quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz 2010!


Que neste ano que está chegando, todos nossos projetos sejam concretizados, sim aqueles em que tanto trabalhamos nos últimos tempos.

Espero que seja um ano mais leve, mas que realizemos todos nossos desejos!

Bjkss pra todos vocês e muitas lambidinhas para seus pets especiais.

Que venha logo 2010!

Com carinho,

Cecília Amodeo.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sagui cego amigo de sagui deficiente


"Funcho é o saguizinho de tufo-branco da foto, que já chegou cego ao Projeto Mucky, que dá assistência a primatas brasileiros. Sua história não é nem um pouco feliz: teve suas córneas queimadas por cigarro por algum maluco que tinha o intuito de deixá-lo mais manso. Completamente cego, chegou ao projeto ainda filhote, no fim de 2006. Muito assustado, dava gritos de pavor a cada vez em que era tocado. Para acalmá-lo, além de terapias florais e musicoterapia, os tratadores conversaram muito com ele. Depois de tanta atenção e carinho, hoje ele é mais tranquilo. Há cinco meses, o Chumbinho, outro sagui, chegou para fazer-lhe companhia. Ele tem deficiência motora e foi sensível o suficiente para aproximar-se de Funcho sem assustá-lo. Os dois vivem num viveiro com galhos especialmente adaptados. A interação entre eles é muito positiva: Chumbinho virou o guia e amigo de Funcho."

qui, 24/12/09
por Redação Época

domingo, 27 de dezembro de 2009

Brinquedos e Livros para Cães Especiais...







Olá Queridos(as), como foi o Natal?
Espero que tenham tido uma ótima festa.
Estes dias pesquisei livros sobre cachorros deficientes, cegos, surdos e idosos.
Por aqui não existe nada específico(pra variar), mas no site da Amazon: http:www.amazon.com encontrei muita coisa legal.
Já comprei vários livros que chegaram rápido e inteiros. Livros não são cobrados impostos. Além de serem baratos, muitos não existem por aqui.

Livros que encontrei:
1) Living With Bind Dogs: A Resource Book and Training Guide for the Owners of Blind and Low Vision Dogs.
Autora: Caroline D. Levin.
Editora: Lantern Publications; 2 edition (February 2004)
ISBN-10: 0967225345
ISBN-13: 978-0967225340
Link: http://www.amazon.com/Living-Blind-Dogs-Resource-Low- Vision/dp/0967225345/ref=sr_1_1?ie=UTF8&s=books&qid=1261869393&sr=1-1
2) Living with Deaf Dog: A Book of Advice, Facts and Experiences about Canine Deafness.
Autora: Susan C. Becker.
Editora: S. C. Becker; 2 edition (October 1997)
ISBN-10: 0966005805
ISBN-13: 978-0966005806
Link: http://www.amazon.com/Living-Deaf-Dog-Experiences-Deafness/dp/0966005805/ref=pd_sim_b_3
3) Livro dos Sinais: The Pocket Dictionary of Signing(Ed. Perigee)
Autores:Rod R. Butterworth e Mickey Flodin
Link: http://www.amazon.com/Pocket-Dictionary-Signing- Perigee/dp/039951743X/ref=pd_cp_b_3_img
4) The Living Well Guide for Senior Dogs: Everything You Need to Know for a Happy & Healthy Companion.
Autora: Diana Morgan.
Editora: TFH Publications; 1 edition (October 2007)
ISBN-10: 0793806186
ISBN-13: 978-0793806188
Link: http://www.amazon.com/Living-Well-Guide-Senior- Dogs/dp/0793806186/ref=pd_sim_b_13


Para cães surdos(deficientes auditivos) ou com baixa audição, os estímulos devem ser visuais, táteis e ou vibratórios.
Para cães cegos(deficientes visuais) ou com baixa visão, os estímulos devem ser olfativos, táteis e ou vibratórios.
Sugiro brincadeiras interativas, uso de coleira vibratória(não aquela de choque tenebrosa) para todos casos, bolinhas que tremem( para todos tipos de deficiências), piscam( para os surdos), emitem sons( para os cegos), com espaços para se colocar snacks(estimulam o faro) e lanternas( para os surdos) também funcionam bem.
Tem muita gente que utiliza a linguagem dos sinais para “conversar” com seu cachorro surdo, o que acho muito bacana pq reforça o elo entre “pai e filho”!


Sugestões de brinquedos:Bolinha que” fala”: Talking Babble Ball
Escadinha para auxiliar pet a subir: Petmate Pet Steps
Espero que tenham gostado!

Não ficarão para trás...






Sei que por aqui ainda é difícil de ajudar os humanos, imagina seus pets.



Mas tenho sim esperanças de que logo consigamos evoluir a ponto de poder resgatar nossos pets em meio aos desastres naturais que passaram a nos assolar de uns tempos pra cá.



Olhem que bacana isso:




"Lei exige planos prévios para os animais em casos de emergência nos EUA
21 de dezembro de 2009
É o novo mantra governamental: “Os animais não ficam para trás!” É preciso marcar a casa para que as equipes de salvamento saibam que ainda há um animal lá dentro. Os tutores evacuados também devem levar consigo uma fotografia colorida dos animais para que estes possam ser identificados mais tarde.
Estas são algumas das sugestões que os responsáveis do Escritório de Gerenciamento de Emergências de Nova York têm passado aos tutores de animais, depois do furacão Katrina, que causou o extravio de cerca de 200 mil animais.
Uma vez que pessoas arriscaram a vida – e a perderam – para salvarem os seus animais durante a tempestade, o Congresso aprovou a lei Pets Evacuation and Transportation Standards Act (Atos-padrão de Evacuação e Transporte de Animais) em 2006, que exige planos prévios relativos a animais domésticos em caso de catástrofe, em nível local.
“As pessoas perceberam que não se trata apenas de uma questão de amor pelos animais”, diz Steve Gruber, porta-voz da Mayor’s Alliance for NYC’s Animals, uma associação de cerca de uma centena de grupos de salvamento de animais e de centros de acolhimento. “Tornou-se uma questão humanitária.”
Os centros de acolhimento de emergência municipais agora preveem espaços para animais, diz Christina Farrell, adjunta do comissário do Escritório de Gerenciamento de Emergências. E os tutores não se coíbem de levar consigo os animais numa evacuação. Durante as cheias no Midwest, em junho de 2008, um centro em Cedar Rapids (Iowa) acolheu milhares de animais domésticos, incluindo aves, lagartos e até uma tartaruga da Flórida (Trachemys scripta elegans).
Em Nova York, a elaboração dos procedimentos para operações coordenadas de salvamento de animais será concluída durante as próximas semanas, dizem os responsáveis. Os grupos de defesa dos animais organizaram um exercício na Union Square, na quinta-feira (17), demonstrando a utilidade dos microchips, oferecendo kits de emergência e fazendo demonstrações de reanimação de animais. “Temos de ser mais solidários”, diz Dina Maniotis, diretora de serviços de saúde e humanitários do Escritório de Gerenciamento de Emergências.
Os responsáveis municipais tiveram a oportunidade de experimentar os novos procedimentos de emergência com animais durante a queda de uma grua, em março de 2008, na zona leste de Manhattan. Durante a evacuação, cerca de 40 animais foram abandonados quando os tutores se precipitaram para fora das suas casas, diz Maniotis, que ajudou a coordenar o salvamento.
Os gatos foram os mais difíceis de salvar porque, quando sentem que se trata de uma situação crítica, costumam esconder-se, acrescenta. “Até salvamos uma serpente grande”, diz. “Era verde e tinha 1,20m de comprimento”.
“Os residentes ficaram extremamente aflitos”, continua Maniotis. “Trabalhei 20 anos nos serviços sociais, mas nunca vi pessoas tão felizes. Abraçaram-me e beijaram-me por termos conseguido salvar-lhes os animais.”

domingo, 20 de dezembro de 2009

Boas Festas!



Queridos(as),


Desejo à todos que me acompanham, os amigos(as), a família enfim todos que me aguentam de alguma maneira, muitas felicidades, muita saúde, muito sucesso e uma espetacular festa de Natal.


Que 2010 chegue logo, trazendo tranquilidade, alegria e muito sucesso pra todos nós!


Feliz Natal e um baita 2010 pra todos vocês!


Que seus pets continuem saudáveis e fofos e para os que ainda não têm pensem nessa possibilidade para 2010!
Adotem!!

Sejam todos muito felizes!
bjkss Cecília

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Instinto Maternal da Rottweiler...




Tenho certeza que a Elektra faria o mesmo, só não faz pq foi castrada.


A matéria é do Daily Mail do dia 14/10/09, é antiguinha mas continua sendo um belo exemplo.


"Uma porquinha abandonada pela mãe encontrou novo lar depois de ser adotada por uma família de cães da raça rottweiler. A leitoazinha, de 3 meses, que ganhou o nome de Apple Sauce (ou Molho de Maçã, na tradução para o português) é fruto de uma ninhada de 13 animais – e estava faminta, já que a mãe a rejeitava.
Foi então que a britânica Heidi Rhiann, dona do criatório onde a pequena porca nasceu, teve a ideia de aproximá-la de Sasha, sua cadela de estimação, que havia acabado de dar à luz oito filhotinhos. Para surpresa de Heidi, a adaptação foi tão rápida que Apple Sauce logo se sentiu à vontade para se aconchegar em meios aos novos irmãos. “Depois de uma hora junto aos cães, a porquinha já estava mamando. É emocionante ver como o instinto maternal de uma cadela pode salvá-la”, disse Heidi ao diário Daily Mail. Felizmente, Apple Sauce já está bem mais saudável, e começa a ganhar peso. Por Mariana Caetano do blog do Globo Rural"


Macacão pra recuperar pássaro




Gente olha que bacana, e que coisa mais fofa...


"Há sete meses, Sisso, um pássaro chamado andorinhão, machucou a asa direita e desde então, não consegue voar. Para se recuperar, ele ganhou uma roupinha funcional: uma espécie de macacão, onde ele pode treinar o voo.


Sisso é um passarinho muito ligeiro e por isso, a equipe de veterinários do Hospital Ramat Gan Safari Park Animal, em Tel Aviv, Israel, trabalhou duro para que sua recuperação fosse rápida Eles inventaram esse aparelhinho para ele fazer fisioterapia. O macacão nada mais é que um pedaço de gase e ataduras, com buracos para a cabeça, asas, patas e cauda. Preso ao teto, o macacão permite que Sisso fique quase livre no ar, batendo as asinhas para cima e para baixo.
Ele terá que voar dentro do macacão até que seus músculo da asa direita fiquem fortes o suficiente para aguentá-lo. E segundo a veterinária Ariela Rosenzweig, a equipe que cuida dele espera organizar agora um programa diário de treinamento para que a ave passe mais tempo no ar. O objetivo é um dia devolvê-lo à natureza.
Como um bom andorinhão (apesar do nome, ele não é parente da andorinha), Sisso, irá passar a maior parte da vida no ar, atrás de alimentos. Enquanto não pode comer sozinho, os veterinários têm de alimentá-lo de hora em hora com insetos. Por Thais Ferreira, blog Globo Rural"


Fonte:


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