais, blogs e sites especializados reúnem padrinhos de bichos.
Por Carlos Giffoni, G1.
É muito difícil ver um animal sofrendo e não se sensibilizar. Por isso, donos de gatos, cachorros e até leões viram na internet uma maneira de conseguir ajuda para os seus bichos. O tratamento de uma gata tetraplégica, por exemplo, pode sair muito caro para uma estudante sem fonte de renda. Mas as redes sociais, os blogs e os sites especializados têm tornado a velha prática de “passar o chapéu” cada vez mais útil para os responsáveis por esses animais financiarem esse cuidado.
Centenas de páginas na internet sobre ajuda a animais são encontradas sem esforço. Uma comunidade preocupada com esses animais está sempre em comunicação. Então, o fisioterapeuta de um cachorro tetraplégico é recomendado para uma gata na mesma situação. A médica que faz acupuntura em um animal é indicada para outro, e assim muitos animais conseguem tratamento.
O leão tetraplégico Ariel mobilizou uma corrente de solidariedade na internet. Mais de 55 mil pessoas já curtiram sua página no Facebook apenas até esta quarta-feira (20). Ainda não tão famoso, mas com quase 4 mil fãs, o pastor alemão Buba, de 2 anos, também precisa de ajuda. Ele chegou tetraplégico a uma clínica veterinária em São Paulo. O dono, receoso pelo trabalho a ser dispendido para cuidar do cachorro, optou pela eutanásia, Mas os veterinários da clínica resolveram adotar o animal.
Há cerca de três meses em tratamento, Buba ganhou peso – já passou da casa dos 30 kg –, recuperou massa muscular e até o raciocínio, que havia sido prejudicado por causa da doença, segundo a veterinária Mariana Cappellanes, uma das cinco “mães” de Buba. “As patas traseiras do Buba praticamente não tinham movimento nem sensibilidade. Hoje ele já responde à dor e tem reflexos”, diz.
Mas o cuidado de um cão assim exige muitos gastos. No site Vakinha, onde se pode coletar doações para um motivo específico, seja para a ajuda de um animal, seja para um projeto de faculdade, os responsáveis por Buba pedem R$ 10 mil. As doações ainda estão em cerca de R$ 700, mas o pastor alemão conta com o apoio de veterinários e simpatizantes que não o deixam sem tratamento. A ressonância magnética é um dos procedimentos mais caros nos casos de tetraplegia em animais de estimação, chegando a custar R$ 1 mil, e Buba já conseguiu financiar a sua.
Levantando doações
A gata Luciana também precisou de uma ressonância magnética e foi em busca da ajuda de terceiros na internet. Marina Camarinha, estudante de ciências sociais em Marília, a 444 km da capital paulista, não tem fonte de renda e se tornou a responsável por Luciana, hoje com quatro meses, após encontrá-la numa caixa na rua com outros dois gatos filhotes. Na sua república, moram mais cinco estudantes. A superpopulação na residência, porém, é de animais domésticos: seis gatos e dois cachorros.
“Mesmo com a casa cheia, não tinha como deixar aqueles filhotes na rua. O plano era cuidar deles até encontrarmos quem os quisesse adotar”, diz a estudante. E foi isso o que aconteceu com os outros dois filhotes, mas não com Luciana. Durante visita à casa de uma amiga, um cachorro que estava solto mordeu Luciana e a arrastou pelo quintal, fraturando três vértebras da gata. Como ela ainda era muito nova, os ferimentos atrapalharam o seu crescimento.
O nome dado ao animal é uma referência à personagem de Aline Moraes na telenovela “Viver a Vida”, de Manoel Carlos, que foi ao ar na TV Globo entre 2009 e 2010. Na trama, Luciana era uma modelo que ficou tetraplégica em um acidente, assim como a gata.
Para cuidar de Luciana, sua dona já promoveu rifas, vendeu bombons na faculdade e distribuiu souvenires como ímãs de geladeira para agradecer aos colaboradores. “Gasto em média R$ 600 por mês em sessões semanais de acupuntura e fisioterapia, fraldas, pomadas e numa ração diferenciada, já que o desenvolvimento de Luciana foi afetado pelo trauma.” No Facebook, mais de 800 pessoas curtiram a sua comunidade. E para manter os “padrinhos” bem informados, a dona da gata mantém um blog com vídeos do tratamento e informações sobre animais que precisam de cuidados semelhantes.
A história do gato Nino lembra a de Luciana. A dona de casa Susana Pavini soube de um gato que tinha sido espancado por uma criança perto de sua casa, na Zona Norte de São Paulo. “Quando eu o encontrei, ele estava ‘torto’, deitado sobre pedaços de madeira”. Pavini levou o gato ao veterinário, que recomendou um neurologista para Nino, pois a agressão afetou os seus comandos e o deixou tetraplégico.
Há três semanas no Facebook, mais de 2,9 mil pessoas curtiram a sua página e Pavini conseguiu uma patrocinadora para a ressonância magnética a ser feita no gato. Veterinários que souberam da sua história se dispuseram a ajudar. “Nino faz fisioterapia com a mesma pessoa que cuidava do cão Buba”, diz Pavini, que também contou com a ajuda de uma amiga acupunturista. A dona de casa gasta cerca de R$ 1 mil por mês em cuidados com o gato e, por isso, também recorreu ao Vakinha para levantar doações. No site, ela pediu R$ 600, mas tinha arrecadado R$ 800 até a última quarta (20).
Coitadinhos de Santos
A Confraria Miados e Latidos, que cuida de gatos e cachorros em São Paulo, precisou recorrer à ajuda na internet após ficar responsável por cerca de 70 animais que foram encontrados em Santos, no litoral paulista, na casa de uma mulher que foi interditada. A maioria dos “coitadinhos de Santos”, como ficaram conhecidos os animais, já foi adotada, mas os gastos da ONG quadruplicaram desde então, chegando a mais de R$ 4 mil em um mês.
Além de produzir itens customizados, como camisetas, para vender, a Confraria promove rifas na internet com parceiros – em só uma delas a arrecadação chegará a R$ 1,4 mil.
Ex-sem-teto
A causa dos animais que precisam de ajuda tem formado grandes redes que se espalham pelo Brasil em busca de parceiros. A internet reduziu a distância entre Ivinhema, cidade localizada a 297 km de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, e Cotia, na Grande São Paulo.
O zoológico da cidade sul-mato-grossense foi desativado em 2005. Lá, vários animais foram abandonados, já que não havia novos lares. A Prefeitura ainda custeia os gastos de alimentação do leão Simba, entre outros animais que não contam mais com cuidados periódicos e precisar de uma casa.
Mas foi por meio da internet que um grupo de pessoas mobilizadas em função da causa – e da casa – do leão entraram em contato com o Rancho dos Gnomos, que funciona como uma espécie de santuário para animais selvagens, sediado em Cotia. O Rancho confirmou que vai receber Simba, que deixará de ser um "sem-teto". Mais de 1,2 mil pessoas já curtiram a causa do leão Simba no Facebook.
Esses animais contam com o apoio de uma grande rede que está em constante comunicação. Tanto na internet como nas cidades, pessoas engajadas na defesa dos animais se ajudam na busca de alternativas e soluções para cada caso, vide Buba e Nino, que não se conhecem, mas já dividiram até a fisioterapeuta.
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/07/donos-de-animais-miram-exemplo-de-leao-ariel-e-pedem-ajuda-na-web.html

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Vamos ajudar o Buba!!!!

Buba tem 2 aninhos e ficou tetraplégico. O dono preferiu sacrificar, mas na esperança de curá-lo, o Dr. Maurício Flocke o adotou para dar uma segunda chance. Ele está sendo cuidado, mas precisa da sua ajuda para manter o tratamento.
QUER CONHECER MELHOR O BUBA?
CONTATO: http://www.facebook.com/pages/Ajude-o-Buba/163242153739062?sk=info
PESSOAL VAMOS AJUDAR O BUBA, POR FAVOR!!! OLHEM O ESFORÇO DESTE PESSOAL E PRINCIPALMENTE O ESFORÇO E A ALEGRIA DELE.
Fonte das imagens Facebook.
BJKS

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