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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Anjos de rodinhas

Tanto na mitologia como na ótica da religião, anjos são seres que têm asas. Entretanto, em Pinda, o autônomo Celso Hommer iniciou um trabalho denominado “Anjos de Rodinhas”. Ele ajuda cães deficientes a encontrarem uma nova forma de retomar uma vida normal.
Hommer constrói “cadeiras de rodas” adaptadas para animais de estimação sob medida. Esse trabalho é divulgado em uma página nas redes sociais e, por meio dela, inclusive, já conseguiu ajudar animais de outros estados, como Goiás, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.
“O dono (do cão) ajuda com material quando tem condições financeiras. Quando não, temos toda uma equipe que conhece e admira nosso trabalho e acabam colaborando por meio de doações. Eu faço a cadeirinha mas, por trás disso, existem várias pessoas que ajudam indiretamente”, revela.
Como tudo começou
Há dois anos, Hommer era funcionário do pedágio da Água Preta e, um belo dia, avistou uma cachorrinha que apareceu na ciclovia. Ele começou alimentá-la para criar uma relação de amizade, visto que seu objetivo era levar a cadela para casa, pois sabia que aquele ambiente era perigoso, principalmente devido ao trânsito.
Inicialmente, ela era meio arisca então, para essa aproximação, Hommer levava alguns petiscos até que a confiança fosse conquistada.
O acidente
Em meio ao desenrolar dessa nova relação de amizade e confiança, ele planejou um dia em que iria trabalhar de carro a fim de trazer a cadela para sua residência. Porém, foi informado de que não seria necessário ir ao serviço naquele dia.
Mesmo sem a presença de Hommer no local, a cachorrinha foi até lá e, como não encontrou ninguém que lhe oferecesse um petisco, acabou atravessando a pista – momento em que foi atingida por um automóvel. Os passageiros desceram do veículo e colocaram-na no acostamento, mas ela acabou se arrastando e entrando no matagal, onde ficou cerca de oito dias, pois ninguém conseguia encontrá-la.
Hommer escutava os latidos do animal e esperava o dia amanhecer para que a claridade o ajudasse a achar a pequena cadela. No oitavo dia, já sem esperanças, “Vi”, como é chamada, foi encontrada. “Ela estava só pele e osso e a pata traseira já estava em decomposição. Do jeito que peguei o animal, levei ao veterinário, que optou por amputar uma das patas e fazer curativo na outra que, uma semana depois, também foi amputada”, relata.
Convivendo com a deficiência
O autônomo comenta sobre o desafio de ter o primeiro contato com um animal deficiente. Ele comenta que a primeira atitude foi procurar uma cadeira de rodas para o animal. Mesmo assim, ela não se adaptou. “Diante disso, fui pesquisar na internet instruções para construir uma cadeira e acabou construindo a primeira cadeirinha de rodas de cano “pvc”. Hommer fez várias tentativas construindo cadeiras. Embora a cadela Vi não tenha se adaptado com a alternativa, ele acabou descobrindo, ali, uma forma de ajudar animais deficientes.
“As pessoas que sabiam que eu construia cadeiras, me falavam de animais com deficiência e eu me dispunha a ir até eles, tirar a medida e confeccionar as cadeirinhas. E foi assim que a ação começou. Por ajudar a minha cadela, comecei a ajudar os outros cães”, orgulha-se Hommer.
Cães
Apesar de tudo ter começado com a pequena Vi, ela nunca se adaptou às cadeiras. Dessa forma, ela anda se arrastando com o “toquinho” das patas e exige de Hommer um cuidado todo especial, pois tem a saúde frágil, principalmente quando se trata de bactérias.
“Como ela se arrasta mas precisa se exercitar, preciso levá-la sempre onde há grama. Assim, ela não se machuca e consegue brincar um pouco. Não a deixo andar no asfalto ou cimento para não machucar”, revela.
Anjos de Rodinhas
Hommer então, na intenção de ajudar os outros cães deficientes, criou uma página no Facebook. Quando começou a construir as cadeiras, teve o desejo de criar uma forma de divulgar para todo o Brasil. Assim, o trabalho foi disseminado e ele já atendeu pedidos de Goiás, Natal e sul do país, enviando a cadeirinha pelos Correios.
Projeto
Hommer ainda conta que a intenção é criar, a partir desse trabalho, uma associação de amparo ao cão deficiente, objetivo este que vem buscando consolidar. Além disso, também busca parceiros que possam colaborar com a iniciativa. “A causa animal é abrangente. Comecei com a cadeirinha de rodas e, quando vi, já estava me envolvendo com tudo. Os maus tratos começam com o dono que não cuida. Também existem os animais de rua, os animais doentes. Acabei me engajando na causa animal. Infelizmente, não posso resgatar nenhum animal, mas procuramos dar aparato para os donos que não têm condições, seja com alimentação, cuidados, veterinário entre outros. É cada um fazendo a sua parte para melhorar a vida dos animais”, afirma.
Em defesa dos animais
O autônomo levanta a bandeira pela defesa de cães com deficiência, pois muitas pessoas decidem descartar esses animais, acreditando que só porque não andam mais não podem ter uma vida normal. “Eu tenho uma deficiente em casa e ela convive normalmente. Não é só porque não está andando que deve ser sacrificada”.
Ajuda
Quem tiver um animalzinho deficiente e desejar entrar em contato, pode acessar a página https://www.facebook.com/anjosderodinhas?fref=ts

Roo, uma dachshund mais que especial...

Roo é uma Dachshund especial que mora nos Estados Unidos. Logo que ela nasceu, na companhia de mais três irmãos, todos souberam que ela era diferente. Suas duas pernas dianteiras eram bem menores do que deveriam ser.
Com o tempo, Roo foi crescendo em uma cadela saudável e o problema de suas pernas dianteiras se tornou um mero detalhe.
Quando ela não está se movimentando apenas com as patas traseiras, ela não encontra nenhum obstáculo em acompanhar os irmãos em passeios com seu carrinho.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Dominic, o cão galgo de 2 patas


Aos cinco meses, o cão galgo Dominic  sofreu um acidente de carro e perdeu duas pernas. Teve que amputar.
A família ficou arrasada. Mas ao acordar da cirurgia, Dominic mostrou a todo mundo que ele é muito mais forte do que pensam.
Em pouco tempo, já estava correndo. E quando voltou para casa, reencontrou ainda a namorada no portão.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Tucano tem o bico reconstruído em Porto Alegre/RS

Foram precisos quatro meses de tratamento e três operações para que o bico de um tucano fosse reconstruído e devolvesse a ele os movimentos para manter a alimentação adequada. Ele é atendido em uma clínica veterinária na zona norte de Porto Alegre desde janeiro, quando apresentou uma infecção que destruiu parte da estrutura da mandíbula.

Durante cerca de 45 dias, o animal de quatro anos foi tratado somente com antibióticos para eliminar a bactéria que agiu em seu bico. Devidamente registrada no Ibama pelo proprietário, a ave recebeu uma resina acrílica semelhante à usada por dentistas em próteses para fechar o machucado.

— Não existe uma técnica a ser seguida, tivemos que inventar uma maneira que consideramos a mais correta. Foram três reconstruções e esta última acredito que tenha sido a melhor. A tendência é que ele se recupere bem — explica a veterinária e cirurgiã Alessandra Roll.
Os especialistas ainda não sabem o que causou a infecção que fez o animal perder 20% do peso no primeiro mês de tratamento, um emagrecimento considerado "drástico" e preocupante. Em média, a ave pesa 500 gramas. Uma das hipóteses é o fato de o tucano-toco, como é conhecida a espécie, ter o costume de arrastar o bico nas grades de seu viveiro.

— A parte superior do bico estava se afastando da inferior devido à cicatrização do ferimento. Se a distância aumentasse, era possível que o animal não conseguisse mais pegar o seu alimento e, consequentemente, não comeria — observa Alessandra.

Segundo a veterinária, o corte no bico poderia facilmente provocar uma infecção generalizada e seria necessária uma cirurgia. O procedimento possui risco porque a anestesia em aves, que têm um rápido metabolismo, pode levar o animal a óbito. Animais desta espécie têm expectativa de vida de 20 anos.
Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/05/apos-quatro-meses-de-tratamento-veterinarios-controlam-infeccao-e-reconstroem-bico-de-tucano-na-capital-4152193.html

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Para começar bem 2013!!

No dia 28 de dezembro, o cão Arbor ajudou a levantar duzentos dólares para um abrigo local em Las Vegas, Nevada, nos EUA. O talentoso cão é um pintor ávido, e sua obra de arte foi leiloada para obter recursos para o Noah’s Animal House. Este é um canil que foi construído para dar suporte ao The Shade Tree Shelter, que é um refúgio para vítimas de violência doméstica. Assim, mães e filhos que vão para o The Shade Tree podem levar também seus animais. Construído em 2007, o local é um dos primeiros estabelecimentos do tipo a permitirem a hospedagem de animais não humanos. As informações são da Global Animal.
Em muitas famílias onde a violência doméstica ocorre, os animais também são vítimas de explosões de crueldade. De acordo com o The Shade Tree Shelter e o Noah’s Animal House, “Em uma pesquisa nacional, 85 por cento das mulheres que procuram um abrigo devido a violência doméstica relataram abusos sofridos também pelos animais domésticos em suas casas”.
Como a maioria dos abrigos não permite animais, as vítimas que saem de suas casas são muitas vezes obrigadas a deixá-los para trás, e estes ficam correndo o risco de novos abusos, tortura ou até morte.
Graças a este abrigo, os inocentes animais não precisam ser deixados à própria sorte.
Em cinco anos de operação, o Noah’s Animal House abrigou 600 animais por um total de 48 mil noites. O abrigo está quase sempre lotado e em constante necessidade de receber doações.
Esta organização é um local que permite aos seres que se encontram nessas circunstâncias infelizes permaneçam juntos. O local é um exemplo e um incentivo para que outras organizações pelo mundo adotem a idéia.
Para conhecer mais sobre o abrigo, fazer doações ou ler as histórias, acesse o site: http://www.noahsanimalhouse.org/
Fonte: http://www.anda.jor.br/07/01/2013/abrigo-recebe-vitimas-de-violencia-domestica-junto-com-seus-animais

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Dona acha cachorrinho cego que caiu em buraco na China

Dou Dou é um cachorrinho simpático que desapareceu em setembro quando caminhava pelas ruas de Qingdao, na China. Sua dona, Meng Xiaoting, passou dias procurando seu cãozinho, sem sucesso. Ela sabia que Dou Dou provavelmente não conseguiria voltar para casa sozinho, pois é cego. Quando Meng já considerava a possibilidade de nunca mais ver seu cachorro de estimação de novo, um amigo lhe contou uma história que havia lido em um jornal local.
Segundo a reportagem, um cãozinho com problemas de visão estava preso em um buraco havia vários dias. Diversas pessoas tentaram tirar o cachorro do local, mas, como o bichinho agia com agressividade, ninguém conseguiu.
Para mantê-lo vivo, as pessoas passaram a jogar comida no buraco. Na hora que leu a reportagem e que viu a foto do cachorro, Meng teve a certeza de que se tratava de Dou Dou.
A chinesa foi até o buraco onde o cãozinho estava preso e resgatou seu animal de estimação. Dou Dou foi examinado por veterinários e se recupera do trauma e dos vários meses preso no buraco.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/tabloide/tabloideanas/2011/11/16/dona-acha-caozinho-cego-que-caiu-em-buraco-na-china.jhtm
http://www.metro.co.uk/weird/881698-blind-dog-trapped-down-manhole-for-two-months-reunited-with-owner

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

AVC em cachorros

“Existe cura para o AVC do meu cachorro? Alguém pode me ajudar?”, pergunta um internauta em um fórum de discussão virtual.
“Existem sim casos de AVC em cães. O que acontece, geralmente, é que muitos veterinários não sabem ainda diagnosticar o problema”, avalia Milton M. Morishin Filho, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu, especialista em cirurgia geral e neurocirurgia de pequenos animais. Entretanto, ele reconhece que o assunto é pouco divulgado, não há sites de profissionais habilitados a responder questões, ou que divulguem a produção científica a respeito do assunto para um público mais amplo.
Morishin Filho conta que, assim como em humanos, o AVC em cães pode ser causado por obstrução dos vasos sanguíneos – resultando em isquemia –, ou pela ruptura das paredes dos vasos sanguíneos – resultando em hemorragia cerebral. A maioria dos tipos de AVC diagnosticados nos humanos, também é encontrada nos animais, o que não surpreende, devido à semelhança estrutural apresentada pelos sistemas neurais dos diferentes mamíferos.
Diagnóstico
Antes considerado um diagnóstico incomum, o acidente vascular cerebral (AVC), tem sido cada vez mais identificado em cães e gatos.
Esse diagnóstico depende da exclusão de outras causas de encefalopatia focal e da identificação de uma doença primária que pode ser responsável por eventos isquêmicos/vasculares. Em geral, são indicados os seguintes procedimentos médico-veterinários: exames de sangue e urina, para identificar as causas subjacentes possíveis; medição da pressão sanguínea sistólica; realização de eletrocardiogramas; análises de fezes e culturas de sangue, para descartar a possibilidade de infestações parasitárias; e a análise líquida cérebroespinal, que pode ajudar a descartar doenças inflamatórias do sistema nervoso central, e ainda revelar hemorragias recentes.
Os exames que geram imagens em alta definição – conhecidos por tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética (RM) – podem revelar lesões focais. Porém, nem sempre é fácil diferenciar tais lesões das de outras doenças como, por exemplo, a neoplasia. Por isso, a biópsia continua sendo um procedimento importante. “ Um exame neurológico bem detalhado pode sugerir o AVC, mas é impossível de diagnosticar com certeza”, avalia o médico da Unesp. Para ele, “o exame mais indicado para o diagnóstico realmente seria a ressonância magnética. Um exame caro e de difícil acesso ainda na veterinária”.
O alto custo dos exames de imagem – que chegam a valores entre R$400,00 e R$1.000,00 – e a existência de poucos centros especializados em exames em animais, são os principias obstáculos enfrentados no diagnóstico de AVC em animais. Outra dificuldade é que, diferente das pessoas, os animais não colaboram na realização dos exames, por isso é necessário anestesiar o animal para obter resultados precisos. “Nossos pacientes não dizem o que estão sentindo, não dizem se estão com bolinhas roxas na visão”, lamenta o veterinário.
Tratamento
De acordo com o artigo “Ischaemic and haemorrhagic stroke in the dog”, de Annette Wessmann, Kate Chandler, Laurent Garosi, publicado no The Veterinary Journal (2009), o tratamento é muito variado e dependerá do tipo e localização do AVC, da severidade da disfunção neural. Centra-se assim, na prevenção de danos cerebrais secundários ou de complicações, tais como aumento da pressão intracraniana ou apreensões, e identificar e tratar as causas primarias.
Felizmente, a maioria dos casos recuperam-se dentro de algumas semanas, somente com terapia de suporte e monitoramento, apresentando taxas de sucesso maiores do que nos seres humanos. Os sinais clínicos da disfunção neurológica em cães e com distúrbios cerebrais isquêmicos tendem a permanecer estáveis ou a melhorar ao longo do tempo. Os distúrbios hemorrágicos são mais raros, porém apresentam maiores índices de mortalidade. Feliciano Filho conta que seu cachorro, de 18 anos, teve AVC e foi tratado a tempo, recuperando-se com sequelas mínimas.
A recuperação dos animais, assim como em humanos, depende do reconhecimento dos sintomas e de um rápido e eficaz atendimento. Os sinais clínicos dos animais podem variar dependendo da região afetada: podem ocorrer desde alterações na capacidade em reconhecer a localização espacial do corpo, sua posição e orientação; mudanças na força exercida pelos músculos e na posição de cada parte do corpo em relação às demais ; falta de coordenação dos movimentos; convulsão; e perda de visão.
Para auxiliar a recuperação do animal recomenda-se ainda fisioterapia e acupuntura. O médico veterinário Ricardo Henrique S. Silva usa acupuntura para o tratamento do AVC em animais e afirma que esta é bastante eficiente, especialmente se integrada ao tratamento médico convencional. É possível, por meio da acupuntura, aumentar o fluxo sanguíneo cerebral, regularizar a pressão arterial, restabelecer funções motoras anteriormente comprometidas. Ele conta sobre o caso de um cão idoso, da raça labrador, que chegou atáxico, tetraparésico e com hiperreflexia e após a primeira sessão, ele já se levantou e conseguiu andar. “A duração do tratamento, naturalmente, depende da severidade dos sintomas. Mas estima-se que há melhora considerável em cerca de cinco sessões”, afirma Silva.
O aumento da incidência de AVC em animais segue uma tendência atual também observada em humanos. Uma das prováveis causas está no acidente vascular cerebral ter sua ocorrência associado à idade. Com o avanço da medicina, tanto as pessoas como os seus animais de estimação tiveram um aumento no tempo de vida e, por consequência disso, um maior número de casos de AVC é constatado. Hábitos de vida sedentários e alimentação inadequada também são fatores que explicam o aumento da incidência. Expostos a uma vida demasiadamente humana, às vezes, os animais de estimação sofrem as consequências de uma dieta super calórica (principalmente os alimentados com comida humana) e da falta de atividades físicas (fato comum nos que vivem presos, seja casas ou em apartamentos).
As dificuldades de diagnóstico e tratamento – seja decorrente das tecnologias disponíveis ou aos altos custos – tornam os cuidados preventivos, relacionados a modos de vida saudáveis, as melhores estratégias para o combate ao AVC em animais. A prevenção poderá reduzir o número de casos, e o tratamento adequado, mesmo que não leve a uma cura definitiva, eleva significantemente a qualidade de vida do animal.
RESUMO SOBRE O AVC:
O acidente vascular cerebral (AVC), embora seja raro em cães, ocorre quando o fluxo sanguíneo para o cérebro é interrompido devido a uma artéria bloqueada ou a uma hemorragia.
Existem dois tipos de acidente vascular cerebral canino.
Acidente vascular cerebral isquêmico - falta de fluxo sanguíneo para o cérebro, devido a uma artéria bloqueada. Esses acidentes vasculares cerebrais podem ser vinculados às seguintes condições:
Doença renal
Doença cardíaca
Doença de Cushing
Diabetes
Hipertensão
Obstrução devido a um fragmento de um tumor, cartilagem espinal, parasitas ou gordura
Glândula tireóide hipoativa ou hiperativa
Acidente vascular cerebral hemorrágico – o fluxo sanguíneo adequado para o cérebro é interrompido por hemorragia no cérebro. Estes episódios podem ser ocasionados pelas seguintes condições:
Novamente doenças nos rins, coração, na tireóide ou Doença de Cushing, porque podem levar a pressão arterial elevada.
Um certo tipo de verme que se aloja no pulmão, chamado angiostrongilose
Venenos para roedores
Inflamação arterial
Trombocitopenia imune-mediada
Tumor cerebral
Desenvolvimento atípico de vasos sanguíneos no cérebro
Traumatismo craniano
Os sintomas que indicam o acidente vascular cerebral canino não são exclusivas para esta condição médica, o que pode complicar o diagnóstico.
Os seguintes sintomas são comuns em acidentes vasculares cerebrais caninos:
Inclinação da cabeça.
Virar-se para o lado errado quando chamado.
Comer fora de um lado prato de comida.
Cegueira.
Perda de equilíbrio.
Letargia.
Perda de controle da bexiga e do intestino.
Brusca mudança de comportamento.
Se o dono de um cão suspeitar que seu cachorro teve um acidente vascular cerebral, um veterinário deve fazer um exame conclusivo do animal. O veterinário fará o diagnóstico:
Realizando um exame físico, estudando cuidadosamente os sintomas que se apresentam.
Realizando uma RM (ressonância magnética) ou TC (tomografia computadorizada). O cão deve ser anestesiado, para que se possa realizar o trabalho de diagnóstico por RM ou TC.
A maioria dos exames diagnósticos é utilizada para excluir outras possibilidades como a causa dos sintomas. O veterinário irá ajudá-lo a determinar a causa de acidente vascular cerebral, após confirmar que o cachorro teve um AVC.
O tratamento do acidente vascular cerebral canino começa com a identificação da sua causa básica, e o tratamento da mesma para impedir que venha a causar outros acidentes vasculares cerebrais no futuro. Não existe uma maneira de reparar os danos infligidos por um acidente vascular cerebral canino, mas o AVC não é tão debilitante para os cães quanto pode ser para as pessoas. Com os cuidados adequados, a maioria dos cães recupera-se em algumas semanas. Esta recuperação vai depender da gravidade do acidente vascular cerebral do cachorro e de quanto dano foi feito, mas o potencial de recuperação é uma boa notícia para o dono do cão. Com tempo e paciência, o cão geralmente recupera a maioria das suas funções motoras e de movimento. Mas, seu comportamento pode ser ligeiramente alterado em relação ao que era antes do acidente vascular cerebral, o que pode ser algo que o dono do cão simplesmente terá que aprender a aceitar. Seja qual for o caso, os cães geralmente sobrevivem a um derrame.
O tratamento mais adequado é a fisioterapia, acupuntura, homeopatia, se for necessário uso de equipamentos auxiliares e visitas regulares ao seu veterinário.
Fonte:
http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=47&id=576
http://www.comofazertudo.com.br/animais-de-estima%C3%A7%C3%A3o/como-tratar-um-acidente-vascular-cerebral-avc-canino

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Cadelinha supera lesão e aprende a andar com duas patas nos EUA

Cadela foi levada para canil após ser achada nas ruas.

Lesão deixou 'Trixie' com as patas traseiras paralisadas.
Uma cadela que está em um canil no condado de Lee, no estado da Flórida (EUA), aprendeu a andar com duas patas por conta de uma lesão que a deixou com as patas traseiras paralisadas, segundo reportagem da emissora de TV "WINK News".
A cadela chamada "Trixie" foi levada para o canil após ser encontrada abandonada nas ruas. Segundo Ria Brown, do serviço de controle de animais, "Trixie" parece uma cadela normal até começar a andar. "É simplesmente incrível", disse ela.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/10/cadela-supera-lesao-e-aprende-andar-com-duas-patas-nos-eua.html

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