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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Kanga encontra um lar!



A vida do cachorro Kanga começou cheia de dificuldades: ele é cego e tem um defeito congênito nas patas da frente. Não se sabe o motivo, mas o golden retriever e seu irmão foram abandonados em um terreno.
Por sorte, os dois cães foram encontrados pela equipe da Tails Of Hope, uma ONG que resgata, abriga e incentiva a adoção de animais.
Kanga não deixa que a cegueira o impeça de agir como qualquer outro cachorro, ele se guia pelos passos de quem estiver ao seu lado. Além disso, ele é um cão muito feliz e carinhoso, que adora brincar e ficar perto das pessoas.
Infelizmente, cachorros com deficiência não são tão desejados e ficam mais tempo nos abrigos, até que alguma alma bondosa decida levá-los para casa.
Demorou 8 meses para Kanga ser adotado. Ele foi morar com seu novo tutor John e ganhou uma irmã canina chamada Gracie, que age como sua guia.
Kanga já se habituou em seu novo lar e, em apenas dois dias, memorizou o local do pote de água.
Um vídeo de incentivo a adoção de cães e, especialmente, aqueles com alguma deficiência foi feito por The Pet Collective Cares.

Guia Geral para conviver com animais deficientes!

Agora o blog diretamente no Facebook!!
Justamente por ser óbvio, é bom lembrar: pessoas deficientes merecem mais atenção e mais cuidados. E nem precisaríamos acrescentar: cães deficientes também. Muitos de nós conhecemos ou temos cães que nasceram com problemas mentais, visuais, auditivos, ou foram vítimas de doença grave, acidente ou violência, ou ainda estão bem velhinhos e perdendo visão, audição ou mobilidade.
Aqui vai um guia geral, mesmo sem esgotar o assunto, visando ajudar nossos peludos deficientes a viver mais e com qualidade de vida.
Encarando e entendendo a situação
Cães costumam se adaptar bem e rapidamente a problemas físicos, mesmo os mais drásticos e graves. Os donos, obviamente, têm de adaptar suas vidas às dos cães que, afinal, têm necessidades especiais. Também obviamente, vale a pena, não só pelo amor ao animal, mas também pelas lições de paciência, altruísmo, satisfação e bem-estar por ser útil e fazer diferença na vida de alguém de quem gostamos.
Certas deficiências não incomodam tanto a quem as tem. Explico. Uma pessoa ou animal cega ou surda de nascença não anseia por visão ou audição, pois não pode sentir falta do que nunca teve e costuma reagir e se virar na vida usando os outros sentidos. O fato de um cão ser surdo, seja ou não de nascença, não significa que ele seja impedido de passear com o dono. Idem para cães “cadeirantes”, com patas traseiras imobilizadas ou ausentes.
Esteja pronto para consolar o peludo caso ele tenha se tornado cego, cadeirante ou adquirido outra deficiência. É natural que ele fique deprimido, e a melhor terapia é a ocupacional, continuando com as caminhadas e o máximo possível de brincadeiras. Homeopatia também pode ajudar a acalmá-lo.
Quanto a cães deficientes mentais, são mais raros por dois simples motivos. Um: as mães caninas abandonam os filhotes quando percebem que estes têm menos probabilidades de sobrevivência. Pode ser triste para nós humanos, mas Mamãe Natureza é pragmática e não adianta mesmo a gente chorar – mas adianta tentarmos salvar estes filhotes. Dois: os cães que sobrevivem não costumam viver muito, vítimas da própria doença ou suas consequências como ataques e paralisias...
Quando alguém chama um cachorro de “idiota” ou “retardado”, geralmente é puro desabafo de frustração ou raiva tipicamente humanas perante cães mais difíceis de serem socializados e aprenderem a obedecer comandos. No máximo, o cão costuma ter grandes fobias, e pode levar semanas para ele aprender a, por exemplo, andar com as patas traseiras. Fui dono por algum tempo (junto com meu filho e a mãe dele) de uma cadela jogada num rio dentro de um saco que foi descoberta em tempo para sobreviver, mas aparentemente a falta de oxigênio afetou-lhe a mente e sua socialização foi bem mais difícil durante todos os cerca de dez anos que ela viveu.
Algumas dicas para cuidar
Nunca é demais lembrar que socializar o cão, se ele é deficiente ou normal, é sempre importante. Como o peludo deficiente necessita de mais cuidados que um normal, o ideal é conviver com ele em casa, não num quintal, jardim ou quartinho dos fundos. Não se esqueça de inspecionar toda a casa para remover qualquer coisa que possa prejudicar um cão cego ou desatento, como galhos baixos, tábuas soltas, piscinas ou grandes fontes de água, escadas ou rampas muito lisas ou sem portões, móveis com cantos pontudos ou buracos no chão.
Procure evitar mudanças frequentes ou drásticas para o cão não se desorientar. E o cão deve ser examinado todos os dias; afinal, ele não tem a mesma facilidade humana de expressar com precisão o que sente e, se tiver paralisia ou insensibilidade em partes do corpo, não sentirá dor e portanto não poderá reagir a riscos de infecções, mesmo da forma simples, prática e bem canina de se lamber para curar ou minimizar feridas ou irritações. Como dissemos, você pode – e deve – passear com cães cegos ou surdos, apenas não se esquecendo de que é você quem enxerga e ouve por ele.
É bom apresentar o cão a outros cães deficientes. Você inclusive pode trocar experiências sobre o assunto com outros donos e donas. Mas cuidado ao apresentar o cão cego ou surdo a outros cães –  há o risco de ele estranhar e rosnar ou até morder. Se você tem outros cães ou gatos, uma boa ideia é colocar-lhes guizos no pescoço, para que o cão perceba que eles estão chegando. (Você pode também prender com elástico guizos em um de seus próprios tornozelos, para o cão saber que você está próximo.)
Vários cães surdos estão sendo treinados com comandos utilizando a linguagem de sinais.
Não modificar os móveis de lugar em casa.
Invista em órteses, próteses e cadeirinhas de rodas. eles de adaptam rapidamente.
Guizos vão bem também em bolas, assim como perfumes de toucinho ou baunilha, ou bolas que façam algum ruído, para facilitar o cão deficiente visual a encontrá-las e brincar com elas, especialmente se ele não é cego de nascença e adorava brincar de bola quando enxergava. Assim como jogadores de futebol se tornam técnicos, um cão muito ativo que tenha de e “aposentar” por invalidez poderá ter uma segunda carreira como cão de terapia em hospitais ou casas de repouso.
Sempre “converse” com o peludo, e procure falar sempre em tom alegre e “pra cima”, especialmente se ele for cego. O cão sente segurança da presença do dono pela voz. É verdade que cães são excelentes para afastar a tristeza humana, mas isso não significa que devamos contaminá-los com ela. Ao viajar ou passar muito tempo fora de casa com ele, não esqueça do cobertor, caminha ou outro objeto com que ele esteja acostumado, para evitar que o bicho fique traumatizado ou inseguro.
Esta dica vale para todo mundo, deficiente ou não, humano ou peludo: evite paparicar e proteger demais! Deixe o cão solto o suficiente para se divertir e aprender a se virar na vida. Mesmo se ele seja de pequeno porte, não caia na tentação de colocá-lo em locais onde ele inicialmente não alcance (para comer, por exemplo), pois ele se confunde se de repente aparece um “deus” ou “deusa” para facilitar tudo. Evite também cair na armadilha daquele olhar ou ganir de quem não come há meses; obesidade, especialmente em cães inativos, é um risco e um problema a mais de que eles não precisam.
E o que é ser deficiente ou ser normal?
Parece-me adequado lembrar uma conversa que tive este ano com uma nova amiga. Ela disse: “Tenho uma filha com síndrome de Down”. Não contive um “Que pena”... e levei o mais carinhoso tapa verbal: “Como assim, ‘que pena’? O mundo material é feito de diferenças, é preciso acabar com esse preconceito de piedade! Pessoas com Down podem viver bem e são pessoas excelentes. E pessoas comuns sofrem de inveja, fraqueza, inconstância, distúrbios piores do que um déficit mental.”
Do mesmo modo, um cão deficiente precisa de mais atenção e cuidados, como dissemos, e também de carinho, mas não de piedade de “superior” para “inferior”. Mesmo que um peludo com necessidades especiais não chegue a ser normal, pensemos: afinal de contas, o que é ser normal? Mais importante é ser feliz e não causar mal a outros seres.
Não devemos ter aquela piedade inferiorizante, mas sim saber conviver com as diferenças, aceitá-las para tratá-las de acordo. Stephen Hawking, Stevie Wonder e Herbert Vianna são apenas três exemplos humanos de superação, e a perfeição, como diria Gilberto Gil, é meta de goleiro. Não importa se você acredita que seu cão é deficiente pela vontade de Deus ou por acaso e determinismo histórico; é bom pensarmos no cão deficiente como sendo, mais que portador de necessidades especiais, um cão que já é ele mesmo especial.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Pig, cachorrinha mais que especial faz sucesso nas redes sociais

Uma cachorra chamada Pig está fazendo sucesso na Internet. Ela tem esse nome porque nasceu com deformações que fazem com que tenha uma aparência diferente.
Pig nasceu sem uma parte de sua espinha dorsal e sem algumas costelas.
A vida da cachorra não começou de maneira tranquila, ela foi abandonada junto de suas irmãs numa floresta de Alabama, nos Estados Unidos. E foi a Pig quem salvou a vida de todas, porque ficou latindo e conseguiu chamar a atenção de uma mulher que passava pelo local.
Pig encontrou seu novo lar com Kim Dillenbeck, que ficou sabendo da história da cachorra quando estava passando o natal na casa de sua irmã, na cidade de Jefferson.
Kim disse que se deu bem com Pig logo que a conheceu e soube o que fazer imediatamente:
“Rapidamente, eu decidi ser sua mãe porque ela provavelmente não viveria. Nós supomos que agora ela estaria sufocando por causa de seus próprios órgãos, ou algo assim, por causa de sua forma.”
Kim também contou ao AL.COM que a mulher que encontrou Pig na floresta ouviu do veterinário que a cachorra teria que ter sua morte induzida.
Sobre a raça da cachorra, Kim diz que talvez poderia ser uma Akita, mas não dá para saber com certeza, então é uma SRD. E ela já tinha o nome Pig quando foi adotada.
A cachorra está com 8 meses de vida e ainda vai crescer.
Pig fez sucesso no festival Do Dah Day, que acontece todos os anos na cidade de Birmingham, Alabama. Esse evento existe desde 1979 com o objetivo de arrecadar dinheiro para instituições e abrigos que ajudam animais. Todos queriam tirar foto com a cachorra e sua história se espalhou pela Internet.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Anjos de rodinhas

Tanto na mitologia como na ótica da religião, anjos são seres que têm asas. Entretanto, em Pinda, o autônomo Celso Hommer iniciou um trabalho denominado “Anjos de Rodinhas”. Ele ajuda cães deficientes a encontrarem uma nova forma de retomar uma vida normal.
Hommer constrói “cadeiras de rodas” adaptadas para animais de estimação sob medida. Esse trabalho é divulgado em uma página nas redes sociais e, por meio dela, inclusive, já conseguiu ajudar animais de outros estados, como Goiás, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.
“O dono (do cão) ajuda com material quando tem condições financeiras. Quando não, temos toda uma equipe que conhece e admira nosso trabalho e acabam colaborando por meio de doações. Eu faço a cadeirinha mas, por trás disso, existem várias pessoas que ajudam indiretamente”, revela.
Como tudo começou
Há dois anos, Hommer era funcionário do pedágio da Água Preta e, um belo dia, avistou uma cachorrinha que apareceu na ciclovia. Ele começou alimentá-la para criar uma relação de amizade, visto que seu objetivo era levar a cadela para casa, pois sabia que aquele ambiente era perigoso, principalmente devido ao trânsito.
Inicialmente, ela era meio arisca então, para essa aproximação, Hommer levava alguns petiscos até que a confiança fosse conquistada.
O acidente
Em meio ao desenrolar dessa nova relação de amizade e confiança, ele planejou um dia em que iria trabalhar de carro a fim de trazer a cadela para sua residência. Porém, foi informado de que não seria necessário ir ao serviço naquele dia.
Mesmo sem a presença de Hommer no local, a cachorrinha foi até lá e, como não encontrou ninguém que lhe oferecesse um petisco, acabou atravessando a pista – momento em que foi atingida por um automóvel. Os passageiros desceram do veículo e colocaram-na no acostamento, mas ela acabou se arrastando e entrando no matagal, onde ficou cerca de oito dias, pois ninguém conseguia encontrá-la.
Hommer escutava os latidos do animal e esperava o dia amanhecer para que a claridade o ajudasse a achar a pequena cadela. No oitavo dia, já sem esperanças, “Vi”, como é chamada, foi encontrada. “Ela estava só pele e osso e a pata traseira já estava em decomposição. Do jeito que peguei o animal, levei ao veterinário, que optou por amputar uma das patas e fazer curativo na outra que, uma semana depois, também foi amputada”, relata.
Convivendo com a deficiência
O autônomo comenta sobre o desafio de ter o primeiro contato com um animal deficiente. Ele comenta que a primeira atitude foi procurar uma cadeira de rodas para o animal. Mesmo assim, ela não se adaptou. “Diante disso, fui pesquisar na internet instruções para construir uma cadeira e acabou construindo a primeira cadeirinha de rodas de cano “pvc”. Hommer fez várias tentativas construindo cadeiras. Embora a cadela Vi não tenha se adaptado com a alternativa, ele acabou descobrindo, ali, uma forma de ajudar animais deficientes.
“As pessoas que sabiam que eu construia cadeiras, me falavam de animais com deficiência e eu me dispunha a ir até eles, tirar a medida e confeccionar as cadeirinhas. E foi assim que a ação começou. Por ajudar a minha cadela, comecei a ajudar os outros cães”, orgulha-se Hommer.
Cães
Apesar de tudo ter começado com a pequena Vi, ela nunca se adaptou às cadeiras. Dessa forma, ela anda se arrastando com o “toquinho” das patas e exige de Hommer um cuidado todo especial, pois tem a saúde frágil, principalmente quando se trata de bactérias.
“Como ela se arrasta mas precisa se exercitar, preciso levá-la sempre onde há grama. Assim, ela não se machuca e consegue brincar um pouco. Não a deixo andar no asfalto ou cimento para não machucar”, revela.
Anjos de Rodinhas
Hommer então, na intenção de ajudar os outros cães deficientes, criou uma página no Facebook. Quando começou a construir as cadeiras, teve o desejo de criar uma forma de divulgar para todo o Brasil. Assim, o trabalho foi disseminado e ele já atendeu pedidos de Goiás, Natal e sul do país, enviando a cadeirinha pelos Correios.
Projeto
Hommer ainda conta que a intenção é criar, a partir desse trabalho, uma associação de amparo ao cão deficiente, objetivo este que vem buscando consolidar. Além disso, também busca parceiros que possam colaborar com a iniciativa. “A causa animal é abrangente. Comecei com a cadeirinha de rodas e, quando vi, já estava me envolvendo com tudo. Os maus tratos começam com o dono que não cuida. Também existem os animais de rua, os animais doentes. Acabei me engajando na causa animal. Infelizmente, não posso resgatar nenhum animal, mas procuramos dar aparato para os donos que não têm condições, seja com alimentação, cuidados, veterinário entre outros. É cada um fazendo a sua parte para melhorar a vida dos animais”, afirma.
Em defesa dos animais
O autônomo levanta a bandeira pela defesa de cães com deficiência, pois muitas pessoas decidem descartar esses animais, acreditando que só porque não andam mais não podem ter uma vida normal. “Eu tenho uma deficiente em casa e ela convive normalmente. Não é só porque não está andando que deve ser sacrificada”.
Ajuda
Quem tiver um animalzinho deficiente e desejar entrar em contato, pode acessar a página https://www.facebook.com/anjosderodinhas?fref=ts

Roo, uma dachshund mais que especial...

Roo é uma Dachshund especial que mora nos Estados Unidos. Logo que ela nasceu, na companhia de mais três irmãos, todos souberam que ela era diferente. Suas duas pernas dianteiras eram bem menores do que deveriam ser.
Com o tempo, Roo foi crescendo em uma cadela saudável e o problema de suas pernas dianteiras se tornou um mero detalhe.
Quando ela não está se movimentando apenas com as patas traseiras, ela não encontra nenhum obstáculo em acompanhar os irmãos em passeios com seu carrinho.

Cachorros de cadeiras de rodas se divertindo....

Cachorros com deficiência costumam ser os últimos a serem adotados. Felizmente, existem algumas pessoas dispostas a ajudar e Gritta Götz é uma delas. Gritta administra um santuário de animais na Alemanha, para dar uma vida melhor a esses cães.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Dominic, o cão galgo de 2 patas


Aos cinco meses, o cão galgo Dominic  sofreu um acidente de carro e perdeu duas pernas. Teve que amputar.
A família ficou arrasada. Mas ao acordar da cirurgia, Dominic mostrou a todo mundo que ele é muito mais forte do que pensam.
Em pouco tempo, já estava correndo. E quando voltou para casa, reencontrou ainda a namorada no portão.

sábado, 25 de maio de 2013

Tartaruga volta a mergulhar depois de 12 anos


Uma tartaruga atingida por um barco na Flórida ficou 12 anos sem mergulhar, por o acidente deixou uma bolha de ar no casco.
A solução veio a passos de tartaruga, 12 anos após o acidente, mas veio.

Veterinários do Weymouth Sea Life Adventure Park fizeram para Ali - nome em homenagem ao boxeador - um equipamento parecido com o chamado cinto de lastro que mergulhadores usam para ficar melhor no mar.
Esse seria o primeiro cinto adaptado para um animal.
Fonte: http://extra.globo.com/noticias/animais/bolha-de-ar-no-casco-impedia-tartaruga-de-mergulhar-8496566.html#ixzz2UJ66vvCh

Baleia deficiente depende do seu grupo para sobreviver


Nadando no litoral de Port Elizabeth, na África do Sul, o fotógrafo subaquático Rainer Schimpf registrou uma orca deficiente. O animal não tem as barbatanas dorsal e lateral direita. Incapaz de se deslocar com rapidez por causa da falta das barbatanas, a baleia conta com a ajuda do seu grupo para poder caçar e se alimentar.
As fotos de Rainer Schimpf foram feitas enquanto o grupo composto por sete orcas caçava uma baleia da espécie Bryde. Ao observar o comportamento dos animais, o fotógrafo ressaltou o companherismo entre as orcas.
“Incapaz de nadar rapidamente durante a caça e de encurralar a presa, ela [a baleia deficiente] fica dependente do grupo. Isso mostra que esses mamíferos têm uma complexa estrutura social, na qual eles cuidam de membros com deficiência”, disse Rainer, de acordo com a agência Barcroft Media.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Cadela Vilma volta a andar após tratamento com células-tronco

Um cão de 3 anos que ficou tetraplégico foi curado graças a uma técnica com uso de células-tronco. Ele voltou a andar após ser tratado no hospital veterinário do Centro Universitário da Fundação de Ensino Octávio Basto , em São João da Boa Vista (SP). A técnica seria capaz de curar a cinomose, doença que atingiu o animal e pode levar à morte em pouco tempo.
Quem realizou o tratamento gratuito na cachorra de nome Vilma foi a médica veterinária Michele Andrade de Barros, que trabalha com terapia celular desde 2008. O animal sofria de cinomose, altamente contagiosa e causadora de sequelas neurológicas. A chance de vida com a doença é de apenas 5%.
A cadela ficou tetraplégica e, como os cães que não se locomovem mais podem desenvolver outras doenças, nesses casos os proprietários costumam optar pela eutanásia. Foi aí que a proprietária, uma professora de Educação Física, recebeu a sugestão de tentar o novo tratamento que poderia fazê-la voltar a andar. E já na primeira aplicação de células-tronco foi detectada uma melhora na qualidade de vida do animal. Depois, com três aplicações, Vilma voltou a se locomover.
A cachorra hoje leva uma vida normal e, segundo a veterinária, está totalmente curada.
"Existem outras patologias que também podem ser tratadas com células-tronco. Pode até não haver cura total, mas a melhora na qualidade de vida do animal já é muito boa", explica.
Por Rene Moreira.

Link: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,cao-tratado-com-celulas-tronco-volta-a-andar,1027388,0.htm

segunda-feira, 25 de março de 2013

Labrador perde a visão e companheiro vira seu "cão guia"


Um cão da raça terrier se transformou em guia de um labrador que ficou cego sem ter recebido nenhum treinamento. O labrador Eddie começou a apresentar os primeiros sintomas da cegueira em 2012.
A tutora dos dois cães, Angie Baker-Stedham, notou que o labrador preto começou a tropeçar em objetos e, depois destes sintomas, ele ficou cego rapidamente. ” Aconteceu tão rápido, o que é triste, pois antes, eles (os dois cães) costumavam brincar juntos”, disse.
Mas, Milo, o terrier, que já era muito próximo a Eddie, começou a agir como o guia do labrador, ajudando-o a caminhar. O pequeno terrier agora leva guizos na coleira para que Eddie possa segui-lo. E, quando o labrador se afasta, Milo vai buscá-lo.
“Agora, Milo me ajuda a pegar o Eddie quando chamo por ele. Ele leva o Eddie de volta para onde estou. Eles dormem no mesmo quarto e passam o tempo todo juntos. Sem Milo, Eddie estaria perdido”, diz.
A importância de Milo na vida de Eddie ficou evidente quando o terrier teve que ser internado para tratar uma anemia. Milo já voltou para casa e está curado, mas, enquanto ele esteve no hospital, Eddie teve muitas dificuldades para se locomover.
“Não percebemos o quanto Eddie depende do Milo para andar pela casa. Ele trombava com portas e móveis e eu tinha que chamá-lo constantemente quando o levava para passear, para que ele soubesse onde eu estava e em que caminho eu estava indo”, declarou Angie.

domingo, 3 de março de 2013

Piper a buldogue de um olho com paixão pela arte


Esta buldogue inglesa já foi conhecida por seu mau humor, mas, atualmente, ela é famosa por suas pinturas.
Quando Piper, uma buldogue inglesa caolha, foi entregue ao San Antonio Bulldog Rescue, no Texas, a trabalhadora do abrigo Mother Teresa se preocupou, pois seria muito difícil encontrar um novo lar para ela.
O “tutor” de Piper disse que estava com medo dela, alegando que muitas vezes ela rosnou e o atacaria se levantasse a voz. No entanto, como Mother Teresa chegou a conhecer Piper, ela percebeu que a buldogue tinha todo o direito de ser um pouco mal humorada. Além de ter apenas um olho, Piper tinha artrite, uma coxeadura e uma infecção da pele.
Claramente, o que a cadela precisava era de um pouco de amor e carinho. Mother Teresa passou três meses trabalhando para ganhar a confiança de Piper, levando-a para passear de carro para o Sonic, onde dividiam um cachorro-quente.
Embora Mother Teresa soubesse o quão maravilhosa Piper era, estava preocupada com que ninguém quisesse uma cadela caolha e adoentado. No entanto, recebeu um pedido de adoção de um casal à procura de um cão com necessidades especiais. Jessica Stone, uma artista, e seu marido, Jeff, pareciam um ajuste perfeito. Piper foi levada ao novo lar e para conhecer sua nova irmã, uma pit bull resgatada chamado Roxie.
Piper foi adotada rapidamente. Mesmo que mal pudesse andar devido à displasia de quadril, diariamente ela cambaleava ao estúdio de sua nova mãe para vê-la pintar por horas a fio. Foi quando Jessica teve a idéia de dar um pincel a Piper.
“Tudo o que eu tinha que fazer era chacoalhar uma lata de tinta, ou espátulas e ela apareceria”, disse Jessica. “Depois de seis semanas, Piper animadamente cambaleava até o estúdio sempre que eu pintava; foi quando percebi que algo fantástico estava acontecendo em seus olhos e eu perguntei se ela tinha o desejo de pintar”.
Jessica mergulhou um pincel em tinta atóxica e colocou a outra extremidade na boca de Piper. Então, enquanto Jessica segurava o papel, Piper começou a pintar.
“As pessoas sempre me perguntam como eu treinei Piper para que se tornasse uma pintora, mas eu nunca a treinei. Foi tudo Piper que fez”, Jessica disse.
Hoje, Piper pinta ao lado de Jessica, cria obras de arte originais, que são vendidas em todo o mundo. Uma parcela dos rendimentos vai para o San Antonio Bulldog Rescue.
“Esta cadelinha rejeitada floresceu em um modelo bonito que toca o coração. Piper não apenas levanta fundos, mas toca a consciência das pessoas para resgates e mostra às crianças e adultos que ser diferente é lindo “, disse Jessica.
Para saber mais sobre Piper, visite seu website e página no Facebook.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Cientistas fazem transplante de células de focinho e cãozinho volta a andar

Cientistas da Universidade de Cambridge conseguiram reverter a paralisia em cachorros, após injetar células retiradas do focinho dos animais.
De acordo com os pesquisadores, as descobertas mostram, pela primeira vez, que transplantando este tipo de células em uma medula muito lesionada pode trazer melhoras significativas e abre novas possibilidades.
"Acreditamos que a técnica pode vir a ser usada para recuperar parte dos movimentos em pacientes humanos com lesões na medula vertebral, mas há um longo caminho a percorrer até podermos afirmar que eles serão capazes de recuperar todos os movimentos perdidos", diz o biólogo, Robin Franklin que participou da pesquisa.
O estudo foi financiado pelo Conselho Médico de Pesquisa (MRC, na sigla em inglês) da Grã-Bretanha e publicado no jornal científico "Brain".
A pesquisa é a primeira a testar transplantes em animais com lesões sofridas na vida real, ao invés de usar cobaias de laboratório.
Em uma parceria do Centro de Medicina Regenerativa do MRC e a Escola de Veterinária de Cambridge, os cientistas retiraram amostras de células olfativas do focinho dos cães e as cultivaram em laboratório durante várias semanas.
Os 34 cachorros que participaram da pesquisa haviam sofrido lesões na coluna que os impediam de usar as patas traseiras.
Em 23 dos cães, foram injetadas células olfativas na coluna; nos outros 11, o chamado grupo controle, foi usada uma solução aquosa neutra, sem nenhum efeito, para ser usado como termo de comparação.
Enquanto muitos dos cachorros que receberam o transplante de células apresentaram melhoras significativas e voltaram a andar, nenhum dos caninos do grupo de controle apresentou movimento nas patas traseiras.
Porque o nariz?
Após chegar a idade adulta, o nariz é a única parte do corpo em que terminações nervosas continuam a crescer.
As células foram retiradas da parte posterior da fossa nasal. São células especiais que rodeiam os neurônios receptores que nos permitem sentir cheiros e convergir estes sinais para o cérebro.
Os cientistas dizem que as células transplantadas regeneraram fibras na região lesionada da medula. Isto possibilitou que cachorros voltassem a usar as suas patas traseiras e coordenar o movimento com as patas da frente.
Em humanos, o procedimento poderia ser usado em combinação com outras drogas para promover a regeneração da fibra nervosa e substituir tecidos lesionados.
Geoffrey Raisman, o especialista em regeneração neurológica da University College London, descobriu em 1985 este tipo de célula olfativa, que foi usada na pesquisa de agora.
Ele avalia que este foi o maior avanço dos últimos anos na área, mas diz que não é a cura para lesões de medula. "O procedimento permitiu que um cachorro lesionado voltasse a usar suas pernas traseiras, mas as diversas outras funções perdidas em uma lesão de medula, como uso da mão, controle da bexiga e regulação de temperatura, por exemplo, são mais complicados e ainda estão muito distantes".
Na pesquisa, as novas conexões não ocorreram em longas distâncias, necessárias para conectar o cérebro a medula. Os pesquisadores do MRC disseram que em humanos isto seria vital para pacientes com lesões na medula, que perderam funções sexuais e o controle da bexiga e do intestino.
Entre os cães com história de sucesso, está Jasper, um bassê(não seria um dachshund?), de dez anos de idade. "Antes do tratamento, nós usávamos um carrinho de rodas porque as suas patas traseiras eram inúteis, mas agora ele corre pela casa e no jardim e acompanha os outros cachorro, é maravilhoso", comemorou sua dona, May Hay.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Nancy Levine e suas fotos de cães idosos especiais


A fotógrafa americana Nancy LeVine iniciou há oito anos um roteiro pelos Estados Unidos para retratar cães idosos. Com o projeto "Senior Dogs Across America", ela percorreu diversos Estados do país.
Ela diz que seu interesse pelo tema foi despertado quando seus próprios cães de estimação começaram a apresentar sinais de que estavam próximos do fim.
Nancy Levine conta que isso ocorreu na mesma época em que ela começou a refletir sobre sua própria mortalidade.
"Eu vi como os cães fazem; como, sem a dolorosa capacidade humana de fazer planos para o futuro e temer o inevitável, o cão simplesmente acorda para cada dia como um novo passo na jornada."
Para saber mais sobre o projeto, veja o Cliquesite da fotógrafa.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Veterinária cria prótese e evita que cavalo seja sacrificado, em Goiás


Uma veterinária de Rio Verde, no sudoeste de Goiás, criou uma prótese adaptada para colocar na pata de um cavalo, que teria o membro amputado devido a um ferimento profundo que não cicatrizava.
O potrinho tem apenas sete meses de vida e foi doado para a veterinária Isabela Seraphim Araújo, especialista em equinos. Segundo ela, em um primeiro momento, a saída foi a amputação. A veterinária conta que, em casos como esse, o animal teria de ser sacrificado. No entanto, ela conseguiu mantê-lo vivo ao criar uma espécie de prótese.
“Nós fizemos a prótese como uma espécie de gesso sintético, duro, que pode molhar. Então, eu fiz uma cuia de inox, encaixei nesse gesso e passei outro por cima”, explica a veterinária.
Batizado de 'Pelo Menos'
O cavalo ganhou não só uma prótese, mas também um nome bem sugestivo: "Pelo Menos". E, brincando, a dona explica o motivo de tê-lo batizado assim: “Pelo menos, ele está vivo. Pelo menos, ele anda. Foi por isso que nós inventamos esse nome”.
Mas até que o potrinho atinja a idade adulta, Isabela tem um longo desafio pela frente. Criar novas próteses que se encaixem durante a fase de crescimento do animal.
Por enquanto, o cavalinho 'Pelo Menos' tem uma vida só de sombra e água fresca. Ele ganha carinhos quase 24 horas por dia. Mas quando crescer, a dona avisa que ele já tem uma missão: “Para provas ele não vai servir, mas para reprodução sim. Ele é um machinho, um garanhão. Mais para frente dá para ter uns filhos por aí”.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Nova vida da Manuela...


Vcs lembram da Manuela? Aqui está a postagem que fiz anteriormente: http://cachorrosespeciais.blogspot.com.br/2012/08/manuela-exemplo-de-superacao.html
A cadela Manuela, que teve duas patas amputadas após cair de uma laje em Santos (SP), litoral de São Paulo, está adaptada ao novo lar em Espírito Santo do Pinhal (SP). A veterinária Ana Marcela Genestra, que adotou o animal no dia 9 de agosto, fala entusiasmada sobre a rotina da nova companheira. “Ela está ótima, já se acha a dona da casa. Não se tornou o xodó, pois amo todos [outros cinco cachorros e dois gatos] do mesmo jeito. Se tiver que brigar com ela, pois é muito possessiva e ciumenta, eu também brigo”, conta aos risos. Ela decidiu adotar o animal após ver reportagens sobre o caso.
“Liguei para a minha mãe, que mora em Santos, e disse que tinha interesse em adotar. Consegui o contato das pessoas que estavam cuidando da Manu e deu certo. Havia inclusive uma pessoa que gostaria de levá-la para a Itália”, diz a veterinária. No consultório dela, as visitas de clientes e moradores curiosos em conferir a recuperação de Manuela são constantes. “Não sei dizer quantos já vieram visitar. Além disso, muitos acessam minha página em rede social para ver fotos”, explica Ana Marcela, antes de uma ressalva. “Espero nunca ouvir piadas de mau gosto”.
Regalias e diversão
Embora os veterinários acreditassem que Manuela precisaria de uma cadeira de rodas para conseguir se locomover, a cadela consegue se equilibrar com as duas patas do lado direito, correr e subir escadas sem ajuda. “Ela tem dificuldades na hora de fazer as necessidades, mas leva uma vida normal. No começo até corria atrás dos gatos”, explica a tutora do animal.
Um colchonete azul com estampas infantis revela uma das regalias de Manu. “Ela dorme no meu quarto. Vai na hora que eu for e só levanta se falar ‘bom dia’. Inteligente, não?”, conta Ana Marcela. Ela ressaltou que a cadela não precisa tomar remédios e é alimentada somente com ração e água. “No futuro, talvez ela passe por sessões de acupuntura por causa do desgaste na coluna”.
O caso
A história da cadela Manuela comoveu os moradores de Santos. Segundo os veterinários, ela tem pouco mais de 1 ano de idade. Após cair da laje, ela permaneceu com duas fraturas expostas e sem alimentação durante 15 dias. Quando foi socorrida, ela teve as patas amputadas em virtude do risco de infecção.

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