Até que enfim passamos a ter aqui em Porto Alegre, RS uma coluna bacana e bem intencionada sobre o "Mundo Pet", e melhor ainda no jornal dominical.
Tudo bem que é sobre um assunto que por aqui já falamos bastante, mas o lance é divulgar sempre, nunca é demais!
Que bacana, já começamos bem 2010.
Copiei e colei aqui embaixo.
Fiz meus comentários em vermelho.
Bjkss Cecília.
"Epilepsia eles também têm
Cães sofrem com a doença, que pode ser hereditária.
Saiba o que fazer, caso o seu amigo tenha uma crise.
Mudanças repentinas de humor, falta de apetite, tremeliques. Sintomas aparentemente inofensivos podem anunciar uma doença mais comum do que se imagina: a epilepsia. Animais de várias espécies sofrem desse problema há milênios e ainda não há uma cura definitiva. Existem, porém, tratamentos que aumentam a qualidade de vida do pet se o diagnóstico for feito precocemente.
TYSON NÃO MUDA NADINHA.... É SEMPRE SURPREENDENTE.
Caracterizada por crises convulsivas – desordem elétrica no córtex e no subcórtex cerebral – que acontecem repetidamente em pequenos intervalos de tempo, a epilepsia é mais comum em cães do que em gatos. O veterinário Ragnar Franco Schamall explica que os cachorros são mais suscetíveis às doenças que provocam convulsões e apresentam um histórico maior de epilepsia idiopática, ou seja, herdada dos antecedentes.
TYSON É IDIOPÁTICA.
– Nos gatos é mais comum que a doença apareça devido a tumores cerebrais – explica.Encarar uma crise convulsiva não é tarefa fácil – e o dono não deve intervir.
MOMENTO MUITO COMPLICADO PARA O DONO, A PRIMEIRA VEZ É PERTURBADORA.... E AS DEMAIS TAMBÉM SÃO. SÃO TRAUMATIZANTES, O QUE ACONTECE É QUE PASSAMOS A SABER COMO TRATÁ-LO NO MOMENTO DA CRISE.
– Tentar desenrolar a língua ou querer mexer no cachorro podem causar lesões, até mesmo no dono, que pode sair mordido – alerta Ragnar. – O máximo que se deve fazer é escorar a cabeça do animal para que ele não a bata muito no chão.
E TRANQUILIZÁ-LO, DE PREFERÊNCIA NUM AMBIENTE SILENCIOSO E COM POUCA LUZ.
As crises costumam durar entre 20 segundos e dois minutos. Se ultrapassarem os cinco minutos, o animal deve ser levado a uma clínica veterinária imediatamente, pois pode entrar em estado convulsivo. Antes de removê-lo, é importante consultar um veterinário. A epilepsia pode demorar para ser diagnosticada, pois algumas crises são quase imperceptíveis e estão atreladas a mudanças de comportamento.– Muitas vezes, o animal só mexe incontroladamente a mandíbula ou a pata, e o dono não reconhece nisso uma crise convulsiva – observa Schamall.
CERTO, ESTAS SERIAM CRISE LEVES, PORÉM AS CRISES DO TYSON SÃO TERRÍVEIS, ELE BABA MUITO, PEDALA COM AS PATINHAS DE LADO, FAZ UM INTENSO ESFORÇO FÍSICO, FAZ XIXI E COCÔ, E TÊM SUCESSIVAS CRISES. SÃO MUITO FORTES, ATUALMENTE O LEVAMOS DIRETO PARA CLÍNICA VET POA. ONDE É COLOCADO DIRETO NO OXIGÊNIO E LHE APLICAM A MEDICAÇÃO ADEQUADA PARA TRANQUILIZÁ-LO.
O tratamento varia de caso para caso, mas geralmente são usados fármacos anticonvulsivantes.
– Cada animal precisará de um tipo específico de tratamento. Se, por exemplo, ele sofrer de uma epilepsia secundária, a causa da doença é que será tratada – explica o veterinário.
CERTO, FIZEMOS MUITOS EXAMES ATÉ CONCLUIREM QUE ERA SIM EPILEPSIA.Como agir
- Ao perceber a crise, não tente mexer no animal ou desenrolar sua língua. No máximo, apoie a cabeça dele para que não bata muito no chão.
CORRETO!
- Veja no relógio quanto tempo durou a crise. Se ultrapassou os cinco minutos, leve o animal imediatamente ao veterinário, mas antes ligue para um profissional para saber como fazer o transporte.
CORRETO!
- Depois da crise, o bicho provavelmente mudará o comportamento. “Deixe o animal ter o momento dele, até que fique tranquilo. Não tente intervir”, ensina o veterinário Ragnar Franco Schamall.
ISTO DEVE SER COMENTADO. LOGO EM SEGUIDA DAS CRISES, O TYSON FICA BASTANTE CANSADO, DESORIENTADO, PARECE AINDA ESTAR NUM ESTADO MENTAL CONVULSIVO, QUE ESTARIA ENTRE A NORMALIDADE E A CRISE. QUANDO ELE ENTROU EM ESTADO CONVULSIVO, E PRECISOU FICAR INTERNADO , NO SEU RETORNO PARA CASA ELE FICOU MUITO DISTANTE, MUITO QUIETO, PARECIA NÃO RECONHECER NADA NEM NINGUÉM, PORÉM BASTOU ALGUMAS SEMANAS PARA QUE ELE VOLTASSE AOS POUCOS A SUA ROTINA NORMAL.
Link de um dos meus posts sobre Epilepsia:
http://cachorrosespeciais.blogspot.com/2009/07/epilepsia-canina_09.html
http://cachorrosespeciais.blogspot.com/2009/07/tyson-e-sua-saga.html
- Independentemente do tempo que durou a crise, o dono deve consultar um veterinário para saber o que causou o problema.
- Lesões tumorais, má-formação vascular, vírus, bactérias, vermes e até mesmo uma pancada na cabeça podem causar convulsões que, caso não sejam tratadas, podem evoluir para um quadro de epilepsia. O tratamento varia de caso para caso, mas geralmente são usados fármacos anticonvulsivantes. “Cada animal precisará de um tipo específico de tratamento. Se, por exemplo, ele sofrer de uma epilepsia secundária, a causa da doença é que será tratada”, explica o veterinário."
CERTO, EXAMES TE DARÃO ESTA RESPOSTA.
FALTOU COMENTAR QUE MUITO CARINHO TRARÁ CONFORTO PARA O PET, PQ ELES NÃO ENTENDEM O QUE ESTA ACONTECENDO.
A CASTRAÇÃO O DEIXOU MUITO MAIS TRANQUILO, O QUE ACREDITO TER CONTRIBUIDOS PARA QUE O INTERVALO ENTRE SUAS CRISE TENHAM FICADO MAIS ESPAÇADOS. E PRINCIPALMENTE PARA NÃO TRANSMITIR A DOENÇA PQ PODE SER HEREDITÁRIA, O QUE SERIA UM ATO DE TOTAL IRRESPONSABILIDADE DO SEU DONO.
E POR FAVOR É UMA DOENÇA TRATÁVEL, NÃO ABANDONE SEU PET POR ACHAR QUE LHE TRARÁ PROBLEMAS E TRABALHO. EU DIGO, ATÉ SE ENCONTRAR A DOSE CERTA, SE TEM UM POUCO DE TRABALHO, MAS DEPOIS É SUPER TRANQUILO.
BJKSS CECÍLIA.
Fonte: ZH Dominical. 03/01/2009.
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?