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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Cadê o Jack, do Batalhão de Ações com Cães(RJ)???

A apreensão de três toneladas de maconha em Acari, favela da zona norte do Rio de Janeiro, notabilizou o faro do cão Jack, um dos labradores mais talentosos do BAC (Batalhão de Ações com Cães), em dezembro de 2013.
Desde então, o animal vinha sendo preparado para substituir Boss --apontado como o melhor cão farejador da história recente da unidade e que foi aposentado-- na posição de destaque do canil. A trajetória de sucesso, no entanto, foi interrompida há 12 dias.
Jack desapareceu em circunstâncias ainda não esclarecidas no decorrer de uma operação em Angra dos Reis, no sul do Estado, no dia 15 de agosto. O sumiço de um cão é fato inédito na história do BAC, fundado em 1973.
A principal hipótese é que ele tenha sido capturado e morto por traficantes da comunidade onde era feita a incursão da PM. Nos corredores do batalhão, o clima de consternação é visível.
"Aqui todo mundo tem essa característica de ser apaixonado pelo animal. Para nós, é uma perda muito grande. É um companheiro que se perde", disse o veterinário-chefe da unidade, capitão Luís Renato Veríssimo.
"As comunidades onde esses cães atuam são espaços estreitos como becos, vielas, várias portas, enfim, cada cenário é um cenário. O canil foi fundado em 1973 e nunca tivemos uma perda de animal. Já tivemos centenas de operações [e isso nunca aconteceu]. Foi a primeira perda que nós tivemos", completou.
De acordo com o oficial de operações do batalhão, tenente Bernard Carnevale, "tudo aconteceu muito rápido" na ocasião do sumiço. Houve, segundo ele, uma "perda de contato visual" enquanto Jack transitava por becos e vielas buscando esconderijos de armas e drogas.
Carnevale afirmou que tal situação é comum em incursões do BAC --os cães podem avançar até 40 metros em relação ao posicionamento do tutor, pois são treinados para trabalharem soltos. Porém, o próprio treinamento faz com que eles "sempre voltem".
"Quando o cão percebe que está muito distante da patrulha, ele mesmo volta. Não tem como ele querer se distanciar e não voltar para a patrulha, pois há um trabalho específico para isso. A intenção é que ele encontre [armas e drogas] junto com a patrulha. Em um ambiente de favela, o espaço é muito estreito e é comum perder o contato visual. Eles sempre voltam quando isso acontece. Infelizmente, não foi o que aconteceu com o Jack", afirmou.
O fato de o cão não se distanciar por conta própria dá margem a duas hipóteses: o animal pode ter sido vítima de traficantes ou pode ter caído em alguma armadilha. "Como era um ambiente hostil, ele pode ter sido pego por traficantes e levado a uma outra comunidade ou abatido ali mesmo. Não escutamos tiros, mas pode ter sido um estrangulamento, facada ou algo parecido", disse Carnevale.
"Outra hipótese é ele ter caído em uma armadilha. Tinha um ambiente de mata na comunidade, ele poder ter seguido por uma ribanceira, descido para a estrada e, nesse momento, alguém pode ter pego e colocado no carro", completou.
Assim como todos os cães do BAC, Jack possui um chip de identificação e, se for encontrado, pode ser facilmente reconhecido. Apesar do clima de pessimismo, os policiais do batalhão afirmam que ainda há esperança de encontrá-lo vivo e fazem um apelo aos moradores de Angra. As buscas continuam.
"Existe uma comoção muito grande principalmente pelo fato de a gente não saber o que aconteceu. Sempre deixa margem para a possibilidade de ele estar vivo. Pior do que um óbito certo é um corpo desaparecido. A dúvida é um sentimento pior", comentou o capitão Veríssimo.

Primeiro 'penetra'

Jack era adorado no Batalhão de Ações com Cães não só pelo fato de ser um dos farejadores mais promissores, com talento reconhecido por todos os policiais lotados na unidade, mas também por sua história particular.
Desde a criação do BAC, ele foi o único animal que ingressou no serviço policial após ser encontrado na rua. Todos os outros foram reproduzidos internamente, comprados ou doados ao batalhão.
"Ele foi encontrado em uma operação durante uma operação na favela do Jacarezinho [por isso o nome 'Jack']. Estava amarrado, o que chamamos aqui de 'ancorado', e na mesma hora a gente viu que ele tinha uma aptidão muito grande para o serviço", afirmou o tenente Bernard Carnevale, que participou do treinamento do cão.
"Ele foi o nosso primeiro 'penetra'. (...) Daqui a um ano, um ano e meio, poderia ser melhor do que o Boss", completou o oficial de operações do BAC.
Desde 2010, quando participou da operação para ocupar o Complexo do Alemão, o labrador Boss surgiu como o cão farejador de maior sucesso do BAC. Com oito anos, em razão da velhice, foi aposentado no ano passado.
Outros veteranos como Scot (labrador) e Brita (pastor belga), que ainda estão na ativa, também atingiram o ápice do serviço policial. Segundo o comando do batalhão, a tendência é que Jack liderasse a linha sucessora.
"O Jack tinha todas essas características e aptidões para trabalhar no serviço policial. Tanto é que ele foi um cão resgatado da rua e só ficou aqui porque apresentava essas características. Quando vão para a rua trabalhar, principalmente os cães de faro, eles ficam sem guia, pois têm esse domínio de situação de rua. Até mesmo porque vão bastante. O Jack era um cão bem treinado para isso. Ele já estava um cão sênior para o trabalho de rua", comentou o veterinário-chefe do BAC, capitão Luís Renato Veríssimo.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

A linda rottweiler Saphira se salva de incêndio cavando um buraco para se proteger!


O incêndio em um depósito de combustível em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, nesta quinta-feira (23), deixou mortos pelo menos um funcionário da empresa Petrogold e vários animais da região, devido ao calor de mais de 600° C que irradiou para casas próximas. Mas graças ao próprio instinto de sobrevivência, ao amor da dona e ao trabalho dos bombeiros, a rottweiler Saphira foi resgatada com vida. 
"Quando segurei ela nos braços, senti um calor muito forte no corpo dela", contou Jaqueline Cardoso Barros, moradora da Rua Sá Carvalho, ao lado do depósito.
A mulher não estava em casa quando o fogo começou e se desesperou por saber que Saphira tinha ficado sozinha no pátio. Com ajuda de um bombeiro, que a escoltou, entrou na residência para salvar o animal, com o calor já tornando a permanência no local insuportável. Ao chegar, a encontrou dentro de um buraco cavado pela pelo próprio cão, no barro úmido devido à chuva.
"Foi um susto enorme, até agora a minha cabeça está doendo, e não consigo perceber o q eu aconteceu", disse a dona, que deixou Saphira na casa da ex-sogra e voltou para a área isolada à espera da liberação da casa.
Animais mortos
O coronel Ronaldo Alcântara, comandante da operação do Corpo de Bombeiros, disse que muitos animais domésticos morreram, pois estavam presos nas casas do entorno. Segundo ele, o fogo foi controlado às 15h30, e ainda havia chamas por volta das 17h no local porque o combustível líquido nos tanques precisam queimar. No depósito, havia dois tanques com gasolina, dois com álcool, um com diesel e outro com água.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Labrador perde a visão e companheiro vira seu "cão guia"


Um cão da raça terrier se transformou em guia de um labrador que ficou cego sem ter recebido nenhum treinamento. O labrador Eddie começou a apresentar os primeiros sintomas da cegueira em 2012.
A tutora dos dois cães, Angie Baker-Stedham, notou que o labrador preto começou a tropeçar em objetos e, depois destes sintomas, ele ficou cego rapidamente. ” Aconteceu tão rápido, o que é triste, pois antes, eles (os dois cães) costumavam brincar juntos”, disse.
Mas, Milo, o terrier, que já era muito próximo a Eddie, começou a agir como o guia do labrador, ajudando-o a caminhar. O pequeno terrier agora leva guizos na coleira para que Eddie possa segui-lo. E, quando o labrador se afasta, Milo vai buscá-lo.
“Agora, Milo me ajuda a pegar o Eddie quando chamo por ele. Ele leva o Eddie de volta para onde estou. Eles dormem no mesmo quarto e passam o tempo todo juntos. Sem Milo, Eddie estaria perdido”, diz.
A importância de Milo na vida de Eddie ficou evidente quando o terrier teve que ser internado para tratar uma anemia. Milo já voltou para casa e está curado, mas, enquanto ele esteve no hospital, Eddie teve muitas dificuldades para se locomover.
“Não percebemos o quanto Eddie depende do Milo para andar pela casa. Ele trombava com portas e móveis e eu tinha que chamá-lo constantemente quando o levava para passear, para que ele soubesse onde eu estava e em que caminho eu estava indo”, declarou Angie.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Lilica enfrenta perigos de rodovia para alimentar outros animais


Em meio à sucata de um ferro velho, em São Carlos (SP), descansa um exemplo de solidariedade. A cadela Lilica mora no local e divide o espaço com um cão, um gato, um galo, uma galinha e até uma mula. Todas as noites, os bichos têm o jantar garantido porque Lilica faz a parte dela.
Quando a tarde vai embora, a cadela cumpre rigorosamente uma missão. O destino é casa da professora Lúcia Helena de Souza, que cria 13 cachorros e 30 gatos, todos recolhidos da rua. Depois de servir o jantar da turma, a professora prepara uma marmita para Lilica.
“Eu percebia que ela comia e ficava olhando para o que tinha na sacola. Aí uma vizinha disse que dava e impressão de que a cadela queria levar o resto da comida. Aí nós amarramos e ela pegou a sacola e levou. Daquele dia em dia a gente faz isso”, conta Souza.
O encontro é pontual, ocorre sempre por volta das 21h30. A cadela mata a fome, pega a sacolinha com o alimento separado pela professora e segue de volta ao ferro velho. São dois quilômetros de caminhada na lateral de uma estrada bem movimentada. No escuro, a pista fica ainda mais perigosa, mas Lilica atravessa com segurança e em poucos minutos chega com o jantar dos outros animais.
A catadora Neile Vânia Antonio, que encontrou Lilica abandonada ainda filhote na porta do ferro velho, pega a sacola e abre para todos os bichos do local comerem. O que sobra fica para o café da manhã. A história se repete todos os dias, há três anos.
Dona Neile diz que desde que viu a cadela pela primeira vez percebeu que ela era diferente. “A gente que é humano não faz isso. Algumas pessoas até escondem e não querem dividir o que tem. Ela não, Lilica é um animal excepcional”, afirma.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Morre Roselle, cão guia, que salvou tutor do World Trade Center

A cadelinha norte-americana Roselle, que ficou famosa após guiar seu dono para fora do World Trade Center durante os ataques de 11 de setembro de 2001, morreu na última segunda-feira (27) por causa de uma úlcera.
Roselle vivia em uma casa na Califórnia junto com mais duas labradoras da mesma família e com seu dono Michael Hingson, que é deficiente visual. A grande companheira era, também, uma cão guia de Hingson.
A labradora estava sempre ao lado do dono durante as palestras sobre confiança e trabalho em equipe que ele passou a apresentar depois do ataque.
Além disso, ela foi protagonista de um livro sobre a tragédia do dia 11 e de campanhas publicitárias.
Em 2010, a cachorra, com 13 anos, passou a ter sérias complicações de saúde. A mascote começou a sentir fortes dores na parte traseira do corpo e dores no estômago.
Por R7.
Fonte: http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/morre-cao-guia-que-salvou-dono-em-atentado-terrorista-20110704.html?question=0

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Loukanikos, o cachorro que participa dos protestos na Grécia

São Paulo - Inúmeros protestos continuam sendo realizados na Grécia por causa da crise econômica. Nesta quarta-feira (29), novas cenas de vandalismo foram vistas por causa da aprovação de um plano de austeridade fiscal pelo Parlamento grego.
Em comum, além de agressões, prisões e pessoas feridas, os eventos em Atenas têm a presença de um cachorro chamado Loukanikos, que significa salsicha em grego.
O animal já apareceu em diversas fotos e matérias de televisões de vários países e até ganhou uma página no Facebook.
Reportagem da TV alemã Spiegel mostra a presença do animal em protestos desde dezembro de 2008. Quando a confusão começa, lá está ele correndo de um lado para o outro, desviando da multidão, latindo para os policiais e enfrentando as bombas.
Loukanikos foi visto novamente nos protestos do mês passado, conforme registro feito pela Euronews. Em uma cena incrível, um policial parece mirar em Loukanikos, que quase é atingido.
Por Luís Artur Nogueira.
Fonte: http://rebeldog.tumblr.com/
http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/loukanikos-o-cachorro-que-participa-dos-protestos-na-grecia

domingo, 19 de junho de 2011

Cães aprendem rapel para resgatar vítimas de avalanches

K-9 é o nome da unidade de resgate alemão para avalaches da qual faz parte um grupo de cães.
Treinamento de cães de resgaste em Mittenwald, ao sul da Alemanha.

Os animais passam por treinamento que inclui voos em um helicóptero e descidas de rapel até o solo.
Avalanches matam cerca de mil vítimas todos os anos nos Alpes.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/bichos/931356-caes-aprendem-rapel-para-resgatar-vitimas-de-avalanches.shtml

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cocker é treinado pra acordar inglesa que tem a doença do sono com lambidinhas

Kelly Sears, uma adolescente de 19 anos que sofre de narcolepsia, - conhecida também como a “doença do sono” - teve sua vida transformada com a ajuda de um cão especialmente treinado.
Com a doença, Sears adormece regularmente sem qualquer aviso e frequentemente cai no chão e fica com cortes, contusões e machucados. Mas Theo, um cão da raça Cocker Spaniel, foi ensinado a lamber o rosto e o pescoço da jovem até que ela acorde.
Theo foi dado a Kelly, que vive em Chadwell Heath, no Reino Unido, por uma associação médica de cães e é o único canino treinado para esse tipo de doença em toda a Europa. Ele tem dois anos e tornou-se o melhor amigo da garota.
Kelly começou a mostrar sinais de narcolepsia ao cair no sono na escola, aos 15 anos. Antes de Theo, ela ficava desmaiada por vários minutos. Agora é acordada em segundos por lambidas carinhosas do cãozinho, que também sabe como pedir ajuda, caso ela se machuque: ele chama a atenção de passantes e os leva até a jovem.
"Posso sair sozinha com ele e me sentir confiante e segura. Não fico mais preocupada”, diz Sears. "Tenho muita sorte de nunca ter me ferido gravemente. Quando eu durmo, as pessoas pensam que eu desmaiei e muitas vezes chamam a ambulância, mas Theo usa uma roupinha onde lê-se que ele é um cão médico alerta, e não se preocupam tanto”, relata ao "Daily Mail".
Link: http://noticias.uol.com.br/tabloide/tabloideanas/2011/06/08/cao-e-especialmente-treinado-para-acordar-garota-com-doenca-do-sono-com-lambidas-na-cara.jhtm

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Dono luta com jacaré para salvar cão de estimação nos EUA

Incidente ocorreu em Palm City, no estado da Flórida.
Dono usou os sapatos para bater no réptil e libertar o cão.
Um cão sobreviveu na última quinta-feira a um ataque de um aligátor (jacaré americano) de quase dois metros em Palm City, no estado da Flórida (EUA), após ser salvo por seu dono, Gary Murphy, segundo reportagem da emissora americana "WPTV".
Cão teve perfurações no tórax, mas vai se recuperar das lesões. (Foto: Reprodução/WPTV)
Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/05/dono-luta-com-jacare-para-salvar-cao-de-estimacao-nos-eua.html

sábado, 7 de maio de 2011

Cães dos Navy Seals(Marinha EUA) são muitos especiais!!

Você pode passar anos fazendo Muay Thai, Jiu Jitsu, Karate, Judô ou qualquer outra arte marcial existente ou também pode fazer vários treinamentos de tiro ao alvo ou realizar qualquer atividade que exija bravura e muita concentração, mas provavelmente nunca vai chegar perto dos cães dos Navy Seals. É sério!
O grupo de operações especiais da Marinha dos Estados Unidos conta com um time de pastores alemães treinados para executar as mais variadas ações táticas que envolvem muito risco. Para se ter uma ideia do poderio desses animais, um deles esteve envolvido na ação militar da invasão do esconderijo do terrorista Osama Bin Laden!
Para entrar em combate esses cães recebem a mesma proteção que um soldado, contando com um colete a prova de bala e facadas. Quando são necessárias ações de reconhecimento de terreno, como encontrar bombas ou achar a posição exata do exército inimigo, esses animais são enviados com câmeras capazes de realizar transmissão ao vivo para a base de processamento de dados, além de serem aptas a visualizar imagens noturnas.
Ou seja, estes cães são duros na queda, e estão muito além dos animais domésticos que temos em casa. Aliás, é nessas horas que aqueles filmes de cães espiões fazem muito, mas muito sentido!
Normalmente essa unidade especial é chamada apenas para ações ultra-secretas, que envolvem meses e meses de planejamento e treinamento, como foi o caso da invasão da base onde Bin Laden estava escondido. Muito bacana, não é mesmo? Tem que ter coragem de sobra para enfrentar tudo o que o exército K9 enfrenta. A única coisa estranha é o nome, que parece demais com filmes de comédia americana. Mas é melhor evitar o atrito.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2011/05/caes-da-forca-de-operacoes-especiais-da-marinha-dos-estados-unidos-contam-com-cameras-e-coletes-prova-de-balas.html

quinta-feira, 17 de março de 2011

Vivaaa o Pinpoo voltou!!

Cão Pinpoo é encontrado 14 dias depois de desaparecer no Aeroporto Desde segunda-feira, cachorro se aproximava diariamente do Batalhão de Aviação da BM no horário de almoço
O drama de Nair Flores, 64 anos, chegou ao fim na noite de quarta-feira (16). Quatorze dias depois do desaparecimento do seu cão de um hangar do Aeroporto Internacional Salgado Filho, a aposentada reencontrou Pinpoo às 22h30min, em Porto Alegre (RS).
Quando três PMs do Batalhão de Aviação da Brigada Militar (BM), que fica dentro do aeroporto, entraram com Pinpoo na residência de Nair, no bairro Passo da Areia, zona norte da Capital, o cão se soltou dos braços deles, correu e pulou em direção à dona, numa cena que comoveu os militares.
Muito emocionada, Nair começou a conversar com seu animal de estimação, sumido desde o dia 2, quando fugiu da caixa de transporte onde estava acomodado para tomar um avião da empresa Gol rumo ao Espírito Santo, onde encontraria a sua dona. Ao avistá-lo, Nair repetia várias vezes: ” Não fui eu que te abandonei. Não parei de te procurar um só dia.”.
Os autores do resgate sorriam, felizes com o que consideraram uma das suas ações mais importantes, dado o sofrimento da mulher; drama acompanhado via imprensa e internet, por todo o Brasil. Uma das primeiras atitudes de Nair foi dar um banho com spray-d’ água em Pinpoo em cima de uma cadeira da sala. O objetivo era refrescá-lo.
Animada, agradecia aos PMs, o sargento Paulo Ribas, 53 anos (30 de BM), o soldado Mateus Menezes, 30 anos (nove de BM), e o soldado Maurício da Silva, 38 anos (17 de BM).
Pinpoo, que provocou uma rede de solidariedade formada via comunidades sociais da internet, apresenta alguns machucados nas pernas traseiras. O pelo estava sujo quando o animal foi localizado, com carrapato e pulgas, conforme constataram os policiais. Nair acredita que o cachorro perdeu alguns quilos. Hoje, vai levá-lo a um veterinário.
Cachorro foi atraído com comida
Desde segunda-feira, o cão felpudo, de pelo amarelado, sujo e magro, aproximava-se, no horário de almoço, do Batalhão de Aviação da Brigada Militar (ex-Grupamento Aéreo, GPMA), localizado dentro da área do Aeroporto Salgado Filho, nas proximidades do Bourbon, na Avenida Sertório.
O cão provavelmente era atraído pelo cheiro da comida, acreditam os militares. Os policiais passaram, então, a observar diariamente a movimentação do animal, desconfiando tratar-se do cão procurado.
O sargento Ribas e os soldados Menezes e Maurício se engajaram na busca porque vinham acompanhando o caso desde que a tutora revelou o seu drama à imprensa. Resgatar o cão se tornou uma missão para os três.
— Eu e minha mulher estávamos comovidos com a história, por isso fiz de tudo para resgatá-lo. Temos dois cachorros que também tratamos como filhos — afirmou Ribas.
Pinpoo se aproximava do hangar da BM, mas era difícil pegá-lo, pois estava assustado e arisco. O som constante das sirenes de veículos e o luminoso das viaturas que faziam buscas ao cão contribuíam para assustá-lo ainda mais. Mesmo com fome, ele então retornava ao matagal (formado basicamente com maricás) e ao lago nas proximidades da área.
Os policiais concluíram que, para capturar o cachorro, era preciso um estratagema com alimentos. Fizeram um rastro de ração por três dias. Não deu certo, já que Pinpoo não é alimentado com ração. Mudaram de plano e, ontem, passaram a usar pedaços de frango assado, parte do cardápio dos soldados.
No início da noite de ontem, o cão começou a se aproximar das instalações do batalhão. Chegou devagarinho e entrou na sala onde havia a maior porção de carne. A porta então foi fechada — e a operação estava, assim, quase concluída. Faltava uma prova, que veio com um chamado do sargento Ribas: o cão atendeu imediatamente à pronúncia da palavra Pinpoo.
Dona Nair poderia reencontrar seu companheiro, regozijaram-se os três PMs. A mulher de Ribas, avisada em casa pelo marido eufórico, telefonou para Nair Flores (o telefone da dono do cão corria de mão em mão dos militares) e avisou que os militares iriam ainda ontem à casa dela com a boa nova.
No Opala particular do sargento, um veículo anos 80, o cão foi conduzido de volta para casa. No trajeto, foi no colo do soldado Menezes, que o agarrava fortemente. Menezes não queria ver o cão fugir de novo. Ao sentir a sensação de missão cumprida, o sargento Ribas chorou — e voltou para seu plantão no batalhão do aeroporto.
Fonte: http://www.anda.jor.br/2011/03/17/cao-pinpoo-e-encontrado-14-dias-depois-de-desaparecer-no-aeroporto-de-porto-alegre-rs/
Fotos: Ronaldo Bernardi.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Cães nos escombros do tsunami comovem o mundo

Após a divulgação do vídeo “Tsunami- Dois cães a espera de resgate”, que mostra que um cão que sobreviveu à tragédia permaneceu cuidando de seu companheiro ferido nos escombros, milhares de pessoas em todo o mundo começaram a se perguntar sobre o destino dos animais.
No vídeo produzido pela equipe da TV Fuji, o repórter diz que, “ No início pensei que o cão queria que ficássemos longe deles, mas depois percebi que o segundo cão ainda estava vivo, e que o primeiro estava tentando ajudá-lo “, ele que reside em Yokohama, e que postou o vídeo em seu blog Ohmaidog.
“Aparentemente, os cães foram deixados lá, nós não tínhamos nem água e nem comida para oferecer aos cães, e também não havia informações de quem ou algum grupo poderia posteriormente resgatá-los. Quando o vídeo foi ao ar as pessoas começaram a enviar e-mails a TV Fuji perguntando qual era o local aonde estavam os cães, para poder encontrá-los e socorre-los “, disse ele.
Mas a boa notícia veio com o passar das horas: Kenn Sakurai , presidente de uma empresa de “alimentos para animais” a “Butch”, estava se dedicando a socorrer e resgatar animais, desde que foi dado o alerta de terremoto e do tsunami.
Ele confirmou que havia encontrado os cães, e transportando-os para locais seguros. “Trouxemos dois cães a Mito, Ibaraki. Um está na clínica veterinária, enquanto o outro foi levado ao abrigo “, contou em seu perfil do Facebook .
Sakurai fez menção ao vídeo dos cães, para explicar o quão difícil é fazer qualquer resgate, considerando o estado em que se encontram as ruas e estradas.
Levamos duas horas para levá-los para o abrigo mais próximo. As chances são melhores porque usamos motos e bicicletas. Uma grande gaiola é colocada na parte traseira da bicicleta. Mas para trazer o animal e seu peso de volta assim é bem arriscado, quando temos que atravessar locais onde não há estradas “, disse ele. E lembrou que um dos socorristas quebrou uma costela na terça-feira após cair de sua bicicleta ao transportar um outro animal.
“Estes dois cães foram resgatados. Qualquer pessoa que viu o vídeo, sabe que o cão malhado está em melhores condições, enquanto que o cão branco que estava deitado continua no veterinário porque estava muito debilitado. Mas estes dois cães são apenas a ponta do iceberg. Há muitos mais cães que precisam ser resgatados e precisam de ajuda “, declarou .
De acordo com Sakurai até agora ele já resgatou 62 animais.
Por Marli Delucca (da Redação).
Fonte: http://www.anda.jor.br/2011/03/16/video-que-mostrou-caes-nos-escombros-chama-a-atencao-do-mundo-para-a-situacao-dos-animais-no-japao/

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Um labrador preto conseguiu farejar com 95% de precisão câncer intestinal na fase inicial

O título de melhor amigo do homem acaba de ganhar um significado ainda mais profundo para os cães. Isso porque uma pesquisa recente revelou que os animais são capazes de identificar por meio do faro o câncer de intestino ainda em fase inicial.

De acordo com o jornal Daily Mail o estudo foi realizado com um Labrador da cor preta, que conseguiu identificar com 95% de precisão a doença em 74 casos de voluntários. A explicação para a façanha é que os cães conseguem farejar mais de mil tipos de cheiros que os humanos, inclusive, componentes químicos específicos de certos tipos de câncer.
A descoberta torna-se ainda mais importante uma vez que na fase inicial as chances da recuperação e cura do câncer são muito maiores. A expectativa agora é que possa ser reproduzido em laboratório um sensor semelhante ao faro dos cães capaz de identificar os componentes químicos envolvidos na doença.
Pesquisas anteriores conseguiram mostrar que raças como Labrador e Cão d’Água Português são capazes de detectar também o câncer de ovário, pulmão e mama. Cães treinados também conseguem identificar tumores malígnos na pele humana enquanto até mesmo cachorros domésticos comuns mudam de comportamento e tornam-se mais agitados quando em contato com alguém doente, incentivando seus donos a procurarem um médico.
Fonte: http://petmag.uol.com.br/noticias/cachorro-consegue-diagnosticar-cancer-de-intestino/

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Canil nos EUA sacrifica por engano cão que foi "herói de guerra"

Um cachorro aclamado como herói por alertar soldados americanos no Afeganistão sobre um ataque suicida foi sacrificado na última segunda-feira, por engano, em um canil no Arizona (EUA).
O pastor alemão Target, que chegou a aparecer no programa da apresentadora Oprah Winfrey, havia fugido dos tutores na sexta-feira e foi morto após passar o fim de semana no canil.
A diretora da entidade de controle de animais do estado lamentou o ocorrido. “Tive de dar a notícia pessoalmente ao tutor do cachorro, e ele e sua família estão destruídos”, afirmou Ruth Stalter, que prometeu uma investigação sobre o caso.
Target e outros dois cães, Sasha e Rufus, foram adotados por soldados americanos no Afeganistão após entrarem num quartel. Eles foram aclamados como heróis ao alertarem sobre a entrada de um homem-bomba no local.
A explosão deixou Sasha gravemente ferida, e a cadela foi sacrificada. Já Target e Rufus conseguiram sobreviver e foram levados para os EUA por militares.
Link: http://www.anda.jor.br/2010/11/17/canil-nos-eua-sacrifica-por-engano-cao-que-foi-heroi-de-guerra-no-afeganistao/

Meu comentário: Olha não sei o que é pior, a exploração animal ou o sacrifício de inocentes. Na verdade ambos estavam condenados pelos humanos que se julgam "superiores"! Que tristeza!

domingo, 14 de novembro de 2010

Mais imagens de cães nas guerras...








Link Imagens: Google Imagens - Dogs War

Inglaterra lembra animais mortos em guerras

Por iniciativa da ONG de direitos animais Animal Aid, baseada na Inglaterra, os animais mortos em guerras feitas pelos humanos foram lembrados quinta feira (11) durante uma cerimônia no Hyde Park de Londres em um memorial construído especialmente para eles e chamado Animals In War Memorial.
A data foi introduzida cinco anos atrás e nos meses que antecedem a data a Animal Aid vende uma papoula roxa para ser usada na lapela para marcar a data. O evento contou com a presença do ativista de direitos humanos e animais, Peter Tatchell.
Exploração
Durante os conflitos humanos, os animais têm sido usados como mensageiros, para detectar bombas, patrulhar e resgatar, para tração e na linha de frente. Eles foram usados como companhia nas trincheiras e sujeitos a experimentos de armas de guerra em laboratórios. Os animais usados em guerras não são heróis; eles são vítimas. Eles não dão suas vidas; suas vidas são tomadas deles.
Valorizados por suas habilidades especiais e forçados a participar de guerras que eles não fizeram, os animais com freqüência são tratados como pouco mais do que objetos descartáveis, mantidos vivos pelo tempo que sua utilidade exigir e depois mortos ou abandonados à própria sorte.
Abandono
Depois da Primeira Guerra Mundial, milhares de cavalos foram abandonados ou vendidos para trabalhos forçados nos países onde eles haviam sido usados.
Cidadãos fugindo de ataques iminentes também abandonam animais. Em 2003, centenas de famílias israelitas que fugiram para o aeroporto de Tel-Aviv deixaram seus cães na beira da estrada. Muitos morreram enquanto outros formaram matilhas. Quando estes se viram obrigados a matar animais em fazendas para sobreviver, foram destruídos pelas autoridades.
Mensageiros
No ano 1.150 a.C., o Sultão de Bagdá utilizou pombos como mensageiros, uma prática que continuou até a Segunda Guerra Mundial. Apesar de serem alvos pequenos, milhares e milhares de pombos-correio foram mortos. Dos 17 mil pombos enviados para territórios ocupados na Primeira Guerra, menos de um em oito retornaram.
Embora cães não possam viajar tão longe quanto os pombos, eles foram usados de forma parecida como mensageiros. Mais de sete mil pessoas ofereceram seus cães para o exército durante a Primeira Guerra enquanto outros cães foram tirados de abrigos. O treinamento era aterrorizante e aqueles que não se qualificavam eram “eutanasiados” ou, como os Collies Bell, Cosy e Surefoot, mortos por serem ‘inúteis’.
Aqueles que se qualificavam encaravam perigos maiores nos campos de batalha. Um cão – cujo nome não foi registrado historicamente – carregou mensagens durante semanas com uma bala em seus pulmões e um estilhaço encravado em sua coluna.
No Vietnã, cinco mil cães serviram com as tropas americanas. Desses, apenas 150 voltaram para casa; o restante foi abandonado à sorte quando as tropas seguiram em frente.
Detecção de perigo
Durante a Segunda Guerra, canários e camundongos eram enviados para dentro de túneis cavados por trás de linhas inimigas para detectar ar ruim e gás venenoso. Cães eram usados para detectar minas. Seu treinamento envolvia choques elétricos. No campo de batalhas eles eram capazes de detectar apenas 50 por cento das minas, quando então eles eram exterminados. Os cães continuaram a ser usados como patrulheiros, avisando da presença de patrulhas inimigas.
No Vietnã, os cães eram usados para buscar armas dos vietcongs e armadilhas. Dessa forma eles salvaram milhares de vidas, mas não foram recompensados por isso. A maioria morreu de ferimentos, insolação, ou foram abandonados e deixados para o inimigo quando a guerra acabou.
Recentemente, leões marinhos foram treinados pela marinha americana para detectar intrusos submarinos e colocar grampos em suas pernas. Quando eles não estavam trabalhando, eles eram mantidos em cativeiro onde eles não podiam nadar, brincar ou caçar naturalmente.
Golfinhos já foram treinados para buscar minas no fundo do mar. Além do perigo a que eles são expostos, eles são mantidos em cativeiros e transportados ao redor do mundo e encarcerados em tanques e navios de guerra. Tudo o que eles conhecem é retirado deles; seus instintos e desejos são reprimidos.
Resgate e proteção
Em ambas as guerras mundiais, os cães foram usados fora do país para buscar soldados caídos e aqui eles eram treinados para retirar os mortos e feridos dos destroços de construções bombardeadas.
Presa em um edifício que havia caído, Peggy resgatou um bebê que estava sufocando sob o gesso. Ela fez um buraco de ar para o bebê e esperou até que a ajuda chegasse.
Os cães também davam proteção a indivíduos e também para companhias inteiras.
Tração e carga
Milhares de camelos foram sacrificados quando forçados a trabalhar fora de seus ambientes naturais. O líder militar russo do século dezenove Mikhail Skobelev levou consigo 12 mil camelos quando ele lutou na Ásia. Ele voltou com apenas um. Na Guerra da Crimeia, os britânicos perderam 30 mil camelos simplesmente porque eles não sabiam como cuidar deles. Na Primeira Guerra Mundial, os camelos eram montados até eles caírem de exaustão.
Durante a Campanha de Birmania contra os japoneses em 1944, mulas eram usadas para transportar equipamento militar pela floresta densa, mas os animais tinham suas cordas vocais feridas para silenciar seus gritos. As mulas eram depois drogadas e jogadas de pára-quedas atrás das linhas inimigas.
A lealdade das mulas não era retribuída. Quando os soldados foram resgatados de Dunkirk em 1940, suas mulas foram abandonadas nas praias. Nem mesmo os elefantes, elogiados pela sua inteligência e dignidade, podiam estar certos da lealdade humana. Usados em campanhas militares na antiguidade para carregar soldados até a batalha e mais recentemente para carregar equipamento para a construção de estradas e pontes, muitos elefantes foram sacrificados em guerras.
No ataque de Aníbal contra a Itália em 220 a.C., apenas um dos 37 elefantes sobreviveu o frio. Na Segunda Guerra, os britânicos deliberadamente bombardearam elefantes sendo usados para transportar equipamento japonês.
Na linha de frente
Mais de oito milhões de cavalos morreram carregando homens, munições e armas para dentro da batalha na Primeira Guerra. Muitos morreram pela exposição ao tempo, doença e fome.
Durante a Segunda Guerra, os cães eram mantidos em trincheiras aliadas e outros eram enviados para atrair fogo inimigo. Muitos eram levados para a linha de frente por soldados que não queriam deixar seus companheiros para trás e sofreram a mesma morte dolorosa que seus tutores humanos.
Silver, um cão sentinela, e Peefke, que haviam sido treinados para detectar minas pelo exército americano, foram ambos mortos por granadas de mão em 1945.
Abrir mão das vidas de animais ainda é uma prática bélica contemporânea. Em Jerusalém em 2003, um palestino amarrou uma bomba de controle remoto em um burro e o enviou para sua morte entre soldados israelitas.
Apoio e companhia
Enquanto alguns animais foram deliberadamente levados para a linha de frente, outros que haviam perdido sua morada por causa da guerra foram pegos por soldados que passavam no caminho. Muitos foram novamente abandonados quando os soldados seguiam caminho.
Muitos mascotes, inclusive Voytek (um urso) adotados por poloneses na Pérsia, Donald (um veado), mantido pela Royal Highlanderss e Tirah (um burro), mantida pela infantaria do rei na Índia, eram inebriados, presumivelmente para entreter os soldados. Esse comportamento irresponsável raramente tinha um final feliz. Voytek foi passado para o zoológico de Edinburgo. Donald ficou tão perturbado pelo tratamento que recebeu que ele tornou-se agressivo com as pessoas e foi morto a tiros. E Tirah, irritada com sintomas da abstinência de álcool, foi abandonada quando o regimento seguiu adiante.
E apesar de tudo, os animais levantavam a moral e ajudavam os soldados feridos a recuperar a sua saúde. Uma cadela chamada Daisy estava a bordo de um navio norueguês quando ele foi atingido por um torpedo. Os membros da equipe que sobreviveram foram lançados no mar gelado. Durante a noite, Daisy nadava de um homem para o outro, confortando-os e encorajando-os com lambidas em seus rostos. Ela recebeu uma medalha da RSPCA por mantê-los vivos naquela noite.
Um outro cão, Bob, que estava na linha de frente da guerra de Boer, carregava água para tropas sob o fogo. Ele enchia garrafas de água amarradas no seu corpo deitando-se em uma corrente e as levava de volta para os homens quando elas estavam cheias.
Pesquisa
Mais de 21 mil animais, incluindo macados, ferrets e porcos, foram sujeitos a experimentos no centro secreto de experimentos em Porton Down em Wilshire em 2005. Nesse laboratório do Ministério da Defesa, milhões de animais já sofreram e morreram desde que ele abriu em 1916.
Ovelhas, cabritos, camundongos, porquinhos da índia, macacos, cães e gatos são usados para testar o poder letal de armas químicas e os efeitos de seus antídotos. Porcos ficaram com bolhas penduradas depois de experimentos com gás mostarda. Porquinhos da índia defecavam sem controle depois de serem expostos ao gás Soman. Cães tremiam descontroladamente graças ao gás de controle de multidões.
Os porcos tiveram 40 por cento do seu sangue drenado e injetados com E Coli enquanto macacos foram expostos ao antraz. Porcos foram drogados, amarrados e feridos a bala para que médicos pudessem praticar “cirurgia de batalha”. Cientistas empregados em treinamentos de guerra exploraram muitos métodos de matar pessoas praticando com animais.
Na Segunda Guerra bombas eram cirurgicamente amarradas aos morcegos por cientistas americanos com o objetivo de jogá-las sobre cidades japonesas.
Recursos descartáveis
Em 2003, iraquianos partindo para o Kuait atiraram em um elefante no zoológico de Kuwait e soltaram hipopótamos. Outros animais foram mortos a tiros ou incinerados em suas jaulas. O fotógrafo Steve McCurry disse: “Eu estava dirigindo pelos campos de petróleo durante semanas após o fim das hostilidades e encontrei com freqüência gado, camelos e cavalos vagando como zumbis. Eu imagino que a maioria acabou morrendo – todos os poços de água e a vegetação estavam cobertos de óleo”.
Animais vivendo em zonas de conflito não têm escolha. Como muitos humanos, eles são vítimas de guerras que eles não fizeram e sobre as quais não têm controle. Mesmo aqueles que levantaram a moral e salvaram vidas não puderam contar com os humanos para cuidar deles e os proteger.
Organizações como a WSPA e a Sociedade de Proteção de Animais no Estrangeiro (SPANA) trabalham em países onde a guerra deixou animais vulneráveis e sofrendo. Tais organizações, que operam com fundos doados pelo público, trabalham duramente para proteger animais quando eles são abandonados ao destino.
Por Lobo Pasolini (da Redação).
Link: http://www.anda.jor.br/2010/11/13/inglaterra-lembra-animais-mortos-em-guerras/
Link Imagens: http://www.animalaid.org.uk/images/pdf/booklets/war.pdf

domingo, 26 de setembro de 2010

Rottweiler Jake recebe medalha por evitar ataque sexual na Grã-Bretanha

O cão, Jake, botou para correr o agressor que tentava dominar a mulher no parque de Hearsall Common, na cidade de Coventry, no centro do país. O rottweiler permaneceu ao lado da vítima até a chegada da polícia. O agressor foi condenado a quatro anos de prisão pelo ataque.
Em um evento em Shrewsbury neste fim de semana, Jake recebeu da polícia uma medalha por sua demonstração de bravura pelos eventos daquele dia.
“Os rottweiler não têm uma boa imagem, então é ótimo ver um rottweiler sendo reconhecido de forma tão positiva”, disse a tutora do cachorro, Liz Maxted-Bluck, que adotou Jake de um canil da sociedade protetora dos animais da Grã-Bretanha (RSPCA) em dezembro de 2008.
“Ele tem uma natureza muito boa e é muito intrometido, por isso é que acho que foi ver o que estava acontecendo quando ouviu os gritos naquele dia.”
O gerente do centro de animais da RSPCA de Coventry, Glenn Mayoll, observou que a história de Jake vai contra a visão comum dos rottweiler como uma raça de má índole.
“Os cães nunca devem ser julgados simplesmente por sua raça, e Jake comprova essa tese”, afirmou.
“Essa história também mostra como adotar um cão pode representar uma grande adição a qualquer família.”
Jake na foto com seus tutores.

Gentee, sou suspeita em elogiar, ou confirmar a nobreza desta raça, pois sou mãe de uma fofa rott, a Elektra. Já tive um macho maravilhoso tb, o pai da Elektra, o Remo.
Tenho que dizer, ambos com super temperamento.
Portanto, se vcs querem adquirir cães de guarda, procurem bons canis, estudem a linhagem, o temperamento, as características da raça, e com certeza vcs não terão surpresas ruins.
E antes que me esqueça, eduquem seus cães, adestrem, exercitem e continuem os "treinamentos", não precisam ser exercícios rígidos, podem ser simples brincadeiras, onde todos participam e se divertem, esse é o segredo de ter cães grandes, de guarda e felizes!!
bjks Cecília.

Fonte: http://www.anda.jor.br/2010/09/26/rottweiler-recebe-medalha-por-evitar-ataque-sexual-na-gra-bretanha/
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/09/100926_cao_ataquesexual_pu.shtml

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Cão que esperava dono desaparece...

Cachorro que esperava dono em parada de ônibus da Capital desaparece
Guardas da Fase afirmam que um motorista levou o animal embora
O cão que comoveu funcionários da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase) ao esperar pelo dono por mais de dez dias em uma parada de ônibus na Avenida Padre Cacique, em Porto Alegre, desapareceu.

Segundo os guardas da fundação, um carro parou em frente ao local durante a madrugada. O motorista teria descido e levado o animal.
Durante a manhã desta quinta-feira, supostos donos do cachorro foram até a parada de ônibus para buscá-lo.
— Apareceram vários donos do bicho. Uma senhora trouxe até foto de um cachorro, mas não tem nada a ver com ele — conta o monitor Aluísio Cruz de Almeida.

A história do cachorro despertou a solidariedade de dezenas de pessoas, que se ofereceram para adotá-lo. A primeira-dama da Capital, Regina Becker, pediu que uma equipe da prefeitura fosse até o local, mas o animal já tinha sido levado.
Por Juliano Rodrigues(juliano.rodrigues@zerohora.com.br)
Link Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3050053.xml

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Cão aguarda (desesperadamente) dono em parada de ônibus

Oi gente, esta história infelizmente é real. Eu acompanho direto esse cãozinho, ele esta próximo do meu prédio. Por favor, temos que encontrar o dono dele! Não entendo como coisas assim acontecem...

Em busca do dono, cachorro aguarda há cerca de dez dias em parada de ônibus na Capital

Animal é alimentado por funcionários da Fase na Avenida Padre Cacique

O freio do ônibus o desperta. Com as orelhas em pé e a esperança renovada, o cachorro corre até a porta de desembarque do coletivo. Aflito, fareja os degraus, os passageiros, o chão. Parece buscar algo, alguém. O veículo parte e, resignado, o animal volta à parada. Ele não tem nome nem raça. Há mais de uma semana, repete o movimento e comove os funcionários da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (Fase), na Avenida Padre Cacique, em Porto Alegre. A certeza de todos é só uma: o bicho procura pelo dono, que o teria abandonado.
— Ele não sai daqui. Não aceita que chamem, não sai do lugar. Ele come olhando para os ônibus, fica ali o tempo todo. Mesmo quando chove, ele não procura abrigo — relata o monitor Aluísio Cruz de Almeida, 52 anos.
O animal é alimentado por funcionários da Fundação. A refeição, sempre no fim do dia, é degustada com a boca no pote e o olhar direcionado à rua.
— Ele come feito um condenado, mas não tira os olhos dos ônibus — afirma Aluísio.
O reduto do cão é uma lixeira laranja, posicionada perto da parada de ônibus. Alguns passageiros ainda tentam passar a mão nele, mas o bicho é arisco.
— Ele cheira, cheira, cheira... Quando o ônibus para, ele sai correndo e parece querer subir — conta a funcionária Maria Facchinelli.
As atitudes do animal foram comparadas pelos funcionários da Fase às de um outro cão, que ficou conhecido pela sua lealdade. Entre as décadas de 1920 e 1930, um cachorro surpreendeu uma cidade e se tornou exemplo no Japão.
O animal, da raça Akita era chamado de Hachiko e teve a história contada no cinema no filme "Sempre ao seu Lado". Todos os dias, o cachorro acompanhava o dono, Hidesaburo Ueno, até uma estação de trem, de onde ele partia para dar aulas. Um dia, Ueno não voltou, vítima de um AVC. Mesmo assim, Hachiko passou dez anos indo ao local nos mesmos horários em que acompanhava o professor.
Enquanto o dono do "Hachiko porto-alegrense" não aparece, o cachorro mantém a mesma rotina.
— É como se ele estivesse em uma espera eterna. A fidelidade dele ao dono nos impressiona — descreve Almeida.
Por Juliano Rodrigues( juliano.rodrigues@zerohora.com.br)
Link da Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3048808.xml

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