segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Porquinho aprender a andar sozinho sem as patas traseiras

Um porquinho que nasceu sem as duas patas traseiras surpreendentemente aprendeu a caminhar. O animalzinho se equilibra nas duas patas dianteiras e anda sem cair. O porco nasceu em julho, na província chinesa de Anhui, e quase não sobreviveu aos primeiros dias de vida.
Porém, o fazendeiro Ge Xinping cuidou de seu bichinho de estimação e conseguiu ensiná-lo a caminhar sozinho. Agora, o porco passeia sozinho pelo vilarejo onde vive e virou uma grande atração local.
“Todos aqui no vilarejo adoram o porco. Eles dizem que o bichinho anda de ponta cabeça como um ginasta”, disse Xingping. Segundo o fazendeiro chinês, o porco está saudável e já pesa 30 kg.
Por incrível que pareça, esse não é o primeiro porco chinês que anda somente usando as patas dianteiras. No ano passado, o porquinho Zhu Jianqiang, que vive na província de Henan, também virou notícia por caminhar sozinho sem as patas traseiras.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/tabloide/tabloideanas/2011/11/28/porquinho-ginasta-aprende-a-andar-sozinho-sem-as-patas-traseiras.jhtm
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2066932/Hamstand-Gymnast-piglet-born-hind-legs-learns-walk-trotters.html

sábado, 26 de novembro de 2011

Oskar, o gatinho cego aprendendo a brincar(quando era bebê)

Estava lendo o maravilhoso blog Mãe de Cachorro também é Mãe, da minha amiga Ana Corina, quando li este post e resolvi postar tb.... Sensacional!!
Este é o mesmo gatinho, o Oskar, que postei anteriormente brincando com o secador de cabelos, lembram?
"Preparem os lencinhos, por que o vídeo é pura emoção. Traduzi pra nós o texto explicativo sobre o pequeno Oskar. Ele tinha 8 semanas de vida quando o vídeo foi feito e estava separado do Klays, o outro gato da família, por uns dias. Hoje os dois são melhores amigos!
Alguns de vocês pediram mais vídeos do Oskar, então aqui vai… Fiz este vídeo um dia depois de o adotarmos. Como ele é completamente cego (nasceu sem olhos formados), demos a ele algumas bolas com guizos dentro. Como vocês podem ver, eles consegue “enxergar” as bolas usando a audição! Ele é um gatinho tão feliz e inspirador… somos abençoados por tê-los conosco."
Fonte: http://www.maedecachorro.com.br/oskar-o-gatinho-cego-e-seus-primeiros-brinquedos-emocionante.html

Baleia ganha prótese para tratar desvio na coluna

Biólogos do parque SeaWorld, na Flórida (EUA), criaram uma prótese ortopédica para cuidar de uma baleia com escoliose.
A curvatura na espinha impede o animal, uma baleia-piloto, de nadar normalmente.O parque afirma que esta é a primeira vez que uma prótese ortopédica é usada em uma baleia grande.
A baleia, chamada de "300", usa o artefato durante sessões diárias de fisioterapia. A ideia é que a prótese ajude a endireitar sua espinha para que ela possa usar a cauda.
Ainda é cedo para saber se a iniciativa funcionará e se a baleia poderá voltar a nadar normalmente, segundo um dos dirigentes da equipe de resgate animal do SeaWorld Orlando.
A baleia foi uma das mais de 20 que encalharam na costa da Flórida no início de maio.
Apenas duas delas foram consideradas saudáveis o suficiente para retornarem ao mar poucos dias depois.
Em 10 de maio, as cinco sobreviventes estiveram em um centro de recuperação, para receber maiores cuidados, mas três delas não resistiram.
As baleias fêmeas foram apelidadas de "Fredi" e "300", que desenvolveu a escoliose durante o tratamento.
Ambas foram consideradas frágeis demais para serem soltas de volta ao mar.
Fonte: http://f5.folha.uol.com.br/bichos/1007884-baleia-piloto-ganha-protese-para-tratar-desvio-na-coluna.shtml

Diagnósticos por imagem para animais em Porto Alegre/RS

Tô há um tempão querendo comentar desta clínica que vi perto da minha casa, voltada somente para exames por imagem para a área veterinária, a Vet Tomoclínica.
Não conheço os proprietários, nem o local, tb não recebi nada por isso, o quero é divulgar saúde e bem estar para os animais, isso é o que importa.
Exames que a clínica faz:
Radiologia Geral e Especial: mielografia e de displasia coxofemoral
Ultrassonografia
Tomografia Computadorizada
Adorei a iniciativa, a idéia e o orgulho em saber que finalmente podemos contar com tais equipamentos para nossos animais.
http://www.tomoclinica.vet.br/
Fica em Porto Alegre/RS, na Av. Wenceslau Escobar 1032.
Ligue: (51) 3273 3973 ou 2112 3973.
Bom trabalho pra vcs!
Bjks Cecília.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Lobo-guará recebe prótese ortopédica em Uberaba (MG)

Um lobo-guará, que recebe o nome de Fiel e tem seis anos de idade, recebeu uma prótese ortopédica no tornozelo da pata esquerda depois de ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros em uma fazenda em Veríssimo, no Triângulo Mineiro.
O animal, resgatado em maio deste ano, conforme o médico veterinário Cláudio Yudi Kanayama, estava com uma fratura já cicatrizada. “Possivelmente o animal foi atropelado e, devido à dificuldade de locomover, o lobo parou de caçar, o que deixou cada vez mais fraco até não conseguir mais se levantar”, disse.
A prótese feita de plástico e borracha foi colocada no Hospital Veterinário de Uberaba depois de o animal passar por uma série de exames ainda em maio. De acordo com Yudi o procedimento não é comum.
“A prótese é muito leve e fácil de se adaptar no animal. O lobo-guará foi sedado para colocação da peça por se tratar de um animal silvestre e naturalmente agressivo.”
O maior medo da equipe, conforme o médico, era de que Fiel retirasse a prótese logo após acordar, porém, para a surpresa de todos “o animal reagiu muito bem e não se importou com a prótese presa na perna”, disse o médico.
Após seis meses da cirurgia, Fiel permanece em observação no Setor de Quarentena do Zoológico de Uberaba, para verificar se a prótese irá auxiliar na locomoção e na sustentação do corpo dele.
O médico explica que esse tipo de procedimento não é comum, mesmo em animais domésticos, como o cão e gato. “Nos EUA há empresas especializadas em próteses e órteses em cães, com o custo médio de 500 dólares cada peça. É raro fazer esse tipo de tratamento em animais silvestres.”
Fonte: http://www.anda.jor.br/22/11/2011/lobo-guara-recebe-protese-ortopedica-em-clinica-veterinaria-de-uberaba-mg

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cachorra tripé vence campeonato de frisbee

Com apenas três semanas de vida, Maty foi abandonada na garagem de um motel em Oregon, nos Estados Unidos. Após ser encontrada pela equipe de funcionários do local, a cadelinha foi acolhida por um abrigo de proteção aos animais.
Prestes a ser adotada por uma casa de repouso para idosos, Maty foi atingida por uma séria infecção e uma de suas patas precisou ser amputada. Após a cirurgia, a cachorra foi submetida a sessões de “fisioterapia” canina, nas quais desenvolveu verdadeira paixão pelos esportes.
Desde os noves meses de idade, Maty adora brincar com frisbees. “Certa vez, jogamos o disquinho para ela buscar e, apesar da dificuldade para correr, ela nem olhou para trás”, contou Lynne Ouchida, de 47 anos, que ajudou na recuperação da cadela.
De acordo com informações do jornal Daily Mail desta sexta-feira (18/11), recentemente Maty venceu um campeonato canino de frisbee.
Além de atleta, Maty costuma visitar escolas infantis a fim de que sua história de superação sirva de exemplo para os pequenos. “O objetivo é mostrar que, apesar de ter uma pata a menos, Maty vive como um cão qualquer”, disse a guardiã Lynne.
Por Juliana Bacci.

Cachorro vítima de maus-tratos sofre de problemas mentais e precisa de ajuda veterinária, no RS

Este é um apelo de uma protetora já sem condições de sequer pagar um taxi dog e uma consulta veterinária. Tenho muitos casos, alguns estão comigo há muitos anos. Mas este é um apelo especial a este peludão, porte grande, pelo bem tratado e brilhante. É um cão jovem, mas foi vítima de agressão e enforcamento, desde então ele está na casa da minha mãe; Uma senhora idosa , com o pé fraturado, sem conseguir andar, e ainda outros cães para cuidar.Ele apresenta confusão mental, é um animal especial e, a cada dia que passa, isto fica mais claro. Ele passa minutos olhando para o nada e parece estar muito depressivo. Tem uma parte da cabeça bem mais alta que a outra, por possível espancamento. Ele também apresenta crises convulsivas, não muito graves, mas fica se debatendo por alguns minutos.
Se alguém puder ajudar este grandão, amado, meigo, carinhoso, porém não está recebendo nenhum tipo de atendimento veterinário. Esta na zona rural de Porto Alegre (RS), isto dificulta ainda mais minhas possibilidades de interna-lo, pois não possuo carro.
Contato: Mara 51- 97922419 – marasantos1973@hotmail.com
Gente querida vamos contribuir?!! Entrem aqui: http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=112071
Fonte: http://www.anda.jor.br/18/11/2011/cao-vitima-de-maus-tratos-sofre-de-problemas-mentais-e-precisa-de-ajuda-veterinaria-no-rs

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Dona acha cachorrinho cego que caiu em buraco na China

Dou Dou é um cachorrinho simpático que desapareceu em setembro quando caminhava pelas ruas de Qingdao, na China. Sua dona, Meng Xiaoting, passou dias procurando seu cãozinho, sem sucesso. Ela sabia que Dou Dou provavelmente não conseguiria voltar para casa sozinho, pois é cego. Quando Meng já considerava a possibilidade de nunca mais ver seu cachorro de estimação de novo, um amigo lhe contou uma história que havia lido em um jornal local.
Segundo a reportagem, um cãozinho com problemas de visão estava preso em um buraco havia vários dias. Diversas pessoas tentaram tirar o cachorro do local, mas, como o bichinho agia com agressividade, ninguém conseguiu.
Para mantê-lo vivo, as pessoas passaram a jogar comida no buraco. Na hora que leu a reportagem e que viu a foto do cachorro, Meng teve a certeza de que se tratava de Dou Dou.
A chinesa foi até o buraco onde o cãozinho estava preso e resgatou seu animal de estimação. Dou Dou foi examinado por veterinários e se recupera do trauma e dos vários meses preso no buraco.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/tabloide/tabloideanas/2011/11/16/dona-acha-caozinho-cego-que-caiu-em-buraco-na-china.jhtm
http://www.metro.co.uk/weird/881698-blind-dog-trapped-down-manhole-for-two-months-reunited-with-owner

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Rottweiler Dalila com crises epiléticas...

"Oi, meu nome é cristina, tenho um cadela rottwailler, que se chama dalila..ela tem 1 ano e 7 meses...ela é epletica,com seis meses começou a primeira crise,ela toma gardenal 100mg...so que ela continua tendo crise fortes dia 11 de setembro ela teve 9 crise e tomando gardenal a cada crise..nao sei mais o que fazer para ajudar o meu bichinho..por favor me ajuda sera que o gardenal nao faz mais efeito... me da uma dica ...estou esperando as a sua resposta anciosa...."
Respondendo:
Olá Cristina, tudo bem? Como esta a Dalila?
Seguinte: Procure imediatamente um veterinário pq sua rottweiler NÃO pode ter esta sucessão de crises, ela pode não resistir.
Vc tem certeza q ela é epilética?? Precisa confirmar este diagnóstico.
Não posso medicar sua cachorra, mas posso lhe dar o exemplo do meu Tyson, que pesa 18 quilos, e toma 100mg de Gardenal 2X/dia(100mg de manhã e 100mg a noite) e Brometo de Potássio 600mg tb 2X/dia(600mg de manhã e 600mg a noite). O Brometo potencializa o efeito do Gardenal, e é menos "tóxico".
Mas quando ele entrava em crises, como esta que vcs passaram, o veterinário administrava na veia outros remédios combinados, tipo diazepam(senão me engano). E quando a crise é muito forte muitas vezes o animal é anestesiado, para que as crises parem.
O importante é NÃO deixar o animal ter crises convulsivas, mas até encontrar a dosagem adequada (peso x problema) podem sim ocorrer algumas crises.
Mantenha ela em local tranquilo, evite mudar alimentação e tb não estressá-la.
Cristina não desista de sua rott Dalila, estude o assunto, procure um veterinário e façam um tratamento que atenda imediatamente sua cachorra.
Forte abraço, Cecília.

domingo, 13 de novembro de 2011

Elefanta que perdeu perna em mina terrestre recebe prótese

Membro artificial foi colocado em hospital de elefantes na Tailândia.
Animal foi vítima de arma explosiva em área fronteiriça.

A elefanta Mosha, de 6 anos de idade, pisou numa mina terrestre há cinco anos na fronteira entre Tailândia e Mianmar, o que a fez perder a perna. Na foto divulgada nesta quarta-feira (9), ela aparece ganhando uma prótese para repor o membro perdido, no hospital de elefantes da província de Lampang, no norte tailandês.
Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/11/elefanta-que-perdeu-perna-ao-pisar-em-mina-terrestre-recebe-protese.html?utm_source=g1&utm_medium=email&utm_campaign=sharethis

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

AVC em cachorros

“Existe cura para o AVC do meu cachorro? Alguém pode me ajudar?”, pergunta um internauta em um fórum de discussão virtual.
“Existem sim casos de AVC em cães. O que acontece, geralmente, é que muitos veterinários não sabem ainda diagnosticar o problema”, avalia Milton M. Morishin Filho, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu, especialista em cirurgia geral e neurocirurgia de pequenos animais. Entretanto, ele reconhece que o assunto é pouco divulgado, não há sites de profissionais habilitados a responder questões, ou que divulguem a produção científica a respeito do assunto para um público mais amplo.
Morishin Filho conta que, assim como em humanos, o AVC em cães pode ser causado por obstrução dos vasos sanguíneos – resultando em isquemia –, ou pela ruptura das paredes dos vasos sanguíneos – resultando em hemorragia cerebral. A maioria dos tipos de AVC diagnosticados nos humanos, também é encontrada nos animais, o que não surpreende, devido à semelhança estrutural apresentada pelos sistemas neurais dos diferentes mamíferos.
Diagnóstico
Antes considerado um diagnóstico incomum, o acidente vascular cerebral (AVC), tem sido cada vez mais identificado em cães e gatos.
Esse diagnóstico depende da exclusão de outras causas de encefalopatia focal e da identificação de uma doença primária que pode ser responsável por eventos isquêmicos/vasculares. Em geral, são indicados os seguintes procedimentos médico-veterinários: exames de sangue e urina, para identificar as causas subjacentes possíveis; medição da pressão sanguínea sistólica; realização de eletrocardiogramas; análises de fezes e culturas de sangue, para descartar a possibilidade de infestações parasitárias; e a análise líquida cérebroespinal, que pode ajudar a descartar doenças inflamatórias do sistema nervoso central, e ainda revelar hemorragias recentes.
Os exames que geram imagens em alta definição – conhecidos por tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética (RM) – podem revelar lesões focais. Porém, nem sempre é fácil diferenciar tais lesões das de outras doenças como, por exemplo, a neoplasia. Por isso, a biópsia continua sendo um procedimento importante. “ Um exame neurológico bem detalhado pode sugerir o AVC, mas é impossível de diagnosticar com certeza”, avalia o médico da Unesp. Para ele, “o exame mais indicado para o diagnóstico realmente seria a ressonância magnética. Um exame caro e de difícil acesso ainda na veterinária”.
O alto custo dos exames de imagem – que chegam a valores entre R$400,00 e R$1.000,00 – e a existência de poucos centros especializados em exames em animais, são os principias obstáculos enfrentados no diagnóstico de AVC em animais. Outra dificuldade é que, diferente das pessoas, os animais não colaboram na realização dos exames, por isso é necessário anestesiar o animal para obter resultados precisos. “Nossos pacientes não dizem o que estão sentindo, não dizem se estão com bolinhas roxas na visão”, lamenta o veterinário.
Tratamento
De acordo com o artigo “Ischaemic and haemorrhagic stroke in the dog”, de Annette Wessmann, Kate Chandler, Laurent Garosi, publicado no The Veterinary Journal (2009), o tratamento é muito variado e dependerá do tipo e localização do AVC, da severidade da disfunção neural. Centra-se assim, na prevenção de danos cerebrais secundários ou de complicações, tais como aumento da pressão intracraniana ou apreensões, e identificar e tratar as causas primarias.
Felizmente, a maioria dos casos recuperam-se dentro de algumas semanas, somente com terapia de suporte e monitoramento, apresentando taxas de sucesso maiores do que nos seres humanos. Os sinais clínicos da disfunção neurológica em cães e com distúrbios cerebrais isquêmicos tendem a permanecer estáveis ou a melhorar ao longo do tempo. Os distúrbios hemorrágicos são mais raros, porém apresentam maiores índices de mortalidade. Feliciano Filho conta que seu cachorro, de 18 anos, teve AVC e foi tratado a tempo, recuperando-se com sequelas mínimas.
A recuperação dos animais, assim como em humanos, depende do reconhecimento dos sintomas e de um rápido e eficaz atendimento. Os sinais clínicos dos animais podem variar dependendo da região afetada: podem ocorrer desde alterações na capacidade em reconhecer a localização espacial do corpo, sua posição e orientação; mudanças na força exercida pelos músculos e na posição de cada parte do corpo em relação às demais ; falta de coordenação dos movimentos; convulsão; e perda de visão.
Para auxiliar a recuperação do animal recomenda-se ainda fisioterapia e acupuntura. O médico veterinário Ricardo Henrique S. Silva usa acupuntura para o tratamento do AVC em animais e afirma que esta é bastante eficiente, especialmente se integrada ao tratamento médico convencional. É possível, por meio da acupuntura, aumentar o fluxo sanguíneo cerebral, regularizar a pressão arterial, restabelecer funções motoras anteriormente comprometidas. Ele conta sobre o caso de um cão idoso, da raça labrador, que chegou atáxico, tetraparésico e com hiperreflexia e após a primeira sessão, ele já se levantou e conseguiu andar. “A duração do tratamento, naturalmente, depende da severidade dos sintomas. Mas estima-se que há melhora considerável em cerca de cinco sessões”, afirma Silva.
O aumento da incidência de AVC em animais segue uma tendência atual também observada em humanos. Uma das prováveis causas está no acidente vascular cerebral ter sua ocorrência associado à idade. Com o avanço da medicina, tanto as pessoas como os seus animais de estimação tiveram um aumento no tempo de vida e, por consequência disso, um maior número de casos de AVC é constatado. Hábitos de vida sedentários e alimentação inadequada também são fatores que explicam o aumento da incidência. Expostos a uma vida demasiadamente humana, às vezes, os animais de estimação sofrem as consequências de uma dieta super calórica (principalmente os alimentados com comida humana) e da falta de atividades físicas (fato comum nos que vivem presos, seja casas ou em apartamentos).
As dificuldades de diagnóstico e tratamento – seja decorrente das tecnologias disponíveis ou aos altos custos – tornam os cuidados preventivos, relacionados a modos de vida saudáveis, as melhores estratégias para o combate ao AVC em animais. A prevenção poderá reduzir o número de casos, e o tratamento adequado, mesmo que não leve a uma cura definitiva, eleva significantemente a qualidade de vida do animal.
RESUMO SOBRE O AVC:
O acidente vascular cerebral (AVC), embora seja raro em cães, ocorre quando o fluxo sanguíneo para o cérebro é interrompido devido a uma artéria bloqueada ou a uma hemorragia.
Existem dois tipos de acidente vascular cerebral canino.
Acidente vascular cerebral isquêmico - falta de fluxo sanguíneo para o cérebro, devido a uma artéria bloqueada. Esses acidentes vasculares cerebrais podem ser vinculados às seguintes condições:
Doença renal
Doença cardíaca
Doença de Cushing
Diabetes
Hipertensão
Obstrução devido a um fragmento de um tumor, cartilagem espinal, parasitas ou gordura
Glândula tireóide hipoativa ou hiperativa
Acidente vascular cerebral hemorrágico – o fluxo sanguíneo adequado para o cérebro é interrompido por hemorragia no cérebro. Estes episódios podem ser ocasionados pelas seguintes condições:
Novamente doenças nos rins, coração, na tireóide ou Doença de Cushing, porque podem levar a pressão arterial elevada.
Um certo tipo de verme que se aloja no pulmão, chamado angiostrongilose
Venenos para roedores
Inflamação arterial
Trombocitopenia imune-mediada
Tumor cerebral
Desenvolvimento atípico de vasos sanguíneos no cérebro
Traumatismo craniano
Os sintomas que indicam o acidente vascular cerebral canino não são exclusivas para esta condição médica, o que pode complicar o diagnóstico.
Os seguintes sintomas são comuns em acidentes vasculares cerebrais caninos:
Inclinação da cabeça.
Virar-se para o lado errado quando chamado.
Comer fora de um lado prato de comida.
Cegueira.
Perda de equilíbrio.
Letargia.
Perda de controle da bexiga e do intestino.
Brusca mudança de comportamento.
Se o dono de um cão suspeitar que seu cachorro teve um acidente vascular cerebral, um veterinário deve fazer um exame conclusivo do animal. O veterinário fará o diagnóstico:
Realizando um exame físico, estudando cuidadosamente os sintomas que se apresentam.
Realizando uma RM (ressonância magnética) ou TC (tomografia computadorizada). O cão deve ser anestesiado, para que se possa realizar o trabalho de diagnóstico por RM ou TC.
A maioria dos exames diagnósticos é utilizada para excluir outras possibilidades como a causa dos sintomas. O veterinário irá ajudá-lo a determinar a causa de acidente vascular cerebral, após confirmar que o cachorro teve um AVC.
O tratamento do acidente vascular cerebral canino começa com a identificação da sua causa básica, e o tratamento da mesma para impedir que venha a causar outros acidentes vasculares cerebrais no futuro. Não existe uma maneira de reparar os danos infligidos por um acidente vascular cerebral canino, mas o AVC não é tão debilitante para os cães quanto pode ser para as pessoas. Com os cuidados adequados, a maioria dos cães recupera-se em algumas semanas. Esta recuperação vai depender da gravidade do acidente vascular cerebral do cachorro e de quanto dano foi feito, mas o potencial de recuperação é uma boa notícia para o dono do cão. Com tempo e paciência, o cão geralmente recupera a maioria das suas funções motoras e de movimento. Mas, seu comportamento pode ser ligeiramente alterado em relação ao que era antes do acidente vascular cerebral, o que pode ser algo que o dono do cão simplesmente terá que aprender a aceitar. Seja qual for o caso, os cães geralmente sobrevivem a um derrame.
O tratamento mais adequado é a fisioterapia, acupuntura, homeopatia, se for necessário uso de equipamentos auxiliares e visitas regulares ao seu veterinário.
Fonte:
http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=47&id=576
http://www.comofazertudo.com.br/animais-de-estima%C3%A7%C3%A3o/como-tratar-um-acidente-vascular-cerebral-avc-canino

Vamos ajudar a Boneca e a Bárbara em Minas??!!

Gente Querida vamos ajudar essas mineiras!!!
"Boa noite Cecilia! Encontrei seu blog através de uma pesquisa que tenho feito sobre cães com paraplegia, pois domingo passado encontrei uma cadelinha recém parida atropelada na rua e tentando, sem sucesso, se levantar. Levei ao veterinario e ele constatou uma lesão medular possivelmente irreversível. Então vim procurar um método de fazer uma dessas cadeirinhas pra ela.
O problema é que eu não posso ficar com a Boneca, pq minha mãe expulsou a gente daqui de casa (a cachorra e eu). Tá dificil encontrar alguém que possa cuidar dela, por mais doce e carinhosa que ela seja, e nao posso deixa-la no hospital, pq nao tenho condiçoes financeiras de custea-la lá. Mas gostaria de tentar procurar de todas as formas possíveis encontrar algum companheiro(a) pra ela antes de ter que optar pelo sacrificio dela...
Gostaria de saber se vcs nao conhecem alguma instituiçao em MG (Belo Horizonte), ou pessoa que poderia adotar ela...
Só posso deixa-la no hospital até quinta, entao se souber de algo que possa ajuda-la, qlqr coisa, por favor, eu agradeceria mt.
Achei muito bacana a ideia do blog em difundir as mais variadas experiencias com animais com deficiência. Se mais pessoas soubessem que nao é uma coisa do outro mundo, achar-lhes um lar seria mt menos dificil.
Desde ja agradeço a atenção.
Bárbara e Boneca."
PS: Bárbara me envie seu email, eu não o publicarei, mas assim posso te contatar.

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