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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Kanga encontra um lar!



A vida do cachorro Kanga começou cheia de dificuldades: ele é cego e tem um defeito congênito nas patas da frente. Não se sabe o motivo, mas o golden retriever e seu irmão foram abandonados em um terreno.
Por sorte, os dois cães foram encontrados pela equipe da Tails Of Hope, uma ONG que resgata, abriga e incentiva a adoção de animais.
Kanga não deixa que a cegueira o impeça de agir como qualquer outro cachorro, ele se guia pelos passos de quem estiver ao seu lado. Além disso, ele é um cão muito feliz e carinhoso, que adora brincar e ficar perto das pessoas.
Infelizmente, cachorros com deficiência não são tão desejados e ficam mais tempo nos abrigos, até que alguma alma bondosa decida levá-los para casa.
Demorou 8 meses para Kanga ser adotado. Ele foi morar com seu novo tutor John e ganhou uma irmã canina chamada Gracie, que age como sua guia.
Kanga já se habituou em seu novo lar e, em apenas dois dias, memorizou o local do pote de água.
Um vídeo de incentivo a adoção de cães e, especialmente, aqueles com alguma deficiência foi feito por The Pet Collective Cares.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Pig, cachorrinha mais que especial faz sucesso nas redes sociais

Uma cachorra chamada Pig está fazendo sucesso na Internet. Ela tem esse nome porque nasceu com deformações que fazem com que tenha uma aparência diferente.
Pig nasceu sem uma parte de sua espinha dorsal e sem algumas costelas.
A vida da cachorra não começou de maneira tranquila, ela foi abandonada junto de suas irmãs numa floresta de Alabama, nos Estados Unidos. E foi a Pig quem salvou a vida de todas, porque ficou latindo e conseguiu chamar a atenção de uma mulher que passava pelo local.
Pig encontrou seu novo lar com Kim Dillenbeck, que ficou sabendo da história da cachorra quando estava passando o natal na casa de sua irmã, na cidade de Jefferson.
Kim disse que se deu bem com Pig logo que a conheceu e soube o que fazer imediatamente:
“Rapidamente, eu decidi ser sua mãe porque ela provavelmente não viveria. Nós supomos que agora ela estaria sufocando por causa de seus próprios órgãos, ou algo assim, por causa de sua forma.”
Kim também contou ao AL.COM que a mulher que encontrou Pig na floresta ouviu do veterinário que a cachorra teria que ter sua morte induzida.
Sobre a raça da cachorra, Kim diz que talvez poderia ser uma Akita, mas não dá para saber com certeza, então é uma SRD. E ela já tinha o nome Pig quando foi adotada.
A cachorra está com 8 meses de vida e ainda vai crescer.
Pig fez sucesso no festival Do Dah Day, que acontece todos os anos na cidade de Birmingham, Alabama. Esse evento existe desde 1979 com o objetivo de arrecadar dinheiro para instituições e abrigos que ajudam animais. Todos queriam tirar foto com a cachorra e sua história se espalhou pela Internet.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Xodó, plataforma de “crowdfunding” animal, mobiliza centenas de pessoas e dá início à transformação colaborativa!

Campanhas em prol da causa animal financiada pelas pessoas através de um sistema simples, prático e transparente de crowdfunding (financiamento coletivo). Esse é o trabalho desenvolvido pela startup Xodó, que em menos de dois meses no ar já contabiliza dois projetos concluídos.
O primeiro êxito veio com o projeto UMAVET da Ampara Animal, campanha de arrecadação de fundos para a criação de uma Unidade Móvel de Atendimento Veterinário gratuito. A UMAVET levará atendimento eficaz de prevenção e combate de doenças a animais abandonados ou em posse de quem não pode pagar por uma consulta. Com mais de 300 apoiadores, entre empresas e pessoas físicas, o projeto atingiu 109% de sua meta, totalizando R$87.379,48.
A segunda conquista se deu com o apoio de 47 doadores, que contribuíram com R$20.020,00 para a construção do Centro Cirúrgico da Associação Natureza em Forma. O projeto foi elaborado para aumentar o número de castrações realizados pela organização e poder atender a demanda de consultas da região, das ONGs parceiras e protetores independentes.
No site está também ativa a campanha da ULA – União Libertária Animal, destinada ao desenvolvimento de cartilhas infantis de respeito aos animais, que em menos da metade do prazo já atingiu 65% de sua meta, estipulada em R$5.000,00. E novas campanhas já estão sendo analisadas para em breve entrarem no ar.
O Xodó
Xodó é primeiro site de financiamento coletivo (crowdfunding) voltado exclusivamente para a causa animal que não cobra taxa de comissão. Um canal de fácil acesso e de abrangência nacional.
O Xodó promove e engloba projetos com animais domésticos, silvestres ou de circo, além de movimentos vegetarianos e veganos. Todo projeto que visa cuidado, respeito, preservação e proteção aos animais recebe atenção redobrada da equipe.
A criadora e CEO se chama Raphaela Rondon. Ela é formada em Relações Publicas, pós graduada em Gestão de Projetos Sociais e desde sempre apaixonada por bichos. Luta por uma realidade melhor para os animais, e encontrou no Xodó a maneira de contribuir para esta conquista.
Mais informações e solicitações de entrevista:
www.xodo.juntos.com.vc
raphaela.rondon@xodo.com.vc
(11)98164.8764

Abelhas estão entrando em extinção, Reino Unido apela ao público para salvá-las

Cinco passos podem ajudar a conter o declínio das populações de abelhas e outros polinizadores vitais para manter a cadeia alimentar da qual as pessoas dependem, afirmaram as autoridades britânicas nesta semana ao fazer um apelo público.
Governos de todo o mundo têm se alarmado com o forte declínio no número de abelhas, que desempenham um papel fundamental nos ecossistemas, especialmente nos cultivos que compõem grande parte da alimentação humana.
Segundo a agência France Presse, os cinco passos são: plantar mais flores, arbustos e árvores ricas em néctar e pólen; deixar trechos de terra livres para o crescimento de plantas silvestres; aparar a grama com menos frequência; evitar perturbar ou destruir insetos aninhados ou em hibernação; e pensar cuidadosamente antes de usar pesticidas.
"Polinizadores como as abelhas são vitais para o meio ambiente e para a economia, e eu quero assegurar que faremos tudo o possível para salvaguardá-los", disse o vice-ministro de Meio Ambiente, Rupert de Mauley.
"É por isso que estamos encorajando a todos para que adotem algumas poucas ações simples e façam seu papel em ajudar a proteger nossas abelhas e borboletas", acrescentou.
Estratégia nacional para polinizadores
Os cinco passos impulsionados pelo Ministério do Meio Ambiente são divulgados antes da publicação pelo governo, prevista para este ano, de uma estratégia nacional para proteger polinizadores.
A organização Amigos da Terra saudou a iniciativa, mas instou o governo a trabalhar para limitar o uso de pesticidas, que se acredita ser um fator chave neste declínio.
"O governo também precisa desempenhar seu papel, fortalecendo sua vindoura Estratégia Nacional de Polinizadores para responder a todas as ameaças que as abelhas enfrentam, especialmente apoiando os fazendeiros a reduzir o uso de pesticidas e contendo a perda continuada de hábitat vital como as pradarias", disse o diretor executivo Andy Atkins.
O governo britânico tem sido criticado por se opor às restrições da União Europeia ao uso de vários neonicotinoides em cultivos favorecidos pelas abelhas. As substâncias têm sido vinculadas ao declínio nas populações de abelhas e aves.
Importância das abelhas
A mortalidade de abelhas ao redor do planeta ameaça ambos os processos. Entre as possíveis causas já listadas estão o uso excessivo de pesticidas, como os neonicotinoides, excesso de parasitas que afetam esses insetos, poluição do ar e da água, além do estresse causado pelo gerenciamento inadequado das colmeias.

Investigar essas e outras hipóteses é importante, porque pode evitar um possível caos ambiental. O declínio põe em risco a capacidade global de produção de alimentos.
Para se ter ideia, segundo a Organização das Nações Unidas, os serviços de polinização prestados por esses insetos no mundo – seja no ecossistema ou nos sistemas agrícolas -- são avaliados em US$ 54 bilhões por ano. Além disso, 73% das espécies vegetais cultivadas no mundo são polinizadas por alguma espécie de abelha. Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2014/07/reino-unido-apela-ao-publico-para-tentar-salvar-abelhas-da-extincao.html

Startup desenvolve aparelho que detecta problemas cardíacos

Em Florianópolis, capital de Santa Catarina, os empresários Gabriel Paim, Lucas Neves e Jonatas Pavei montaram uma startup que desenvolve equipamentos médicos e veterinários de alta tecnologia. O principal produto é um aparelho que faz eletrocardiograma em animais de estimação.
O equipamento, cuja fabricação é terceirizada, é portátil, custa R$ 4 mil e deve ser conectado a um notebook e a um simulador de sinais cardíacos. O aparelho já está no mercado e a expectativa é que as vendas cresçam nos próximos anos. Uma clínica de animais de estimação em São Paulo comprou o aparelho. O veterinário Luís Felipe dos Santos, especialista em cardiologia, afirma que o produto tem ajudado muito nos diagnósticos.
A startup recebe suporte de uma incubadora de Florianópolis, apoiada pelo Programa de Incentivo e Gestão de Negócios do Sebrae, para crescer no mercado. A incubadora apoia também outras 17 startups, sendo que 6 delas estão instaladas na própria incubadora, e as outras recebem suporte à distância.
CONTATOS:
SEBRAE
Central de Relacionamento: 0800-570-0800
www.sebrae.com.br
INPULSE (DESENVOLVEDORA DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS E VETERINÁRIOS)
Contato – Empresário: Gabriel Veloso Paim
Av. Desembargador Vitor Lima, 260, sala 908 – Trindade
Florianópolis/SC – CEP: 8040-900
Telefone: (48) 3721-8758
Site: www.inpulse.med.br
INCUBADORA MIDI TECNOLÓGICO (INCUBADORA DE EMPRESAS)
Contato – Coordenador: Gabriel Santos
Rua Patrício Farias, 131, sala 502 – Itacorubi
Florianópolis/SC – CEP: 88034-132
Telefone: (48) 4009-3223 

Roo, uma dachshund mais que especial...

Roo é uma Dachshund especial que mora nos Estados Unidos. Logo que ela nasceu, na companhia de mais três irmãos, todos souberam que ela era diferente. Suas duas pernas dianteiras eram bem menores do que deveriam ser.
Com o tempo, Roo foi crescendo em uma cadela saudável e o problema de suas pernas dianteiras se tornou um mero detalhe.
Quando ela não está se movimentando apenas com as patas traseiras, ela não encontra nenhum obstáculo em acompanhar os irmãos em passeios com seu carrinho.

Cachorros de cadeiras de rodas se divertindo....

Cachorros com deficiência costumam ser os últimos a serem adotados. Felizmente, existem algumas pessoas dispostas a ajudar e Gritta Götz é uma delas. Gritta administra um santuário de animais na Alemanha, para dar uma vida melhor a esses cães.


Pets velhinhos merecem todo seu amor até a despedida....

As quatro patas da Mel já não correm com a mesma agilidade de quando entraram na vida da família Coelho, 14 anos atrás. A cocker spaniel prefere passar os dias deitadinha, mal senta, e se cansa logo no início da caminhada. As orelhas compridas não ouvem tão bem quanto antes. Os olhos que hoje aparentam cansaço de quem muito viu a tutora chegar em casa, também estão deixando de funcionar aos poucos. É hora de se preparar para a despedida.
Que eles vivem menos do que nós, isso é certo. A expectativa de vida de um pet varia de acordo com a raça, mas não vai além dos 16, 17 anos. Por terem menos tempo, parece que eles têm a necessidade de aproveitar tudo ao máximo. Latem, brincam, sorriem, dão amor e fazem arte para que a vida não passe batido. Nem a deles e nem a nossa.
“A Mel entrou na nossa vida assim, eu tinha um poodle que levava num pet shop e um senhor de lá me ofereceu ela. Queria vender, eu disse que eu não comprava cachorro, porque tinha muitos de rua, mas se ele quisesse dar, eu pegava”, relembra a aposentada Joelma da Silva Coelho, de 68 anos.
Uma bela noite, o mesmo senhor bateu à porta de Joelma. “Quando eu abri, ela correu e pulou em cima do sofá, tinha quatro meses, era magrinha. Eu perguntei e aí vai me dar ou vai vender e ele respondeu que ia me dar”. As travessuras de Mel levavam a tutora à loucura. As portas do quarto precisavam ficar fechadas e a casa teve de abandonar o hábito das plantas. As colchas de cama viravam chupeta para a cocker até que fossem furadas e nas plantas, a filhote enxergava um inimigo em potencial, porque quando menos se esperava, estava ela destruindo o vaso.
“Olha eu só fiquei com ela porque eu gosto muito de cachorro mesmo”, lembra. Mel já tinha passado por seis casas, mas só encontrou um lar com Joelma. “Agora ela está com 14 anos e não quero nem pensar, se um dia…” A frase ela não termina. O medo da despedida cala a voz e as palavras. Na teoria Joelma sempre soube que aquela filhote morreria um dia.
“Hoje ela é assim, muito mais calma, mas foram quase duas eutanásias. A veterinária sempre disse que ia tentar, mas que não sabia se haveria um jeito. Uma das vezes, uma doença na pele evoluiu tanto que Joelma não queria chegar até a clínica. “Meu medo era chegar lá e ter uma notícia ruim. Dessa vez eu cheguei e ela estava me esperando no portão com um lacinho. A veterinária só disse que era um milagre e porque ela era muito amada”, afirma.
Amor nunca faltou à Mel. A tutora já tinha experiência com cães, inclusive da raça da cadela, e sabia que cedo ou tarde, teria de se despedir. “Essa raça não dura tudo isso, vai no máximo até 11, 12 anos”, tenta se consolar. Joelma sabe que a partir de agora o caminho é o de se despedir.
Mel é quase gente na casa e se fosse pessoa a tutora avalia que seria das melhores para se conviver. Ela que sempre morou em apartamento já dividiu teto com cachorro, seis filhotes recém nascidos da “irmã” e gatos. Mas o que gosta mesmo, além do carinho da tutora, é de laranja. Quando Joelma chama para comer “lala”, ela espera que descasque a fruta e se esbalda.
O cenário de uma cadela brincalhona e espevitada tem ficado no passado. “Ela já anda muito devagar, às vezes para na rua e eu tenho que carregar, levantar ela é um custo”, comenta Joelma – em parte porque o animal sempre esteve acima do peso.
“Eles se tornam da família, sabe? Os cachorros, eles não cobram nada de você, são uma retribuição infinita do amor que a gente dá. Pode chegar em casa chateado, que ao abrir a porta, a primeira coisa é encontrar com eles e eles nem querem saber se você trouxe alguma coisa”, explica.
Nos dias de angústia, tristeza e até solidão, Mel foi a fiel escudeira. “Ela põe a patinha na minha perna como quem diz: não fica assim. Ela é uma grande amiga, minha companheira e nós já passamos por altos e baixos”, relata.
Agora o relógio corre mais rápido, os ponteiros puxam consigo os dias do calendário, diminuindo assim o tempo de Mel na casa onde fez um lar. “Eu me arrependo de nunca ter deixado ela cruzar. Quando eu perder ela, não vai ter mais nada aqui para falar, era da Mel. A gente nunca está preparado. Eu tenho que estar, eu sei disso, é a vida. A gente nasce e morre, mas vou sentir falta, muita falta”.
Fujona até hoje – Nas nossas andanças em busca de cães na terceira idade, encontramos Kiara Pelúcia. O nome completo é este, mas a tutora, Jacqueline Nascimento, de 32 anos, nunca a chamou assim, nem para dar bronca, o que segundo ela, nunca foi preciso.
Aos 15 anos, Kiara é fruto de uma mistura de fox paulistinha com pequinês. Nasceu branca e chocolate, mas agora as manchinhas coloridas deram lugar aos pelos brancos. Ela já não ouve nada, nadinha mesmo. Para chamá-la é preciso ir até ela. A vantagem é que a pequenina continua espoleta como se fosse um filhote. “É que ainda não contaram que ela é uma idosa”, brinca Jacqueline.
A cadela foi dada por um amigo logo que nasceu e chegou à casa da tutora ainda como uma “bolinha de pelo”. A surdez de hoje foi gradativa, no entanto ano passado ela ‘baqueou’ mais um pouquinho e já começou a preparar a família para sua despedida. Kiara teve um tumor na mama, correu risco na cirurgia, mas teve uma recuperação milagrosa.
Nos 15 anos de vida, Kiara já fez até aula de dança com a tutora. “Ela foi me seguindo até lá, quando eu vi, não dava para trazer ela de volta, então ela entrou comigo. Ficou deitada de barriga para cima como eu e ficava me olhando”, recorda uma das histórias que vai ficar para sempre na memória de Jacqueline.
“A morte é inevitável, é a única certeza da vida. A gente pode até falar que está preparado, mas nunca está”, comenta. E não é que durante a entrevista, a cachorrinha escapou pela grade do portão e fugiu pra rua? Continua fujona e dando susto até hoje.
O Soneca – Com 17 anos de vida, o cachorro “salsichinha” ganhou o nome devido ao sono que sempre foi em abundância. Hoje, ele se locomove pela casa bem devagar, já não sobe ou desce degraus sozinho e nem ouve quando alguém o chama.
A tutora, Lenita Cavalheiro de Lima, de 54 anos, teve de aprender a assoviar. “Só assim que ele escuta”, explica. As complicações da idade lhe tiraram além da audição, a visão nítida e em troca disso deixaram a sensação de frio e problemas renais. “Ele só fica de roupinha porque sente muito frio”, afirma. Há cinco anos ele saiu para passear e não voltou por 15 dias. Depois do sumiço repentino, passou a começar a apresentar problemas. “Ele vai fazer 17 anos, é membro da família, presenciou tudo. O crescimento do meu filho”, conta.
Se não tivesse o Soneca na casa, era certo que haveria outro cão. “Cachorro sempre traz harmonia para a casa. E eu só peço a Deus, quando ele for, para que não sofra”.
A expectativa de vida dos cães aumentaram de uns anos para cá, devido aos cuidados com alimentação, vacina e visitas ao veterinário, mas nada que ultrapasse a maioridade, ou seja, os 18 anos. Veterinária Débora Cristina Ribeiro Lachi, de 37 anos, explica que a anatomia dos cães é inversamente proporcional à expectativa de vida deles. “Quando maior o porte, menos dura o cachorro. Um poodle pode durar até 17 anos, um rottweiler até 10″.
De um modo geral, a partir dos 9 anos, os cães já precisam mudar a alimentação e adotar a ração específica de idosos. “Alguns apresentam cataratas, problemas de visão, articulares”, explica.
Há 11 anos na área, ela já viu tutores sofrerem muito quando a temporada das despedidas é aberta. “Às vezes a pessoa tem cachorro desde que o filho nasceu. Há os que sabem que o animal não vai durar muito, mas faz o possível para melhorar a sobrevida”, afirma.
Sobre o que sempre se ouviu, de que para morrer os cães se afastam dos tutores, Débora explica o porquê se entendeu por tanto tempo que este era um hábito dos pets. “Antigamente o cão ele não ficava próximo da residência, dentro de casa, ele ficava no quintal. O que se percebia era que com o tempo ele não vinha mais ao encontro do tutor e ficava essa impressão, mas acredito que é exatamente ao contrário. Hoje eles convivem mais perto, dentro de casa e para mostrar que não estão bem é que eles se aproximam. O convívio e a socialização do cão com o homem é muito maior”, considera a veterinária.
O melhor amigo do homem também parte. Mas diferente dos tutores, eles não esperam a velhice para mostrar o amor que sempre tiveram no coração.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Mocinha, uma linda história de amor!

Através do Facebook conheci a história de Mocinha, por sinal uma história linda.
Peço à gentileza de lerem e se tiverem alguma idéia do caso por favor entrem em contato comigo.
Resumindo: Mocinha nasceu em Osasco(SP), provavelmente teve cinomose, viveu nas ruas, em lares, clínicas, no Centro de zoonoses.... até que foi traçado seu destino: o sacrifício. Mas sua atual tutora Júlia sabendo deste desfecho foi até o local e adotou a pobre cachorrinha.
Então começa a história de amor de Mocinha e sua nova família. Recebeu um nome, recebeu amor, um lar, amigos e tutores maravilhosos.
"Até que Um ano se passou e uma doença encubada se manifestou. Degenerativa. Talvez sequela da cinomose, ninguém nunca soube diagnosticar.
Primeiro o latido foi ganhando ares de rouquidão. Depois as patas traseiras começaram a não suportar o peso do corpo. Sem tratamento adequado em Campos do Jordão, Mocinha veio para São Paulo onde ganhou um novo lar e novos irmãos e irmãs. Ganhou, ainda, uma cadeirinha especial para dar suporte ao corpo. Com as patas da frente ainda conseguia se movimentar, correr, ir ao banheiro sozinha.
Paralelamente visitou inúmeros veterinários, neurologistas, curandeiros de toda sorte. Ultrassom, exame de sangue, raio-X, ressonância magnética. Nada. Tudo ok. Diagnóstico fechado? Nenhum. Suspeitas? Muitas. Concluiu-se tratar de uma “doença degenerativa”, a única resposta possível com ares de seriedade e “profissionalismo”.
Manteve constante fisioterapia e acupuntura para não permitir completa atrofia muscular e nervosa. Alimentação normal, banhos regulares, música erudita para relaxar. QUALIDADE DE VIDA. Nenhuma dor, vida normal, feliz!
Dia após dia e as patas da frente ficavam cansadas com mais rapidez. Os músculos já não suportavam o corpo, as caminhadas de 20 minutos deram lugar a saídas curtas e, em pouco tempo, a cadeirinha especial caiu em desuso. Os latidos roucos agora eram sons abafados. Projetos de latido. O músculo da bexiga, responsável pelo movimento de contração e liberação da urina, ficou incontinente, sem controle algum. Assim se manifestava sua doença degenerativa, assim começou sua paralisia completa.
De veterinário em veterinário, também nas conversas e nas redes sociais, não faltaram indicações sobre o que seria o senso comum para o caso da Mocinha: a eutanásia. Não pelo animal, mas pelo trabalho que daria aos tutores. Da forma como entrava por um ouvido, saía pelo outro. Nunca foi assunto na nossa mesa, nunca foi sequer uma hipótese,desistir NUNCA foi uma opção.
Com o tempo os sintomas da doença estagnaram. A tetraplegia permaneceu, os latidos secos e ocos também, a urina passou a ser retirada da bexiga com a ajuda da palma da mão no lugar certo. Mocinha nunca sentiu dor, nunca soube o que é sofrer, talvez até hoje sequer saiba que carrega uma doença tão avassaladora.
Qual seria, portanto, o nosso direito de tirar-lhe a vida, se a garantia dos direitos e do acesso a coisas essenciais como o carinho, o amor, o alimento, a higiene e a família estava, enfim, assegurada?
Esta é, portanto, a história da Mocinha: uma cachorra resgatada das ruas de Osasco, salva de um sacrifício anunciado, que foi morar em Campos e passou a manifestar os primeiros sintomas de uma misteriosa doença. Veio para SP e ficou rapidamente tetraplégica (ou seja,ela movimenta apenas a cabeça). Hoje se dedica exclusivamente a ser FELIZ e a proporcionar aos seus tutores ainda mais felicidade. Enquanto ela quiser viver, assim a ajudaremos, com acupuntura, musicoterapia, fisioterapia e a mais nova tentativa de tratamento através de células-tronco.
Vida longa e feliz, Mocinha!"
Para Júlia, sua tutora: Querida conte conosco! Força e parabéns pela sua dedicação. Bjks Cecília.
Fontes: http://www.tudosobrecachorros.com.br/blogs/diario-de-uma-mocinha
https://www.facebook.com/DiarioDaMocinha?fref=ts 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Vitória & Lucí, uma linda história de amor


Vitória é uma llasa apso com idade estimada de 12 anos, mas acaba de chegar na casa da secretária aposentada Lucí Ferreira da Silva, de 64 anos. Na quinta (20), Lucí abriu a porta e o coração para receber a cadelinha, que está com tumores no corpo, cega e surda.
O médico veterinário disse que Vitória tem pouco tempo de vida, mas Lucí não se importa. “Enquanto ela viver, vou fazê-la o mais feliz que eu puder”, garantiu a secretária.
Vitória chegou à vida de Lucí graças a dois amigos que encontraram a cadelinha na rua. Doente, ela estava caminhando com dificuldade e com a língua para fora. Eles resgataram a peludinha e levaram ao veterinário. Sem poder ficar com ela, pediram ajuda a Lucí, que tem um histórico de ter protegido outros cães e gatos. “Infelizmente, é muito comum abandonarem animais doentes e velhos. Vou ficar com ela até a última hora”, diz Lucí, afirmando que gostaria que quem a abandonou visse que Vitória está bem cuidada agora. “Um animal é para o resto da vida. Na maioria das vezes, os humanos é que são os irracionais”,  diz a nova amiga de Vitória.
Lucí apoia a promoção “Ame o Seu Pet”, que reverte parte da verba arrecada para a ONG Clube dos Vira-Latas. Para participar, junte sete selos mais R$ 9,90 e troque por miniaturas de cães e um produto Sanol Dog. Você ainda pode concorrer a uma viagem à Disney.

sábado, 26 de novembro de 2011

Oskar, o gatinho cego aprendendo a brincar(quando era bebê)

Estava lendo o maravilhoso blog Mãe de Cachorro também é Mãe, da minha amiga Ana Corina, quando li este post e resolvi postar tb.... Sensacional!!
Este é o mesmo gatinho, o Oskar, que postei anteriormente brincando com o secador de cabelos, lembram?
"Preparem os lencinhos, por que o vídeo é pura emoção. Traduzi pra nós o texto explicativo sobre o pequeno Oskar. Ele tinha 8 semanas de vida quando o vídeo foi feito e estava separado do Klays, o outro gato da família, por uns dias. Hoje os dois são melhores amigos!
Alguns de vocês pediram mais vídeos do Oskar, então aqui vai… Fiz este vídeo um dia depois de o adotarmos. Como ele é completamente cego (nasceu sem olhos formados), demos a ele algumas bolas com guizos dentro. Como vocês podem ver, eles consegue “enxergar” as bolas usando a audição! Ele é um gatinho tão feliz e inspirador… somos abençoados por tê-los conosco."
Fonte: http://www.maedecachorro.com.br/oskar-o-gatinho-cego-e-seus-primeiros-brinquedos-emocionante.html

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cachorra tripé vence campeonato de frisbee

Com apenas três semanas de vida, Maty foi abandonada na garagem de um motel em Oregon, nos Estados Unidos. Após ser encontrada pela equipe de funcionários do local, a cadelinha foi acolhida por um abrigo de proteção aos animais.
Prestes a ser adotada por uma casa de repouso para idosos, Maty foi atingida por uma séria infecção e uma de suas patas precisou ser amputada. Após a cirurgia, a cachorra foi submetida a sessões de “fisioterapia” canina, nas quais desenvolveu verdadeira paixão pelos esportes.
Desde os noves meses de idade, Maty adora brincar com frisbees. “Certa vez, jogamos o disquinho para ela buscar e, apesar da dificuldade para correr, ela nem olhou para trás”, contou Lynne Ouchida, de 47 anos, que ajudou na recuperação da cadela.
De acordo com informações do jornal Daily Mail desta sexta-feira (18/11), recentemente Maty venceu um campeonato canino de frisbee.
Além de atleta, Maty costuma visitar escolas infantis a fim de que sua história de superação sirva de exemplo para os pequenos. “O objetivo é mostrar que, apesar de ter uma pata a menos, Maty vive como um cão qualquer”, disse a guardiã Lynne.
Por Juliana Bacci.

Cachorro vítima de maus-tratos sofre de problemas mentais e precisa de ajuda veterinária, no RS

Este é um apelo de uma protetora já sem condições de sequer pagar um taxi dog e uma consulta veterinária. Tenho muitos casos, alguns estão comigo há muitos anos. Mas este é um apelo especial a este peludão, porte grande, pelo bem tratado e brilhante. É um cão jovem, mas foi vítima de agressão e enforcamento, desde então ele está na casa da minha mãe; Uma senhora idosa , com o pé fraturado, sem conseguir andar, e ainda outros cães para cuidar.Ele apresenta confusão mental, é um animal especial e, a cada dia que passa, isto fica mais claro. Ele passa minutos olhando para o nada e parece estar muito depressivo. Tem uma parte da cabeça bem mais alta que a outra, por possível espancamento. Ele também apresenta crises convulsivas, não muito graves, mas fica se debatendo por alguns minutos.
Se alguém puder ajudar este grandão, amado, meigo, carinhoso, porém não está recebendo nenhum tipo de atendimento veterinário. Esta na zona rural de Porto Alegre (RS), isto dificulta ainda mais minhas possibilidades de interna-lo, pois não possuo carro.
Contato: Mara 51- 97922419 – marasantos1973@hotmail.com
Gente querida vamos contribuir?!! Entrem aqui: http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=112071
Fonte: http://www.anda.jor.br/18/11/2011/cao-vitima-de-maus-tratos-sofre-de-problemas-mentais-e-precisa-de-ajuda-veterinaria-no-rs

domingo, 13 de novembro de 2011

Elefanta que perdeu perna em mina terrestre recebe prótese

Membro artificial foi colocado em hospital de elefantes na Tailândia.
Animal foi vítima de arma explosiva em área fronteiriça.

A elefanta Mosha, de 6 anos de idade, pisou numa mina terrestre há cinco anos na fronteira entre Tailândia e Mianmar, o que a fez perder a perna. Na foto divulgada nesta quarta-feira (9), ela aparece ganhando uma prótese para repor o membro perdido, no hospital de elefantes da província de Lampang, no norte tailandês.
Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/11/elefanta-que-perdeu-perna-ao-pisar-em-mina-terrestre-recebe-protese.html?utm_source=g1&utm_medium=email&utm_campaign=sharethis

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Vamos ajudar a Boneca e a Bárbara em Minas??!!

Gente Querida vamos ajudar essas mineiras!!!
"Boa noite Cecilia! Encontrei seu blog através de uma pesquisa que tenho feito sobre cães com paraplegia, pois domingo passado encontrei uma cadelinha recém parida atropelada na rua e tentando, sem sucesso, se levantar. Levei ao veterinario e ele constatou uma lesão medular possivelmente irreversível. Então vim procurar um método de fazer uma dessas cadeirinhas pra ela.
O problema é que eu não posso ficar com a Boneca, pq minha mãe expulsou a gente daqui de casa (a cachorra e eu). Tá dificil encontrar alguém que possa cuidar dela, por mais doce e carinhosa que ela seja, e nao posso deixa-la no hospital, pq nao tenho condiçoes financeiras de custea-la lá. Mas gostaria de tentar procurar de todas as formas possíveis encontrar algum companheiro(a) pra ela antes de ter que optar pelo sacrificio dela...
Gostaria de saber se vcs nao conhecem alguma instituiçao em MG (Belo Horizonte), ou pessoa que poderia adotar ela...
Só posso deixa-la no hospital até quinta, entao se souber de algo que possa ajuda-la, qlqr coisa, por favor, eu agradeceria mt.
Achei muito bacana a ideia do blog em difundir as mais variadas experiencias com animais com deficiência. Se mais pessoas soubessem que nao é uma coisa do outro mundo, achar-lhes um lar seria mt menos dificil.
Desde ja agradeço a atenção.
Bárbara e Boneca."
PS: Bárbara me envie seu email, eu não o publicarei, mas assim posso te contatar.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Série de fotos mostra lindos cães deficientes

A premiada fotógrafa Carli Davidson faz imagens incríveis com animais. Suas fotos costumam tocar as pessoas, como foi o caso da série divertida Shake, que mostra cães se sacudindo. Agora, a artista foi ainda mais longe e clicou peludos deficientes de um jeito muito peculiar e ainda mais tocante.
O ensaio comove, mas não pela tristeza e sim pela alegria. A série, que faz parte do Projeto Animais com Deficiência, mostra que mesmo sendo diferentes da maioria, os animais são felizes, não sentem dor e continuam sendo os grandes companheiros dos homens. Mais uma lição para aprender com ele!
Por Luciana Florence.
Fonte: http://colunas.criativa.globo.com/bicharada/2011/10/14/serie-fotografica-mostra-caes-com-deficiencia/

domingo, 16 de outubro de 2011

Gatinho cego "briga" contra secador de cabelo e faz sucesso no Youtube

A princípio a combinação secador de cabelo e gatinho não parece ser uma boa coisa. Mas esse vídeo com mais de 200 mil visualizações no Youtube ao menos serviu para assistirmos à determinação de um bichano em uma batalha épica contra... o vento.
O gatinho Oskar no video com 5 meses, nasceu sem os dois globos oculares, mas isso não o impede de ser pra lá de ativo e levar uma vida super saudável. Ele nem deve fazer ideia de quanta gente ficou cativada com todo o seu esforço. Da-lhe Oskar!
Fonte: http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2011/10/gatinho-cego-briga-contra-secador-de-cabelo-e-faz-sucesso-no-youtube.html

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Moradias projetadas para cães e gatos...

Gramado privativo
Mesmo morando em apartamento, em São Paulo, SP, o west highland white terrier Billy e o yorkshire Burtikus podem se dar o luxo de brincar na grama – e também usá-la para fazer as necessidades. Elaborado pela paisagista Ivani Kubo, o projeto foi pedido pela proprietária, que não tem tempo para passear com eles. na varanda de 8x4m, Ivani idealizou uma contenção de cruzetas de 3 x 0,75 m. dentro dela, colocou uma camada de argila, outra de manta geotêxtil, depois terra e grama-são-carlos. “Essa grama é adequada porque não pinica os cães”, diz a profissional.
Em vez de apenas colocar móveis, a paisagista fez desta varanda um jardim, com pedriscos e frutíferas.
Billy brinca na grama-são-carlos que cresce a pleno sol. “Se a varanda for sombreada, recomendo a grama-de-santo-agostinho”, diz Ivani Kubo.
Toalete ao fundo
Mogli, Jéssica e Bianca vivem num espaço considerado, para os padrões caninos, uma mansão. Construído pelos proprietários Luiz Otávio Debeus e Tadeu Masser, o canil de 30m² tem área de convivência, dois quartos e, nos fundos, um “banheiro”, que ocupa 3,60 x 1,20 m. sobre uma camada de terra, foi colocada outra de areia. Por cima de tudo, seixos. A composição absorve o xixi e minimiza o odor. As fezes retidas na superfície são removidas com apá. “A manutenção é trocar areia e seixos a cada 3 meses”, diz Tadeu Nasser.
Nos fundos do canil, a faixa de terra, areia e seixos funciona como banheiro. Lá está o terranova Mogli, observado pela vira-lata Bianca.
Quarto de brincar e dormir
A Carioca Mirian dos santos estava na seguinte situação: cinco gatos e um terraço ocioso nos fundos de casa, no Rio de Janeiro, RJ. Decidiu transformá-lo no quarto de Tom, Penélope, Nina e Pabby–shaiene, a quinta gata, não se dá com os demais. Mais do que quarto, o espaço é um parque de diversões para os bichanos: há postes para escalar, patamares com rampas de acesso, arranhadores e brinquedos. O revestimento cerâmico do chão e das paredes favorece a limpeza. Aberturas com tijolos de vidro proporcionam entrada de sol. “O quarto é conveniente quando recebo visitas e preciso prender os gatos. eles não ficam confinados”, diz Mírian, autora do blog: bichanofeliz.blogspot.com
A gata Penélope se esparrama no quarto claro e ventilado, que tem arranhadores cilíndricos, fixados na parede, e nichos organizadores feitos de alvenaria.
Sob a pequena laje, caixas higiênicas (as azuis) são os “banheiros”. Dentro delas, há areia. Tijolos vazados foram estrategicamente colocados nessa área, para minimizar o odor. A bancada serve para dar banho e limpar as orelhas dos gatos.
Escalar o poste é uma das maneiras de pabby chegar ao patamar. Outros caminhos são as rampas e a escadinha presa a cabos de aço (ao fundo).
Tal dono, tal pet
Projetado pelas arquitetas Elaine Delegredo e Luciana Corrêa, este canil de 4,20 m² é a réplica da casa dos donos: tem revestimento de tijolo de demolição e telhado com caídas. Ali vive a cadela basset hound Patchola. Portas e janelas de vidro temperado garantem ventilação e entrada de luz. “Criamos um visor na altura dela, para que possa olhar o jardim”, conta Luciana. O piso, feito de cacos de azulejo, é idêntico ao que reveste toda a área externa da residência, em são Bernardo do Campo, SP.
Para proporcionar conforto térmico, o canil recebeu forro de madeira. Pelo visor, a “moradora” confere o movimento do lado de fora.
Favor apagar a luz
Dagoberto é um cãozinho cheio de nove horas. Tem seu lado certo no sofá – ai de quem sentar ali –, cumprimenta a vizinhança pessoalmente e só pega no sono no escuro. essa última peculiaridade obrigou sua dona, a designer Juliana Daidone, a providenciar uma casa que pudesse ser transportada pelos cômodos (Dagoberto se recusa a passar a noite do lado de fora). Feita de madeira, 39 x 52 x 50 cm,a habitação recebe um assa corrida e pintura no telhado – este, removível.Uma manta de couro ecológico, presa com velcro, reveste o lado de dentro.“ agora, ele dorme sossegado e quentinho,mesmo comas luzes acesas”, diz Juliana.
A casinha de Dagoberto tem a decoração de peças de ferro fundido com pintura eletrostática e recorte de madeira em forma de osso. As bolas de musgo sintético representam um “jardim”.
Texto Mariana Mello Moraes. Repórter de imagem Hélio de Oliveira. Fotos Ilana Bar.
Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI253797-16940,00-ANIMAIS+DE+ESTIMACAO+ELES+MORAM+BEM.html

Jardim para cães grandes...

Os mais de 1.000 m² deste jardim seriam suficientes para o convívio de cinco cachorras, não fossem todas da raça rottweiler. As fêmeas Joy, Nikita, Mel, Kinga e Luna usufruem a área verde, concebida pelo paisagista Gilberto Elkis, em esquema de rodízio. A medida, tomada pelos moradores, evita que os animais briguem feio no período em que estão soltos – característica das fêmeas da raça.
A casa, no Jardim Paulista, em São Paulo, tem muros altos. Para disfarçá-los, o paisagista usou bambus em conjunto. “Eles produzem sombra e criam uma alameda junto com os maciços de areca-bambu e as frutíferas (jabuticabeiras, amoreira, pitangueira e laranjeira), que pontuam toda a extensão do jardim”, diz Gilberto. Entre as árvores, as pisadas de ardósia, alternadas por pedriscos, ramificam-se e criam recantos para os moradores contemplarem o espaço.
No canil, as fêmeas ficam separadas por diferentes portas de acesso. Quando abre-se uma delas, a ferinha já sabe: é hora de brincar no gramado. Sem forrações, arbustos ou qualquer obstáculo que impeça a corrida, é nele que cada fêmea se exercita até cansar – e passar a vez para a próxima.
Na medida para cães
A raça do cachorro determina o tamanho do jardim. Para os de pequeno porte, uma área livre de 10 m2 a 15 m2 é suficiente. Já para os de grande porte, é preciso que o jardim seja superior a 20 m2.“Mais do que o tamanho, é necessário que a área tenha um gramado para ajudar no desenvolvimento da pisada do animal”, afirma o veterinário Rodrigo Caldas, da Policlínica Consolação, em São Paulo, SP. Segundo o veterinário, o pedrisco é a opção menos indicada porque dificulta a corrida. “Pisos emborrachados e pedras tipo miracema são as melhores alternativas aos pisos cerâmicos, que são mais escorregadios”, diz Rodrigo.
Por Thaís Lauton. Fotos Evelyn Müller.
Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI84003-16775,00-JARDIM+PERFEITO+PARA+CAES+DE+GRANDE+PORTE.html

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