quinta-feira, 7 de abril de 2011

Hematozoários...

Vocês sabem o que são?
Sabem como prevenir?
Então leiam o texto abaixo, escrito pelo Vet. Carmello Liberato Thadei CRMV/SP 0442.
Bjks Cecília
HEMATOZOÁRIOS
Trypanosoma cruzi - Plasmódios - Babesia bigemina - Theileria parva - Babésia - Erlichias
São descritos em Parasitologia, que é a Ciência Biológica que estuda os seres vivos do reino animal que necessitam espoliarem outros seres vivos para poderem sobreviver, algumas espécies situados em posição inferior na escala zoológica, e que por serem unicelulares (protozoários) e parasitarem as células do sangue de seus hospedeiros são denominados de hematozoários.
Entre esses chamados hematozoários, devido sua real importância em medicina tanto veterinária quanto humana, destacam-se os seguintes:
1 - Trypanosoma cruzi - Causador da doença descrita pelo cientista brasileiro Carlos Chagas, e que por essa razão recebeu o nome de seu descobridor: Doença de Chagas. Devido sua importância, tratarei oportunamente dela em artigo específico, porém desde já é necessário ficar realçada a particularidade de não ser efetivamente esse protozoário um real hematozoário, já que embora circule no sangue de seus hospedeiros, tem predileção por parasitar células do tecido muscular, em especial aquelas do coração e denominadas miocárdicas, onde causa grave inflamação específica, por isso chamada de miocardite chagásica.
2 - Plasmódios: Plasmodium vivax; Plasmodium falciparum; Plasmodium malariae e Plasmodium ovale Stephens - Esses organismos unicelulares , todos eles causadores de doenças conhecidas por Malárias ou simplesmente Maleitas , são efetivos hematozoários pelo fato de parasitarem exclusivamente as células sangüíneas, em especial aquelas da linhagem vermelha denominadas hemácias . Ocorrem tanto no homem quanto em animais causando-lhes além de debilitação dos organismos em que se albergam como parasitas, também suas mortes quando não convenientemente tratados. Não tendo agora intenção deles tratar especificamente, voltarei ao assunto oportunamente em outro texto.
3 - Babesia bigemina, também chamado de Piroplasma begeminum, Pyrosoma, Apiosoma, ou Ixidioplasma. É esse protozoário parasita sanguíneo dos animais, causando-lhes a doença conhecida por Babesiose, Febre do Texas (Texas Fever), e no Brasil conhecida por Tristeza Bovina, já que são os animais da espécie bovina ou bubalina os mais atacados por esse hematozoário. Em seu ciclo parasitário esse protozoário parasita do sangue passa por um hospedeiro intermediário , quase sempre um carrapato, este podendo pertencer a várias espécies zoológicas. No Brasil é o carrapato conhecido por Boophilus o principal veiculador dessa doença para o gado vacum. Já nos Estados Unidos (Texas), esse hospedeiro intermediário do protozoário é do gênero zoológico Ixodes. Assim sendo, esse hematozoário em zoologia deve ser considerado como heteroxeno, já que em seu ciclo biológico passa por mais de um hospedeiro para cumprir seu ciclo parasitário, no caso, o carrapato como hospedeiro intermediário e uma espécie animal mamífera como hospedeira definitiva.
4 - Theileria parva, também denominada Piroplasma parvum, causa no gado bovino também doença parecida com a anterior, porém ocorrendo principalmente na África Oriental , daí a denominação da doença correspondente: Fébre da Costa Oriental da África. Difere da doença anterior (Tristesa Bovina), por ser causada por um protozoário específico, que também é diferente em sua biologia já que não pode ser transmitido de um animal a outro por meio de sangue contaminado como aquela, e também pelo fato de conferir aos animais que se curam uma imunidade duradoura, o que não ocorre com a Tristeza Bovina causada pela Babésia.
5 - Babésia caballi, também denominado Piroplasma equorum ou Nutalia. É o protozoário parasita do sangue dos animais pertencentes às espécies eqüinas , como o próprio cavalo. Essa doença ocorre mundialmente, sendo freqüente na Itália, França, Rússia e nos países balcânicos, assim como na África , Índia e também nos países sul americanos, inclusive o Brasil. Os hospedeiros intermediários (carrapato), pertencem ao gênero Dermacentor, sendo a espécie Dermacentor reticulatus o mais freqüentemente encontrado como disseminador da doença.
6 - Babésia ovis, também chamada por Babesiella ovis, causa em animais da espécie ovina doença similar a Tristeza bovina sendo os carrapatos pertencentes ao gênero Rhipicephalum os mais comumentementes encontrados como vetores e transmissores da doença denominada Babesiose Ovina . Ocorre na Rumania, Hungria, Alemanha, Bulgária e Rússia, e principalmente nos países situados na orla do mar Mediterrâneo.
7 - Babesia canis, também denominada Piroplasma canis, é morfologicamente semelhante àquelas que parasitam os animais das espécies bovina e eqüina, diferenciando-se apenas pelo fato de serem de tamanho maior e apresentarem-se no interior das hemácias em número de até 16 protozoários numa única célula vermelha do sangue circulante. Como hospedeiro intermediário foram já assinaladas várias espécies de carrapatos , entre os quais: Rhipicephalus sanguineus, tanto no Brasil como na Europa. Pelo fato de determinar nos cães parasitados sangramento pelas pontas das orelhas, recebia o nome de Nambi-Uvú por nossos indígenas, que em linguagem Tupi significa: Orelha que sangra. Os animais parasitados albergando esse protozoário em seu sangue circulante, principalmente no interior das hemácias, têm em conseqüência ao fim de curto período de tempo a ruptura desses glóbulos vermelhos, o que é chamado de lise sangüínea ou hemólise, e como conseqüência sobrevindo além de anemia do tipo hemolítico , também a presença do pigmento vermelho do sangue: a chamada Hemoglobina, dissolvida no próprio sangue , levando ao que é chamado de icterícia hemolítica. Determina mortalidade alta nos animais não tratados convenientemente.
8 - Erlichias, que como a anterior (Babésia), também parasitam os glóbulos vermelhos do sangue dos animais da espécie canina. São espécies de protozoários próximas às próprias Babésias, só destas diferenciadas mediante técnicas especiais biológicas. A doença correspondente é similar ao Nambiu-Uvú já assinalada por nossos indígenas.
DIAGNÓSTICO DAS DOENÇAS - É feito mediante coleta de sangue dos animais suspeitos, mediante picada com agulha diretamente da orelha. A quantidade mínima de uma gota é suficiente, a qual é estendida em esfregaço em lâmina de vidro, o qual após seco deve ser fixado pelo álcool metílico, e em seguida corado pelo método de Gimsa. Levada essa lâmina em seguida ao microscópio ótico, com utilização do maior aumento das objetiva e ocular com a chamada técnica de imersão, serão facilmente visualizados esses hematozoários situados no interior dos glóbulos vermelhos sangüíneos, quando positivo. A diferenciação dos diferentes hematozoários é feita pelas características morfológicas próprias desses parasitas , vistos na lâmina de sangue preparada pela técnica anteriormente descrita e pela espécie animal parasitada, além obviamente, dos outros sinais clínicos constatados no organismo doente.
SINAIS CLÍNICOS DAS DOENÇAS - Pelo fato desses parasitas do sangue determinarem lise dos glóbulos em que se situam como parasitas , ocorre em conseqüência diminuição do número relativo dessas hemácias , levando o animal parasitado a apresentar além de anemia também icterícia do tipo hemofílico. Disso resulta apatia do animal, o que valeu a doença o nome de Tristeza, e no caso daquelas que parasitam, cães, o sinal presente de hemorragia expontânea pelas pontas das orelhas . Referido sangramento ocorre em conseqüência da própria anemia causada pela doença nesses animais, o que inclusive pode levar o animal a morte quando não devidamente tratado a tempo. Animais intensamente parasitados chegam a ficar com as mucosas aparentes como aquela dos olhos (conjuntiva) e a própria mucosa da boca e gengivas completamente pálidas e mesmo esbranquiçadas, sinais esses que chamam a atenção do observador atento.
TRATAMENTO - Para cada tipo de hematozoário existe no mercado farmacêutico medicamento específico, o qual deve ser ministrado individualmente de acordo com o peso e idade do animal parasitado. Além disso medicação para regeneração dos glóbulos vermelhos deve também ser instituida, tais como sais ferrosos , quer como suplemento alimentar na ração ou mesmo mediante injeção muscular ou endovenosa. Conforme a gravidade do parasitismo o veterinário deverá indicar a medicação que melhor se enquadre no caso em questão.
PROFILAXIA - O combate ao hospedeiro intermediário é medida importante, e no caso de serem carrapatos esses hospedeiros transmissores, prescrição de banhos carrapaticidas, que podem ser quer com produtos a base de arsênico como se fazia antigamente, até os modernos produtos químicos fosforados e clorados. Para alguns tipos de Babésias de animais, como as chamadas Anaplasmas, existem também vacinas profiláticas, que podem ser ministradas quando os animais atingem em média um ano.
PREMUNIÇÃO CONTRA BABÉSIAS - Animais de alta linhagem genética, por serem mais sensíveis não apenas ao próprio carrapato como também a esses hematozoários, devem sofrer quarentena antes de serem levados para pastagens onde existam carrapatos contaminados, e durante essa mesma quarentena sofrerem o que é chamado de Premunição contra Tristeza, que nada mais é que inoculação de sangue onde estejam presentes glóbulos vermelhos parasitados por determinados hematozoários e durante a subsequente elevação térmica decorrente, receberem tratamento quimioterápico correspondente. Estabelecer-se-há dessa forma um equilíbrio biológico no animal que tenha sofrido essa premunição, entre a quantidade desses hematozoários no sangue e a própria capacidade desses animais de por sua própria capacidade biológica regenerarem suas hemácias lisadas, e com isso conviverem com os próprios carrapatos e os hematozoários de forma harmoniosa. Poder-se-ia chamar a essa situação de verdadeira Coexistência Pacífica. Determinadas raças de animais, como são o caso das raças zebuinas bovinas (Gir, Nelore, Guzerá, Indubrasil e seus mestiços), apresentam maior resistência a Tristeza Bovina . Já as raças oriundas do chamado boi europeu (Bos taurus), como a Holandesa, Chianina, etc. são altamente sensíveis a esses hematozoários, requerendo obrigatória Quarentena e Premunição quando importados de regiões ou países onde não existe o mal.
Dr. Carmello Liberato Thadei. Médico Veterinário.
PORTANTO CUIDADO COM O CARRAPATO!!
Fonte: http://www.saudeanimal.com.br/artig152.htm
Fonte da Imagem: http://www.cveuropa.com/layout.php?codigo=130&area=1&info=

Pinguim perde penas, mas ganha colete de proteção

O animal, o pinguim-de-humboldt,que há um ano sofre com a queda constante de sua penugem, pode nadar graças ao acessório impermeável. Veja a adaptação da ave com a roupinha, em Cingapura.
Fonte: http://entretenimento.r7.com/bichos/fotos/pinguim-perde-penas-mas-ganha-colete-de-protecao-20110404.html

Antílope bebê não fica quieto nem engessado...

Olhem esta fofura!
Fonte: http://entretenimento.r7.com/bichos/fotos/filhote-de-antilope-nao-fica-quieto-nem-mesmo-com-pata-engessada-20110404-1.html#fotos

Os animais mentem? Mentem sim...

Os animais também mentem?
Segundo a psicóloga e especialista em comportamento animal, Hannelore Fuchs, os bichinhos mentem sim, mas é uma mentira um pouco diferente da dos humanos. Ela conta que, na verdade, os bichos mais trapaceiam do que mentem. Um exemplo dado por ela é quando os cachorros fingem estar desinteressados em algum brinquedo e, quando o dono se afasta, o totó corre e pega o brinquedo de novo. Outro exemplo é quando os bichos, principalmente os cães, fingem estar mancando ou tossindo para chamar a atenção do dono.
A psicóloga ressalta que a mentira nada mais é que um situação social em que um quer tirar vantagem sobre o outro e exemplifica isso também quando um pássaro solta um grito de alerta aos outros companheiros do bando para que eles fujam e ele fique com a presa.
Hannelore também revela que os pets sabem quando mentimos para eles e cita o velho hábito de os donos prometerem algo aos bichos para que eles saiam do sofá ou de dentro de casa e não cumprem a promessa. “Quando o dono freqüentemente promete algo ao bicho e não cumpre, depois de algum tempo, os animais param de obedecer pois percebem que não há recompensa”, conta a especialista.
Fonte: http://petmag.uol.com.br/noticias/os-animais-mentem/

Cão volta abrir a boca após maus-tratos

Cão foi encontrado em estado grave e só conseguia abrir a boca por quatro milímetros
Zippy, um Golden Terrier, já pode voltar a sorrir. Depois de sofrer nas mãos de seu antigo dono, com apenas dois meses de vida, e ter as mandíbulas quebradas, o cão quase morreu de fome por não conseguir abrir a boca.
Agora, com dez meses e depois de passar por uma cirurgia para correção do problema, o cão já pode voltar a latir, informou o jornal britânico Daily Mail.
De acordo com Diane Mclelland, gerente do centro de realojamento onde Zippy está hospedado, o próximo passo é aguardar alguém que queira adotar o cãozinho.
Fonte: http://petmag.uol.com.br/noticias/cachorro-volta-a-abrir-a-boca-apos-maus-tratos/

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ariel - Sinais de melhora nas patas traseiras

Após fazer quatro meses de fisioterapia, o leão Ariel apresentou alguns sinais de melhora nas patas traseiras. Em dezembro de 2010, o felino, que vive no Canil e Escola Emanuel, em Maringá, passou por uma cirurgia para descompressão de um coágulo na medula, que impedia a sua locomoção.
A veterinária responsável pelo tratamento, Lívia Pereira Texeira, diz que apesar da evolução, não sabe se o animal voltará a andar. "Não posso afirmar isso, eu estaria me comprometendo com algo que eu realmente não sei. O Ariel tem que recuperar toda a massa muscular e melhorar a contratura das patas. Existe uma série de obstáculos a ser vencidos, mas eu acredito que chegaremos no nosso objetivo", ressalta.
Lívia conta que Ariel desenvolveu sensibilidade nas patas traseiras e está conseguindo sentar. "No início ele não aguentava ficar nem três minutos nesta posição, agora suporta até meia hora. Ele também puxa as patas traseiras quando sente algum incômodo", relata.
A veterinária ressalta que o tratamento é lento e gradual, tal como uma pessoa que sofre um grave acidente. O animal faz várias horas de fisioterapia por dia, com diversos aparelhos, como raio laser, ultrassom, entre outros. "No momento estamos no dedicando mais a alongamentos, exercícios que estimulem a força muscular e hidroterapia. Como está chegando o inverno, colocamos um aquecedor na piscina, que irá ajudar muito no tratamento", ressalta.
Recentemente Ariel recebeu uma cadeira de rodas feita especialmente para ele, mas ela está sendo pouco utilizada no momento. "Como ele ficou muito tempo parado, as patas dianteiras dele, que iriam fazer a força de locomoção, ficaram fracas. Por isso estamos trabalhando a resistência desses músculos para depois, então, colocá-lo de novo na cadeira", explica.
O proprietário do animal, Ari Marcos Borges da Silva, ressalta que não existe a possibilidade de sacrificar o felino. "Andaram dizendo isso por aí, mas nós jamais vamos desistir do bicho. Ele é nosso xodó, não existe essa possibilidade", afirma.
Contrato
A reportagem não pode fazer fotos do animal, já que há um contrato assinado entre o dono do canil e uma emissora de televisão que garante exclusividade na exibição de imagens de Ariel.
Por Rubem Pimenta.
Fonte: http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/407106/ariel-apresenta-sinais-de-melhora-mas-locomocao-e-incerta/
Fonte Imagem: http://carlaomaringa.blogspot.com/2011/01/leao-ariel-e-submetido-cirurgia.html

Urso Knut - Necropsia concluída

Após conjeturas de epilepsia congênita, a causa da morte de Knut, o urso polar do zoológico de Berlim, foi finalmente decretada: uma encefalite, provavelmente de origem viral, o fez ter espasmos, convulsionar e cair no lago de seu espaço dentro do zoológico, e na sequência, ele se afogou. Essa foi a conclusão da necropsia, divulgada hoje (1º).
O exame do urso de quatro anos de idade, que morreu repentinamente há duas semanas, mostrou que ele sofria de encefalite, que causa inchaço e irritação que provavelmente foram causados por uma infecção, disse a patologista Claudia Szentiks, que liderou a necropsia. A causa da infecção ainda não foi determinada, mas Achim Gruber, professor de veterinária da Universidade Livre de Berlim, acredita que se tratou de um vírus.
“Acreditamos que a infecção já estava presente há algum tempo… pelo menos várias semanas, possivelmente meses, “ diz Gruber, completando que não havia nada no comportamento do urso que mostrasse que estivesse doente.
Knut morreu em 19 de março, na frente de centenas de visitantes, quando teve espasmos e caiu na lagoa de sua jaula. Ursos polares vivem entre 15 e 20 anos, e até mais, quando em cativeiro.
Os especialistas que examinaram Knut encontraram quantidades maciças de água em seus pulmões, o que corrobora a conclusão que a causa imediata da morte foi afogamento. Mas eles afirmam que mesmo que o urso polar não tivesse caído na água, ele não teria sobrevivido: “Dado o tamanho da inflamação, Knut teria morrido mais cedo ou mais tarde – não seria possível salvá-lo,” disse a patologista Claudia, do Instituto Leibniz de Vida Selvagem, em Berlim.
O exame também descartou raiva, botulismo e encefalopatia bovia espongiforme, conhecida como doença da vaca louca, como possíveis causas da encefalite.
Grupos de direitos animais alegavam que Knut estava traumatizado por viver em um ambiente confinado. Mas Claudia disse aos repórteres que não havia nenhum sinal de stress crônico.
Os patologistas disseram que vão continuar procurando pela causa da doença de Knut, mas já afirmaram não haver nenhum sinal de defeitos genéticos.
Knut se tornou uma celebridade internacional em dezembro de 2006, quando foi rejeitado pela mãe após seu nascimento e perdeu seu irmão gêmeo. O filhote fofinho foi então acolhido pelo tratador Thomas Doerflein, e apareceu em capas de revistas, filmes e personificou milhares de souvenirs. Doerflein morreu em 2008 de um ataque cardíaco.
O Zoológico de Berlim agora quer empalhar Knut, e colocá-lo em exibição no Museu de História Natural em Berlim, onde deve ser integrado a uma exposição sobre mudanças climáticas. A iniciativa trouxe protestos de fãs do urso polar, que dizem que o zoo quer continuar se aproveitando do animal mesmo após sua morte.
Fontes: IG (com informações da AP e AFP) e ANDA .

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...