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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Cachorros de cadeiras de rodas se divertindo....

Cachorros com deficiência costumam ser os últimos a serem adotados. Felizmente, existem algumas pessoas dispostas a ajudar e Gritta Götz é uma delas. Gritta administra um santuário de animais na Alemanha, para dar uma vida melhor a esses cães.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Os maiores perigos que o Natal e o Réveillon oferecem aos nossos pets

Enfeites atrativos, casa cheia de convidados, alimentos à disposição... As comemorações de Natal e réveillon são ótimas para os donos, mas oferecem situações de risco para os animais de estimação. Especialistas indicam os 10 acidentes mais comuns nesta época e dão dicas de como evitá-los.
Um brinquedo gigante cheio de bolinhas para puxar e morder. Provavelmente, é assim que o seu gatinho enxerga aquela linda árvore de Natal que você montou na sala. O resultado? Nem sempre os enfeites chegam intactos ao dia 25 de dezembro. Mas isso é o de menos. Pior mesmo é quando as comemorações de fim de ano causam acidentes – alguns até fatais – para os pets. “As festas podem ser catastróficas para os bichos, porque aumentam a quantidade de pessoas na casa e, com isso, a oferta de petiscos”, alerta a veterinária Ana Paula Madeira, do Hospital Veterinário Pompeia.
A atenção deve ser redobrada se o animal de estimação tiver pouco tempo de vida. “O perigo está nos
filhotes de cães e gatos, que têm atração pelos penduricalhos. Em geral, os cachorros adultos não se interessam tanto pelos enfeites”, diz a doutora Carla Alice Berl, do Hospital Veterinário Pet Care.
Listamos os 10 maiores perigos que o Natal e o réveillon oferecem. Confira e saiba o que fazer para proteger o seu melhor amigo:
1. BOLINHAS DE NATAL
Vários objetos redondos pendurados na árvore de Natal podem parecer um brinquedo divertido para o seu bichinho. “Já atendemos casos de gatos que chegaram a engolir uma bolinha inteira”, afirma a veterinária Carla Berl. “Os cachorros – principalmente os filhotes – costumam morder e ingerir pedaços dos enfeites”, completa. A melhor solução é deixar o pinheiro em um local fora do alcance dos animais e ficar sempre de olho. Também existem produtos vendidos em pet centers para afastá-los. É só aplicar uma pequena quantidade nos objetos. Os bichos vão desistir da "tentação" depois da primeira lambida, por causa do gosto ruim.
2. PISCA-PISCA
Quem não gosta de ver o pinheiro de Natal todo iluminado quando anoitece? O problema é que as luzinhas oferecem grande perigo para os animais de estimação, que podem morder o fio e se machucar. “O pisca tem risco de choque elétrico e pode causar queimaduras na língua e no focinho, além de alterações neurológicas ou metabólicas mais graves”, explica Ana Paula Madeira. A indicação é a mesma das bolinhas: mantenha o enfeite longe do animal e fique sempre atento ao comportamento dele.
3. COMIDA
Peru, bacalhau, panetone. Você merece todas as delícias da ceia de Natal e de ano-novo, mas elas podem ser prejudiciais à saúde do seu melhor amigo. Resista bravamente àqueles olhares pidões e não ofereça pedacinhos de comida para os bichos. Peça para os seus convidados fazerem o mesmo. “Todos os anos atendemos vários animais intoxicados, com vômitos e diarreia. Eles comem algo a que não estão acostumados e acabam passando mal”, conta Carla.
4. BEBIDA ALCOÓLICA
Nesta época do ano alguns animais chegam aos hospitais veterinários – pasme! – em coma alcoólico. “Isso acontece porque as pessoas costumam esquecer copos cheios em lugares de fácil acesso”, diz Ana Paula. Alguns donos acreditam que, se a bebida não faz mal a eles, também não trará consequências para seu animal de estimação. No entanto, o álcool é absorvido ainda mais rapidamente pelo aparelho digestivo dos pets e metabolizado no fígado. Alguns dos efeitos são náuseas, vômitos, problemas respiratórios e coma.
5. PRESENTE VIVO
Há quem escolha presentear aquele amigo ou parente querido com um animal de estimação. A surpresa pode ser inesquecível, mas é bom pensar duas, três ou até vinte vezes antes de fazer essa opção. “Quando as pessoas não estão preparadas para receber um animalzinho, a situação pode acabar em abandono, que é crime ambiental”, alerta Ana Paula. O cuidado deve ser redobrado se o "mimo" for destinado a uma criança. Dependendo da idade, o novo dono não terá responsabilidade suficiente para cuidar do bichinho e, nesse caso, a tutela fica por conta dos pais.
6. FITAS, SACOLAS E PLÁSTICOS
As pessoas costumam colocar os presentes no chão, em torno da árvore de Natal. Por ficarem no piso, local de fácil acesso, as embalagens plásticas e fitinhas atraem cães e gatos, que podem morder e engolir os materiais. O perigo é parecido com o das bolinhas penduradas na árvore. Então, se o seu animal for do tipo curioso ou bagunceiro, guarde os presentes em um lugar que ele não alcance.
7. FOGOS DE ARTIFÍCIO
Os cães têm uma audição muito aguçada, o que pode ser útil para que eles ouçam, de longe, quando o dono chega ou quando algum perigo se aproxima. Mas o que é uma vantagem durante todos os outros dias torna-se um problema no período de festas. A explosão de fogos de artifício assusta os animais. “Recomendamos que os donos fiquem próximos dos bichos, para tranquilizá-los. Também é bom colocar um pouco de algodão nos ouvidos deles”, diz Carla Berl. “Em alguns casos, os veterinários podem até prescrever calmantes”, afirma.
8. CALOR
As festas de fim de ano coincidem com o início do verão e, por isso, é bom tomar cuidado para evitar a desidratação. “Dê água gelada e deixe o animal em um lugar onde haja sombra. Paredes e pisos frios também são opções para o pet encostar e se refrescar”, diz Carla. Outra dica é evitar passeios em horários muito quentes. De acordo com a veterinária, se o cachorro ou gato tiver pelagem clara e estiver exposto ao sol, o dono deve passar protetor solar (produtos específicos para animais, encontrados em pet shops) em áreas mais sensíveis, como as orelhas.
9. VIAGEM DE CARRO
Se for aproveitar a virada do ano na praia e o bichinho for junto, certifique-se de que a viagem será confortável. “O ideal é que tanto gatos como cachorros sejam levados dentro de caixas de transporte de tamanho adequado”, explica Ana Paula. “Evite alimentar o animal nas duas horas que antecedem a viagem, para que ele não vomite no caminho, e, se o percurso for longo, pare algumas vezes para o animal fazer xixi”, diz. Além disso, prefira viajar nos horários mais frescos – bem cedinho ou durante a noite.
10. HOTEL
Quem vai viajar e não tem como levar o pet, pode optar por deixá-lo em um hotelzinho. Antes de escolher o estabelecimento, faça uma pesquisa para ver qual é mais confiável, se os profissionais são aptos a lidar com eventuais problemas de saúde, como são as instalações... “É importante deixar todos os seus contatos para que você seja encontrado facilmente no caso de uma emergência”, indica Carla.
Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI283841-16940,00-PETS+PERIGOS+DAS+FESTAS+DE+FINAL+DE+ANO.html

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cadela cega e seu “cão-guia” chegam à casa dos novos tutores na Inglaterra

Depois de mais de 2 mil pessoas na Grã-Bretanha se oferecerem para abrigar uma cadela dinamarquesa cega e seu “cão-guia”, a dupla Lily e Maddison finalmente ganharam novos tutores, segundo noticiou o site do “Daily Mail”.
Anne Williams, de 52 anos, e seu marido Len, bombeiro aposentado de 53, se apaixonaram pelos animais quando souberam que eles estavam disponíveis para adoção. “Sempre tivemos dois cachorros, gosto que eles tenham companhia. Então ter os dois em casa não parecia um desafio tão grande”, conta Anne, que é gerente de seguradora.
O casal ficou sem cães em casa desde que a filha deles se mudou com os dois setters ingleses, cinco meses atrás. Eles moram em uma área rural de Cheshire.
A cadela Lily, de seis anos de idade, teve seus olhos removidos quando ainda era filhote e é companheira de Maddison, de sete anos, que foi adestrado para ajudá-la a se locomover.
O par foi deixado no abrigo Shrewsbury Dogs Trust quando seus tutores não puderam mais cuidar dos animais, em julho deste ano.
Fonte: http://www.anda.jor.br/31/10/2011/cadela-cega-e-seu-cao-guia-chegam-a-casa-dos-novos-tutores-na-inglaterra

domingo, 16 de outubro de 2011

Gatinho cego "briga" contra secador de cabelo e faz sucesso no Youtube

A princípio a combinação secador de cabelo e gatinho não parece ser uma boa coisa. Mas esse vídeo com mais de 200 mil visualizações no Youtube ao menos serviu para assistirmos à determinação de um bichano em uma batalha épica contra... o vento.
O gatinho Oskar no video com 5 meses, nasceu sem os dois globos oculares, mas isso não o impede de ser pra lá de ativo e levar uma vida super saudável. Ele nem deve fazer ideia de quanta gente ficou cativada com todo o seu esforço. Da-lhe Oskar!
Fonte: http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2011/10/gatinho-cego-briga-contra-secador-de-cabelo-e-faz-sucesso-no-youtube.html

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Cadelinha supera lesão e aprende a andar com duas patas nos EUA

Cadela foi levada para canil após ser achada nas ruas.

Lesão deixou 'Trixie' com as patas traseiras paralisadas.
Uma cadela que está em um canil no condado de Lee, no estado da Flórida (EUA), aprendeu a andar com duas patas por conta de uma lesão que a deixou com as patas traseiras paralisadas, segundo reportagem da emissora de TV "WINK News".
A cadela chamada "Trixie" foi levada para o canil após ser encontrada abandonada nas ruas. Segundo Ria Brown, do serviço de controle de animais, "Trixie" parece uma cadela normal até começar a andar. "É simplesmente incrível", disse ela.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/10/cadela-supera-lesao-e-aprende-andar-com-duas-patas-nos-eua.html

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Yoga para Cães...Dog+Yoga= Doga

Gente eu sei que é antiguinho, mas ver os cachorrinhos fazendo as posturas do yoga é uma fofurice, né?!!
Sabe gente, têm tb aulas de yoga para os tutores com seus cachorros, não sei bem como funciona, mas vi várias imagens na rede.
Têm vários videos das aulas em dupla no Youtube, vejam este que postei acima.
Achei tudo muito legal, só que eu não conseguiria fazer nada com os meus cães, eles iriam me lamber muito, brincar muito e fazer a maior farra....
Tem até livro: Doga, Yoga for Dogs
Bjks Cecília.
Fontes: http://yogadogz.com/index1.html
http://www.yoga4dogs.com/
http://www.yogadork.com/news/doga-dog-yoga-frisky-business-or-risky-fad/
http://www.insidesocal.com/pets/dog-yoga/

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Como cuidar de um cão idoso?

Oi gente, recebi um comentário da Sra. Neila Araújo, me pedindo informações sobre como ajudar seus pets que estão velhinhos.
Dicas rápidas:
  • não mudar o ambiente com o qual eles estão familiarizados;
  • evitar sustos;
  • utilizar fraldas;
  • utilizar órteses ou suportes quando necessário;
  • caminhas elevadas(tem a dica de como fazê-las aqui no blog);
  • brinquedos com cheiros e ou sabores fortes e macios;
  • brinquedos que vibram;
  • se conseguirem caminhar elevar os potinhos;
  • fazer massagens vc mesma;
  • colocar bolsas de água quente para confortá-los;
  • homeopatia;
  • acupuntura;
  • florais;
  • Check up com veterinário experiente;
  • fisioterapia e mais dicas no texto abaixo.
O importante é deixá-los confortáveis e sem sofrimento!
E muito AMOR!!
Neila espero que te ajude!
Sorte, força e parabéns pelo teu cuidado com teus pets.
Bjks Cecília.

Cães Idosos
A velhice afeta os cães, da mesma forma que influencia o comportamento e saúde dos humanos. É importante conhecer os sinais de velhice do seu animal para que possa reconhecer sinais de doença ou simplesmente ajustar brincadeiras e atitudes às mudanças pelas quais o cão passando.
Os cães têm diferentes ritmos de envelhecimento. Ao contrário dos humanos, que têm um período alargado de infância, adolescência e velhice, os cães vivem a grande maioria das suas vidas no estado adulto.
Os cães de porte grande têm uma média de vida menor e podem ser considerados idosos aos 6/8 anos. Os cães de porte pequeno vivem geralmente até mais tarde e por essa razão, os sinais de velhice surgem também mais tardiamente.
Sinais de Velhice
•Pêlo grisalho – por vezes pode haver um branqueamento precoce do pêlo, tal como acontece com o cabelo dos humanos.
Pêlo áspero – o pêlo passa por transformações na sua estrutura com o passar dos anos. Menor densidade e menos suavidade são características do pêlo de um cão idoso. A alimentação de boa qualidade pode contudo atenuar estes sinais;
•Sedentarismo – os cães idosos podem-se tornar mais preguiçosos, valorizando mais o tempo no sofá. Até certo ponto, isto pode ser previsto através do temperamento da raça - há raças que permanecem brincalhonas e mais ativas até mais tarde - mas cada cão é diferente e tem a sua própria personalidade. Uma doença pode também contribuir para uma redução da atividade do animal.
•Menor apetite – Intimamente ligado ao sinal anterior, os cães que abrandam o ritmo de vida, têm necessidade de repor menos energia e por isso não necessitam de tanta comida. Isto não quer dizer que o cão está-se a alimentar mal, apenas que não tem tanta fome, por não fazer tanto exercício.
Os sinais de velhice manifestam-se frequentemente sobre a forma de doenças.
Doenças Características da Velhice:
Diabetes
Tal como os humanos, os cães idosos estão mais sujeitos a desenvolver diabetes do que os novos. Os sintomas mais comuns são consumo excessivo de água, vômitos, fadiga. O tratamento possível para cães diabéticos são as injeções de insulina. As injeções podem ser administradas pelo dono, desde que primeiro observe o veterinário a fazê-lo. Dependendo dos casos, os cães podem necessitar de uma injeção diária ou então várias.
Os cães com diabetes podem viver com qualidade durante vários anos, dois em média. Sem dor e sem sintomas, durante este tempo, apenas a necessidade de tomar injeções diferencia este cão de qualquer outro.
Problemas Cardíacos
O coração dos cães é uma máquina poderosa e impressionante. Na sua plena forma aguenta uma pressão incrível, impressa pelo exercício que o cão desenvolve durante um dia inteiro de caça ou no campo a pastorear o rebanho.
Com a idade, este músculo tendo contudo a perder elasticidade. Com o calor ou exercício, o cão evidencia um cansaço cada vez mais precoce. O cão deve ser levado ao veterinário quando qualquer apresentar qualquer problema anormal. O sistema cardiovascular está intimamente ligado ao sistema respiratório e a falta de ar, tosse ou outros sintomas semelhantes são sempre alertas.
Com um tratamento adequado, os cães com problemas cardíacos podem levar uma vida normal, com algumas condicionantes apenas ao nível de exercício.
Tumores
Algumas raças estão mais predispostas a desenvolver tumores do que outras. Os tumores podem ser benignos são relativamente comuns e são uma consequência normal do envelhecimento. Mais preocupantes são os tumores malignos que podem exigir cirurgia, quimioterapia, entre outros tratamentos mais agressivos. Apenas o veterinário pode aconselhar os tratamentos mais adequados ao caso do seu animal. Quanto mais cedo forem detectadas estas situações, maior são as hipóteses de sucesso do tratamento.
A escovação do pêlo é uma boa atitude para investigar estas situações. Procure sempre por elevações e caroços enquanto trata do pêlo do cão. Outros sintomas são a perda de peso, vómito, diárreia, feridas que não saram.
Problemas nas Articulações
Entre os problemas mais comuns nas articulações que surgem nos cães idosos está a artrite. Dor, inchaço, perda do alcance na passada ou recusa em fazer exercício são os principais sintomas de doenças articulares. As regiões mais afetadas são os quadris, os joelhos e os cotovelos dos cães.
Em alguns casos pode ser necessário operar o animal, sendo que o principal objetivo é a redução da dor, o que muitas vezes implica a limitação da mobilidade. Outros tratamentos comuns são compostos por medicamentos com o mesmo objetivo de reduzir a dor.
Problemas Oculares
Os olhos dos cães idosos são muitas vezes afectados pelo envelhecimento. Entre a doença mais comum encontra-se as cataratas. As cataratas são uma película que se forma no olho e que turva progressivamente a visão do cão. Os olhos tornam-se azuis ou acizentados e o cão evidencia todos os sinais de indicam cegueira.
Problemas Renais e Urinários
As inflamações nos rins podem ter vários graus de gravidade, que podem exigir  internação do cão. Entre os sintomas estão o excesso de sede e de urina. Por vezes a urina pode tornar-se mais escura ou com vestígios de sangue. Nos casos menos graves medicamentos orais e uma dieta especial, podem ser a solução.
A incontinência é uma doença que se manifesta na velhice. Se o seu cão começar a urinar dentro de casa, não assuma que perdeu a educação que lhe deu. Por detrás deste comportamento pode estar um problema de ordem médica.
Eutanásia(Para mim é a última das atitudes, só depois de esgotar todas possibilidades mesmo!!)
O aparecimento destas doenças não significa que nada há a fazer e que o melhor é deixar o animal morrer, pois chegou a hora dele. Pelo contrário, muitas destas doenças acarretam dor e com o tratamento adequado, a qualidade de vida do animal pode ser assegurada, prolongando também a sua vida.
Contudo, se o tratamento não for suficiente para minimizar a dor, a eutanásia, pode ser uma opção a ponderar. Nestes casos, fale com o veterinário e peça segundas opiniões. Não sendo uma decisão fácil, é muitas vezes a maior prova de estima que podemos dar a um cão em sofrimento.

Síndrome da Disfunção Cognitiva em Cães(Idosos)
Esta condição, chamada a síndrome do cão senil ou velho, é uma doença recém-reconhecida, algo semelhante à doença de Alzheimer em pessoas. Em cães com síndrome de disfunção cognitiva, o cérebro passa por uma série de alterações que resultam em um declínio das faculdades mentais associados ao pensamento, o reconhecimento, memória e comportamento aprendido. Cinqüenta por cento dos cães com idade acima de 10 irá apresentar um ou mais sintomas da síndrome de disfunção cognitiva. Disfunção cognitiva é uma doença progressiva com sinais crescentes de comportamento senil.
Desorientação é um dos principais sintomas da síndrome de disfunção cognitiva. O cão parece perdido em casa ou no quintal, fica preso em cantos ou embaixo ou atrás de móveis, tem dificuldade em encontrar a porta (fica no lado da dobradiça ou vai para a porta errada), não reconhece as pessoas familiar, e não responder a estímulos verbais ou seu nome. Perda da audição e perda de visão devem ser descartadas.
Padrões de atividade e do sono são alterados. O cão dorme mais em um período de 24 horas, mas dorme menos durante a noite. Há uma diminuição da atividade proposital e mas passam vagar sem rumo e ritmo. Cães com disfunção cognitiva também podem apresentar comportamentos compulsivos como: circular, tremores, rigidez e fraqueza.
Rotina em casa é outra área que sofre. O cão pode urinar e /ou defecar dentro de casa, às vezes até na frente de seus donos, e pode sinalizar com menos frequência para ir lá fora.
Muitas vezes, as interações com os membros da família tornam-se muito menos intenso. O cão procura menos atenção, muitas vezes vai embora ao ser acariciado, mostra menos entusiasmo quando o cumprimentam, e pode já não cumprimentar sua família. Outros cães parecem precisar de contato humano, 24 horas por dia.
Alguns desses sintomas podem ser devido a mudanças relacionadas à idade física e não a disfunção cognitiva. A condição médica, como câncer, infecção, falência de órgãos, ou efeitos colaterais dos medicamentos pode ser a única causa das mudanças de comportamento ou poderia ser, agravando o problema. Assim, problemas médicos deve ser testado para e eliminados antes que os sintomas senis sejam atribuídos a síndrome de disfunção cognitiva.
Pesquisa sobre envelhecimento do cérebro canino revela uma série de processos patogênicos que poderiam ser responsáveis ​​por muitos dos sintomas da síndrome de disfunção cognitiva. Uma proteína chamada B-amilóide se deposita nas substâncias branca e cinzenta do cérebro e forma placas que resultam em morte celular e encolhimento do cérebro. Alterações nos neurotransmissores químicos diversos, incluindo a serotonina, noradrenalina e dopamina, têm sido descritas. Níveis de oxigênio no cérebro de cães senis são diminuídos.
Não há nenhum teste específico para síndrome de disfunção cognitiva. O número de sintomas as exposições de cães e da gravidade do comportamento senil são considerações importantes a fazer o diagnóstico. Uma ressonância magnética pode mostrar algum grau de encolhimento do cérebro, mas o teste não é susceptível de ser feito a não ser um tumor cerebral é suspeitado. Conscientização do diagnóstico torna mais fácil entender o comportamento do cão.
Tratamento: A droga Anipryl (selegilina), usado por seres humanos para tratar a doença de Parkinson, foi uma ótima solução para melhorar drasticamente os sintomas e a qualidade de vida de muitos cães com síndrome de disfunção cognitiva. A droga é dada uma vez por dia como uma pílula. Porque o tratamento médico está agora disponível, é ainda mais importante buscar a consulta veterinária para mudanças de comportamento em cães idosos.
Um benefício adicional pode vir de alimentação terapêutica dieta Hill /d. Esta dieta é especialmente formulado com antioxidantes extra para cães mais velhos. Cães mais velhos também podem se beneficiar do tratamento com acupuntura e ervas chinesas.
Fonte: http://arcadenoe.sapo.pt/artigo/cao_idoso_cuidados_e_doencas/378
http://pets.webmd.com/dogs/cognitive-dysfunction-syndrome-dogs
http://207.56.179.67/steve_hodel/2009/06/old-dog-new-trick.html

sábado, 20 de agosto de 2011

Crânio de 33 mil anos seria de cão primitivo domesticado, diz estudo

O crânio de um canino, de 33 mil anos, encontrado bem-preservado em uma caverna em uma região montanhosa da Sibéria (Rússia), traz evidências de uma das formas mais primitivas de domesticação já encontradas, segundo aponta um estudo.
Os restos da espécie, encontrada nas montanhas Altai, no entanto, levantam dúvidas sobre a lealdade do homem primitivo em relação a seu "melhor amigo" à medida em que as condições de vida ficaram mais duras.
A descoberta foi realizada por uma equipe internacional de arqueólogos, liderada por cientistas russos. O estudo foi publicado na revista Plos One.
O crânio, que pertence a um período pouco anterior ao apogeu da última era glacial, é diferente daqueles dos cães e lobos de hoje em dia.
Lobos selvagens
Embora os restos sejam similares em tamanho aos cães da Groenlândia de mil anos atrás, que foram totalmente domesticados, os grandes dentes se assemelham aos dos lobos europeus selvagens de 31 mil anos atrás.
Isto é indício de um cão em seus primeiros estágios de domesticação, segundo afirma a bióloga evolucionária Susan Crockford, uma das autoras do estudo.
"Os lobos não foram domesticados deliberadamente, o processo de transformar um lobo em um cão foi natural", afirma a cientista, que trabalha no instituto Pacific Identifications, no Canadá.
Para que isto ocorresse, segundo ela, era necessária a existência de populações humanas primitivas e sedentárias. "Nessa época, as pessoas estavam caçando animais em grande escala e deixando grandes pilhas de ossos para trás, e isso estava atraindo os lobos", diz.
Características juvenis
O mais curioso é que os lobos menos temerosos tendiam a ter características mais juvenis, com focinhos mais curtos e largos e dentes mais numerosos, traços que, ao passar das gerações, acabaram definindo o cão domesticado.
Esses cães primitivos teriam sido úteis às pessoas para a limpeza de sobras e para afastar predadores como ursos, mas depois da era glacial, nos últimos 10 mil anos, eles tornaram-se integrantes fundamentais da "equipe", segundo afirma o arqueólogo da Universidade de Oxford Thomas Higham, co-autor da pesquisa.
"Quanto você tem cães de caça, de repente isto é algo que muda a situação. Caçadores com cães são muito melhores que caçadores sós", disse ele à BBC.
De maneira intrigante, no entanto, este cão siberiano bastante primitivo parece ter atingido um "beco sem saída" evolucionário. Enquanto as pessoas continuaram ocupando as montanhas Altai durante os períodos mais duros da última era glacial, elas parecem tê-lo feitos sem os seus cães, talvez quando a comida tornou-se escassa.
"O que a era glacial fez foi fazer com que as pessoas se movessem mais", disse Crockford. Com isto, segundo ela, o processo de domesticação foi suspenso, colocando os lobos e os humanos de volta a uma competição por cerca de 20 mil anos.
Por sua vez, o samoieda - o cão moderno mais próximo da espécie primitiva, criado para pastorear e guardar renas - parece ter retomado o caminho deixado por seu predecessor. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vida,cranio-de-33-mil-anos-seria-de-cao-primitivo-domesticado-diz-estudo,754184,0.htm

terça-feira, 12 de julho de 2011

Meu Barak e seu amigo Paco

Gostaria de compartilhar com vcs uma história bacana que ajudei a construir, é a história do Barak meu Labrador,de 5 anos e 6 meses e do Paco, Cocker Spaniel de 1 ano e 7 meses, ambos não castrados, este do meu amigo, vizinho e colaborador nesta empreitada, o Luiz Apolônio. O Barak sempre foi muito alegre, muito brincalhão e muito birrento com outros machos... Sim brigou diversas vezes, e foi desde filhote super socializado. Vai entender! Já o Pacão é o “Mister Simpatia”, se relaciona bem com tudo e todos.
Enfim, nos tornamos amigos do nosso futuro vizinho, o Luiz. Passamos a freqüentar seu apartamento e ele a nossa casa nova, ou seja, o Barak o conhecia sozinho e o Paco nos conhecia da mesma forma, sem cães...
Até que nosso vizinho se mudou para a casa ao lado da nossa e finalmente trouxe o Paco pra cá.
Confesso que li todos os livros sobre apresentação de machos adultos e não castrados, sabia que a probabilidade de não se darem bem era altíssima, mas mesmo assim nós “humanos de estimação” dos nossos cães não desistimos nunca.
Conversei muito com os envolvidos (meu marido e meu amigo), e com todos que freqüentavam nossas casas, explicava como devíamos nos comportar, o que não devíamos fazer para não atrapalhar o contato. Confesso que enchi o saco mesmo deles...
Então mãos à obra...
Como o Barak é maior, mais velho, briguento obviamente o consideramos o líder. E ficou para o Paco o lugar de jovem e “submisso”. Na verdade isto foi determinante, ambos tínhamos comportamentos diferentes, por isso fizemos a apresentação. Se percebêssemos dominância em ambos não teríamos insistido sozinhos nessa empreitada canina, teríamos contratado em adestrador.
Soltávamos o Barak primeiro, o deixávamosele cheirar tudo e ter contato visual direto pelo vidro da casa com o Paco, depois o prendíamos e o Paco era solto, e nós não “dávamos” atenção para ele, tudo com o Barak observando também pelo vidro. Eram como se fossem invisíveis para nós, seus humanos. Queríamos “dizer” para eles que não estávamos dando atenção para nenhum deles...
Combinamos que se tivesse que dar alguma atenção que seria para o Barak, o “líder”.
Dias se passaram, mantivemos a tática, foi difícil por que tínhamos que nos segurar, nos conter para não interferir.
Então pulamos para o passo seguinte: colocar a gradinha na porta da casa do Paco e soltar o Barak (Rei absoluto) e fazer o “contato imediato de primeiro grau”, focinho com focinho... E fizemos, e assim ficaram dias brincando pela gradinha, o Barak já fazia vigília em frente à portinha.
Até que resolvemos (muito apreensivos) colocar os dois cães na guia e sentamos para tomar um bom chimarrão, e fingirmos que estávamos calmos e tranqüilos. Eles dois acreditaram, passaram a se cheirar, a brincar na guia mesmo, até que os soltamos (Jesuissss) e adivinhem? Eles se cheiraram de novo, passaram a correr e brincar. Barak deu uns “corretivos” no Paco, mas somente quando este exagerava nas brincadeiras, mas nada perigoso tipo: “Fica na tua, eu q mando!” Guardamos todos os brinquedos nas semanas iniciais e supervisionamos durante dias as brincadeiras.
E desde então viraram irmãos, vivem brincando, vivem juntos. Incrível mesmo!
Atualmente relaxamos um pouco o nosso comportamento. Hoje eles nos obedecem, compartilham brinquedos (menos ossos), água e comida.
O Barak aprendeu a receber carinhos caninos, o Paco é muito afetuoso. Já o Paco aprendeu a levantar a perninha pro xixi , a latir pra defender seu território e outras coisinhas com o amigo Barak.
Portanto, a apresentação entre dois cães machos não castrados deve ser cercada de cuidados, muito planejada, analisada e contar com a participação de todos os envolvidos. Por que é sim uma atitude arriscada, porém a análise prévia do comportamento de cada cão é primordial, e o nosso envolvimento é determinante para que dê certo a apresentação entre cães.
Se você não tem esta paciência, e nem informações suficientes, aconselho que contrate um adestrador.
Espero que vcs gostem da nossa história!
No momento o Barak está com saudades do amigo Paco, que está hospedado e muito bem cuidado no lindíssimo Pet Village Animal Hotel.
Bjks Paco, Luiz, Barak, Rodrigo e Cecília.

domingo, 10 de julho de 2011

Woman and Dog Before the Moon, Joan Miró

"Mulher e o cachorro antes da lua".

Tela de 1936.

Fonte:  http://dreamdogsart.typepad.com/art/

Donos usam creche como 'terapia' para cães pouco sociáveis em SP

Agressividade, ciúme excessivo ou comportamento alterado com estranhos. Estes são apenas alguns traços cada vez mais comuns em pets que ficam muito presos nas casas dos donos e não tem contato com outros cachorros. Para enfrentar o problema, muitos paulistanos estão encontrando nas creches para animais uma forma de "terapia comportamental".
“O Mike era extremamente ciumento, irritadiço, agressivo na rua com outros cachorros. Agora está aprendendo a dividir as atenções. Ele mudou muito desde que entrou na creche”, conta Cynthia Burin Mantovani, de 32 anos, dona de Mike, de 1 ano e meio, e Becca, de 8 meses. Os dois cachorros frequentam a creche Cãominhando, no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, pelo menos uma vez na semana. E Cynthia está pensando em aumentar a frequência. “Aqui eles brincam, não param um minuto, e isso faz bem. Hoje, com a vida que a gente tem, ninguém tem tempo de ficar brincando muito com o cachorro.”Segundo ela, o comportamento agressivo de Mike melhorou muito porque, na creche, tem que dividir as atenções com outros animais. “Ele precisa de outros cachorros. Só com pessoas, a gente tenta humanizar o animal e acaba influenciando o comportamento dele”, diz.
Marisa Mendonça, de 38 anos e dona de Leo, um cocker spaniel inglês de 2 anos, concorda com Cynthia. “A questão de sair do próprio território é importante. O fato de ele ficar muito no meio dos humanos torna o cachorro muito antissocial com os outros animais”, afirma.
Segundo ela, Leo era muito agressivo até mesmo com seus próprios donos e chegou a morder uma empregada. “Eu chorava porque não queria perder o cachorro. Aí que surgiu a ideia da creche e resolveu todos os problemas. Ele passou a ser mais calmo. Ele mudou 95%, pois 5% é da natureza dele”, diz. Marisa conta que agora pode passear na rua com o cachorro, o que antes era difícil por causa da presença de outros cães. “Ele se esquivava, tinha medo e era agressivo. Agora ele não se importa.”
Falta de tempo
Apesar dos beneficios da convivência com outros cachorros e da educação recebida pelas orientadoras na creche, as duas mulheres consideram que a falta de tempo das duas também motiva a estadia dos pets no local.
Mas Cynthia defende o uso do serviço independentemente disso. “Pra quem não tem tempo é uma excelente opção, mas mesmo se eu tivesse tempo, eu mandaria. Ajuda a colocar um limite neles e os educa”, afirma. “A falta de tempo conta, claro, pois você chega cansada em casa e não quer sair pra brincar com o cachorro. E mesmo assim é diferente do que ele estar na própria creche”, concorda Marisa.
A veterinária responsável da Cãominhando, Vanessa Rodrigues Requejo, de 34 anos, conta que seus clientes se dividem entre a motivação por falta de tempo e a socialização dos cães. “Temos clientes que ficam o dia inteiro trabalhando ou mesmo clientes que ficam em casa, que não trabalham mais, mas querem que os animais tenham contato com outros cãezinhos”, conta. “E o contato humano aqui é o que menos conta, pois isso eles têm em casa com os donos. O mais importante é o contato com os cães e que eles fiquem livres.”
A veterinária Renata Costa, que pretende abrir uma creche na Vila São Francisco, na Zona Oeste de São Paulo, em aproximadamente um mês, vê a falta de tempo das pessoas como grande motivadora do sucesso das creches na cidade. “Eu vejo a dificuldades das pessoas de arrumar gente pra cuidar direito dos cães, que não têm tempo de sair pra passear com eles, para brincar. Aí o cachorro fica sozinho, trancado e estressado. A creche se torna uma opção”, diz.
As duas veterinárias concordam que a socialização dos cães é um dos pontos mais importantes que a creche oferece, inclusive para mudar comportamentos agressivos e antissociais. “Vários [cães] chegam com dono e são agressivos na coleira, latem para os outros cachorros e para as pessoas. O dono solta e só pelo fato dele não estar na guia, muda radicalmente”, diz Vanessa. Ela alerta, porém, que apenas o cachorro que é agressivo por medo, que avança nas pessoas por timidez e falta de segurança é que tem essa mudança. “Outros cães muito agressivos não conseguem nem entrar na creche.”
Cuidados da saúde dos cães
Renata Costa também atenta para um motivo que talvez seja menos usual, mas que não deixa de ser importante para muitos donos de cachorros. “Alguns animais são doentes e precisam de cuidados especiais, de tomar remédio no horário certo. E os donos, por falta de tempo, não conseguem fazer isso."
A opção, muitas vezes, é a creche, como no caso de Wanilda Borges do Val, de 48 anos. Ela é dona do poodle Juninho, que tem problemas de coração, e das vira-latas Maisha, que é paralítica, e Layla. Segundo Wanilda, Maisha exige um cuidado constante por usar fraldas o dia inteiro. “Tem que trocar a fralda sempre, lavar, limpar, e mesmo se eu contratasse uma empregada ela não ficaria com a atenção integralmente em Maisha, pois ela teria outros afazeres”, diz.
Maisha foi resgatada por Wanilda após ter sido atropelada. “Se ela tivesse passado por uma cirurgia até 48 horas depois do acidente, é provável que tivesse se recuperado. Mas como isso não aconteceu, ela ficou sem a sensibilidade nas patas”, conta. Apesar da deficiência, porém, a vira-lata ganhou o apelido de "sapo" por estar sempre pulando e correndo de um lado para o outro. “Ela não para, tem muita energia. E na creche, além de receber atenção, pode brincar e correr à vontade.”
Wanilda diz que, no início, se preocupava com os cachorros na creche. “Eu ficava me perguntando se estavam cuidando bem deles." Depois de quase dois anos usando os serviços das creches para animais, Wanilda não se arrepende. “É excelente. Falam que eu poderia gastar comigo, mas imagina, fico feliz de proporcionar isso pra eles. Recomendo para todo mundo.”
Fonte:  http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/07/donos-usam-creche-como-terapia-para-caes-pouco-sociaveis-em-sp.html

Cães sozinhos em casa ficam “traumatizados feito crianças”

Trancar a porta de casa e deixar seu pet sozinho na hora de sair para o trabalho é uma atitude normal para muitos donos. No entanto, estudos sugerem que a experiência pode ser mais traumática do que se imaginam.
Em vez de passarem o dia dormindo enrolados no sofá ou esticados na cama, muitos cães sofrem de desespero e angústia agudos quando são deixados pelos donos cheios de compromissos.
John Bradshaw, diretor do Instituto de Antrozoologia da Universidade de Bristol, tem estudado o comportamento de pets há 25 anos e diz que a situação representa uma “crise real e imediata” para os cães.
Dr. Bradshaw e sua equipe instalaram câmeras nas casas de 20 donos de cachorros, cujos animais pareciam ficar perfeitamente felizes sozinhos em casa quando o proprietário saía para trabalhar.
Constatou-se que alguns andavam em círculos ao redor do capacho, enquanto respiravam pesadamente. O trauma de um cão foi tão grande que ele precisou ser encaminhado a um psicólogo de animais.
Um estudo isolado de sete ninhadas de labradores e cinco famílias de filhotes de border collies mostrou que mais da metade dos labradores e quase a metade dos collies exibiram sinais de desespero que duraram mais que um mês, atingindo picos em cerca de ano de idade.
Em seu livro intitulado “Em Defesa dos Cães”, a ser publicado neste mês, o Dr. Bradshaw descreve como seu labrador preto Bruno costumava roer sua cama, a mobília e o papel de parede quando deixado sozinho em casa.
Em situações mais extremas, o desespero dos animais chega a ser tanto que existem casos registrados de automutilação, disse Bradshaw.
Por isso, o estudioso avisa aos donos que não punam seus animais por danos causados quando os pets são deixados sozinhos. Afinal, eles não entenderiam o porquê da penalidade. “Eles têm um tipo diferente de memória. Não são bons em raciocínio e não pensam que aquilo que fizeram há uma hora pode gerar uma bronca agora”, completa.
A chave para ajudar os cães, diz ele, é ensinar que ver você saindo de casa pode trazer resultados positivos. Por exemplo, você poderia voltar de surpresa antes do horário normal, mesmo que por um curto período, só para fazer um agrado ao seu pet. Depois, lentamente, ir aumentando o tempo de permanência fora de casa até o cachorro ser deixado sozinho o dia todo.
Fonte:  http://petmag.uol.com.br/artigos/caes-sozinhos-em-casa-ficam-traumatizados-feito-criancas/

quarta-feira, 6 de julho de 2011

CAMINHAS FEITAS EM CASA, DE PVC...

MAIS UMA DESCOBERTA BACANA NO FB, AUDOREI O BLOG DICAS PELUDAS, ACHEI SENSACIONAL!
OBRIGADA POR COMPARTILHAREM CONOSCO ESTAS CAMAS FOFAS.
CAMAS FEITAS DE PVC EM CASA:
ELAS SÃO DE FÁCIL MANEJO, HIGIÊNICAS E SUPER RESISTENTES.
COM CANOS, JUNTAS , TELA DE NYLON( OU LONA COMO PREFERIR) ,UM POUCO DE TALENTO E ELA ESTÁ PRONTA!
ÓTIMA PARA SER USADA EM CANIS, POIS ISOLA DA UMIDADE DO CHÃO, NO CALOR DEIXA PASSAR O AR, NO INVERNO É SÓ COLOCAR UMA MANTINHA E JÁ FICA QUENTINHA.
DIFERENTE DOS ESTRADOS É FÁCIL DE LAVAR, DESINFETAR E POR SER MUITO LEVE,É FACILMENTE REMOVÍVEL.
TAMBÉM IDEAL PARA ANIMAIS COM PROBLEMA DE INCONTINÊNCIA URINARIA.
VEJA O PASSO A PASSO DE COMO FAZER UMA, AINDA ALGUMAS SUGESTÕES DE MODELOS PARA QUEM QUISER OUSAR.
Você vai precisar de canos, 4 junções de 3 saídas e se quiser colocar perninhas compre roscas e acabamento. (Não se esqueça da Tela de Nylon), roscas e acabamento.
Tenha em mente as medidas certas do tamanho da caminha que pretende fazer, desta forma você pode pedir que na loja mesmo os canos sejam cortados, te poupando este trabalho.
Exemplo de um modelo de junção que pode ser utilizado.
Veja como unir as peças.
Planeje bem o tamanho da caminha para seu cão. Com as medidas certas você pode pedir para que o cano já seja cortado na própria loja, assim você só terá o trabalho de encaixá-los.
Só encaixar e você já tem a base da cama. Agora é só escolher o tecido.
Este já está sonhando com a caminha nova rsss.
Montagem dos pés, caso queira elevar a cama.
Aqui é possivel observar como são fixados.
O tecido pode ser preso com parafusos direto no cano, ou ser preso com botões de pressão, que o deixa bem fácil de ser removido.
Outro modelo. Junção curva.
O mesmo processo.
Ajustando o tecido
Fixando com parafuso.
Deixe bem firme.
Agora é só curtir a caminha nova.
Aproveitando espaços.
Essa é em tubos de ferro, mas porque não, adaptar para o PVC?
O uso da Tela de Nylon é fundamental para os animais que sentem calor ou tenham problemas de pele, e principalmente os com incontinência urinária. Ela não deixa a urina se acumular. Veja na figura seguinte como deixar a caminha de seu peludo com incontinência bem confortável e prática.
Veja como ela funciona com cães com incontinência. Coloque um bandejão sob a caminha para aparar a urina.
É prático e fácil de manter tudo limpinho.
Por Denise Dechen, Neide Santos, Duda de Souza e Jackie Turato.

domingo, 3 de julho de 2011

Mulheres enfrentam carroceiros e livram cavalos de chicotadas

Por Rosane Marchetti Na Bahia e em Porto alegre, brasileiras lutam para defender animais de maus-tratos e os protegem do excesso de carga e do sofrimento.
A advogada baiana Ana Rita Tavares começou a defender animais há cerca de oito anos. Ela tem 17 cães perto dela e mais 250 em um abrigo. Todos têm histórias que começaram muito tristes, mas que ela proporcionou um final feliz.
Ana conta o que sente quando recolhe animais nas ruas: “Isso é uma coisa fantástica, porque você vê o animal que estava completamente desassistido, humilhado. Esses animais são muito maltratados, em todos os sentidos. Eles são humilhados. Ele quer o carinho, ele quer um cantinho, ele quer ser alimentado, ele quer ter direito ao sossego”.
Na mesa de trabalho, Ana Rita acumula, além dos históricos de cada um dos cães, cópias de processos contra maus-tratos. São mais de 100. Em um deles, ela conseguiu convencer um juiz e um padre a mudarem de opinião.
Um verdadeiro milagre aconteceu na Bahia. Depois de quase 230 anos de tradição, cavalos e jegues não foram usados no cortejo de lavagem das escadarias do Bonfim. É uma das festas mais populares de Salvador, que reúnem católicos e seguidores do candomblé.
Um dia, Ana Rita olhou para essa celebração com outros olhos e viu sofrimento. Ela registrou tudo no documentário “Os animais na terra da felicidade”. “São cavalos, éguas que carregam carroças cheias de gente. Na euforia própria da festa, essas pessoas pulam muito. Então, aquele peso maltrata muito o animal”, comenta a advogada. "Nós registramos esses ferimentos, inclusive a cela em cima do ferimento do animal. Aquilo maltrata demais. Têm outros ferimentos nas patas e nas pernas do animal”.
O documentário foi fundamental para convencer a Justiça. Desde janeiro, está proibido o uso de animais na festa.
O juiz Rui Eduardo Brito conta que se assustou quando viu as imagens do documentário: “Os animais estavam feridos, de certo modo com uma aparência bastante agastada, e isso me trouxe realmente uma sensação de que os animais não deveriam participar da festa".
Como fiel, ele já tinha participado do cortejo da lavagem do Bonfim, mas não percebia que os animais eram sobrecarregados e maltratados. “Percebia, mas eu não tinha, digamos assim, essa visão, porque eu ia participar da festa e também do lado religioso, da fé que nós devotamos ao Senhor do Bonfim”, declara.
No começo, o padre Edson Menezes da Silva era contra, mas Ana Rita conseguiu convencer até o religioso. “O padre foi sensível, e nós conseguimos, em uma conversa, mostrar a ele que era uma ação extremamente positiva e humanitária”, lembra a advogada.
“Eu penso que estão repensando e deverão hoje ter outro posicionamento. Não se trata de vencedor e vencido, mas da vitória da vida e da vitória daqueles que estão sofrendo. Conversando é que a gente se entende”, relata o padre.
A imagem do entardecer em Porto Alegre é linda, mas há um momento em que tudo parece perder a magia, o encanto, e o que os olhos veem dá medo.
O cavalo está estirado na estrada e foi levado por policiais. Ele não estava doente, mas cansado. Livre da carroça, rolou na grama, uma forma de relaxar e de se alongar.
Todos os dias é sempre igual. Na BR super movimentada, carroceiros e seus cavalos se arriscam em uma viagem perigosa entre caminhões carregados e carros velozes. É um risco permanente.
O destino desses homens, mulheres e até crianças é o centro. Eles vão atrás de restos. A reciclagem do lixo é o ganha pão de centenas de famílias pobres que vivem, principalmente, nas ilhas ao redor de Porto Alegre.
Nessa marcha de cavalos pelas ruas de Porto Alegre, seguem oficialmente quatro mil cavalos. As entidades protetoras garantem que esse número é muito maior. Dizem que a prefeitura não tem controle das carroças que chegam de cidades vizinhas à capital gaúcha. É o caso, por exemplo, da carroceira Maria Luiza Pereira Gomes, que viaja 17 quilômetros de Alvorada até Porto Alegre. Ela conta que demora, aproximadamente, uma hora e meia para chegar na cidade. Durante o trajeto, ela diz que corta pasto e dá água para o Popó, seu cavalo.
Pena que são poucas Marias e poucos Popós. A realidade, na maioria das vezes, é diferente. Cavalos apanham, não têm ferraduras adequadas para proteger os cascos do asfalto, celas mal colocadas provocam ferimentos, e as cargas são tão grandes que, às vezes, nem acreditamos no que vemos.
Mas, no meio desse caos que parece feito mais de sofrimento que de cuidado, nos deparamos com uma cena que parece inacreditável. O cavalo Osama não trabalha, não puxa carroça nem apanha e, ainda por cima, pode se dar ao luxo de comer dentro da cozinha.
Na maior tranquilidade, sempre que tem vontade de comer pão e geléia, Osama entra na casa da Márcia, dona do sítio onde vive, e come até se fartar. O sítio é uma espécie de refúgio para cavalos usados em carroças que foram tirados de seus donos.
“O atrito aquece o ferro. E o atrito é forte, porque eles estão carregando peso. Nas carroças, além de eles puxarem, como as rodas são muito pequenas, eles fazem uma força de cima para baixo. Você imagina no asfalto no verão, um calor de 50°C, a temperatura do asfalto e, ainda, o atrito com o ferro”, relata a nutricionista Fair Soares.
No sítio, os cavalos recebem tratamento e o carinho das amigas Márcia e Fair, a nutricionista que há três anos criou a ONG Chicote Nunca Mais para defender e proteger cavalos. As duas são umas mães.
No dia em que o Globo Repórter esteve no sítio, havia nove cavalos, todos com histórias muito tristes. “Esse aqui é o sargento. A polícia nos entregou ele, porque estava solto na via pública e tem uma pata com artrose, um tumor ósseo, que a gente ainda não conseguiu averiguar ver exatamente o que ele tem”, conta a nutricionista.
Com patas machucadas, quebradas e má nutrição, os cavalos chegam ao sítio sempre muito mal. Às vezes, em carne viva. O cavalo Bruno chegou desse jeito. Mas essa é uma história com final feliz. Dois meses depois de ter chegado ao sitio, de ter sido tratado, ele ainda não está 100%, mas não parece mais o mesmo cavalo.
Quando ficam bons e curados, os cavalos vão para propriedades de pessoas selecionadas pela ONG que os recebe e pelo poder público. Os fiéis depositários, como são chamados, não poderão usá-los para o trabalho.
Todos os dias, Fair, como fundadora da Ong Chicote Nunca Mais, anda pelas ruas conferindo o tratamento que os cavalos recebem de seus donos.
Fair e Márcia têm a ajuda de 400 associados na Chicote Nunca Mais. E o que alimenta o sonho de uma vida melhor para todos os cavalos é o que conseguem fazer a cada dia, mesmo que seja um pouco. “´É uma sensação de vitória. Na realidade, cada cavalo que você consegue resgatar da carroça, que você consegue tirar desse meio cruel, é o que faz no outro dia você levantar e continuar lutando”, declara a fundadora da ONG.
Fonte: http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2011/07/mulheres-enfrentam-carroceiros-e-livram-cavalos-de-chicotadas.html

sábado, 2 de julho de 2011

Mais blogs bacanas...

Descobri dois blogs fofos de uma vez só vez!
Primeiro este da Dri e da Xica: http://bloggerdaxica.blogspot.com/
Então conheci este outro que tb adorei: http://www.joyfulpaws.typepad.com/
Espero que gostem!
Bjks

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Dicas básicas para Cães de Guarda

OLÁ, QUEM TÊM CÃES DE GUARDA SABE QUE NÃO É FÁCIL EDUCAR ESTAS FIGURAS ÚNICAS, NORMALMENTE ELES SÃO ENORMES, PORTANTO MAIS CUSTOS E MAIS FORÇA FÍSÍCA, SÃO ETERNOS BEBÊS COM SEUS DONOS, MAS PODEM SER MORTAIS CONTRA ESTRANHOS OU ATITUDES INESPERADAS, AQUI VÃO ALGUMAS DICAS QUE UTILIZO COM MEUS "BOIS":
  • SE VC NUNCA TEVE UM CÃO, É INEXPERIENTE COM CÃO DOMINANTE OU VOCÊ É DE PERSONALIDADE LIGHT, NÃO DEVE TER UM CÃO DE GUARDA, PQ ELE TE DESAFIARÁ O TEMPO TODO;
  • JAMAIS DAR SUSTOS EM SEUS CÃES;
  • NUNCA AGREDIR SEU CÃO, O EDUQUE, O ADESTRE ESTE É O MELHOR CAMINHO;
  • EVITE GRITAR OU TER ALTERAÇÃO DE COMPORTAMENTO PERTO DE UM CÃO DE GUARDA, ELE PODERÁ INTERPRETAR COMO UM ATAQUE CONTRA VOCÊ E ATACAR O QUE(QUEM) ESTIVER PERTO;
  • JAMAIS MUDAR SEUS PERFUMES, CHEIROS BRUSCAMENTE;
  • NÃO FAZER CONTATO DIRETO APÓS INGERIR MUITA BEBIDA ALCOÓLICA, POR VÁRIOS MOTIVOS, PRIMEIRO PELO ODOR EXALADO QUE O CÃO PODE NÃO RECONHECER AO COMPORTAMENTO ALTERADO DA PESSOA QUE O CÃO NÃO COMPREENDE;
  • JAMAIS INVADIR OU ADENTRAR SEU TERRITÓRIO SEM "CONVERSAR" ANTES COM SEUS CÃES;
  • O CÃO DE GUARDA NO SUSTO(OU NUMA SITUAÇÃO FORA DO COMUM) PRIMEIRO ATACA PARA DEPOIS VER QUEM É, É INSTINTIVO!! EM SITUAÇÕES NORMAIS ELE "PENSA" NO QUE FAZER, QUE ATITUDE DEVE TOMAR;
  •  SE A PESSOA NÃO TEM CONDIÇÕES FINANCEIRAS, NÃO TEM NOÇÃO DO QUE É CRIAR, ADESTRAR UM CÃO DE GUARDA NÃO DEVE TER UM. JAMAIS!
AFINAL É UM CÃO DE GUARDA, CERTO? NÃO É UM CÃO SOMENTE DE COMPANHIA.
IMAGINEM TODAS DICAS JUNTAS NUMA SITUAÇÃO?
RESPOSTA: UM ACIDENTE MORTAL.
PRECISAMOS DIFERENCIAR DESVIO DE COMPORTAMENTO DE FAZER GUARDA, SÃO COMPLETAMENTE DIFERENTES.
O PRIMEIRO É PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL DE SER CORRIGIDO O SEGUNDO É NATURAL DO CÃO DE GUARDA, BASTA ADESTRAR, EDUCAR QUE O ANIMAL COMPREENDERÁ A SITUAÇÃO, DIFERENCIARÁ O CERTO DO ERRADO.
JAMAIS UTILIZE VIOLÊNCIA CONTRA UM ANIMAL, PQ PODERÁ UM DIA VOLTAR-SE CONTRA VOCÊ!
BJKS CECÍLIA.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Loukanikos, o cachorro que participa dos protestos na Grécia

São Paulo - Inúmeros protestos continuam sendo realizados na Grécia por causa da crise econômica. Nesta quarta-feira (29), novas cenas de vandalismo foram vistas por causa da aprovação de um plano de austeridade fiscal pelo Parlamento grego.
Em comum, além de agressões, prisões e pessoas feridas, os eventos em Atenas têm a presença de um cachorro chamado Loukanikos, que significa salsicha em grego.
O animal já apareceu em diversas fotos e matérias de televisões de vários países e até ganhou uma página no Facebook.
Reportagem da TV alemã Spiegel mostra a presença do animal em protestos desde dezembro de 2008. Quando a confusão começa, lá está ele correndo de um lado para o outro, desviando da multidão, latindo para os policiais e enfrentando as bombas.
Loukanikos foi visto novamente nos protestos do mês passado, conforme registro feito pela Euronews. Em uma cena incrível, um policial parece mirar em Loukanikos, que quase é atingido.
Por Luís Artur Nogueira.
Fonte: http://rebeldog.tumblr.com/
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/loukanikos-o-cachorro-que-participa-dos-protestos-na-grecia

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