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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Guia Geral para conviver com animais deficientes!

Agora o blog diretamente no Facebook!!
Justamente por ser óbvio, é bom lembrar: pessoas deficientes merecem mais atenção e mais cuidados. E nem precisaríamos acrescentar: cães deficientes também. Muitos de nós conhecemos ou temos cães que nasceram com problemas mentais, visuais, auditivos, ou foram vítimas de doença grave, acidente ou violência, ou ainda estão bem velhinhos e perdendo visão, audição ou mobilidade.
Aqui vai um guia geral, mesmo sem esgotar o assunto, visando ajudar nossos peludos deficientes a viver mais e com qualidade de vida.
Encarando e entendendo a situação
Cães costumam se adaptar bem e rapidamente a problemas físicos, mesmo os mais drásticos e graves. Os donos, obviamente, têm de adaptar suas vidas às dos cães que, afinal, têm necessidades especiais. Também obviamente, vale a pena, não só pelo amor ao animal, mas também pelas lições de paciência, altruísmo, satisfação e bem-estar por ser útil e fazer diferença na vida de alguém de quem gostamos.
Certas deficiências não incomodam tanto a quem as tem. Explico. Uma pessoa ou animal cega ou surda de nascença não anseia por visão ou audição, pois não pode sentir falta do que nunca teve e costuma reagir e se virar na vida usando os outros sentidos. O fato de um cão ser surdo, seja ou não de nascença, não significa que ele seja impedido de passear com o dono. Idem para cães “cadeirantes”, com patas traseiras imobilizadas ou ausentes.
Esteja pronto para consolar o peludo caso ele tenha se tornado cego, cadeirante ou adquirido outra deficiência. É natural que ele fique deprimido, e a melhor terapia é a ocupacional, continuando com as caminhadas e o máximo possível de brincadeiras. Homeopatia também pode ajudar a acalmá-lo.
Quanto a cães deficientes mentais, são mais raros por dois simples motivos. Um: as mães caninas abandonam os filhotes quando percebem que estes têm menos probabilidades de sobrevivência. Pode ser triste para nós humanos, mas Mamãe Natureza é pragmática e não adianta mesmo a gente chorar – mas adianta tentarmos salvar estes filhotes. Dois: os cães que sobrevivem não costumam viver muito, vítimas da própria doença ou suas consequências como ataques e paralisias...
Quando alguém chama um cachorro de “idiota” ou “retardado”, geralmente é puro desabafo de frustração ou raiva tipicamente humanas perante cães mais difíceis de serem socializados e aprenderem a obedecer comandos. No máximo, o cão costuma ter grandes fobias, e pode levar semanas para ele aprender a, por exemplo, andar com as patas traseiras. Fui dono por algum tempo (junto com meu filho e a mãe dele) de uma cadela jogada num rio dentro de um saco que foi descoberta em tempo para sobreviver, mas aparentemente a falta de oxigênio afetou-lhe a mente e sua socialização foi bem mais difícil durante todos os cerca de dez anos que ela viveu.
Algumas dicas para cuidar
Nunca é demais lembrar que socializar o cão, se ele é deficiente ou normal, é sempre importante. Como o peludo deficiente necessita de mais cuidados que um normal, o ideal é conviver com ele em casa, não num quintal, jardim ou quartinho dos fundos. Não se esqueça de inspecionar toda a casa para remover qualquer coisa que possa prejudicar um cão cego ou desatento, como galhos baixos, tábuas soltas, piscinas ou grandes fontes de água, escadas ou rampas muito lisas ou sem portões, móveis com cantos pontudos ou buracos no chão.
Procure evitar mudanças frequentes ou drásticas para o cão não se desorientar. E o cão deve ser examinado todos os dias; afinal, ele não tem a mesma facilidade humana de expressar com precisão o que sente e, se tiver paralisia ou insensibilidade em partes do corpo, não sentirá dor e portanto não poderá reagir a riscos de infecções, mesmo da forma simples, prática e bem canina de se lamber para curar ou minimizar feridas ou irritações. Como dissemos, você pode – e deve – passear com cães cegos ou surdos, apenas não se esquecendo de que é você quem enxerga e ouve por ele.
É bom apresentar o cão a outros cães deficientes. Você inclusive pode trocar experiências sobre o assunto com outros donos e donas. Mas cuidado ao apresentar o cão cego ou surdo a outros cães –  há o risco de ele estranhar e rosnar ou até morder. Se você tem outros cães ou gatos, uma boa ideia é colocar-lhes guizos no pescoço, para que o cão perceba que eles estão chegando. (Você pode também prender com elástico guizos em um de seus próprios tornozelos, para o cão saber que você está próximo.)
Vários cães surdos estão sendo treinados com comandos utilizando a linguagem de sinais.
Não modificar os móveis de lugar em casa.
Invista em órteses, próteses e cadeirinhas de rodas. eles de adaptam rapidamente.
Guizos vão bem também em bolas, assim como perfumes de toucinho ou baunilha, ou bolas que façam algum ruído, para facilitar o cão deficiente visual a encontrá-las e brincar com elas, especialmente se ele não é cego de nascença e adorava brincar de bola quando enxergava. Assim como jogadores de futebol se tornam técnicos, um cão muito ativo que tenha de e “aposentar” por invalidez poderá ter uma segunda carreira como cão de terapia em hospitais ou casas de repouso.
Sempre “converse” com o peludo, e procure falar sempre em tom alegre e “pra cima”, especialmente se ele for cego. O cão sente segurança da presença do dono pela voz. É verdade que cães são excelentes para afastar a tristeza humana, mas isso não significa que devamos contaminá-los com ela. Ao viajar ou passar muito tempo fora de casa com ele, não esqueça do cobertor, caminha ou outro objeto com que ele esteja acostumado, para evitar que o bicho fique traumatizado ou inseguro.
Esta dica vale para todo mundo, deficiente ou não, humano ou peludo: evite paparicar e proteger demais! Deixe o cão solto o suficiente para se divertir e aprender a se virar na vida. Mesmo se ele seja de pequeno porte, não caia na tentação de colocá-lo em locais onde ele inicialmente não alcance (para comer, por exemplo), pois ele se confunde se de repente aparece um “deus” ou “deusa” para facilitar tudo. Evite também cair na armadilha daquele olhar ou ganir de quem não come há meses; obesidade, especialmente em cães inativos, é um risco e um problema a mais de que eles não precisam.
E o que é ser deficiente ou ser normal?
Parece-me adequado lembrar uma conversa que tive este ano com uma nova amiga. Ela disse: “Tenho uma filha com síndrome de Down”. Não contive um “Que pena”... e levei o mais carinhoso tapa verbal: “Como assim, ‘que pena’? O mundo material é feito de diferenças, é preciso acabar com esse preconceito de piedade! Pessoas com Down podem viver bem e são pessoas excelentes. E pessoas comuns sofrem de inveja, fraqueza, inconstância, distúrbios piores do que um déficit mental.”
Do mesmo modo, um cão deficiente precisa de mais atenção e cuidados, como dissemos, e também de carinho, mas não de piedade de “superior” para “inferior”. Mesmo que um peludo com necessidades especiais não chegue a ser normal, pensemos: afinal de contas, o que é ser normal? Mais importante é ser feliz e não causar mal a outros seres.
Não devemos ter aquela piedade inferiorizante, mas sim saber conviver com as diferenças, aceitá-las para tratá-las de acordo. Stephen Hawking, Stevie Wonder e Herbert Vianna são apenas três exemplos humanos de superação, e a perfeição, como diria Gilberto Gil, é meta de goleiro. Não importa se você acredita que seu cão é deficiente pela vontade de Deus ou por acaso e determinismo histórico; é bom pensarmos no cão deficiente como sendo, mais que portador de necessidades especiais, um cão que já é ele mesmo especial.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Roo, uma dachshund mais que especial...

Roo é uma Dachshund especial que mora nos Estados Unidos. Logo que ela nasceu, na companhia de mais três irmãos, todos souberam que ela era diferente. Suas duas pernas dianteiras eram bem menores do que deveriam ser.
Com o tempo, Roo foi crescendo em uma cadela saudável e o problema de suas pernas dianteiras se tornou um mero detalhe.
Quando ela não está se movimentando apenas com as patas traseiras, ela não encontra nenhum obstáculo em acompanhar os irmãos em passeios com seu carrinho.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Dominic, o cão galgo de 2 patas


Aos cinco meses, o cão galgo Dominic  sofreu um acidente de carro e perdeu duas pernas. Teve que amputar.
A família ficou arrasada. Mas ao acordar da cirurgia, Dominic mostrou a todo mundo que ele é muito mais forte do que pensam.
Em pouco tempo, já estava correndo. E quando voltou para casa, reencontrou ainda a namorada no portão.

sábado, 1 de junho de 2013

Porquinho deficiente ajudará crianças especiais

Após adotar o porquinho Chris P. Bacon, que nasceu com as patas traseiras atrofiadas, o veterinário norte-americano Len Lucero decidiu aproveitar a fama do bichinho de estimação para usá-lo como “animal-propaganda” de um site de arrecadação de fundos para ajudar instituições de apoio às crianças com deficiência.
Na página, o veterinário explica o que o levou a ter a ideia: “Chris P. Bacon mudou a minha forma de olhar o mundo e inspirou-me a ajudar os deficientes. Estou levantando fundos para ajudar a trazer sorrisos aos rostos de crianças com deficiência em todo o mundo. Fazer isso requer uma grande quantidade de dinheiro. Então, eu estou convocando todos os fãs de Chris P. Bacon a fazer uma pequena contribuição, no valor que puder, para a nossa causa. Você receberá um adesivo ‘Eu amo Chris P. Bacon’ bem como acesso ao aplicativo para celulares oficial do nosso fã-clube. Obrigado, desde já, por apoiar o nosso sonho”.
Len adotou o porquinho em fevereiro, quando o animal era recém-nascido. Preocupada com a deformidade nas patas do porco, sua antiga dona o levou até o consultório de Len, que a convenceu de lhe dar o bichinho. Desde então, porco e dono são inseparáveisPorquinho
Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/animais/dono-de-porco-com-deficiencia-lanca-site-para-receber-doacoes-em-prol-de-criancas-com-necessidades-especiais-8553848.html#ixzz2V0fcqyvp

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Mocinha, uma linda história de amor!

Através do Facebook conheci a história de Mocinha, por sinal uma história linda.
Peço à gentileza de lerem e se tiverem alguma idéia do caso por favor entrem em contato comigo.
Resumindo: Mocinha nasceu em Osasco(SP), provavelmente teve cinomose, viveu nas ruas, em lares, clínicas, no Centro de zoonoses.... até que foi traçado seu destino: o sacrifício. Mas sua atual tutora Júlia sabendo deste desfecho foi até o local e adotou a pobre cachorrinha.
Então começa a história de amor de Mocinha e sua nova família. Recebeu um nome, recebeu amor, um lar, amigos e tutores maravilhosos.
"Até que Um ano se passou e uma doença encubada se manifestou. Degenerativa. Talvez sequela da cinomose, ninguém nunca soube diagnosticar.
Primeiro o latido foi ganhando ares de rouquidão. Depois as patas traseiras começaram a não suportar o peso do corpo. Sem tratamento adequado em Campos do Jordão, Mocinha veio para São Paulo onde ganhou um novo lar e novos irmãos e irmãs. Ganhou, ainda, uma cadeirinha especial para dar suporte ao corpo. Com as patas da frente ainda conseguia se movimentar, correr, ir ao banheiro sozinha.
Paralelamente visitou inúmeros veterinários, neurologistas, curandeiros de toda sorte. Ultrassom, exame de sangue, raio-X, ressonância magnética. Nada. Tudo ok. Diagnóstico fechado? Nenhum. Suspeitas? Muitas. Concluiu-se tratar de uma “doença degenerativa”, a única resposta possível com ares de seriedade e “profissionalismo”.
Manteve constante fisioterapia e acupuntura para não permitir completa atrofia muscular e nervosa. Alimentação normal, banhos regulares, música erudita para relaxar. QUALIDADE DE VIDA. Nenhuma dor, vida normal, feliz!
Dia após dia e as patas da frente ficavam cansadas com mais rapidez. Os músculos já não suportavam o corpo, as caminhadas de 20 minutos deram lugar a saídas curtas e, em pouco tempo, a cadeirinha especial caiu em desuso. Os latidos roucos agora eram sons abafados. Projetos de latido. O músculo da bexiga, responsável pelo movimento de contração e liberação da urina, ficou incontinente, sem controle algum. Assim se manifestava sua doença degenerativa, assim começou sua paralisia completa.
De veterinário em veterinário, também nas conversas e nas redes sociais, não faltaram indicações sobre o que seria o senso comum para o caso da Mocinha: a eutanásia. Não pelo animal, mas pelo trabalho que daria aos tutores. Da forma como entrava por um ouvido, saía pelo outro. Nunca foi assunto na nossa mesa, nunca foi sequer uma hipótese,desistir NUNCA foi uma opção.
Com o tempo os sintomas da doença estagnaram. A tetraplegia permaneceu, os latidos secos e ocos também, a urina passou a ser retirada da bexiga com a ajuda da palma da mão no lugar certo. Mocinha nunca sentiu dor, nunca soube o que é sofrer, talvez até hoje sequer saiba que carrega uma doença tão avassaladora.
Qual seria, portanto, o nosso direito de tirar-lhe a vida, se a garantia dos direitos e do acesso a coisas essenciais como o carinho, o amor, o alimento, a higiene e a família estava, enfim, assegurada?
Esta é, portanto, a história da Mocinha: uma cachorra resgatada das ruas de Osasco, salva de um sacrifício anunciado, que foi morar em Campos e passou a manifestar os primeiros sintomas de uma misteriosa doença. Veio para SP e ficou rapidamente tetraplégica (ou seja,ela movimenta apenas a cabeça). Hoje se dedica exclusivamente a ser FELIZ e a proporcionar aos seus tutores ainda mais felicidade. Enquanto ela quiser viver, assim a ajudaremos, com acupuntura, musicoterapia, fisioterapia e a mais nova tentativa de tratamento através de células-tronco.
Vida longa e feliz, Mocinha!"
Para Júlia, sua tutora: Querida conte conosco! Força e parabéns pela sua dedicação. Bjks Cecília.
Fontes: http://www.tudosobrecachorros.com.br/blogs/diario-de-uma-mocinha
https://www.facebook.com/DiarioDaMocinha?fref=ts 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Para começar bem 2013!!

No dia 28 de dezembro, o cão Arbor ajudou a levantar duzentos dólares para um abrigo local em Las Vegas, Nevada, nos EUA. O talentoso cão é um pintor ávido, e sua obra de arte foi leiloada para obter recursos para o Noah’s Animal House. Este é um canil que foi construído para dar suporte ao The Shade Tree Shelter, que é um refúgio para vítimas de violência doméstica. Assim, mães e filhos que vão para o The Shade Tree podem levar também seus animais. Construído em 2007, o local é um dos primeiros estabelecimentos do tipo a permitirem a hospedagem de animais não humanos. As informações são da Global Animal.
Em muitas famílias onde a violência doméstica ocorre, os animais também são vítimas de explosões de crueldade. De acordo com o The Shade Tree Shelter e o Noah’s Animal House, “Em uma pesquisa nacional, 85 por cento das mulheres que procuram um abrigo devido a violência doméstica relataram abusos sofridos também pelos animais domésticos em suas casas”.
Como a maioria dos abrigos não permite animais, as vítimas que saem de suas casas são muitas vezes obrigadas a deixá-los para trás, e estes ficam correndo o risco de novos abusos, tortura ou até morte.
Graças a este abrigo, os inocentes animais não precisam ser deixados à própria sorte.
Em cinco anos de operação, o Noah’s Animal House abrigou 600 animais por um total de 48 mil noites. O abrigo está quase sempre lotado e em constante necessidade de receber doações.
Esta organização é um local que permite aos seres que se encontram nessas circunstâncias infelizes permaneçam juntos. O local é um exemplo e um incentivo para que outras organizações pelo mundo adotem a idéia.
Para conhecer mais sobre o abrigo, fazer doações ou ler as histórias, acesse o site: http://www.noahsanimalhouse.org/
Fonte: http://www.anda.jor.br/07/01/2013/abrigo-recebe-vitimas-de-violencia-domestica-junto-com-seus-animais

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Lilica enfrenta perigos de rodovia para alimentar outros animais


Em meio à sucata de um ferro velho, em São Carlos (SP), descansa um exemplo de solidariedade. A cadela Lilica mora no local e divide o espaço com um cão, um gato, um galo, uma galinha e até uma mula. Todas as noites, os bichos têm o jantar garantido porque Lilica faz a parte dela.
Quando a tarde vai embora, a cadela cumpre rigorosamente uma missão. O destino é casa da professora Lúcia Helena de Souza, que cria 13 cachorros e 30 gatos, todos recolhidos da rua. Depois de servir o jantar da turma, a professora prepara uma marmita para Lilica.
“Eu percebia que ela comia e ficava olhando para o que tinha na sacola. Aí uma vizinha disse que dava e impressão de que a cadela queria levar o resto da comida. Aí nós amarramos e ela pegou a sacola e levou. Daquele dia em dia a gente faz isso”, conta Souza.
O encontro é pontual, ocorre sempre por volta das 21h30. A cadela mata a fome, pega a sacolinha com o alimento separado pela professora e segue de volta ao ferro velho. São dois quilômetros de caminhada na lateral de uma estrada bem movimentada. No escuro, a pista fica ainda mais perigosa, mas Lilica atravessa com segurança e em poucos minutos chega com o jantar dos outros animais.
A catadora Neile Vânia Antonio, que encontrou Lilica abandonada ainda filhote na porta do ferro velho, pega a sacola e abre para todos os bichos do local comerem. O que sobra fica para o café da manhã. A história se repete todos os dias, há três anos.
Dona Neile diz que desde que viu a cadela pela primeira vez percebeu que ela era diferente. “A gente que é humano não faz isso. Algumas pessoas até escondem e não querem dividir o que tem. Ela não, Lilica é um animal excepcional”, afirma.

sábado, 15 de setembro de 2012

Cachorrinha cega pinta quadros para ajudar animais necessitados


Uma pintora de Seattle ficou emocionada quando a cachorra sob sua tutela, que é cega, superou o seu problema e encontrou uma oportunidade de criar arte para ajudar animais necessitados. As informações são da Global Animal.
DeeDee Murray, que fez a sua carreira como pintora retratando cavalos, cães e vida selvagem, entristeceu-se quando soube que a cachorra Hallie, da raça Dachshund, tinha ficado cega subitamente devido à síndrome degenerativa chamada SARDS ( Acquired Retinal Degeneration Syndrome ), uma doença autoimune que ataca a retina.
“Foi realmente rápido – da noite para o dia”, ela disse à agência KOMO, filiada da ABC New. “Provavelmente aconteceu entre dois a três dias. Ela estava enxergando bem e de repente começou a dar trombadas nas paredes”.
Murray tinha ensinado Hallie a pintar antes dela perder a visão. Ela disse que poucos dias depois que ela começou a ensiná-la, Hallie já pegou o pincel sozinha.
“Ela não queria parar. Se eu tirasse o pincel dela e dissesse que já estava bom e que era hora de parar, ela rapidamente pegava o pincel de novo e recomeçava a pintar”, Murray escreveu em seu site.
Murray diz ter ficado perturbada quando percebeu a falta de visão de Hallie, e fez grandes esforços para ajudá-la. Ela escreveu em seu site Hallieart.com que ela foi até o Dr. Sansini Grodanic, um conhecido especialista da Universidade de Iowa que já auxiliou a muitos cães na recuperação da visão, esperando que ele pudesse ajudar Hallie.
Infelizmente, as retinas de Hallie haviam se deslocado em muitos locais, e o veterinário não pode fazer nada.
Quando as duas voltaram para casa, Hallie ficou triste por muitas semanas. Mas seu ânimo voltou, escreveu Murray, apesar da cegueira. Ela diz que a cachorra passou a utilizar mais o olfato, e recomeçou a pintar.
“É incrível”, diz Murray. “Ela não pode ver o papel, mas é como se ela o percebesse ali, ela se posiciona do modo correto”.
Elas estão usando a arte de Hallie – cada peça é assinada com um carimbo que imita a sua pata – para ajudar outros animais. Criações da cachorra são publicadas por Murray em um site, e todo o dinheiro obtido com as vendas é destinado à ONG Purple Heart Rescue, que resgata animais abandonados.
Hallie também estará participando de um evento de artes chamado Puyallup Fair, no oeste de Washington.
“Ela me mostrou que é possível superar obstáculos e aproveitar a vida”, diz a tutora. “Ela está aqui para me ensinar muitas coisas. Tem sido uma cachorra feliz. É um exemplo”.
O caso de Hallie é mais uma demonstração de que as deficiências físicas dos animais não os impedem de viver uma vida feliz, se apoiados e amados por seus tutores.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Nova vida da Manuela...


Vcs lembram da Manuela? Aqui está a postagem que fiz anteriormente: http://cachorrosespeciais.blogspot.com.br/2012/08/manuela-exemplo-de-superacao.html
A cadela Manuela, que teve duas patas amputadas após cair de uma laje em Santos (SP), litoral de São Paulo, está adaptada ao novo lar em Espírito Santo do Pinhal (SP). A veterinária Ana Marcela Genestra, que adotou o animal no dia 9 de agosto, fala entusiasmada sobre a rotina da nova companheira. “Ela está ótima, já se acha a dona da casa. Não se tornou o xodó, pois amo todos [outros cinco cachorros e dois gatos] do mesmo jeito. Se tiver que brigar com ela, pois é muito possessiva e ciumenta, eu também brigo”, conta aos risos. Ela decidiu adotar o animal após ver reportagens sobre o caso.
“Liguei para a minha mãe, que mora em Santos, e disse que tinha interesse em adotar. Consegui o contato das pessoas que estavam cuidando da Manu e deu certo. Havia inclusive uma pessoa que gostaria de levá-la para a Itália”, diz a veterinária. No consultório dela, as visitas de clientes e moradores curiosos em conferir a recuperação de Manuela são constantes. “Não sei dizer quantos já vieram visitar. Além disso, muitos acessam minha página em rede social para ver fotos”, explica Ana Marcela, antes de uma ressalva. “Espero nunca ouvir piadas de mau gosto”.
Regalias e diversão
Embora os veterinários acreditassem que Manuela precisaria de uma cadeira de rodas para conseguir se locomover, a cadela consegue se equilibrar com as duas patas do lado direito, correr e subir escadas sem ajuda. “Ela tem dificuldades na hora de fazer as necessidades, mas leva uma vida normal. No começo até corria atrás dos gatos”, explica a tutora do animal.
Um colchonete azul com estampas infantis revela uma das regalias de Manu. “Ela dorme no meu quarto. Vai na hora que eu for e só levanta se falar ‘bom dia’. Inteligente, não?”, conta Ana Marcela. Ela ressaltou que a cadela não precisa tomar remédios e é alimentada somente com ração e água. “No futuro, talvez ela passe por sessões de acupuntura por causa do desgaste na coluna”.
O caso
A história da cadela Manuela comoveu os moradores de Santos. Segundo os veterinários, ela tem pouco mais de 1 ano de idade. Após cair da laje, ela permaneceu com duas fraturas expostas e sem alimentação durante 15 dias. Quando foi socorrida, ela teve as patas amputadas em virtude do risco de infecção.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Cão deficiente abandonado pela tutora é adotado por policial


Durante um patrulhamento de rotina no Bairro Jardim Colorado, em Vila Velha, uma soldado da Polícia Militar se deparou com um novo integrante da família, nesta semana. Gecyanna Araújo, que dirige radiopatrulha na área do 4º Batalhão há cerca de dois anos, acostumada a atender ocorrências policiais que demandam atenção no trânsito e técnicas de abordagem, se emocionou ao ver um cachorro que atravessava a rua e corria em sua direção.
“O que chamou a atenção foi que ao diminuir a velocidade e ao me aproximar do animal, percebi que o cão usava duas rodas na parte traseira para se locomover. As rodas foram improvisadas por um comerciante do bairro, o Seu Ary. Soube que ele foi abandonado pela tutora, se envolveu em uma briga com outro cão e perdeu os movimentos das patas traseiras. Ele morava na rua e estava sendo alimentado pelo Seu Ary, mas por ele não ter muitos recursos, me deu todo apoio e entregou de coração aberto o novo integrante da minha família”, disse.
O cão foi batizado de Skeli, recebeu um novo lar, carinho, alimentação balanceada e tratamento veterinário, além de ganhar novos amigos. “Skeli faz companhia ao meu casal de cães, Chiquinho, que também foi adotado e não tem uma pata dianteira, a Suzan e as minhas quatro gatas. Ele ganhou uma nova família. Agora, vou tentar captar recursos para comprar uma cadeira de rodas adaptada para ele”, finalizou.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Cão que teve membros cortados volta a andar com patas artificiais


Um cão no México que teve suas patas dianteiras cortadas por uma gangue de criminosos voltou a andar com o auxílio de pernas artificiais.
O cachorro Pay de Limón (Torta de Limão) havia sido jogado dentro de uma lata de lixo, na cidade de Fresnillo.
Mas, por sorte, ele foi encontrado e foi levado para o abrigo Milagros Caninos, onde está se recuperando e se adaptando às próteses.
O uso dos membros artificiais foi feito de forma gradual. Atualmente, o animal as está utilizando por períodos mais longos.
As patas artificiais custaram o equivalente a mais de R$ 12 mil e foram obtidas por meio de doações coletada pelo abrigo canino.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Megaesôfago é coisa séria...

Gente amada que a Bella é uma fofa, entrando sozinha na cadeirinha, isso é indiscutível. Mas alguns sites publicaram como fofura, humanização ou diversão, na real é coisa séria. Bella tem uma doença congênita que se chama "Megaesôfago", esta cadeira foi desenvolvida para que ela se alimente e "segure" o alimento, do contrário o animal não consegue se alimentar e morre. Existe tb cirurgia, mas nem sempre dá certo... Parabéns para esta família que está fazendo o melhor pela Bella.
Portanto não é frescura é sobrevivência!
Aos sete meses de idade, Bella sofre de um problema digestivo que a impede de realizar suas refeições como um cachorro comum. Uma espécie de alargamento no esôfago obriga a cadelinha a ter de devorar sua comida de pé.
A doença, diagnosticada por veterinários como incurável, impede que o alimento engolido pelo animal chegue até o estômago, dando a sensação de fome constante.
A fim de amenizar o sofrimento da cachorra, o casal americano Donna e Joe Koch, donos de Bella, se inspiraram nos cadeirões infantis para criar um objeto capaz saciar a cadelinha.
No horário de suas refeições, Bella voluntariamente se instala em uma cadeira com o espaço correto para encaixe de seu corpo, no sentido vertical. Uma tampa sustenta a tigela com a ração do animal.
Ao jornal Daily Mail desta segunda-feira (12/12), os americanos contaram que, além do “cadeirão”, facilitam a alimentação de Bella misturando a ração em água quente. “Como ela não tem contrações musculares, a ajudamos com a cadeira e a comida amolecida. Ela está se saindo super bem!”, comemoraram.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cachorro vítima de maus-tratos sofre de problemas mentais e precisa de ajuda veterinária, no RS

Este é um apelo de uma protetora já sem condições de sequer pagar um taxi dog e uma consulta veterinária. Tenho muitos casos, alguns estão comigo há muitos anos. Mas este é um apelo especial a este peludão, porte grande, pelo bem tratado e brilhante. É um cão jovem, mas foi vítima de agressão e enforcamento, desde então ele está na casa da minha mãe; Uma senhora idosa , com o pé fraturado, sem conseguir andar, e ainda outros cães para cuidar.Ele apresenta confusão mental, é um animal especial e, a cada dia que passa, isto fica mais claro. Ele passa minutos olhando para o nada e parece estar muito depressivo. Tem uma parte da cabeça bem mais alta que a outra, por possível espancamento. Ele também apresenta crises convulsivas, não muito graves, mas fica se debatendo por alguns minutos.
Se alguém puder ajudar este grandão, amado, meigo, carinhoso, porém não está recebendo nenhum tipo de atendimento veterinário. Esta na zona rural de Porto Alegre (RS), isto dificulta ainda mais minhas possibilidades de interna-lo, pois não possuo carro.
Contato: Mara 51- 97922419 – marasantos1973@hotmail.com
Gente querida vamos contribuir?!! Entrem aqui: http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=112071
Fonte: http://www.anda.jor.br/18/11/2011/cao-vitima-de-maus-tratos-sofre-de-problemas-mentais-e-precisa-de-ajuda-veterinaria-no-rs

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