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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Animais com deficiência visual.... Vivem Bem!!!

Lidar com animais que têm alguma deficiência visual é desafiador. Porém, com os cuidados necessários e, principalmente, a dose certa de amor, o gatinho ou cachorrinho pode ter uma vida plena e feliz realizando todas as atividades normais de qualquer bichinho de estimação.
O especialista em oftalmologia veterinária Fábio Brito explica que os problemas relacionados à visão podem ter causas congênitas, quando o animal já nasce com a deficiência na visão, ou hereditária, que é desenvolvida com o tempo. “O primeiro passo é procurar o especialista para diagnosticar o problema e avaliar o que pode ser feito”, diz o veterinário. 
Cada caso é diferente e pode envolver um tratamento cirúrgico, como é o caso da catarata, ou ser um quadro irreversível. “A perda da visão por idade nem sempre é permanente. É recomendado que a partir dos seis ou sete anos os animais domésticos façam consultas anuais com esse propósito', explica. 
O tutor pode observar mudanças no comportamento do animal que indiquem que existe alguma problema na sua visão. É importante ficar atento se o cão ou gato, ao sair do seu ambiente doméstico, esbarra em objetos. O tutor também deve observar se os seus olhos dos animais estão com a cor natural ou com manchas azuladas. Pode-se fazer testes como abanar alguma bolinha de algodão na frente do animal e observar se ele a segue com o olhar.
Alguns tutores podem demorar a identificar a deficiência, principalmente se o animal for um filhote. Foi o caso da jornalista Juliana Aragão, que só descobriu que o seu gato Serafim era cego quando ele tinha 10 meses. O gatinho aparentava um comportamento normal, interagindo com os outros gatos da casa, brincando, correndo e até subindo em móveis altos sem dificuldade. “Comecei a desconfiar só quando notei que o reflexo dos olhosdele brilhava mais que dos outros gatos e fiz um teste simples: balancei um brinquedo que não fazia barulho na sua frente. No começo ele parecia olhar, mas ele estava apenas sentindo a vibração. Quando o afastei da sua frente, ele continuava a brincar sozinho no ar”, conta Juliana. 
Depois de observar que havia algo estranho, ela o levou ao especialista que, após exames na retina, constatou a cegueira total e irreversível. Fisicamente, Serafim só apresenta estrabismo. Ele compensa o fato de não enxergar tendo seus outros sentidos mais apurados. “No começo eu tive pena, mas agora percebo: pena do quê? Ele é totalmente adaptado e faz coisas incríveis”, diz, orgulhosa, a tutora de Serafim. 
Sem mudanças
Para quem tem um animal com deficiência visual em casa, é preciso tomar alguns cuidados. Evite mudar constantemente os móveis de lugar - ele vai se adaptar ao local onde vive e ficar fazendo alterações pode fazer com que ele acabe colidindo com eles e se machuque. 
Também não faça mudanças no local da água e da ração. Coloque telas de proteção nas janelas, evitando quedas e, se morar em casa, não deixe o portão aberto, para evitar fugas.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/pecao/2014/07/14/interna_pecao,515983/caes-e-gatos-com-deficiencia-visual-podem-levar-vida-normal-saiba-como-identificar-problemas.shtml


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Britânicos se mobilizam para pagar cirurgia de cãozinho cego

Casper nasceu cego e a deficiência impediu o cão da raça golden retriever de encontrar um lar. Levado para o abrigo de animais carentes Dogs Friends, em Bristol, na Inglaterra, o cachorro chamou a atenção de Sally Baker. Tocada pela história de Casper, que sofria por não poder brincar com outros cachorros, comer ou andar sozinho sem que atropelasse o que estivesse em seu caminho, a funcionária do local decidiu apelar para a população, a fim de dar nova vida ao filhote.
Ela produziu e distribuiu pela cidade cinco mil panfletos que contavam a trajetória de Casper. O objetivo era arrecadar o equivalente a R$ 5,8 mil para pagar uma cirurgia de catarata para o cão. Com a ajuda de milhares de pessoas, entre crianças que doaram os trocados que ganhavam dos pais para comprar doces e idosos, que dividiram com Casper parte de suas aposentadorias, Sally arrecadou três vezes mais do que a quantia necessária.
Após a iniciativa, os veterinários decidiram reduzir pela metade o preço cobrado pela cirurgia. Há poucos dias, Casper realizou a operação e já enxerga parcialmente. “Ele passou da escuridão total para uma vida de luz e felicidade”, disse um dos médicos ao jornal Daily Mail desta quarta-feira (21/12).
O restante do dinheiro arrecadado na campanha será utilizado na cirurgia de outros três cães da Dogs Friends.
Juliana Bacci.
Fonte:http://colunas.globorural.globo.com/planetabicho/2011/12/21/britanicos-se-mobilizam-para-pagar-cirurgia-de-cao-cego/

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Égua volta a enxergar depois de cirurgia

Uma eguinha recuperou a visão depois de seis horas de cirurgia em Bristol, na Inglaterra. Mary Anne, da raça rara shire (só existem 1500 exemplares na Grã Bretanha), nasceu com os olhos opacos e não conseguia enxergar. Donald e Jane McIntyre, donos do animal, não se conformaram e foram atrás de modos de curá-lo. A cirurgia, semelhante à da catarata já é feita em animais há mais de 20 anos. Em cavalos, no entanto, ela dificilmente era bem sucedida.
Quem fez a cura “milagrosa” foi o veterinário Tim Knott, que usou técnicas desenvolvidas na Alemanha e cobrou 6 mil libras (o equivalente a R$ 15 mil) pela operação. Quando foram avisados de que havia 80% de chances da eguinha voltar a enxergar, os donos não tiveram dúvida e bancaram a cirurgia, segundo informações são do jornal britânico Daily Mail. “Mary Anne foi um dos primeiros cavalos a voltar a enxergar deste modo na Grã Bretanha”, disse o veterinário.
Antes da cirurgia, Mary Anne mal conseguia andar e esbarrava em todos os obstáculos. Quando nasceu, foi rejeitada pela mãe precisou de ajuda para mamar. Depois da cirurgia, ela se comporta como um cavalo normal e se tornou companheira inseparável da mãe.
Fonte: http://colunas.globorural.globo.com/planetabicho/

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Morre cão que cuidava de cachorrinha cega na Inglaterra

Ellie, uma King Charles Spaniel de 1 ano, era cega e tinha seu próprio “cão-guia”, conforme publicado na ANDA. Porém, ao recuperar a visão após fazer uma cirurgia de catarata, ela perdeu tragicamente seu parceiro, segundo informou o jornal Manchester Evening News.
Leo, um pastor alemão de 14 anos, guiava a cachorrinha por todos os lados para garantir que outros cães não chegassem muito perto dela. Mas apenas uma semana depois que Ellie recuperou a visão, Leo foi diagnosticado com um tumor e precisou ser sacrificado.
“Fique muito contente com a melhora de Ellie, mas estou simplesmente devastada com a perda de Leo”, disse Julie Lander, tutora dos cães.
Ellie tinha catarata e os músculos dos olhos não estavam adequadamente desenvolvidos porque ela foi mantida no escuro por muito tempo antes de ser adotada.
Julie, que mora em Royton, perto de Manchester e é voluntária da Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA), já tinha Leo quando resolveu cuidar de Ellie. “Fiquei com tanta pena quando ela chegou e percebi que ela precisava de uma ajuda especial”, contou. “Também sabia que ela se daria muito bem com Leo.”
Leo se tornou então os olhos de Ellie e ela o seguia por todos os lugares antes de aninhar nele. “Leo sempre protegeu Ellie quando ela estava nervosa. E a relação deles não mudou depois que ela recuperou a visão. Quando ela voltou para casa depois da cirurgia, eles se tocaram com o nariz e deitaram juntos. Foi emocionante!” disse Julie.
Mas depois de uma semana da operação, Julie descobriu a doença de Leo. “Foi quase como se ele tivesse ficado aqui até saber que Ellie estava bem.”
Fonte: http://www.anda.jor.br/2011/06/18/cao-que-cuidava-de-cadela-cega-morre-na-inglaterra/

sábado, 19 de março de 2011

Agradecimentos!

Queridos(as) amigos(as), blogs parceiros, leitores e atualmente os 95 seguidores do blog, o Tyson e eu gostaríamos somente de agradecer à todos vocês, o carinho, as dúvidas e a atenção que vocês diponibilizam para nosso blog. Estamos todos bem, ninguém tá mal ou morreu não, estamos sim muito alegres e achamos que este é momento certo pra agradecer.
Para quem não sabe, o Tyson foi quem me estimulou a escrever sobre pets especiais, ele é uma lição de vida. Pois é epilético, tem catarata juvenil, portanto cego e tem uma vida muito agitada.
Mesmo nos momentos mais difíceis ele os enfrentou e venceu, portanto nada de sentir pena, de sacrificar ou abandonar um pet especial, cuide, dê atenção e muito amor. Com certeza do jeitinho único dele, ele irá lhe retribuir todo esse carinho especial!!
Aqui está o Tyson, na semana passada tentando subir uma escada que mal conhecia(ou seja, não havia a mapeado ainda).... até que conseguiu sozinho!! Subia e descia sem parar, sem cair, somente se divertindo.
Cuidem de vcs, cuidem dos seu pets, especiais ou mais especiais ainda, né?
Pq especiais todos pets são!
Conto com vocês, mandem dicas, aguardo!
Obrigada gente, pelo carinho, Bjks Cecília.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Cão Guia que ficou cego tem seu próprio Cão Guia...

O cão Edward trabalhava como cão-guia há oito anos, quando precisou ter os olhos removidos após desenvolver catarata, o que deixou seu dono, o cego Graham Waspe, de 60 anos, muito triste. Mas logo o inglês ganhou Opal, de 2 anos, para ajudar não só a ele como também a Edward.
- Opal foi ótima para nós dois. Não sei o que faríamos sem ela - disse Graham ao jornal “The Sun”.
E apesar da deficiência, Edward continua cheio de disposição.
- As pessoas fazem muitas perguntas sobre como ele lida com o problema e ele provavelmente ficou mais famoso agora porque ainda mais pessoas param para falar com ele nas ruas - contou Sandra, mulher de Graham.
Por Maíra Amorim.
Fontes: http://extra.globo.com/noticias/bizarro/labrador-precisa-do-seu-proprio-cao-guia-apos-perder-os-olhos-1254029.html
http://www.anda.jor.br/2011/03/10/cadela-ajuda-cao-e-tutor-cegos-a-fazerem-as-tarefas-diarias/

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Cachorra cega utiliza coleira com "bigodes" de plástico...

Uma cachorra cega pode "ver" novamente após ser equipada com um conjunto extra de "bigodes de plástico" presos na coleira.

Dolly, uma staffordshire bull terrier, perdeu a visão após o desenvolvimento de catarata provocada por diabetes.
Ela ficou completamente cega e regularmente se batia nas coisas.
Isso foi até sua Veterinária Joanne McCelland ter uma idéia inovadora, pioneira, colocou pedaços longos de plastico na coleira da cachorra de dez anos de idade, tornando o equipamento uma espécie de bengala.
Dolly usa os "bigodes" de plástico em sua coleira para que ela possa sentir o seu caminho a sua volta sem andar e se chocar em objetos
Os "laços" de plástico ajudam muito Dolly, da mesma maneira que os bigodes naturais fazem.
O proprietário Brian Chadwick, de Nottinghamshire, alegou que os bigodes de plástico têm ajudado a Dolly recuperar sua vida.
Ele disse: "Nós poderíamos lidar com o diabetes, mas quando ela ficou cega eu me senti muito impotente."
"O efeito dos bigodes foi quase imediata. Dentro de algumas horas ela aprendeu a sentir o seu caminho de volta a casa com o seu novo bigode de plástico. "
Dolly vive com o Sr. Chadwick desde que era filhote.
Com o tempo ela se tornou menos dependente da nova coleira - embora ela ainda usa quando ela está fora.
Sr. Chadwick acrescentou: "O colar especial tornou-se bastante famoso a ponto de ser assunto em nosso parque local."
"Eu ainda não posso acreditar que algo tão simples, tem ajudado muito Dolly."
Vet Ms McCelland elogiou o progresso que Dolly fez.
Ela disse: 'Ela usava muito deles no começo, mas não tão bem como agora. Ela desenvolveu uma melhor compreensão do layout de sua casa. "
Dolly foi tratada no People’s Dispensary for Sick Animals Pet Aid Hospital, em Nottingham, onde seu tratamento a transformou em uma celebridade.
A porta-voz do PDSA Emily Malcolm disse: "Dolly tornou-se um ícone para o PDSA e tem destaque em nossa revista e folhetos.
Mas o Sr. Chadwick sente-se aliviado de que sua companheira conservou tudo graças a sua personalidade e ao tratamento.
Ele disse: 'Dolly é uma companheira maravilhosa e fiel e raramente sai do meu lado.
"Mesmo que ela esteja cega, ela vive a vida ao máximo, é tão divertida e tão viva como sempre."

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1319538/Blind-dog-getting-set-extra-long-plastic-whiskers.html#ixzz125oi8GH7

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Catarata um véu que impede a luz


A catarata é uma doença ocular que afeta bastantes cães e que pode levar à cegueira do animal. Sem cura, a única solução é a cirurgia. Nos casos de sucesso, a visão dos cães melhora acentuadamente.


Os sentidos mais apurados nos cães são o olfato e a audição. A visão vem em terceiro lugar, mas nem por isso deixa de ser um sentido importante. A catarata afeta a visão dos cães, instalando-se como um véu opaco no cristalino ou lente do olho e impedindo assim a passagem de luz. Sem luz ou captação de imagens, o cão não vê. Mas, os cães são animais extremamente adaptáveis e muitas vezes conseguem ultrapassar uma visão reduzida apoiando-se nos outros sentido e no estabelecimento de rotinas.


Nos casos menos graves, a catarata é parcial, não afetando significativamente a visão. Nos casos mais preocupantes, a catarata cobre toda a lente, levando à cegueira. Os cães desenvolvem, na maioria dos casos, cataratas nos dois olhos, mas a catarata pode desenvolver-se apenas num. Apesar de ser facilmente identificável pela cor acizentada que dá ao olho, a catarata é muitas vezes confundida com outras doenças que também alteram a cor do cristalino. A verdade é que ao contrário do que seria esperar, a catarata é mais comuns nos cães juvenis.
Cataratas vs esclerose nuclear:


Tal como os humanos, os cães também desenvolvem cataratas com a idade, sobretudo a partir dos 6 anos. Contudo, na maioria dos casos, os cães idosos desenvolvem esclerose nuclear que é frequentemente confundida com cataratas.


A esclerose nuclear também causa uma alteração de cor, dando ao olho um tom azulado. Isto é causado pelo endurecimento da lente devido à compressão das fibras mais velhas no olho. Contudo, a esclerose nuclear é um processo normal que resulta do envelhecimento do animal e não afecta a visão, pois não é opaca como a catarata, deixando assim passar a luz. Geralmente ocorre nos animais idosos, a partir dos 8 anos.
Cataratas e causas:


O desenvolvimento das cataratas pode ser rápido, instalando-se em algumas semanas, ou mais lento, formando-se durante anos. Na maioria dos casos, as cataratas são hereditárias, daí a importância de conhecer o historial médico dos progenitores do animal que adquirir. Contudo, as cataratas podem ser provocadas por outras doenças, tais como a diabetes. Inflamações, traumas ou exposição a toxinas pode também levar ao aparecimento deste véu.


Todas essas situações vão, na maioria dos casos, desidratar a lente, ou seja alterar o equilíbrio entre a percentagem de água e de proteína que a compõem. A zona opaca que se forma é o resultado da acumulação na lente de proteínas insolúveis.


A catarata afeta os cães de todas as raças, mas parece ser mais comuns em algumas em particular (ver lista no final do artigo). Dependendo da idade do cão, a catarata pode ser classificada como:
Congénita – Presente desde o nascimento, não significa que seja hereditária pois podem resultar de infecções. Manifesta-se geralmente nos dois olhos.
Juvenil – Surge em animais até dois anos de idade. A forma mais comum de cataratas nos cães.
Adulta – Ocorre em animais entre os dois e os seis anos
Senil – Manifesta-se a partir dos seis anos. Apesar de ser comum entre os cães, é muito menos frequente nestes animais do que nos humanos.
Cirurgia:


A partir do momento em que a opacidade da catarata se instala, não é possível tornar o cristalino transparente novamente. A única solução é a cirurgia, o que implica a remoção da lente que pode ou não ser substituída por outra. A principal função da lente é focar, cerca de um terço da focagem das imagens é feita na lente. Um cirurgia bem sucedida não devolve uma visão a 100% aos cães, mas nos casos bem sucedidos, a melhoria da visão é muito significativa. Nos casos onde a lente não é substituída, que ainda constituem a maioria, os donos são também capazes de notar que a visão do cão melhora consideravelmente, sendo a principal diferença, a dificuldade na focagem de objetos próximos.


Apesar destas cirurgias serem praticadas há séculos, permanecem ainda bastante delicadas. Existem diferentes técnicas usadas para a remoção da lente.
Liquefacção da catarata através da técnica de facoemulsificação. Depois, a catarata é drenada por uma pequena incisão.
Remoção da lente e cápsula circundante
Remoção da lente, deixando a cápsula circundante


Apesar da cirurgia ser única solução, nem todos os cães são bons candidatos. Para que a intervenção tenha sucesso é necessário que o cão esteja saudável e tenha o olho, exceptuando a lente, em bom estado, ou seja, sem inflamações. Para verificar se estes requisitos são cumpridos, pode ser necessário fazer testes ao animal. Análises de sangue, exame ao estado físico geral, análise do risco da anestesia são geralmente feitos pelo veterinário. Uma eletrorretinografia(ERG) para verificar o estado da retina e uma gonioscopia para verificar a possibilidade de desenvolvimento de glaucoma podem também ser realizados. Por vezes a gonioscopia é realizada no próprio dia da cirurgia e o electrocardiograma é substituído por uma ultra-sonografia.


Nos casos em que o animal não pode ser operado, gotas e tratamento de possíveis inflamações podem ser administrados de acordo com o diagnóstico do veterinário. Contudo, a catarata permanece.


O papel e expectativas do dono:


As operações envolvem sempre riscos e esta não é exceção. Contudo, os donos podem-se manter otimistas já que a taxa de sucesso deste tipo de cirurgia ronda os 90/95%. Nos restantes casos, podem surgir complicações que façam com que a visão do cão não melhore ou que levem à cegueira.


Geralmente é o pós-operatório o que muitas vezes determina o sucesso da cirurgia. Os cães têm tendência a fazer mais inflamações pós-cirúrgicas do que os humanos. As principais preocupações são o desenvolvimento de glaucomas, a cicatrização dos tecidos (que limita a visão), o deslocamento da retina e inflamações internas.


Os cuidados pós-operatórios são por isso muito importantes. Siga as indicações do veterinário que provavelmente recomenda a administração de medicamentos orais e gotas para os olhos. As gotas podem ter de ser aplicadas durante vários meses. Os cães geralmente têm de usar colares elisabetanos para impedir que cheguem aos olhos com as patas.


No caso de cirurgias bem sucedidas, o dono pode esperar melhorias logo na primeira semana. Contudo é também normal que só na segunda e terceira semana se comece a notar algo significativo. A maioria dos cães não exibe dor depois da cirurgia.
Raças onde a incidência de cataratas é significativa:


Fonte: Base de dados de Problemas Caninos Hereditários da Universidade Canadiana Prince Edward Island
Akita – geralmente associado a cães de olhos pequenos
Antigo Cão de Pastor Inglês (Bobtail) - congénita, juvenil, adulto,
Australian Cattle dog – Blue Heeler Baixote
Basenji - congénita
Beagle – congénita
Bearded Collie – juvenil, adulta
Bedlington Terrier – juvenil
Bichon Frisé – juvenil
Boieiro da Flandres – congénita, juvenil, adulta
Border Collie – adulta
Boston Terrier – juvenil, provocando a cegueira por volta dos 2/3 anos; senil, mas raramente limitando a visão
Caniche – juvenil
Cão de Água Português,
Cavalier King Charles Spaniel - juvenil
Chesapeake Bay retriever – adulta
Chow chow - congénita
Clumber spaniel
Cocker Spaniel Americano – juvenil
Cocker Spaniel Inglês - juvenil
Collie (rough and smooth) - congénita
Curly-coated retriever – adulta
Dálmata
Dogue Alemão – juvenil
Elkhound - juvenil
English Springer Spaniel – congénita, juvenil, adulta
Épagneul Anão Continental - juvenil, adulto,
Épagneul do Tibete
Épagneul Japonês
Fox terrier,
Galgo Afegão – desenvolvimento de cataratas enquanto novo progredindo até à limitação da visão por volta dos 2/3 anos de idade
Galguinho Italiano - juvenil
Golden retriever – cataratas desenvolvem-se a diferentes idades, mas geralmente sem limitar a visão
Gordon setter – juvenile, adulto
Griffon Bruxellois - adulta
Havanês
Irish Setter - juvenil
Irish wolfhound - juvenil, adulto
Jack Russell terrier
Labrador Retriever – cataratas de progressão muito lentas entre 1 e 3 anos, que não afectam a visão
Lhasa apso - adulto
Malamute do Alasca - juvenil
Mastif Inglês
Norrbottenspets,
Nova Scotia Duck Tolling Retriever,
Pastor Alemão – congénita, juvenil
Pastor Australiano – congénita, juvenil, adulta
Pastor Belga – cataratas não progressivas, não limitam a visão
Pastor das Shetland
Pembroke Welsh Corgi - congénita, juvenil,
Pequinês,
Pinscher Miniatura – juvenil
Rottweiler - juvenil, adulto,
Samoiedo - congénita, juvenil, adulto,
São Bernardo - juvenil,
Schnauzer médio - juvenil,
Schnauzer Miniatura – congenital, juvenile, adulta
Scottish Terrier - adulto,
Shar Pei,
Shih Tzu,
Siberian Husky - juvenil,
Staffordshire Bull Terrier – juvenil
Terra Nova,
Terrier do Tibeta – juvenil,
Welsh Springer Spaniel - juvenil,
West Highland White Terrier - congénita, juvenil,
Wheaten terrier,
Whippet - adulto,
Wire-haired Fox Terrier - juvenil,
Yorkshire terrier – juvenil



terça-feira, 14 de julho de 2009

Tyson, bulldog...

SOBRE AO TYSON, O COMPREI DE UM CARA QUE CRUZOU SUA FRENCHIE COM O DE UMA AMIGO ALGO CASEIRO MESMO...
QUANDO O COMPREI EU NÃO TINHA A NOÇÃO QUE TENHO HOJE, COMPREI PQ ADOREI A RAÇA. VI OS PAIS NO LOCAL E ACHEI QUE ISSO BASTAVA.
MAS HOJE SEI QUE NÃO É ASSIM.
MESMO ASSIM MEUS DEMAIS CACHORROS QUE TÊM DIGAMOS ASSIM ORIGEM, LINHAGEM ( GANHEI, ADOTEI E COMPREI TB) TB APRESENTARAM MIL PROBLEMAS HEREDITÁRIOS OU NÃO.
AQUI NO SUL É UM ATRASO SÓ, TANTO EM RELAÇÃO A MEDICINA VETERINÁRIA QTO A CANIS. TEMOS SIM ALGUNS BONS CANIS, MAS MESMO ASSIM OCORRE AQUELE JOGO DE "CAMUFLAR" LAUDOS. TEMOS TB GRANDES VETERINÁRIOS, MAS SÃO POUCOS.
SEI QUE ISSO EXISTE EM TODOS LUGARES, MAS O QUE TIVE DE ESTUDAR PRA COMPREENDER TANTO DE VETERINÁRIA QTO DE CINOFILIA..... NOSSA QTO APRENDIZADO.
SOBRE A EPILEPSIA, O TYSON FOI DIAGNOSTICADO PELO EXCELENTE VET. RODOLFO VOLL, TINHA CRISES TERRIVEIS E AINDA TEM... PORÉM DIMINUÍRAM DRASTICAMENTE...UFA...
A PENÚLTIMA CRISE FOI TÃO VIOLENTA Q ELE FOI ANESTESIADO, FOI TÃO FORTE Q QUE TODO SEU ORGANISMO DESCOMPENSOU.
FICOU INTERNADO 2 SEMANAS.
ELE TEVE UM "SUPERAQUECIMENTO" (MUITO COMUM EM CAVALOS, FIZ HIPISMO DURANTE ANOS) QUE ELE URINAVA SANGUE. FOI MUITO ESFORÇO FÍSICO DURANTE AS CRISE. FICOU NO OXIGÊNIO, PARA AUXILIAR NA EXCREÇÃO DESTE SANGUE. DEPOIS EM FUNÇÃO DO TIRA E BOTA DA SONDA URINÁRIA, ADQUIRIU UM INFECÇÃO URINÁRIA...... COMER ENTÃO NEM PENSAR..... TUDO QUE ERA POSSÍVEL EU SOLICITAVA QUE COLOCASSEM NO SORO(MAS EU SABIA QUE NÃO BASTAVA)..... OLHAVA OS BRACINHOS RASPADOS E FURADINHOS...TADINHO. MAS SABIA QUE AS VETERINÁRIAS QUERIDAS E COMPETENTES DA CLÍNICA, FAZIAM TUDO Q ERA POSSÍVEL COM OS POUCOS RECURSOS Q DISPUNHAM.
SÓ PODIA VÊ-LO NO HORÁRIO DE VISITA, LOGO ELE SUPER APEGADO A NÓS..... ELE NÃO TINHA FORÇAS NEM PRA SE LEVANTAR, PERDEU PESO E SUAS TAXAS DESPENCARAM.... ENTÃO COMEÇOU A TER QUEDAS GLICÊMICAS. ETC....
FIZERAM MIL EXAMES PRA ACHAR TUMORES AQUI E ALI.....
E MEU VET NEURO DIZIA Q ERA PQ ELE NÃO ESTÁ COMENDO.....
CHAMEI UM ENDOCRINO VET QUE O REVIROU FEZ MIL EXAMES E NADA....
ENFIM, ASSINEI UM TERMO DE RESPONSABILIDADE E O RETIREI DA CLÍNICA..., PENSEI SE ERA PRA ELE SMORRER Q MORRESSE CONOSCO EM CASA E NÃO LÁ SOZINHO, APAVORADA, MAS TIREI PQ VI Q ELE ESTAVA TB EM DEPRESSÃO POR TUDO Q SOFREU E PQ ESTAVA (ABANDONADO NA CABECINHA DELE) NA CLÍNICA, COM OUTROS DOGS.
ELE DETESTA OUTROS CACHORROS, SÓ AMA UMA FRENCHIE A BELLA. O ALIMENTAMOS NA ÉPOCA COM COMIDA CASEIRA FEITA PRA ELE, COMPREI O APARELHINHO DE MEDIÇÃO GLICÊMICA E "MEDIA" QDO CAIA, DÁVAMOS UMA COLHERADA DE ALGO DOCE..... E ASSIM EM 02 DIAS ESTAVA ANDANDO..... FOI SE RECUPERANDO LENTAMENTE....JÁ PASSEAVA PELA CASA.... FAZIA XIXI E COCO..... E EM 03 MESES TAVA TOTALMENTE RECUPERADO!! INCLUSIVE NEUROLOGICAMENTE.
MEU FRENCHIE TINHA SIM E AINDA TEM CRISES ALÉRGICAS DO NADA.... O Q DEIXA CLARO Q É ALGO NO MÍNIMO EMOCIONAL! AGORA ELE SÓ TEM DERMATITE DE CONTATO EM FUNÇÃO DE TER Q USAR ROUPAS NO NOSSO INVERNO, QUE É MTO RIGOROSO. 10 GRAUS...
E DESDE ENTÃO TENTO TRAÇAR UMA RELAÇÃO DA EPILEPSIA COM A CATARATA JUVENIL, MTOS ME DIZEM Q NÃO TEM NADA A VER, OUTROS DIZEM Q TEM SIM TUDO A VER, O Q ACHAM?
ENGRAÇADO NO MOMENTO ESTOU ESTUDANDO FLORAIS......
ADIVINHEM PRA QUE? OU PRA QUEM? HEHEHE...
SOBRE ANESTESIA TENHAM SIM UM ANESTESISTA MTO BOM E Q TENHA CUIDADO COM BRAQUICEFÁLICOS E EPILÉTICOS.
O NEURO VET E MINHA QUERIDA E COMPETENTE VET IZAMARA OLIVEIRA QUEREM Q O VET. OFTALMO O OPERE, PQ ELE ESTA TOTALMENTE CEGO.
APESAR DE NÃO PARECER, ELE É INCRÍVEL E MTO BRINCALHÃO.
MEU MEDO É: ELE SEM VER APRONTA DIRETO..... IMAGINA VENDO.... MEU DEUS..... NÃO IMAGINA O Q QUE ELE APRONTA... HEHEHE
ELES QUEREM QUE SEJA LOGO OPERADO PQ A CATARATA ESTA MADURA...
VAMOS AGUARDAR CENAS DOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS.
O QUE IMPORTA É Q ELE ESTÁ BEM E FELIZ.
SUPER BJ
CECÍLIA

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