Ava Gardner além de linda, era boa atriz. Teve uma vida digna de "Diva", se casou com Frank Sinatra, mas seu grande amor era a raça Welsh Corgi Pembroke. Fiquei na dúvida senão era o Cardigan, mas acho que era não.
A última foto foi tirada em 1984, em Londres com Morgan.
Após a morte de Ava, em 1990, sua governanta, mudou-se para Califórnia para ser empregada por Gregory Peck e sua esposa. Ela levou Morgan com ela. Morgan morreu alguns anos depois e foi enterrado no quintal dacasa da família Peck. Ava e Gregory Peck eram amigos de longa data. Ambos falecidos.
Fonte: http://manda.com/avagardner/album.html
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Convenção do condomínio não pode proibir animais de estimação
Ter um animal de estimação nem sempre é uma tarefa fácil, mas para moradores de prédios o problema ultrapassa os limites da casa.
A dificuldade de convívio entre vizinhos e animais leva alguns condomínios a simplesmente proibir moradores de ter bichos de estimação.
A regra é exagerada e inconstitucional, afirma João Paulo Paschoal, assessor jurídico do Secovi-SP (sindicato da habitação).
"A convenção pode regular o assunto, mas não pode proibir animais de forma absoluta, pois isso ofende o direito de propriedade", esclarece.
Assim, quais são os limites do regimento interno do prédio?
O regulamento deverá estabelecer as regras de convívio em áreas comuns do condomínio, como os lugares pelos quais animais podem ou não circular. Pode chegar a determinar os tipos e portes de animal permitidos, avisa Angélica Arbex, gerente da Lello Condomínios.
O mais comum é que seja vetada a presença de animais nas áreas sociais, como piscina, playground e salão de jogos, aponta a especialista em administração condominial Cristina Guidon. Em áreas fechadas, animais costumam ser proibidos.
O uso obrigatório de coleira, de focinheira ou de caixas de transporte na área comum também deve estar previsto no regulamento interno do condomínio.
CÃO NO ELEVADOR
Cachorros usam ou não usam o elevador? Essa questão também deve ser regrada pelo regulamento interno do condomínio.
Em geral, os animais podem usar a entrada de serviço, mas devem andar no colo. O mais importante é o bom senso. Se o elevador estiver cheio, melhor esperar mais um pouco para entrar com o cão.
O ponto mais incerto na vida dos animais em ambientes multifamiliares é o barulho. O gato que passa a noite a miar na janela ou o cachorro solitário que late o dia inteiro pode deixar vizinhos pouco amigáveis.
Em caso de reclamação ao síndico, a primeira atitude a ser tomada é notificar o proprietário. Se o problema for recorrente, aplica-se a multa prevista na convenção, explica Júlio Herold, gerente-geral da administradora Auxiliadora Predial.
Quando as multas não forem o bastante para haver acordo entre os condôminos, é necessário partir para uma ação judicial.
É importante destacar que boa parte do incômodo com o ruído dos animais pode ser resolvido com técnicas de isolamento acústico do imóvel, como a aplicação de mantas acústicas.
"O problema é que muitas edificações são entregues sem nenhum isolamento acústico e as pessoas não querem gastar com isso", avalia Paschoal.
Para donos de animais que procuram apartamento, a solução ideal são condomínios-clubes, que chegam a ter pista de passeio para animais e centros de cuidado.
Por Cristiane Capuchinho.
Fonte: http://classificados.folha.com.br/imoveis/908646-convencao-do-condominio-nao-pode-proibir-animais-de-estimacao.shtml
Fonte da Imagem:
A dificuldade de convívio entre vizinhos e animais leva alguns condomínios a simplesmente proibir moradores de ter bichos de estimação.
A regra é exagerada e inconstitucional, afirma João Paulo Paschoal, assessor jurídico do Secovi-SP (sindicato da habitação).
"A convenção pode regular o assunto, mas não pode proibir animais de forma absoluta, pois isso ofende o direito de propriedade", esclarece.
Assim, quais são os limites do regimento interno do prédio?
O regulamento deverá estabelecer as regras de convívio em áreas comuns do condomínio, como os lugares pelos quais animais podem ou não circular. Pode chegar a determinar os tipos e portes de animal permitidos, avisa Angélica Arbex, gerente da Lello Condomínios.
O mais comum é que seja vetada a presença de animais nas áreas sociais, como piscina, playground e salão de jogos, aponta a especialista em administração condominial Cristina Guidon. Em áreas fechadas, animais costumam ser proibidos.
O uso obrigatório de coleira, de focinheira ou de caixas de transporte na área comum também deve estar previsto no regulamento interno do condomínio.
CÃO NO ELEVADOR
Cachorros usam ou não usam o elevador? Essa questão também deve ser regrada pelo regulamento interno do condomínio.
Em geral, os animais podem usar a entrada de serviço, mas devem andar no colo. O mais importante é o bom senso. Se o elevador estiver cheio, melhor esperar mais um pouco para entrar com o cão.
O ponto mais incerto na vida dos animais em ambientes multifamiliares é o barulho. O gato que passa a noite a miar na janela ou o cachorro solitário que late o dia inteiro pode deixar vizinhos pouco amigáveis.
Em caso de reclamação ao síndico, a primeira atitude a ser tomada é notificar o proprietário. Se o problema for recorrente, aplica-se a multa prevista na convenção, explica Júlio Herold, gerente-geral da administradora Auxiliadora Predial.
Quando as multas não forem o bastante para haver acordo entre os condôminos, é necessário partir para uma ação judicial.
É importante destacar que boa parte do incômodo com o ruído dos animais pode ser resolvido com técnicas de isolamento acústico do imóvel, como a aplicação de mantas acústicas.
"O problema é que muitas edificações são entregues sem nenhum isolamento acústico e as pessoas não querem gastar com isso", avalia Paschoal.
Para donos de animais que procuram apartamento, a solução ideal são condomínios-clubes, que chegam a ter pista de passeio para animais e centros de cuidado.
Por Cristiane Capuchinho.
Fonte: http://classificados.folha.com.br/imoveis/908646-convencao-do-condominio-nao-pode-proibir-animais-de-estimacao.shtml
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
Coelhinho paraplégico ganha cadeira de rodas...
Depois de descobrirem dois coelhinhos abandonados no quintal pela mãe, uma família americana logo percebeu que um dos animal era paraplégico, pois ele arrastava as pata traseiras. Adoptaram-nos e trataram de arranjar ao colhinho doente uma espécie de cadeira de rodas adaptada, conta a edição inglesa do jornal Metro.
Joe, o coelho da Páscoa, como foi de imediato batizado, foi encontrado aninhado junto de um irmão no quintal da família O'Rourke, em Tucson, Arizona. Ao perceberem que Joe não tinha mobilidade nas patas traseiras, começaram a pensar numa solução para o seu problema, segundo a edição inglesa do jornal Metro.
Um dos filhos do casal, Liam, começou a idealizar uma espécie de carroça que construiu com a ajuda do pai. Pintaram-na de vermelho, colocaram-lhe duas rodas amarelas e atrelaram-na a Joe. Desta forma, o coelhinho não tinha que arrastar mais as patas de trás no chão. Mas depois de alguns comentários feitos no Youtube, onde a família colocou um video com a história de Joe, decidiram entregá-lo, e ao irmão, a um centro de resgate de animais.
Fonte: http://www.jn.pt/blogs/osbichos/archive/2011/04/30/coelho-parapl-233-gico-ganha-cadeira-de-rodas.aspx
Joe, o coelho da Páscoa, como foi de imediato batizado, foi encontrado aninhado junto de um irmão no quintal da família O'Rourke, em Tucson, Arizona. Ao perceberem que Joe não tinha mobilidade nas patas traseiras, começaram a pensar numa solução para o seu problema, segundo a edição inglesa do jornal Metro.
Um dos filhos do casal, Liam, começou a idealizar uma espécie de carroça que construiu com a ajuda do pai. Pintaram-na de vermelho, colocaram-lhe duas rodas amarelas e atrelaram-na a Joe. Desta forma, o coelhinho não tinha que arrastar mais as patas de trás no chão. Mas depois de alguns comentários feitos no Youtube, onde a família colocou um video com a história de Joe, decidiram entregá-lo, e ao irmão, a um centro de resgate de animais.
Fonte: http://www.jn.pt/blogs/osbichos/archive/2011/04/30/coelho-parapl-233-gico-ganha-cadeira-de-rodas.aspx
domingo, 1 de maio de 2011
Cães também ficam estressados; como perceber e como ajudar?
Pois é, tudo tem seu lado bom e não tão bom. O século 20, chamado por Noel Rosa de “Século do Progresso”, ficou famoso também como “Era da Ansiedade”, e o século 21 ainda não se revelou muito mais tranquilo, com tanta inquietude e aflição: assaltos, tsunamis, conta que venceu, namorado que sempre se atrasa, enfim, a “Superstafa” cantada por Rita Lee. E a tensão nervosa do ser humano atinge seus companheiros não humanos, como cães, gatos e até o “assum preto que canta de dor”. Citei tanta música para tentar acalmar o ambiente, já que vamos falar da tensão nervosa do cão, justamente o bicho mais próximo ao ser humano e seu melhor amigo até no estresse.
Sintomas de estresse
Tal como as pessoas, alguns cães são mais tranquilos e fleumáticos, outros são mais inquietos e “elétricos”. Agora, o canino pode estar passando por tensão nervosa que o deixe mais nervoso que o normal. E, obviamente, ele vai te dizer “hoje eu não tô bom!” à moda dele, ou seja, por gestos e latidos diferentes do habitual, embora alguns sintomas sejam bem semelhantes à tensão nervosa humana.
Tais sintomas podem incluir corpo muito largado ou tenso, alongamentos e bocejos mais frequentes que o normal, abano de cauda e movimentação diferentes do usual. O cão pode estar com os olhos muito arregalados ou injetados de sangue ou evitar olhar outros cães ou pessoas no rosto; salivar ou arfar mais que o normal; coçar, lamber ou morder a si mesmo demais; perder o apetite ou comer demais; procurar e rodear o dono com mais frequência; ou simplesmente mostrar atividade muito acima ou abaixo da normal. Não esquecendo latidos, ganidos e uivos sem motivo aparente.
Tal como ocorre com as pessoas, há cães introvertidos, que se retraem e preferem amargar as mágoas num canto, e extrovertidos, que se expõem e exorcizam o que sofrem para quem quiser ver. Também obviamente, como bem lembrou Hipócrates, “os sintomas não são a doença”, e nem sempre estes sintomas podem caracterizar tensão nervosa canina, e sim doenças físicas do peludo. Na dúvida, se os sintomas persistirem, corra com ele ao veterinário.
O que deixa um cão estressado
Além de doenças, outros fatores podem tornar o cão inquieto, como mudanças de hábitos ou residência, e nestes casos o estresse deverá ser temporário, passando uma vez que o peludo esteja habituado à nova casa, vizinhança, novos companheiros de casa (crianças, outros bichos, novo marido da mãe e quetais).
E não se esqueça de que o peludo só costuma ser submisso até a página “au”; quando lhe damos ordens para ficar quieto ou não invadir determinado local, antes de aprender a obedecer ele irá reagir e medir forças, latindo e enfrentando o dono; os sintomas de estresse acima poderão advir da frustração por estar “levando a pior” no “duelo”.
...e como desestressar
Para resolver o estresse do canino, em certos casos poderá necessário resolver o estresse do dono. Do mesmo modo que muita gente acha que só por não fumar está imune a todas as doenças e perigos (não que eu seja exatamente adepto do tabagismo), muitas outras pessoas se esquecem de que problema é como traseiro, todo mundo tem e a gente só vê nos outros. O que não falta é gente tensa que não percebe nem admite isso, vocês sabem, o tipo da pessoa que vai dizendo “O quê? Eu estressado? Pô, qual é?” e nem percebe que se torna uma verdadeira antena transmissora de tensão nervosa, inclusive sobre o cão, cuja sensibilidade capta muito bem esse tipo de coisa.
O cão pode ser menos inteligente que nós, mas bobo ele não é. E, ao sentir que o ambiente está carregado, o peludo poderá se estressar ele mesmo ou tentar acalmar o dono. Portanto, acalme-se e o canino se acalmará. Mude de hábitos, e acalme o ambiente, variando com música mais tranquila que AC/DC, e logo o peludo virá agradecer.
Outras soluções para a tensão emocional do canino incluem não só acalmá-lo e dar-lhe carinho, mas também proporcionar-lhe atividade física e mental, bem como disciplina pela socialização. Afinal, exercícios físicos ativam a serotonina, que serve de calmante natural para o peludo.
Também não se esqueça de ar comandos objetivos e categóricos; nada mais estressante que ser dirigido por alguém que “não sabe o que quer”. Afinal, Pitbulls e Rottweillers ganharam a fama injusta de perigosos devido a donos realmente perigosos, que não souberam ou quiseram socializá-los. Enfim, com a socialização e atenção devidas, um peludo estressado poderá até se tornar praticamente um peludo “zen”.
Por Ayrton Mugnaini Jr., especial para o Yahoo! Brasil.
Fonte: http://br.especiais.yahoo.com/vida-de-cao/cao-tambem-fica-estressado-como-perceber-e-curar-141
Fonte da Foto: http://alemdamente.blogspot.com/
Sintomas de estresse
Tal como as pessoas, alguns cães são mais tranquilos e fleumáticos, outros são mais inquietos e “elétricos”. Agora, o canino pode estar passando por tensão nervosa que o deixe mais nervoso que o normal. E, obviamente, ele vai te dizer “hoje eu não tô bom!” à moda dele, ou seja, por gestos e latidos diferentes do habitual, embora alguns sintomas sejam bem semelhantes à tensão nervosa humana.
Tais sintomas podem incluir corpo muito largado ou tenso, alongamentos e bocejos mais frequentes que o normal, abano de cauda e movimentação diferentes do usual. O cão pode estar com os olhos muito arregalados ou injetados de sangue ou evitar olhar outros cães ou pessoas no rosto; salivar ou arfar mais que o normal; coçar, lamber ou morder a si mesmo demais; perder o apetite ou comer demais; procurar e rodear o dono com mais frequência; ou simplesmente mostrar atividade muito acima ou abaixo da normal. Não esquecendo latidos, ganidos e uivos sem motivo aparente.
Tal como ocorre com as pessoas, há cães introvertidos, que se retraem e preferem amargar as mágoas num canto, e extrovertidos, que se expõem e exorcizam o que sofrem para quem quiser ver. Também obviamente, como bem lembrou Hipócrates, “os sintomas não são a doença”, e nem sempre estes sintomas podem caracterizar tensão nervosa canina, e sim doenças físicas do peludo. Na dúvida, se os sintomas persistirem, corra com ele ao veterinário.
O que deixa um cão estressado
Além de doenças, outros fatores podem tornar o cão inquieto, como mudanças de hábitos ou residência, e nestes casos o estresse deverá ser temporário, passando uma vez que o peludo esteja habituado à nova casa, vizinhança, novos companheiros de casa (crianças, outros bichos, novo marido da mãe e quetais).
E não se esqueça de que o peludo só costuma ser submisso até a página “au”; quando lhe damos ordens para ficar quieto ou não invadir determinado local, antes de aprender a obedecer ele irá reagir e medir forças, latindo e enfrentando o dono; os sintomas de estresse acima poderão advir da frustração por estar “levando a pior” no “duelo”.
...e como desestressar
Para resolver o estresse do canino, em certos casos poderá necessário resolver o estresse do dono. Do mesmo modo que muita gente acha que só por não fumar está imune a todas as doenças e perigos (não que eu seja exatamente adepto do tabagismo), muitas outras pessoas se esquecem de que problema é como traseiro, todo mundo tem e a gente só vê nos outros. O que não falta é gente tensa que não percebe nem admite isso, vocês sabem, o tipo da pessoa que vai dizendo “O quê? Eu estressado? Pô, qual é?” e nem percebe que se torna uma verdadeira antena transmissora de tensão nervosa, inclusive sobre o cão, cuja sensibilidade capta muito bem esse tipo de coisa.
O cão pode ser menos inteligente que nós, mas bobo ele não é. E, ao sentir que o ambiente está carregado, o peludo poderá se estressar ele mesmo ou tentar acalmar o dono. Portanto, acalme-se e o canino se acalmará. Mude de hábitos, e acalme o ambiente, variando com música mais tranquila que AC/DC, e logo o peludo virá agradecer.
Outras soluções para a tensão emocional do canino incluem não só acalmá-lo e dar-lhe carinho, mas também proporcionar-lhe atividade física e mental, bem como disciplina pela socialização. Afinal, exercícios físicos ativam a serotonina, que serve de calmante natural para o peludo.
Também não se esqueça de ar comandos objetivos e categóricos; nada mais estressante que ser dirigido por alguém que “não sabe o que quer”. Afinal, Pitbulls e Rottweillers ganharam a fama injusta de perigosos devido a donos realmente perigosos, que não souberam ou quiseram socializá-los. Enfim, com a socialização e atenção devidas, um peludo estressado poderá até se tornar praticamente um peludo “zen”.
Por Ayrton Mugnaini Jr., especial para o Yahoo! Brasil.
Fonte: http://br.especiais.yahoo.com/vida-de-cao/cao-tambem-fica-estressado-como-perceber-e-curar-141
Fonte da Foto: http://alemdamente.blogspot.com/
sábado, 30 de abril de 2011
Frida Kahlo e seus cachorrinhos
Frida Kahlo e seus cachorrinhos da raça "Itzcuintli", ou nahuatl (idioma indígena mexicano) , ou xoloitzcuintli ou xoloitzcuintle, tepeitzcuintli ou Mexican Hairless ou "Pelado Mexicano".
Telas pintadas por ela. Diversas telas de Frida ela se coloca junto a vários animais. Lindos!!
Bjks Cecília.
Fonte Telas: http://www.fridakahlo.com/
Fonte Fotos: http://dreamdogsart.typepad.com/art/2008/04/frida-kahlo-her.html
Telas pintadas por ela. Diversas telas de Frida ela se coloca junto a vários animais. Lindos!!
Bjks Cecília.
Fonte Telas: http://www.fridakahlo.com/
Fonte Fotos: http://dreamdogsart.typepad.com/art/2008/04/frida-kahlo-her.html
Billie Holiday e seu cão Mister
Farei uma série sobre divas, artistas, cantoras e seus pets, enfim grandes mulheres!
Mulheres que admiro! Sinceramente atrás de uma grande mulher tem sempre um querido cachorro!!
Começando com a Diva Billie Holiday e seu boxer Mister.
Olhando bem para o fofo tá mais para um american pit bull terrier... mas que ele é lindo, isso é indiscutível!!
Bjks Cecília.
Fonte: http://internet-pets.blogspot.com/2009/02/beautiful-lady-and-her-dog.html
Mulheres que admiro! Sinceramente atrás de uma grande mulher tem sempre um querido cachorro!!
Começando com a Diva Billie Holiday e seu boxer Mister.
Olhando bem para o fofo tá mais para um american pit bull terrier... mas que ele é lindo, isso é indiscutível!!
Bjks Cecília.
Fonte: http://internet-pets.blogspot.com/2009/02/beautiful-lady-and-her-dog.html
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Dachshund Sparky surdo aprende linguagem de sinais
Sparky foi devolvido por duas famílias e quase foi submetido a eutanásia, até encontrar uma dona amorosa para educá-lo Cuidar de um animal de estimação exige uma série de cuidados, mas no caso do Dachshund Sparky, foi necessário um pouco mais de atenção. Isso porque o cãozinho malhado e de olhos azuis é deficiente auditivo e precisou aprender a linguagem de sinais para finalmente conseguir ser adotado.
Segundo o site da revista People Pets o animal foi devolvido ao mesmo abrigo, no Missouri, EUA, por duas vezes. Isso porque seus donos não tinham paciência com o animal, que não correspondia aos comandos ensinados. Em entrevista à publicação, Marsha Martin, gerente do Abrigo de Animais do Município do Texas, disse que já não sabia mais o que fazer para que o cãozinho se adaptasse em algum lar.
Foi então que a americana decidiu inscrever Sparky em um programa financiado pelo governo que adestra animais com problemas para que eles sejam adotados com mais facilidade. Apesar de esta ter sido a primeira vez que o grupo Puppies for Parole precisou treinar um animal deficiente auditivo, a missão foi aceita e rapidamente o dachshund aprendeu comandos por meio da linguagem de sinais.
Não demorou muito para que o cãozinho encontrasse um lar adequado. Segundo a publicação, coube a Barbara Garrison, diretora da Escola para Surdos de Missouri, adotar o bichinho. Agora, Sparky convive com outros quatro dachshunds, no campus da escola, onde recebe o carinho e afagos de crianças, que como ele, sofrem de deficiência auditiva. “Sparky é mais que nossa inspiração, ele é nosso amigo”, declarou Michael Miller, estudante de 18 anos, a um intérprete.
Fonte: http://petmag.uol.com.br/noticias/dachshund-surdo-aprende-linguagem-de-sinais/
Segundo o site da revista People Pets o animal foi devolvido ao mesmo abrigo, no Missouri, EUA, por duas vezes. Isso porque seus donos não tinham paciência com o animal, que não correspondia aos comandos ensinados. Em entrevista à publicação, Marsha Martin, gerente do Abrigo de Animais do Município do Texas, disse que já não sabia mais o que fazer para que o cãozinho se adaptasse em algum lar.
Foi então que a americana decidiu inscrever Sparky em um programa financiado pelo governo que adestra animais com problemas para que eles sejam adotados com mais facilidade. Apesar de esta ter sido a primeira vez que o grupo Puppies for Parole precisou treinar um animal deficiente auditivo, a missão foi aceita e rapidamente o dachshund aprendeu comandos por meio da linguagem de sinais.
Não demorou muito para que o cãozinho encontrasse um lar adequado. Segundo a publicação, coube a Barbara Garrison, diretora da Escola para Surdos de Missouri, adotar o bichinho. Agora, Sparky convive com outros quatro dachshunds, no campus da escola, onde recebe o carinho e afagos de crianças, que como ele, sofrem de deficiência auditiva. “Sparky é mais que nossa inspiração, ele é nosso amigo”, declarou Michael Miller, estudante de 18 anos, a um intérprete.
Fonte: http://petmag.uol.com.br/noticias/dachshund-surdo-aprende-linguagem-de-sinais/
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