sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Sr. Fowler Braga Filho com vocês!!

Queridos leitores, com vcs Sr. Fowler Braga Filho, super ativista e coordenador do Projeto Focinhos Gelados.
Vale a pena assistir, adorei que conversaram bastante sobre animais deficientes.
Bjks, Cecília.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Cão que perdeu duas patas após atropelamento é exemplo de superação em abrigo do DF

Minhoca é um cãozinho de nove meses que perdeu duas patinhas traseiras, mas mesmo assim não perdeu a vontade de viver.
Ele é um exemplo para os cães do abrigo de animais do Distrito Federal. O cãozinho foi encontrado abandonado em uma lata de lixo depois de ser atropelado.
O cachorrinho foi levado para um abrigo e lá ele cativa a todos. Corre, brinca, come e até da bronca nos coleguinhas. Ele ganhou uma grande família quando Helena o encontrou.
Assista ao vídeo e veja a história de Minhoca e do abrigo que o acolheu:
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Fonte: src="http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=4f17231d92bb74f00f6e5f06&idCategory=177&embedded=true">

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Artista plástica constrói 12 canis em mansão para cuidar de cães vítimas da enchente em Teresópolis (RJ)

Eles não entraram nas estatísticas da Defesa Civil do Estado nas chuvas e deslizamentos de janeiro de 2011 e muitos ainda vagam pelas ruas de cidades atingidas em situação de completo abandono. Em Teresópolis (RJ), contudo, parte dos animais de estimação de quem morreu ou perdeu a casa na tragédia encontrou um lar graças à ação de uma simpatizante da causa animal
Artista plástica natural do Rio, Claudia Watkins, 49, se mudou para a cidade da região serrana há dez anos e, desde então, ela conta, começou a adotar cães vítimas de maus tratos. Com a tragédia que deixou quase 400 mortos em Teresópolis, “algumas dezenas” de abandonados foram recolhidos para a casa onde tinha na Granja Comari, área nobre.
Hoje, em uma casa maior onde mandou construir 12 canis em jardim vasto e meticulosamente cuidado, já são 44 animais - entre os quais, cinco gatos--, a maioria de “desabrigados” da enchente de um ano atrás.
“Onde eu morava antes, um vizinho chegou a jogar uma bomba caseira para evitar os latidos”, lembra Claudia, assustada. Nos canis, além de ração e água, os animais ainda são separados em número de no máximo cinco e esterilizados.
A artista plástica e o marido, o músico Robson Vagner de Paula Oliveira, 27, chamam os animais pelo nome, um a um - cada qual, batizado ao deixar as ruas. O caso mais emblemático, segundo o casal, é o de Noé, uma mistura de vira-lata com perdigueiro.
“Não entendemos como ele sobreviveu. Chegamos já na manhã do dia seguinte à chuva a uma casa atingida pela enchente e por deslizamentos. O dono dele morreu, e o animal estava amarrado e machucado - vizinhos nos disseram que ele vivia preso”, conta o músico.
Assim como o personagem da Bíblia que escapou do dilúvio, Noé, o cão, teve uma sorte melhor que a de outros que perambulam pelas ruas de bairros como a Cascata do Imbuí e a Posse. “Uma época nós tentamos doar outros cães que ficaram, mas era levar cinco para uma feira de adoção e voltar com dez - as pessoas acabavam deixando lá em sacolas”, diz a artista plástica.
Ela se queixa de omissão do poder público a um assunto que, no fim, acaba sendo também de saúde pública. “Havia aqui em Teresópolis um abrigo com cerca de 200 cães da enchente, hoje são uns 60. E quem cuida é um casal de idosos que mal tem como comprar a comida. Abraçar esse tipo de causa, quando se precisa do poder público no mínimo para castrar esses animais, é esmolar, é ser franciscano”, revolta-se.
Se a adoção parou? Ela garante que está bem com os 44 animais que já evitam, por si próprios, qualquer silêncio na casa. De qualquer forma, pelas contas do casal, com cinco animais em cada canil ainda são 16 vagas não preenchidas.
Por Janaína Garcia.
OBRIGA CLAUDIA WATKINS! BJKS CECÍLIA.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/01/15/artista-plastica-constroi-12-canis-em-mansao-para-cuidar-de-caes-vitimas-da-enchente-em-teresopolis-rj.htm

domingo, 15 de janeiro de 2012

João e Maria os cãezinhos sem "bracinhos"...

Cães lindos e felizes!!
É disto que falo, é isso que me comove!!!
Parabéns Para a Vet. Rafaela que ficou com os dois, e pergunto:
Para esta dupla faz alguma diferença a deficiência?
Para mim NÃO, são cães normais, saudáveis e alegres!!
São autênticos Cachorros Especiais e Felizes!!
Bjks pra vcs, com carinho Cecília.

Desabafo sobre os muitos casos de maus-tratos

Oi gente querida, tudo bem?
Comentarei minha percepção sobre os últimos casos que temos visto sobre maus-tratos aos animais, como sabem o tema do meu blog é animais deficientes, especiais e é bem difícil não publicar sobre outros casos, preciso manter o foco.
Mas bem estar animal é para todos, certo?!!
Confesso que anda bem difícil manter o tema quando vemos tamanha barbaridade contra animais indefesos, sim pq para mim qualquer animal é indefeso perto da maldade humana!
No Facebook como o compartilhamento é mais rápido, consigo publicar os casos de agressão que estão pipocando por aí, mas a minha dúvida é a seguinte:
Será que estamos passando por um momento de grande covardia humana sobre o animais(assim como a pedofilia) ou nós que estamos mais conscientes, evoluídos e resolvemos reagir??
Tomara que seja a segunda opção.
Não consigo mais ver tantas fotos de atrocidades contra os animais, me causam mal estar, pq obviamente sempre pensamos nos nossos pets!!
Este último caso sobre a "tutora" que possuia uma ONG, que assassinou em SP, muitos cães, me chocou pela barbárie e principalmente pelas opções levantadas de que ela supostamente venderia o sangue dos pobres animais clandestinamente para clínicas veterinárias e tb para "trabalhos espirituais" onde solicitam sangue animal.
Como estas pessoas sem caráter fazem isso, pq o que estamos vendo, NÃO é loucura NÃO, é falta de caráter, enfim como podem matá-los?
Para estes seres malignos não existe tamanho, não existe raça, nem espécie, o que existe é a vontade de fazer o mal não importa a quem, nem o que!
Como podem? Como conseguem transgredir assim o relacionamento humano/animal?
Construído durante anos de parceria, de amor e de lealdade.
Respondo: Não sei!! Não aceito e não suporto isso!!
Precisamos de leis mais rígidas, de penas mais rígidas ainda, não é possível o desrespeito aos animais, sinceramente para mim quem faz isso com um ser indefeso é capaz de fazer coisas iguais e piores com seres humanos tb, é um reflexo da personalidade deles. Provavelmente se acham superiores, melhores e, portanto capazes de atos malignos.
Para mim estamos vivendo um holocausto animal, e não podemos ficar assistindo temos que lutar que exigir tais mudanças. Não podemos responder na mesma moeda, com agressão, vinganças pq assim estaremos "descendo" e nos igualando a eles, isto seria um absurdo maior!!
Chega de maldades e de atrocidades!
Denuncie sempre!!
Cecília Amodeo.
Fonte Imagem: http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bichos-tambem-se-emocionam/

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Pingo dodói...

"Meu cãozinho chamado Pingo teve no dia 28/12/11, das 23:30hs até às 10hs da manhã crises de epilepsia, pensei que ele ia morrer, a veterinária aplicou gardenal e sedou ele, mas disse que era gravíssimo o estado dele, ele hoje têm 11 anos, mas ele saiu da crise e sem sequelas, como pensavamos, até a médica Dr. Paula achou incrível, mas ele veio pra casa ontem(09/01/12) mas está tomando 25mg de gadernal uma vez ao dia e organoneurocerebral e remédio para o fígado, mas ele dorme pela manhã e durante o dia e á noite fica rodando em volta do carro na garagem e não deixa chegarmos perto,parece que tem medo, não está nos reconhecendo, isso me deixa muito triste, ele era muito alegre e festivo quando chegávamos. Será que está errado o tratamento, será que esse comportamento arredio, desconfiado e ficar rodando durante horas sem parar, apesar que es´ta comendo muito, mas não está evacuando. Ajude-me. Lucia Matos"

Resposta:
Olá Lucia, como vão? E o Pingo?
Antes de mais nada vcs estão no caminho certo!!
Não sou veterinária, portanto não posso comentar tratamentos, dosagens etc... Mas posso comentar por experiência prática no meu Tyson, algumas respostas das tuas questões:
1) Ele está numa idade avançada, tem que investigar(com exames sanguíneos, e ou tomografia) se é mesmo epilepsia, pq pode ser outra doença, por exemplo: diabetes, tumor cerebral etc... Convulsão nem sempre significa epilepsia.
2) Ele está super protegido com medicação adequada, o meu Tyson toma Brometo de Potássio, converse com sua Vet.,
3) É "normal" ele estar perdido, dormindo em horários diferentes, parecer desorientado, comer e beber muito, a medicação no início faz tudo isso acontecer, depois acalmará. Demora um pouco até o organismo se adaptar, inclusive a dosagem também, agora é um momento de ajustes, portanto ele ainda poderá convulsionar...E o mais importante ele NÃO deverá ter mais crises, este deve ser o ideal!! Se acontecer levar o Pingo imediatamente para a Veterinária.
4) Ele continuará assim, parecendo não reconhecer seus "papais", amigos... Aconselho vcs a conversar com ele, acalmá-lo, mas deixá-lo num local seguro, com obejtos dele, pq ele está sim desorientado, com o tempo tudo voltará ao que chamo de "quase" normal!! Ele reconhecerá vcs, brincará e etc....
Importante: Sempre dar os medicamentos na hora certa!!
5) Quanto a não evacuar realmente não sei o q pode ser, o que sua Vet. acha??
6) Ele foi castrado? Senão, qdo o quadro dele estiver estável vale a pena castrá-lo!
Força Lúcia, não desista, vc está fazendo tudo certo!!
Bjks Cecília.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Preguiça-real tem pata amputada após ser eletrocutada

Uma preguiça-real fêmea adulta encontrada caída no chão da avenida Torquato Tapajós, na Zona Norte, nesta terça-feira (03), após ser eletrocutada em uma fiação de poste elétrico onde havia se pendurado, traduz a atual situação desta espécie na zona urbana de Manaus.A preguiça-real (espécie de pelagem mais longa e aparência vistosa) foi resgatada pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres do Refúgio Sauim Castanheiras, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas).
Devido à força da descarga, suas patas dianteiras foram lesionadas. Uma delas (lado esquerdo) precisará ser amputada. Após a cirurgia, o animal será avaliado para verificar se tem condições de voltar à vida livre em ambiental natural.
“Há indivíduos que têm chance de retornar porque a preguiça é esperta. Consegue se virar mesmo com algum tipo de problema”, diz veterinário Laérzio Chiezorin, gestor do Centro.
Agressão
Vítima de espancamento, atropelamento, choque elétrico e perda de espaço florestal, a preguiça é um dos animais silvestres da fauna urbana da cidade que mais sofre com a desinformação e crueldade da população de Manaus.
Somente ano passado, 116 preguiças foram resgatadas pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres do Refúgio Sauim Castanheiras. Muitos destes animais vão parar no Centro ainda filhotes, levados pelos “tutores” quando estes percebem a dificuldade de criá-los em cativeiro.
Segundo o veterinário Laérzio , a incidência de preguiças eletrocutadas ainda não está entre as principais causas envolvendo resgates, mas é emblemática pois reflete as conseqüências da expansão urbana de Manaus.
Na ausência de copas altas de árvores, seus hábitos são alterados e elas acabam indo parar na rede elétrica.
As áreas onde há ligações elétricas clandestinas agravam ainda mais a situação já crítica do animal. “As redes clandestinas não têm cabos de isolamento. Este fato aumenta casos de choques elétricos”, conta Laérzio.
Laérzio Chiezorin diz que preguiça é um animal comum dentro de Manaus porque não exige uma área muito extensa e pode sobreviver em local degradado. Em geral, ela se adapta em áreas de regeneração e fragmentos isolados onde outros animais não conseguiram sobreviver.
Mas pelo comportamento passivo e pela conhecida lentidão em se locomover (apesar da habilidade em se defender), a preguiça acaba vítima da maldade alheia, segundo Chiezorin. Ou, da fatalidade provocada pela expansão urbana.Despreparo
A desinformação e o despreparo em lidar com animais silvestres ainda é o principal preocupação em relação a fauna silvestre que vive em Manaus.
Na condição de ameaçadas, a preguiça tende a se defender. E esta defesa, em geral, é feita por meio das garras.
Uma das mais agressivas na defesa é a preguiça-real (também chamada de preguiça-de-dois-dedos). Seu padrão é peculiar porque é uma espécie não é muito lenta, nem dócil e se defende bem. Para se defender, pode morder.
“As pessoas entendem como agressão e revidam matando ou machucando muito. Isso é relativamente comum em Manaus”, disse.
Segundo Laérzio, há casos de preguiças resgatadas em Manaus filhotes cujas mães foram mortas pelo ser humano. Algumas pessoas chegam mesmo a comê-las.
“A maior parte das preguiças que a gente recebe está saudável. São preguiças que aparecem nas residências, atravessam as ruas. Mas também há casos de atropelamento e até de espancamento. Há pessoas que fazem isso por pura crueldade”, conta o veterinário.
Áreas verdes
Com a redução de áreas verdes em Manaus, sem uma consciência ambiental e a elaboração de uma legislação que puna atos de crueldade e a criação de corredores ecológicos, espécies como a preguiça podem ter um futuro sombrio.
“Cada vez mais vai diminuindo o ambiente e complicado um pouco a questão da segurança do animal. Algumas áreas remanescentes seriam interessantes para que os animais se conectem”, comenta Laérzio, que reconhece que a consciência da população já mudou relativamente em relação ao tratamento dado à preguiça.
“Antes havia mais casos de animais espancados, tiros disparados e atropelamentos de propósito. Hoje ocorre menos, mas isto é um trabalho de formiguinha”, comenta.
Em Manaus, as duas espécies mais comuns de preguiça são a preguiça-bentinho, considerada mais lenta e tranqüila, e a preguiça-real, cuja característica física exuberante destoa da mais comum.
A outra espécie, conhecida apenas como “comum” tem uma distribuição maior do que a Bentinho, mas é mais comum em áreas como o Distrito de Cacau Pirêra, em Iranduba.
A preguiça Bentinho alimenta-se apenas de frutas e flores. A real, além de frutas e folhas, também come pequenos animais. O habitat natural da preguiça em Manaus não é muito abrangente.
Em geral, ela se adapta em áreas de regeneração e fragmentos isolados onde outros animais não conseguiram sobreviver.
TADINHA DA PREGUIÇA, QUE SACANAGEM TIRAR O ESPAÇO DOS ANIMAIS SILVESTRES COM ESTÁ OCORRENDO!!!
Fonte: http://www.anda.jor.br/05/01/2012/preguica-real-tem-pata-amputada-apos-ser-eletrocutada-em-avenida-de-manaus-am

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