Tiffany Kauth, de Bremerton, Washington, tem uma ligação muito especial com o seu cão, Sugar (“Açúcar”, em português), mas no último sábado, essa ligação esteve prestes a terminar. “Estava absolutamente convencida de que iria perder o meu cão”, referiu ao News 10.
No sábado, durante uma sessão de obediência no Centro de Treinamento Canyon Crest K-9, em Tacoma, Sugar teve uma convulsão. Um assistente começou a filmar de imediato o que se estava se passando, para entregar a gravação ao médico veterinário de Sugar mais tarde. “Tive a noção, no momento, de que ele não estava a respirar”, contou Ron Pace, proprietária do centro de treino.
Ron Pace, que treina cães há cerca de 40 anos, não sabia como fazer a ressuscitação cardio-pulmonar nestes animais, mas, seguindo os seus instintos, começou a pressionar o torso de Sugar. “Fiz algumas pressões para lhe dar a oportunidade de respirar, tal como se faz nos seres humanos”, disse. A dona deste boxer de quatro anos afirmou que presenciar a situação foi insuportável. “Ele tinha os olhos abertos, mas não havia nada lá”, contou. “Foi muito duro".
No video, é possível ver Ron Pace fazendo respiração boca-a-boca em Sugar, enquanto continuava com as compressões. Dois minutos depois, Sugar recuperou. O filme mostra que o cão estava assustado, mas consciente. Depois de o levar ao médico veterinário, Tiffany Kauth ficou sabendo que Sugar tem um problema no coração e que terá que ter mais cuidado a partir de agora.
Fonte: http://www.jn.pt/blogs/osbichos/archive/2011/03/09/c-227-o-com-convuls-245-es-salvo-com-respira-231-227-o-boca-a-boca.aspx
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Cão Guia que ficou cego tem seu próprio Cão Guia...
O cão Edward trabalhava como cão-guia há oito anos, quando precisou ter os olhos removidos após desenvolver catarata, o que deixou seu dono, o cego Graham Waspe, de 60 anos, muito triste. Mas logo o inglês ganhou Opal, de 2 anos, para ajudar não só a ele como também a Edward.
- Opal foi ótima para nós dois. Não sei o que faríamos sem ela - disse Graham ao jornal “The Sun”.
E apesar da deficiência, Edward continua cheio de disposição.
- As pessoas fazem muitas perguntas sobre como ele lida com o problema e ele provavelmente ficou mais famoso agora porque ainda mais pessoas param para falar com ele nas ruas - contou Sandra, mulher de Graham.
Por Maíra Amorim.
Fontes: http://extra.globo.com/noticias/bizarro/labrador-precisa-do-seu-proprio-cao-guia-apos-perder-os-olhos-1254029.html
http://www.anda.jor.br/2011/03/10/cadela-ajuda-cao-e-tutor-cegos-a-fazerem-as-tarefas-diarias/
- Opal foi ótima para nós dois. Não sei o que faríamos sem ela - disse Graham ao jornal “The Sun”.
E apesar da deficiência, Edward continua cheio de disposição.
- As pessoas fazem muitas perguntas sobre como ele lida com o problema e ele provavelmente ficou mais famoso agora porque ainda mais pessoas param para falar com ele nas ruas - contou Sandra, mulher de Graham.
Por Maíra Amorim.
Fontes: http://extra.globo.com/noticias/bizarro/labrador-precisa-do-seu-proprio-cao-guia-apos-perder-os-olhos-1254029.html
http://www.anda.jor.br/2011/03/10/cadela-ajuda-cao-e-tutor-cegos-a-fazerem-as-tarefas-diarias/
terça-feira, 8 de março de 2011
Rottweiler cuida gatos, aves e coelhos órfãos
Dave, de seis anos, provou que mesmo sendo um cão de guarda tem muito amor para oferecer aos pets abandonados A raça Rottweiler é famosa por render bons cães de guarda. O que poucos poderiam imaginar é que os animais também são muito protetores, a ponto de, inclusive, tomar conta de criaturinhas sensíveis como coelhos, aves e gatos.
De acordo com o jornal Daily Mail Dave, um exemplar de 60 kg da raça, tem um instinto paterno bastante desenvolvido, o que permite que o grandalhão cuide de animais órfãos trazidos por sua dona. Em entrevista à publicação a britânica Amanda Collins disse que descobriu o dom do cachorro depois que trouxe um coelho abandonado para casa.
“Dave simplesmente se aproximou do coelho e começou a lambê-lo”, contou Amanda, que é dona de um pet shop em Blackpool, Inglaterra. Desde então o Rottweiler já cuidou de quatro patos, três gansos, uma infinidade de pintinhos, cinco coelhos, 13 gatos e cinco cachorros, entre filhotes e adultos.
“Eles construiram uma forte ligação. Hoje em dia eles dormem juntos e até dividem sua ração”, contou a britânica sobre Dave e os pets órfãos que abriga. A britânica disse ainda que o cuidado do cachorro com seus amigos órfãos é tão grande que já viu o grandalhão dentro da piscina que providenciou para os patos só para salvá-los quando estavam prestes a se afogar.
Apesar de ter tido uma infância traumática, uma vez que seu primeiro dono amputou seu rabo, Dave cresceu com bom humor e vive feliz com sua nova dona. E todo o carinho e afeto do animal acabam de ser reconhecidos em um concurso que o escolheu como “Cachorro mais Inspirador do Reino Unido”. Segundo sua dona, o prêmio auxilia a desmistificar a fama de agressivos e violentos dos Rottweilers.
EU RECOMENDO!! VIVA A ELEKTRA!!! BJKS.
Fonte: http://petmag.uol.com.br/noticias/rottweiler-cuida-de-gatos-aves-e-coelhos-orfaos/
De acordo com o jornal Daily Mail Dave, um exemplar de 60 kg da raça, tem um instinto paterno bastante desenvolvido, o que permite que o grandalhão cuide de animais órfãos trazidos por sua dona. Em entrevista à publicação a britânica Amanda Collins disse que descobriu o dom do cachorro depois que trouxe um coelho abandonado para casa.
“Dave simplesmente se aproximou do coelho e começou a lambê-lo”, contou Amanda, que é dona de um pet shop em Blackpool, Inglaterra. Desde então o Rottweiler já cuidou de quatro patos, três gansos, uma infinidade de pintinhos, cinco coelhos, 13 gatos e cinco cachorros, entre filhotes e adultos.
“Eles construiram uma forte ligação. Hoje em dia eles dormem juntos e até dividem sua ração”, contou a britânica sobre Dave e os pets órfãos que abriga. A britânica disse ainda que o cuidado do cachorro com seus amigos órfãos é tão grande que já viu o grandalhão dentro da piscina que providenciou para os patos só para salvá-los quando estavam prestes a se afogar.
Apesar de ter tido uma infância traumática, uma vez que seu primeiro dono amputou seu rabo, Dave cresceu com bom humor e vive feliz com sua nova dona. E todo o carinho e afeto do animal acabam de ser reconhecidos em um concurso que o escolheu como “Cachorro mais Inspirador do Reino Unido”. Segundo sua dona, o prêmio auxilia a desmistificar a fama de agressivos e violentos dos Rottweilers.
EU RECOMENDO!! VIVA A ELEKTRA!!! BJKS.
Fonte: http://petmag.uol.com.br/noticias/rottweiler-cuida-de-gatos-aves-e-coelhos-orfaos/
segunda-feira, 7 de março de 2011
Cães com câncer não precisam ser sacrificados
Há tratamentos capazes de devolver-lhes a saúde ou de amenizar os sintomas. Em meio à agitação da clínica veterinária, Penélope, 7 anos, sem raça definida, chamava a atenção. Deitada no colo da dona, a aposentada Zuleika Santos Andrade, a cadelinha tinha um ar abatido. Ela havia acabado de receber uma transfusão sanguínea — rotina desde que foi diagnosticada com um linfoma de intestino, em novembro passado. A doença foi descoberta por acaso. Zuleika achava que a Penélope estava prenhe por conta do abdome dilatado.
— Estamos na luta — desabafa em voz baixa, como se não quisesse incomodar a tristonha vira-latas.
Se for operada, Penélope pode não resistir.
— Ela está em tratamento. Começou fazendo quimioterapia uma vez por semana. Agora é quinzenal. O câncer teve um regresso, mas infelizmente os médicos falaram que operar seria um risco — relata a dona.
Segundo a aposentada, o quadro é instável: há dias de melhora e outros em que a mascote passa muito mal.
— Mas estamos tentando todos os recursos — resigna-se.
A cadela Golden, também sem raça definida, é a prova de que não se deve perder a esperança. Em 2007, constatou-se que ela tinha um tumor venéreo transmissível (TVT) e, hoje, está curada. Lacy Mesquita Oliveira, 57 anos, dona de casa, conta que o animal apareceu na vizinhança e não foi mais embora.
— Ela estava suja, com fome e ferida na região da genitália — descreve.
A descoberta do câncer não foi imediata. A princípio, uma veterinária falou que era uma bicheira, uma infecção na pele causada por moscas.
— Foi tratada com antisséptico e antibióticos, mas o sangramento não parava e a veterinária indicou a castração para que ela não ficasse prenhe.
Só que ela já esperava filhotes, de modo que não não pôde ser tratada do câncer até o nascimento da ninhada - a quimioterapia, muito provavelmente, provocaria um aborto. Assim, durante a gestação, Golden foi tratada com antibióticos e vitaminas que a fortalecessem. Agora plenamente reestabelecida.
Um mal associado à longevidade
A possibilidade de cães e gatos desenvolverem câncer cresce com o avanço da idade.
— Houve aumento na expectativa de vida dos animais e, como consequência, as doenças evoluíram — explica o oncologista-veterinário Paulo Tabanez, também especialista em infectologia.
A boa notícia é que os tratamentos também se sofisticaram.
No passado, não havia medicação para câncer em animais, e os tumores não eram tratados.
— Ou ele morria antes de se diagnosticar o câncer ou era sacrificado — constata o especialista.
Atualmente, a eutanásia não é a melhor solução para abreviar o sofrimento do pet — há tratamentos curativos e paliativos mais eficientes.
De fato, o câncer animal pode ter diferentes prognósticos. Conforme o caso, pode-se optar entre métodos cirúrgicos e medicamentosos - ou lançar mão de ambos.
— Quando não é possível operar o animal, há medicamentos que promovem qualidade de vida, tranzendo alívio para a dor — complementa.
Todavia, alguns efeitos colaterais podem ser penosos. Os quimioterápicos causam desde queda de pelo a náuseas, vômitos e leucopenia (também chamada de aplasia de medula, quadro em que o os sistemas de defesa do organismo ficam debilitados).
— Para minimizar esses efeitos, o veterinário pode prescrever medicações que protejam a mucosa gástrica — complementa Tabanez.
O que pode trazer bem-estar ao animal durante o tratamento.
:: Medicações para controlar vômitos e proteger a mucosa gástrica.
:: Sessões de acupuntura.
:: Alimentação balanceada com fórmulas específicas para cães com alterações gastrointestinais, renais e hepáticas.
Recomendo aqui em Porto alegre o Pathos: http://www.labpathos.com.br/index.php?pg=4
Fonte: http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/donnadc/19,0,3225626,Caes-diagnosticados-com-cancer-nao-necessariamente-precisam-ser-sacrificados.html
— Estamos na luta — desabafa em voz baixa, como se não quisesse incomodar a tristonha vira-latas.
Se for operada, Penélope pode não resistir.
— Ela está em tratamento. Começou fazendo quimioterapia uma vez por semana. Agora é quinzenal. O câncer teve um regresso, mas infelizmente os médicos falaram que operar seria um risco — relata a dona.
Segundo a aposentada, o quadro é instável: há dias de melhora e outros em que a mascote passa muito mal.
— Mas estamos tentando todos os recursos — resigna-se.
A cadela Golden, também sem raça definida, é a prova de que não se deve perder a esperança. Em 2007, constatou-se que ela tinha um tumor venéreo transmissível (TVT) e, hoje, está curada. Lacy Mesquita Oliveira, 57 anos, dona de casa, conta que o animal apareceu na vizinhança e não foi mais embora.
— Ela estava suja, com fome e ferida na região da genitália — descreve.
A descoberta do câncer não foi imediata. A princípio, uma veterinária falou que era uma bicheira, uma infecção na pele causada por moscas.
— Foi tratada com antisséptico e antibióticos, mas o sangramento não parava e a veterinária indicou a castração para que ela não ficasse prenhe.
Só que ela já esperava filhotes, de modo que não não pôde ser tratada do câncer até o nascimento da ninhada - a quimioterapia, muito provavelmente, provocaria um aborto. Assim, durante a gestação, Golden foi tratada com antibióticos e vitaminas que a fortalecessem. Agora plenamente reestabelecida.
Um mal associado à longevidade
A possibilidade de cães e gatos desenvolverem câncer cresce com o avanço da idade.
— Houve aumento na expectativa de vida dos animais e, como consequência, as doenças evoluíram — explica o oncologista-veterinário Paulo Tabanez, também especialista em infectologia.
A boa notícia é que os tratamentos também se sofisticaram.
No passado, não havia medicação para câncer em animais, e os tumores não eram tratados.
— Ou ele morria antes de se diagnosticar o câncer ou era sacrificado — constata o especialista.
Atualmente, a eutanásia não é a melhor solução para abreviar o sofrimento do pet — há tratamentos curativos e paliativos mais eficientes.
De fato, o câncer animal pode ter diferentes prognósticos. Conforme o caso, pode-se optar entre métodos cirúrgicos e medicamentosos - ou lançar mão de ambos.
— Quando não é possível operar o animal, há medicamentos que promovem qualidade de vida, tranzendo alívio para a dor — complementa.
Todavia, alguns efeitos colaterais podem ser penosos. Os quimioterápicos causam desde queda de pelo a náuseas, vômitos e leucopenia (também chamada de aplasia de medula, quadro em que o os sistemas de defesa do organismo ficam debilitados).
— Para minimizar esses efeitos, o veterinário pode prescrever medicações que protejam a mucosa gástrica — complementa Tabanez.
O que pode trazer bem-estar ao animal durante o tratamento.
:: Medicações para controlar vômitos e proteger a mucosa gástrica.
:: Sessões de acupuntura.
:: Alimentação balanceada com fórmulas específicas para cães com alterações gastrointestinais, renais e hepáticas.
Recomendo aqui em Porto alegre o Pathos: http://www.labpathos.com.br/index.php?pg=4
Fonte: http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/donnadc/19,0,3225626,Caes-diagnosticados-com-cancer-nao-necessariamente-precisam-ser-sacrificados.html
quarta-feira, 2 de março de 2011
Leão Ariel já move as patas
O leão Ariel apresenta melhora nos reflexos das patas, consegue erguê-las e colocar as garras das patas traseiras para fora. A informação é do dono de Ariel, Ary Marcos Borges da Silva.
Após passar por uma cirurgia para descompressão da medula no dia 10 de dezembro do ano passado, Ariel segue fazendo sessões de fisioterapia diariamente, e os cuidados com o leão levam cerca de quatro horas por dia. "Ele teve escaras por ficar muito tempo deitado, e leva bastante tempo para tratar dessas feridas", afirma Silva.
A cadeira de rodas, que seria o presente de Natal do leão para auxiliar em sua recuperação, chegou a ser testada, mas teve que voltar para a fábrica para adaptações. "As rodinhas não aguentaram o peso do Ariel, e ele ficou muito bravo", aponta o dono. A previsão é que a cadeira de rodas chegue na semana que vem.
Por Larissa Ayumi Sato.
PS: As fotos são antigas, anteriores ao problema apresentado pelo Ariel.
Mas é assim que queremos ver ele de novo!!
Fonte: http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/385661/leao-ariel-ja-consegue-levantar-as-patas/
Fonte Fotos: http://www.mastim.com.br/arquivo/arquivoColuna%2023092009%20a%2013122009.asp
Após passar por uma cirurgia para descompressão da medula no dia 10 de dezembro do ano passado, Ariel segue fazendo sessões de fisioterapia diariamente, e os cuidados com o leão levam cerca de quatro horas por dia. "Ele teve escaras por ficar muito tempo deitado, e leva bastante tempo para tratar dessas feridas", afirma Silva.
A cadeira de rodas, que seria o presente de Natal do leão para auxiliar em sua recuperação, chegou a ser testada, mas teve que voltar para a fábrica para adaptações. "As rodinhas não aguentaram o peso do Ariel, e ele ficou muito bravo", aponta o dono. A previsão é que a cadeira de rodas chegue na semana que vem.
Por Larissa Ayumi Sato.
PS: As fotos são antigas, anteriores ao problema apresentado pelo Ariel.
Mas é assim que queremos ver ele de novo!!
Fonte: http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/385661/leao-ariel-ja-consegue-levantar-as-patas/
Fonte Fotos: http://www.mastim.com.br/arquivo/arquivoColuna%2023092009%20a%2013122009.asp
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tratamentos
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Condomínios oferecem espaços vips para os pets!
Tratamento vip para animais de estimação
Os condomínios oferecem espaços especializados com atendimento exclusivo e boa convivência aos moradores
Por Fagner Lacerda
Redação Jornal Coletivo
Animais fazem parte do cotidiano de 44% dos lares brasileiros, segundo a pesquisa do Radar Pet 2009, divulgada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan). No mercado imobiliário alguns empreendimentos veem nessa informação uma oportunidade de negócio. Para atingir este nicho, as construtoras investem em espaços específicos para animais, muitos deles com pessoal especializado, como veterinários e sanitaristas.
Um dos problemas nas relações dos moradores de condomínio é a convivência entre pessoas e animais. Num ambiente onde moram famílias heterogêneas que gostam ou não de animais, as empresas do setor imobiliário proporcionam a boa convivência com espaços reservados para os animais.
Nos grandes centros, a busca pela segurança é um dos pontos principais na escolha do local de moradia. Os condomínios-clube oferecem oportunidades de lazer, entre conveniência e entretenimento. Um desses itens são os espaços destinados a animais domésticos. O nome pode variar: pet care, pet walk, space dog, pet garden, pet place ou pet space. “Em nome da segurança dos filhos, os pais acabam procurando locais onde possam sair com seus animais sem precisar deixar o condomínio. Esses espaços proporcionam essa segurança”, esclarece Benedito Abbud, arquiteto e paisagista. Seu escritório foi contratado pela Brookfield Incorporações para o projeto paisagístico do empreendimento All. Ele compreende que esses espaços, além de oferecerem conforto e tratamento adequado aos animais, promovem a sociabilização entre os moradores.Embora algumas pessoas considerem os pet places um modismo da construção civil, especialistas acreditam que esses espaços vieram para ficar. Ricardo Cerqueira, gerente de incorporação da PaulOOctavio Empreendimentos Imobiliários, acha que esse tipo de serviço está longe de ser uma moda passageira. O Península, um dos empreendimentos da incorporadora em parceria com a Via Engenharia, proporciona esse serviço.
Busca da harmonia entre homens e bichos
Nada melhor do que alguém que conhece e cuida dos animais de companhia para falar por eles. Por que não ter, então, um lugar apropriado para o seu lazer? Quem defende harmonia entre homens e bichos é Eliane Cruz, veterinária e proprietária da Bichos e Caprichos, no Setor Sudoeste. Na visão da especialista, esses espaços são extremamente necessários. Uma prática já existente em outros países e em outros Estados, que agora vem ganhando espaço no mercado imobiliário do Distrito Federal.
Link: http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2011-02-22/imoveis/2937/TRATAMENTO-VIP-PARA-ANIMAIS-DE-ESTIMA%C3%83%E2%80%A1%C3%83%C6%92O.pnhtml
Os condomínios oferecem espaços especializados com atendimento exclusivo e boa convivência aos moradores
Por Fagner Lacerda
Redação Jornal Coletivo
Animais fazem parte do cotidiano de 44% dos lares brasileiros, segundo a pesquisa do Radar Pet 2009, divulgada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan). No mercado imobiliário alguns empreendimentos veem nessa informação uma oportunidade de negócio. Para atingir este nicho, as construtoras investem em espaços específicos para animais, muitos deles com pessoal especializado, como veterinários e sanitaristas.
Um dos problemas nas relações dos moradores de condomínio é a convivência entre pessoas e animais. Num ambiente onde moram famílias heterogêneas que gostam ou não de animais, as empresas do setor imobiliário proporcionam a boa convivência com espaços reservados para os animais.
Nos grandes centros, a busca pela segurança é um dos pontos principais na escolha do local de moradia. Os condomínios-clube oferecem oportunidades de lazer, entre conveniência e entretenimento. Um desses itens são os espaços destinados a animais domésticos. O nome pode variar: pet care, pet walk, space dog, pet garden, pet place ou pet space. “Em nome da segurança dos filhos, os pais acabam procurando locais onde possam sair com seus animais sem precisar deixar o condomínio. Esses espaços proporcionam essa segurança”, esclarece Benedito Abbud, arquiteto e paisagista. Seu escritório foi contratado pela Brookfield Incorporações para o projeto paisagístico do empreendimento All. Ele compreende que esses espaços, além de oferecerem conforto e tratamento adequado aos animais, promovem a sociabilização entre os moradores.Embora algumas pessoas considerem os pet places um modismo da construção civil, especialistas acreditam que esses espaços vieram para ficar. Ricardo Cerqueira, gerente de incorporação da PaulOOctavio Empreendimentos Imobiliários, acha que esse tipo de serviço está longe de ser uma moda passageira. O Península, um dos empreendimentos da incorporadora em parceria com a Via Engenharia, proporciona esse serviço.
Busca da harmonia entre homens e bichos
Nada melhor do que alguém que conhece e cuida dos animais de companhia para falar por eles. Por que não ter, então, um lugar apropriado para o seu lazer? Quem defende harmonia entre homens e bichos é Eliane Cruz, veterinária e proprietária da Bichos e Caprichos, no Setor Sudoeste. Na visão da especialista, esses espaços são extremamente necessários. Uma prática já existente em outros países e em outros Estados, que agora vem ganhando espaço no mercado imobiliário do Distrito Federal.
Link: http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2011-02-22/imoveis/2937/TRATAMENTO-VIP-PARA-ANIMAIS-DE-ESTIMA%C3%83%E2%80%A1%C3%83%C6%92O.pnhtml
Cães sentem pena das pessoas...
Pesquisadoras do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazr, em Portugal, constaram que os cachorros parecem sentir empatia pelas emoções humanas, tanto que os animais usados em terapias podem até adquirir as emoções de seus donos.
De acordo com o estudo, os animais não copiam simplesmente as emoções que estão ao seu redor. Cães podem ficar chateados como uma criança quando criados em um ambiente familiar com brigas. E podem pedir por ajuda no caso de emergências, o que sugere certo grau de percepção e empatia.
Mas não é fácil enganar um cachorro. Em um experimento em que os donos dos animais fingiram um acidente ou um ataque cardíaco, os cães ficaram confusos e não prestaram socorro. Para as pesquisadoras, isso acontece porque o cão tem que sentir outros sinais, como cheiro e sons. Outro estudo mostrou que cachorros usados em terapias são afetados emocional e fisicamente por seu "trabalho", se beneficiando de massagens e outras práticas calmantes.
De acordo com as cientistas, os cães são afetados pelas emoções humanas por que são descendentes dos lobo, caninos sociais, cooperativos e que sentem empatia por outros lobos. A evolução e a domesticação teriam feito com que os cachorros conseguissem sincronizar suas emoções às humanas. Outro motivo seria a seleção artificial, que buscou animais cada vez mais inteligentes – e provavelmente capazes de “entender” melhor as pessoas.
Segundo o Discovery News, mais pesquisas devem ser realizadas para entender a origem do comportamento canino, as diferenças entre raças e a possibilidade de treinamento para essas habilidades emocionais.Link: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI212919-17770,00-CAES+SENTEM+PENA+DAS+PESSOAS+DIZ+PESQUISA.html
Mas não é fácil enganar um cachorro. Em um experimento em que os donos dos animais fingiram um acidente ou um ataque cardíaco, os cães ficaram confusos e não prestaram socorro. Para as pesquisadoras, isso acontece porque o cão tem que sentir outros sinais, como cheiro e sons. Outro estudo mostrou que cachorros usados em terapias são afetados emocional e fisicamente por seu "trabalho", se beneficiando de massagens e outras práticas calmantes.
De acordo com as cientistas, os cães são afetados pelas emoções humanas por que são descendentes dos lobo, caninos sociais, cooperativos e que sentem empatia por outros lobos. A evolução e a domesticação teriam feito com que os cachorros conseguissem sincronizar suas emoções às humanas. Outro motivo seria a seleção artificial, que buscou animais cada vez mais inteligentes – e provavelmente capazes de “entender” melhor as pessoas.
Segundo o Discovery News, mais pesquisas devem ser realizadas para entender a origem do comportamento canino, as diferenças entre raças e a possibilidade de treinamento para essas habilidades emocionais.Link: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI212919-17770,00-CAES+SENTEM+PENA+DAS+PESSOAS+DIZ+PESQUISA.html
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