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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Kanga encontra um lar!



A vida do cachorro Kanga começou cheia de dificuldades: ele é cego e tem um defeito congênito nas patas da frente. Não se sabe o motivo, mas o golden retriever e seu irmão foram abandonados em um terreno.
Por sorte, os dois cães foram encontrados pela equipe da Tails Of Hope, uma ONG que resgata, abriga e incentiva a adoção de animais.
Kanga não deixa que a cegueira o impeça de agir como qualquer outro cachorro, ele se guia pelos passos de quem estiver ao seu lado. Além disso, ele é um cão muito feliz e carinhoso, que adora brincar e ficar perto das pessoas.
Infelizmente, cachorros com deficiência não são tão desejados e ficam mais tempo nos abrigos, até que alguma alma bondosa decida levá-los para casa.
Demorou 8 meses para Kanga ser adotado. Ele foi morar com seu novo tutor John e ganhou uma irmã canina chamada Gracie, que age como sua guia.
Kanga já se habituou em seu novo lar e, em apenas dois dias, memorizou o local do pote de água.
Um vídeo de incentivo a adoção de cães e, especialmente, aqueles com alguma deficiência foi feito por The Pet Collective Cares.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Cavalo vítima de maus tratos recebe prótese e é adotado!

Em junho de 2013, a Brigada Militar (BM) e a Sociedade Amigos dos Animais (Soama) receberam denúncia de maus tratos de um cavalo, que estava ferido e foi abandonado numa área de mato no bairro Parque Oasis em Caxias do Sul, na Serra. Nesta segunda-feira, faz pouco mais de um ano que o animal foi encontrado. Ele sobreviveu, foi adotado por um casal e ganhou uma prótese em uma das patas.

Assim que localizaram o animal, BM e ONG procuraram ajuda veterinária, porque o cavalo apresentava baixo peso, estava tomado de "bicheiras" e não conseguia nem levantar. O casal Vitor Boldrini e Adriana Castilhos Suzin, que passou pelo local, pediu para ficar com o animal e se comprometeu a providenciar o socorro necessário.

O cavalo ganhou o nome de Campeão e foi levado até a Cabanha Del Fuego, em Monte Bérico, onde passou a ser cuidado e medicado 24 horas por dia. Ele foi tratado pela bióloga Renata Onzi e pelo marido Mauricio Lazzari, que se uniram à causa e se revezavam para salvar o animal, com aplicação de soro, vacinas, curativos e até mesmo transfusão de sangue.

Apesar de toda a dedicação, uma ostemielite tomou conta de uma das patas e, um mês depois de encontradro, o animal passou por uma amputação. Inconformados com o destino do cavalo da raça crioula, com procedência registrada e nominado "Baião da Bandeira 198" de uma cabanha de Jaguarão, amigos do casal uniram força, fizeram rifa para angariar dinheiro e conseguiram colocar uma prótese no Campeão.

Passado pouco mais de um ano de sua localização, com gastos que se aproximam de R$ 15 mil, o equino recuperou o peso e caminha normalmente com ajuda da prótese, que já teve que ser trocada quatro vezes para se adaptar ao tamanho do cavalo, que ainda continua crescendo.

Este é primeiro caso de adaptação de pata mecânica que se tem registro de um equino no Rio Grande do Sul, e segundo caso no Brasil, o protético de prótese humana, fez o projeto em caráter experimental, comovido com a trajetória de amor, cuidado e sofrimento dispensado pelos amigos. "É importante a divulgação, para conseguirmos novas informações e experiências que possibilitem o desenvolvimento de recursos adequados para a melhor qualidade de vida do Campeão", disse a bióloga Renata.

O homem suspeito do crime foi identificado e respondeu a um processo criminal, mas teve a pena convertida em multa. 
Fonte: http://www2.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=529922 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Vitória & Lucí, uma linda história de amor


Vitória é uma llasa apso com idade estimada de 12 anos, mas acaba de chegar na casa da secretária aposentada Lucí Ferreira da Silva, de 64 anos. Na quinta (20), Lucí abriu a porta e o coração para receber a cadelinha, que está com tumores no corpo, cega e surda.
O médico veterinário disse que Vitória tem pouco tempo de vida, mas Lucí não se importa. “Enquanto ela viver, vou fazê-la o mais feliz que eu puder”, garantiu a secretária.
Vitória chegou à vida de Lucí graças a dois amigos que encontraram a cadelinha na rua. Doente, ela estava caminhando com dificuldade e com a língua para fora. Eles resgataram a peludinha e levaram ao veterinário. Sem poder ficar com ela, pediram ajuda a Lucí, que tem um histórico de ter protegido outros cães e gatos. “Infelizmente, é muito comum abandonarem animais doentes e velhos. Vou ficar com ela até a última hora”, diz Lucí, afirmando que gostaria que quem a abandonou visse que Vitória está bem cuidada agora. “Um animal é para o resto da vida. Na maioria das vezes, os humanos é que são os irracionais”,  diz a nova amiga de Vitória.
Lucí apoia a promoção “Ame o Seu Pet”, que reverte parte da verba arrecada para a ONG Clube dos Vira-Latas. Para participar, junte sete selos mais R$ 9,90 e troque por miniaturas de cães e um produto Sanol Dog. Você ainda pode concorrer a uma viagem à Disney.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Nova vida da Manuela...


Vcs lembram da Manuela? Aqui está a postagem que fiz anteriormente: http://cachorrosespeciais.blogspot.com.br/2012/08/manuela-exemplo-de-superacao.html
A cadela Manuela, que teve duas patas amputadas após cair de uma laje em Santos (SP), litoral de São Paulo, está adaptada ao novo lar em Espírito Santo do Pinhal (SP). A veterinária Ana Marcela Genestra, que adotou o animal no dia 9 de agosto, fala entusiasmada sobre a rotina da nova companheira. “Ela está ótima, já se acha a dona da casa. Não se tornou o xodó, pois amo todos [outros cinco cachorros e dois gatos] do mesmo jeito. Se tiver que brigar com ela, pois é muito possessiva e ciumenta, eu também brigo”, conta aos risos. Ela decidiu adotar o animal após ver reportagens sobre o caso.
“Liguei para a minha mãe, que mora em Santos, e disse que tinha interesse em adotar. Consegui o contato das pessoas que estavam cuidando da Manu e deu certo. Havia inclusive uma pessoa que gostaria de levá-la para a Itália”, diz a veterinária. No consultório dela, as visitas de clientes e moradores curiosos em conferir a recuperação de Manuela são constantes. “Não sei dizer quantos já vieram visitar. Além disso, muitos acessam minha página em rede social para ver fotos”, explica Ana Marcela, antes de uma ressalva. “Espero nunca ouvir piadas de mau gosto”.
Regalias e diversão
Embora os veterinários acreditassem que Manuela precisaria de uma cadeira de rodas para conseguir se locomover, a cadela consegue se equilibrar com as duas patas do lado direito, correr e subir escadas sem ajuda. “Ela tem dificuldades na hora de fazer as necessidades, mas leva uma vida normal. No começo até corria atrás dos gatos”, explica a tutora do animal.
Um colchonete azul com estampas infantis revela uma das regalias de Manu. “Ela dorme no meu quarto. Vai na hora que eu for e só levanta se falar ‘bom dia’. Inteligente, não?”, conta Ana Marcela. Ela ressaltou que a cadela não precisa tomar remédios e é alimentada somente com ração e água. “No futuro, talvez ela passe por sessões de acupuntura por causa do desgaste na coluna”.
O caso
A história da cadela Manuela comoveu os moradores de Santos. Segundo os veterinários, ela tem pouco mais de 1 ano de idade. Após cair da laje, ela permaneceu com duas fraturas expostas e sem alimentação durante 15 dias. Quando foi socorrida, ela teve as patas amputadas em virtude do risco de infecção.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Cão deficiente abandonado pela tutora é adotado por policial


Durante um patrulhamento de rotina no Bairro Jardim Colorado, em Vila Velha, uma soldado da Polícia Militar se deparou com um novo integrante da família, nesta semana. Gecyanna Araújo, que dirige radiopatrulha na área do 4º Batalhão há cerca de dois anos, acostumada a atender ocorrências policiais que demandam atenção no trânsito e técnicas de abordagem, se emocionou ao ver um cachorro que atravessava a rua e corria em sua direção.
“O que chamou a atenção foi que ao diminuir a velocidade e ao me aproximar do animal, percebi que o cão usava duas rodas na parte traseira para se locomover. As rodas foram improvisadas por um comerciante do bairro, o Seu Ary. Soube que ele foi abandonado pela tutora, se envolveu em uma briga com outro cão e perdeu os movimentos das patas traseiras. Ele morava na rua e estava sendo alimentado pelo Seu Ary, mas por ele não ter muitos recursos, me deu todo apoio e entregou de coração aberto o novo integrante da minha família”, disse.
O cão foi batizado de Skeli, recebeu um novo lar, carinho, alimentação balanceada e tratamento veterinário, além de ganhar novos amigos. “Skeli faz companhia ao meu casal de cães, Chiquinho, que também foi adotado e não tem uma pata dianteira, a Suzan e as minhas quatro gatas. Ele ganhou uma nova família. Agora, vou tentar captar recursos para comprar uma cadeira de rodas adaptada para ele”, finalizou.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Hulk, herói canino abandonado depois de proteger pessoas


Um cachorro da raça pit-bull sobreviveu após levar sete tiros em uma casa na Praia da Tabuba, no Ceará e agora precisa ser adotado. Apelidado de Hulk, o animal estava na casa invadida por uma quadrilha que disparou e matou dois torcedores que participavam de uma festa de aniversário no dia 25 de maio último. “Só não mataram um outro rapaz porque ele [Hulk] o protegeu”, disse a vizinha que ajudou no resgate do cachorro e acompanha o cão, que está em uma clínica, mas não tem lugar definitivo para ficar.
Casada com um policial civil, a mulher conta que o marido foi escalado para trabalhar no caso no dia seguinte aos assassinatos, em 26 de maio. “Ele encontrou o cachorro ainda lá, todos achavam que estava morto. Ele [Hulk] ficou das 22h até 10h lá, sangrando”, contou a vizinha que trabalha voluntariamente com resgate de animais. Ela afirma que o marido tentou localizar o dono do animal, mas desistiu da busca ao descobrir que o animal seria “descartado”.
“Ele ouviu que o cachorro seria entregue ao churrasqueiro como parte do pagamento. Nós achamos que o dono não vai mais aparecer porque ele [cachorro] está com um policial. E soubemos que esse pessoal costuma criar esses animais para proteção, era descartável”, disse a vizinha que decidiu ajudar o animal. Hulk foi levado a um veterinário e, na segunda-feira (11), passou por uma cirurgia na pata esquerda. Ele teve de pôr pinos porque uma das balas atingiu o osso.“Os estilhaços também causaram muitos danos.  Ele pode perder a pata", contou a voluntária. Agora, a ela e o marido procuram alguém que possam adotar Hulk e ajudar nas despesas, o casal disse não ter condições de ficar com o animal nem de pagar o tratamento. “Por enquanto temos deixado algumas coisas penduradas [sem pagamento], esperamos que alguém se compadeça e ajude. Ele é um animal muito dócil e está se recuperando”, disse.
Invasão à residênciaO caso ocorreu em uma casa de veraneio na Praia da Tabuba, no município de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza. Dois jovens da Torcida Uniformizada do Fortaleza(TUF) foram mortos e um terceiro baleado em 25 de maio. Segundo informações do comandante do Batalhão de Policiamento de Turismo (BPtur), coronel Mendonça, 15 pessoas passavam o final de semana na casa em comemoração ao aniversário de um deles.
Por volta das 21h30, homens armados entraram no imóvel e dispararam vários tiros. Após os homicídios, o policial civil que é casado com a voluntária procurou o homem sobrevivente que estava internado no Hospital Insituto Dr. José Frota (IJF) e descobriu que foi ele quem soltou o cachorro. "Ele [homem ferido] contou que só sobreviveu porque lembrou do cachorro e o soltou. O animal partiu para cima dos caras e eles fugiram, mas atiraram no cachorro", afirmou o casal. O crime ainda está sendo investigado.
Serviço:Informações sobre o Hulk pelo telefone             (85) 3287-6489      .



Gato encontrado no Irã com o corpo coberto de gasolina é adotado por família nos EUA


Um gato malhado e branco chamado Maloos encontrou uma nova casa, em São Francisco (EUA), depois de ter sido encontrado com ferimentos muito graves no focinho e completamente sem movimento nas ruas do Teerã, no Irã.
Segundo informações do site San Francisco Weekly, Maloos havia sido encontrado por um grupo que cuida de animais – Sayeh Animal Guardians -, regado com gasolina, coberto de lama, com as patas traseiras deformadas e problemas de coluna que o impediam de mover-se.
O felino acabou por ser transportado para San Francisco, onde recebeu cuidados médicos.
Devido às lesões e a uma infecção, os veterinários tiveram de amputar uma das suas patas; sofreu várias cirurgias e usa agora uma cadeira de rodas própria para animais.
"Apesar de todo o sofrimento, Maloos é capaz de superar-se”, afirma Rebecca Katz, a porta-voz do Animal Care and Control (ACC), grupo que transportou o gato do Irã para São Francisco. 

Depois de conhecida história de Maloos, foram vários os pedidos para adoção que surgiram nos dias seguintes, de tal forma, que a ACC realizou um sorteio, cuja a vencedora foi a residente em Napa, Laila Aghale, que, por ironia da vida, tem descendência iraniana.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Roosevelt, mais que um cão especial


Não há nada que impeça o cãozinho Roosevelt de sair correndo por aí. O animal nasceu com uma deformidade nas pernas, mas aprendeu a andar com as patinhas de trás. Desde que adotou o cachorro, há três anos, Stephanie Fox, da cidade de Portland, Estados Unidos, só tinha uma coisa em mente: comprar uma cadeira de rodas para ele. 
Se você tem uma criança deficiente, tenta enriquecê-los e dá-los oportunidades. Então por que não fazer o mesmo com um cachorro? – disse ela.
Stephanie economizou R$ 1.700 e comprou uma cadeira de rodas para Roosevelt. E ele adorou! O cachorrinho só usa a cadeira, que dá apoio às duas patinhas da frente, em longa caminhadas.
As patas de trás são bem fortes, e em casa ele consegue caminhar, pulando como um canguru. Mesmo sem as rodinhas, Roosevelt corre e busca bolinhas para a tutora. Ele anda sem coleira pela cidade, e quando tem a ajuda da cadeira de rodas, é com se tivesse energia extra.
Algumas pessoas disseram que nós deveríamos sacrificá-lo, porque acham que ele está sofrendo. Mas ele acorda feliz todos os dias – enfatizou Stephanie – ele não sabe que é diferente – acrescentou.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cachorra tripé vence campeonato de frisbee

Com apenas três semanas de vida, Maty foi abandonada na garagem de um motel em Oregon, nos Estados Unidos. Após ser encontrada pela equipe de funcionários do local, a cadelinha foi acolhida por um abrigo de proteção aos animais.
Prestes a ser adotada por uma casa de repouso para idosos, Maty foi atingida por uma séria infecção e uma de suas patas precisou ser amputada. Após a cirurgia, a cachorra foi submetida a sessões de “fisioterapia” canina, nas quais desenvolveu verdadeira paixão pelos esportes.
Desde os noves meses de idade, Maty adora brincar com frisbees. “Certa vez, jogamos o disquinho para ela buscar e, apesar da dificuldade para correr, ela nem olhou para trás”, contou Lynne Ouchida, de 47 anos, que ajudou na recuperação da cadela.
De acordo com informações do jornal Daily Mail desta sexta-feira (18/11), recentemente Maty venceu um campeonato canino de frisbee.
Além de atleta, Maty costuma visitar escolas infantis a fim de que sua história de superação sirva de exemplo para os pequenos. “O objetivo é mostrar que, apesar de ter uma pata a menos, Maty vive como um cão qualquer”, disse a guardiã Lynne.
Por Juliana Bacci.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Vamos ajudar a Boneca e a Bárbara em Minas??!!

Gente Querida vamos ajudar essas mineiras!!!
"Boa noite Cecilia! Encontrei seu blog através de uma pesquisa que tenho feito sobre cães com paraplegia, pois domingo passado encontrei uma cadelinha recém parida atropelada na rua e tentando, sem sucesso, se levantar. Levei ao veterinario e ele constatou uma lesão medular possivelmente irreversível. Então vim procurar um método de fazer uma dessas cadeirinhas pra ela.
O problema é que eu não posso ficar com a Boneca, pq minha mãe expulsou a gente daqui de casa (a cachorra e eu). Tá dificil encontrar alguém que possa cuidar dela, por mais doce e carinhosa que ela seja, e nao posso deixa-la no hospital, pq nao tenho condiçoes financeiras de custea-la lá. Mas gostaria de tentar procurar de todas as formas possíveis encontrar algum companheiro(a) pra ela antes de ter que optar pelo sacrificio dela...
Gostaria de saber se vcs nao conhecem alguma instituiçao em MG (Belo Horizonte), ou pessoa que poderia adotar ela...
Só posso deixa-la no hospital até quinta, entao se souber de algo que possa ajuda-la, qlqr coisa, por favor, eu agradeceria mt.
Achei muito bacana a ideia do blog em difundir as mais variadas experiencias com animais com deficiência. Se mais pessoas soubessem que nao é uma coisa do outro mundo, achar-lhes um lar seria mt menos dificil.
Desde ja agradeço a atenção.
Bárbara e Boneca."
PS: Bárbara me envie seu email, eu não o publicarei, mas assim posso te contatar.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cadela cega e seu “cão-guia” chegam à casa dos novos tutores na Inglaterra

Depois de mais de 2 mil pessoas na Grã-Bretanha se oferecerem para abrigar uma cadela dinamarquesa cega e seu “cão-guia”, a dupla Lily e Maddison finalmente ganharam novos tutores, segundo noticiou o site do “Daily Mail”.
Anne Williams, de 52 anos, e seu marido Len, bombeiro aposentado de 53, se apaixonaram pelos animais quando souberam que eles estavam disponíveis para adoção. “Sempre tivemos dois cachorros, gosto que eles tenham companhia. Então ter os dois em casa não parecia um desafio tão grande”, conta Anne, que é gerente de seguradora.
O casal ficou sem cães em casa desde que a filha deles se mudou com os dois setters ingleses, cinco meses atrás. Eles moram em uma área rural de Cheshire.
A cadela Lily, de seis anos de idade, teve seus olhos removidos quando ainda era filhote e é companheira de Maddison, de sete anos, que foi adestrado para ajudá-la a se locomover.
O par foi deixado no abrigo Shrewsbury Dogs Trust quando seus tutores não puderam mais cuidar dos animais, em julho deste ano.
Fonte: http://www.anda.jor.br/31/10/2011/cadela-cega-e-seu-cao-guia-chegam-a-casa-dos-novos-tutores-na-inglaterra

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cachorra cega conta com amiga cão guia

Aos 18 meses de idade, Lily perdeu a visão. A cadela sofre de uma doença chamada entrópio, que ataca as pálpebras e o globo ocular, e os veterinários precisaram retirar seus olhos.
Desde então, a cachorra ganhou a companhia inseparável de Maddison. Há cinco anos, as duas cadelas comem, brincam e dormem juntas. Muitas vezes, passam dias ligadas por uma coleira sem qualquer briga e Maddison acaba sendo uma espécie de cão-guia para Lily.
Em julho, os antigos donos decidiram entregar a guarda das cadelas a um centro de adoção de animais em Shroshire, na Inglaterra. “Eles alegaram não poder mais cuidar financeiramente das cachorras”, contou Louise Campbell, membro da equipe do local.
Agora, os funcionários procuram um novo dono para a dupla de cães. “Quem quiser adotar uma, terá que levar a outra. Elas não vivem sozinhas”, disse Louise.
Por Juliana Bacci.
Fonte: http://colunas.globorural.globo.com/planetabicho/2011/10/21/cadela-cega-conta-com-cuidados-de-amiga-como-cao-guia/
Fotos: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2051780/Blind-Great-Dane-Lily-needs-home-space-HER-guide-dog-Maddison.html

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Cadelinha supera lesão e aprende a andar com duas patas nos EUA

Cadela foi levada para canil após ser achada nas ruas.

Lesão deixou 'Trixie' com as patas traseiras paralisadas.
Uma cadela que está em um canil no condado de Lee, no estado da Flórida (EUA), aprendeu a andar com duas patas por conta de uma lesão que a deixou com as patas traseiras paralisadas, segundo reportagem da emissora de TV "WINK News".
A cadela chamada "Trixie" foi levada para o canil após ser encontrada abandonada nas ruas. Segundo Ria Brown, do serviço de controle de animais, "Trixie" parece uma cadela normal até começar a andar. "É simplesmente incrível", disse ela.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/10/cadela-supera-lesao-e-aprende-andar-com-duas-patas-nos-eua.html

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Animais deficientes encontram amor em fazenda no Quênia

 Boniface Ndura e seu cão Rex.
Em algumas áreas ou comunidades, animais deficientes são considerados sinais de má sorte para a família onde nasceram, em outros locais são vistos como presságios do fim do mundo.
Apesar de todas as interpretações maléficas possíveis, Mzee Boniface Ndura, um senhor de 60 anos, professor aposentado, guarda muita compaixão por eles, já que há 15 anos se dedica a comprar, resgatar e dar abrigo a animais que possuem defeitos genéticos ou algum tipo de deformidade. Em outros casos, esses mesmos animais teriam um triste fim.
A sua fazenda, localizada a 5 km da cidade de Kitale, abriga a “Kitale Nature Conservancy” (Conservação da Natureza de Kitale, em tradução livre). Além de cuidar da fazenda onde vivem animais de diversas espécies com deficiências físicas, Ndura ensina as crianças sobre conservação ambiental e respeito aos animais.
Os animais abrigados na fazenda de Ndura foram adquiridos de todas as partes do país. Um cão com três pernas, uma cabra com duas, bodes e macacos sem cauda e uma vaca com quatro chifres, estão entre as centenas de animais que encontram na fazenda um recanto para viverem sem estarem na mira de crendices e superstições.
“Eu acredito que esses animais foram criados por Deus Todo Poderoso, assim como nós humanos, então eles também têm o direito de viver”, declara Ndura.
Ndura explica que ele compra os animais por um preço muito aquém do que valeriam se não apresentassem qualquer deficiência. Ele encoraja os fazendeiros a não os matarem quando nascem para que ele possa comprar e deixa-los viver em paz.
Contudo, ele afirma que não é um tarefa simples, cuidar de animais deficientes requer muitos cuidados dependendo dos problemas físicos que apresentam. Ele conta com a ajuda de um veterinário que vai à fazenda todas as semanas fazer check up em cada animal para assegurar a sua saúde.
“Eu percebo que a maioria dos animais vem mais de determinados lugares do que outros, portanto, eu entro em contato com dirigentes dos departamentos governamentais a fim de que se possa investigar e estabelecer a causa dos problemas físicos dos animais nessas regiões”, disse ele.
Ele conta ainda que apela aos quenianos, que se alguém tem um animal deficiente, que deixe sob seus cuidados ou ele oferece uma quantia de dinheiro em troca.

A fazenda de Ndura é o maior jardim botânico do país, uma área de natureza conservada em 250 hectares de terra no coração das terras úmidas a oeste do país.
Por Danielle Bohnen (da Redação).
Fonte: http://www.anda.jor.br/2011/10/13/animais-deficientes-encontram-conforto-e-protecao-em-fazenda-no-quenia/
Fotos: Leonard Wamalwa/ West Fm.
EFE.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Chester, o cachorro de três patas que vive na maior mordomia!

Vida dura de Chester: Massagem, acupuntura, hidroterapia e até uma escada para subir na cama da dona!
Robbie Williams, um dos mais excêntricos pop stars, revelou recentemente que seus oito cachorros foram “damas de honra” no seu casamento, que aconteceu ano passado. Ele disse ainda que sua esposa Ayda Field dormiu com a cachorrada ao seu lado na noite de núpcias.
O cantor fanático por cachorros admitiu também que investiu em escadas revestidas de pelo sintético para que seus pets pudessem subir com maior facilidade na cama do casal.
Aí você se pergunta: será que mais alguém no mundo faria tal coisa para agradar seu cachorro? A resposta é: pode apostar que sim.
Chester, um cãozinho de 13 anos e apenas três patas, usa a escada para subir nos móveis de sua casa em Buckinghamshire, na Inglaterra.
“A escada revestida de pele sintética de ovelha – bem macia, por sinal – o ajuda a subir na minha cama. Ele gosta dos lençóis de algodão egípcio e da cama tamanho superking. É o lugar da casa onde ele tira as suas sonecas de manhã depois do café”, revela a dona, Alison Bowyer.
“Às vezes, ele sobe na escada e percebe que ela não está na melhor posição para subir na cama. Então ele desce e eu resolvo o problema para que ele possa se subir tranquilamente”, conta.
Mas, segundo Alison, existem algumas regras na casa. Ela estende uma toalha de mesa sobre o edredom e só então Chester deita-se na cama. E quem disse que ele se satisfaz? Basta ela virar as costas que ele se acomoda na pilha de almofadas caríssimas de Alison ou deita no travesseiro do marido dela.
Somente após o meio-dia, Chester sente-se disposto para aventurar-se escada abaixo ou pedir ossinhos e biscoitos. Depois, se o tempo ajudar, ele pega o caminho mais curto até o jardim e senta em sua cadeira reclinável para aproveitar o sol.
“Meu marido Paul e eu olhamos para Chester com uma mistura de ternura e inveja. Ele tem uma vida dura!”, brinca ela.
Com sua escadinha, Chester sobe no sofá todas as tardes, onde se espreguiça, tentando ocupar mais espaço que o seu corpo esbelto ocuparia. Quando alguém pensa em dividir o sofá com ele, já é logo chutado para fora, literalmente. “Aquelas patas traseiras dão chutes surpreendentes, como os de um coelho”, diz Alison.
Ele é o dono do pedaço. Mas sua história começou de maneira bem diferente.
Chester foi resgatado no Caribe há quase dez anos. Ele já era adulto quando foi adotado por Alison. Sua pata foi amputada por causa de uma bandagem muito apertada colocada pelo veterinário, o que interrompeu o suprimento de sangue no local. Por causa disso, a pata da frente é muito mais desgastada que as demais, de tanto Chester correr e brincar nos campos do local em que vive hoje.
Com esta mistura de braveza, determinação e exuberância, ele segue sua vida como um cachorro normal. Mesmo assim, o tempo não perdoa e a idade um dia chega.
“Ele sempre fazia caminhadas de uma hora e meia. Hoje, noto que se cansa mais facilmente”, explica Alison.
A solução não demorou a chegar. “Comprei uma bolsa estilo canguru para poder carregar Chester junto comigo”, diz a dona sobre o mimo. O produto é importado dos Estados Unidos e custou cerca de 360 reais. “Ele adorou. Agora posso sair e levá-lo para conhecer pessoas.”
“No primeiro momento, me senti meio envergonhada por carregar Chester desta maneira. Procurava evitar os meus colegas que também passeavam com seus cachorros.
Ia a lugares mais remotos para não encontrá-los. Se encontrasse, desviava e fingia que não os via. Depois, decidi que, se aquilo tudo era para ajudar Chester, não sentiria mais vergonha.”
Quando Alison decidiu assumir a postura de carregar Chester, percebeu que a receptividade das pessoas era muito diferente do que imaginava. “Todo mundo se encantava. Pessoas colocavam a cabeça para fora dos carros para verem melhor”, conta ela.
As mordomias do pequeno Chester não param por aí. Ele ainda faz a sessões de acupuntura – que não saem menos de 150 reais cada – e hidroterapia.
“Com um colete laranja de salva-vidas, ele nada com um olhar extremamente animado. Um dia, tiramos Chester da piscina para se secar e ele não parava quieto querendo voltar para a água”, relembra a dona.
E você acha que é só? Que nada. Tem ainda a massagem terapêutica que Alison faz todas as noites, com um massageador movido à bateria.
“Meu Deus! Será que mimo mais meu cão do que o próprio Robbie Williams!?”, diverte-se Alison.
Fonte: http://petmag.uol.com.br/noticias/conheca-chester-o-cachorro-de-tres-patas-que-vive-na-maior-mordomia/

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Eslovênia tira urso de família e encaminha filhote a santuário

Conforme já mostrei aqui no blog, olhem agora o destinho do ursinho...
Um urso pardo de seis meses que havia sido adotado por uma família eslovena, foi encaminhado para um santuário de animais no final de junho. Segundo a organização Vier Pfoten, Lucky, como é chamado, passará dois anos na Romênia para desenvolver seus instintos antes de retornar à natureza. As informações são da agência AP.
Segundo a família que cuidava do animal, ele apareceu no quintal da casa deles e acabou se acostumando com os moradores. Eles pretendiam ficar com o animal e até preparavam um espaço especial para o urso, mas as autoridades do país decidiram encaminhá-lo ao santuário.
O presidente do santuário de ursos, Leonardo Bereczky, diz que Lucky chegou ao local na semana passada e está bem.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5225972-EI8145,00-Eslovenia+tira+urso+de+familia+e+encaminha+filhote+a+santuario.html

quarta-feira, 6 de julho de 2011

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Globo Repórter mostrará dedicação de protetores que salvam e cuidam de animais

Na noite desta sexta-feira (1), o Globo Repórter, exibido pela Rede Globo, apresentará histórias de brasileiros que lutam para defender animais maltratados.
O programa falará também sobre a importância da proteção animal, mostrando o trabalho de protetores que recolhem, tratam e colocam para adoção animais resgatados.
Fonte: http://www.anda.jor.br/2011/06/30/globo-reporter-mostrara-dedicacao-de-protetores-que-salvam-e-cuidam-de-animais/

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ADOÇÃO ESPECIAL

ADOÇÃO ESPECIAL URGENTE! FILHOTE DE POODLE ABANDONADO NA RUA, SEM OS DOIS GLOBOS OCULARES. ESTÁ EM CANOAS.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

"Adotamos uma cadela cega e idosa"

ANÚNCIO DE CADELA para adoção: Nina é uma mestiça de Poodle, tem 15 anos, é completamente cega, tem uma infecção no ouvido e na boca, tumores na cadeia mamária, não é castrada e perdeu todos os dentes.
VOCÊ e qualquer pessoa se perguntaria: quem – em sã consciência – adotaria uma cachorrinha nessas condições? Pois Danielle Travassos e Juliana Kobayashi, de São Paulo (SP), levaram Nina para casa há alguns meses para fazer companhia ao Zeca, outro Poodle adotado de um abrigo. “Resolvemos adotá-la porque ninguém faria nestas condições, mesmo sendo pequena e muito ativa”, conta Danielle. Na verdade, quando as duas escolheram Nina entre tantos cães no Clube dos Vira-latas, só sabiam que ela era cega e com uma boa idade. “Com tantos problemas, não hesitamos em submetê-la a uma operação completa e em menos de um mês conosco, ela se curou de tudo, menos da cegueira”, explica Juliana.
PRIMEIRAS lições

OS DESAFIOS de Danielle e Juliana estavam apenas começando. No primeiro passeio com Zeca e Nina, logo perceberam que precisariam desenvolver uma técnica para ajudar Nina. Por isso, além de levá-la para passear por ruas mais calmas, também carregam um sininho para a cadela se guiar pelo som. “Ela precisa ser estimulada por sons, então falamos bastante com ela”, revela Danielle. Por não possuir dentes, as duas também deixam a ração de molho em água para facilitar a mastigação. Mas nem todos os desafios foram superados. “No caso do xixi, ainda estamos tentando ensiná-la a fazer no lugar certo do apartamento, mas está difícil”, conta Danielle com bom humor.
O MAIOR problema de cães nas condições como Nina, entretanto, é o preconceito. Danielle e Juliana contam que vários amigos chamam a cadela de “anormal” ou que as duas teriam adotado uma cadela morimbunda. No entanto, as duas revelam emocionadas: “queremos que Nina tenha todo o cuidado e carinho que talvez nunca tenha tido em sua vida. Abandonar um cachorro neste estado é abandoná-lo quando ele mais precisa.
AS DIFICULDADES de adaptação de Danielle e Juliana são comuns entre muitos donos de cães com deficiência visual. Por isso, conversamos com o adestrador Gustavo Campelo e colhemos dicas preciosas de como vencer esses desafios. Confira no próximo post.
Por Renata Faggion, do Canina Blog.
SÓ POSSO DIZER: PARABÉNS GURIAS LINDAS, PELO AMOR SINCERO DE VCS!! NADA DE TER PENA SOMENTE AMOR! BJKS CECÍLIA.

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