segunda-feira, 21 de julho de 2014
Anjos de rodinhas
Roo, uma dachshund mais que especial...
Cachorros de cadeiras de rodas se divertindo....
Pets velhinhos merecem todo seu amor até a despedida....
Animais com deficiência visual.... Vivem Bem!!!
O especialista em oftalmologia veterinária Fábio Brito explica que os problemas relacionados à visão podem ter causas congênitas, quando o animal já nasce com a deficiência na visão, ou hereditária, que é desenvolvida com o tempo. “O primeiro passo é procurar o especialista para diagnosticar o problema e avaliar o que pode ser feito”, diz o veterinário.
Cada caso é diferente e pode envolver um tratamento cirúrgico, como é o caso da catarata, ou ser um quadro irreversível. “A perda da visão por idade nem sempre é permanente. É recomendado que a partir dos seis ou sete anos os animais domésticos façam consultas anuais com esse propósito', explica.
O tutor pode observar mudanças no comportamento do animal que indiquem que existe alguma problema na sua visão. É importante ficar atento se o cão ou gato, ao sair do seu ambiente doméstico, esbarra em objetos. O tutor também deve observar se os seus olhos dos animais estão com a cor natural ou com manchas azuladas. Pode-se fazer testes como abanar alguma bolinha de algodão na frente do animal e observar se ele a segue com o olhar.
Alguns tutores podem demorar a identificar a deficiência, principalmente se o animal for um filhote. Foi o caso da jornalista Juliana Aragão, que só descobriu que o seu gato Serafim era cego quando ele tinha 10 meses. O gatinho aparentava um comportamento normal, interagindo com os outros gatos da casa, brincando, correndo e até subindo em móveis altos sem dificuldade. “Comecei a desconfiar só quando notei que o reflexo dos olhosdele brilhava mais que dos outros gatos e fiz um teste simples: balancei um brinquedo que não fazia barulho na sua frente. No começo ele parecia olhar, mas ele estava apenas sentindo a vibração. Quando o afastei da sua frente, ele continuava a brincar sozinho no ar”, conta Juliana.
Depois de observar que havia algo estranho, ela o levou ao especialista que, após exames na retina, constatou a cegueira total e irreversível. Fisicamente, Serafim só apresenta estrabismo. Ele compensa o fato de não enxergar tendo seus outros sentidos mais apurados. “No começo eu tive pena, mas agora percebo: pena do quê? Ele é totalmente adaptado e faz coisas incríveis”, diz, orgulhosa, a tutora de Serafim.
Sem mudanças
Para quem tem um animal com deficiência visual em casa, é preciso tomar alguns cuidados. Evite mudar constantemente os móveis de lugar - ele vai se adaptar ao local onde vive e ficar fazendo alterações pode fazer com que ele acabe colidindo com eles e se machuque.
Também não faça mudanças no local da água e da ração. Coloque telas de proteção nas janelas, evitando quedas e, se morar em casa, não deixe o portão aberto, para evitar fugas.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/pecao/2014/07/14/interna_pecao,515983/caes-e-gatos-com-deficiencia-visual-podem-levar-vida-normal-saiba-como-identificar-problemas.shtml
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Husky Da Hei teve as quatro pernas arrancadas, mas encontra amor e cuidados com seu novo tutor
Um cão husky siberiano teve as suas quatro pernas cruelmente arrancadas. Atualmente, começou a andar graças à dedicação e bondade de um veterinário e da generosidade de pessoas tocadas pela sua história.
O cachorro, chamado Da Hei, foi trazido para a clínica do veterinário Liu na cidade de Dalian, na China, em péssimas condições em 2010. Os tutores saíram dizendo que iriam buscar dinheiro no banco, mas nunca mais voltaram para saber do cão.
Liu disse que “Na hora, o animal estava num mal estado. Primeiro eu tive que remover a pele morta e carne de seus membros. Então eu realizei a amputação nos ossos. Ele é um sobrevivente”.
Da Hei, que tem sete anos de idade, levou 19 dias para se recuperar da operação traumática, mas o Dr. Liu foi determinado para que o cachorro sobrevivesse aos ferimentos.
O veterinário foi além, queria que ele voltasse a andar. Com a ajuda de doações de membros do público, ele encomendou um fabricante prótese para fazer membros artificiais para Da Hei. Demorou cerca de oito meses para ajustar, e o cão siberiano está devidamente equipado para andar com as próteses. O cão é agora capaz de se mover livremente.
Fonte: http://www.anda.jor.br/26/01/2014/cao-membros-substituidos-proteses-apos-perder-quatro-pernas











